segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

COMPOSIÇÃO 10



O AMOR
(O amor)
Enobrece, enobrece... mas enobrece
Quando é equilibrado e verdadeiro
(Ah! O amor)
Empobrece, empobrece... mas empobrece
Quem por ele torra todo seu dinheiro
(O amor)
Falece, falece... mas falece
Quando é desvirtuado pela prostituição
(Ah! O amor)
Estremece, estremece... mas estremece
Quem não se guia pela razão

O amor é sublime
A quem suprime
Todo o manto da insensibilidade
E experimenta o recanto da felicidade
                      (refrão)


 (O amor)
Decepciona, decepciona... mas decepciona
Quem vê cara e não vê coração
(Ah! O amor)
Emociona, emociona... mas emociona
Quem  obtém  dele satisfação
(O amor)
Questiona, questiona... mas questiona
Os méritos da relação
(Ah! O amor)
Impulsiona, impulsiona... mas impulsiona
A carreira e a criação

O amor é sublime
A quem suprime
Todo o manto da insensibilidade
E experimenta o recanto da felicidade
                      (refrão)

 
(O amor)
Elimina, elimina... mas elimina
O pesar da solidão
Toda forma de discriminação
A carência da paixão
(Ah! O amor)
Germina, germina... mas germina
A benfazeja comunhão
A profunda inspiração
O atestado de completo cidadão

O amor é sublime
A quem suprime
Todo o manto da insensibilidade
E experimenta o recanto da felicidade
                      (refrão)


 (O amor)
Experimenta, experimenta... mas experimenta
O verdadeiro derretimento
(Ah! O amor)
Afugenta, afugenta... mas afugenta
Todo tipo de ressentimento
(O amor)
Representa, representa... mas representa
A mais singela manifestação de carinho
O mais puro caminho
A rosa sem o espinho do ferimento
A ausência de ato mesquinho no casamento

O amor é sublime
A quem suprime
Todo o manto da insensibilidade
E experimenta o recanto da felicidade
                      (refrão)


 (O amor)
Adoece, adoece... mas adoece
Em função da rejeição
(Ah! O amor)
Amolece, amolece... mas amolece
O mais duro coração
(O amor)
Escurece, escurece... mas escurece
A luz manchada do egoísmo
(Ah! O amor)
Enrijece, enrijece... mas enrijece
A musculatura do altruísmo

O amor é sublime
A quem suprime
Todo o manto da insensibilidade
E experimenta o recanto da felicidade
                      (refrão)


 (O amor)
Esvazia, esvazia... mas esvazia
A rotina e seu entristecer
(Ah! O amor)
Fantasia, fantasia... mas fantasia
Para o esplendor do prazer
(O amor)
Compartilha, compartilha... mas compartilha
Os exemplos bem-aventurados
(Ah! O amor)
Fervilha, fervilha... mas fervilha
Na noite, com seus tentadores “pecados”

O amor é sublime
A quem suprime
Todo o manto da insensibilidade
E experimenta o recanto da felicidade
                      (refrão)


 (O amor)
Vinga, vinga... mas vinga
A ação grave e temerária
(Ah! O amor)
Respinga, respinga... mas respinga
Nos confins da morada da estrela solitária
(O amor)
Intervém, intervém... mas intervém
Quando o erro tem que ser corrigido
(Ah! O amor)
Contém, contém... mas contém
Na criatividade e admiração os segredos da libido
(O amor)
Perdoa, perdoa... mas perdoa
erros leves e impensados: nem tudo é permitido
(Ah! O amor)
Ressoa, ressoa... mas ressoa
Nos ecos do desconhecido

O amor é sublime
A quem suprime
Todo o manto da insensibilidade
E experimenta o recanto da felicidade
                    (refrão)
Amor, recanto da felicidade
Felicidade, felicidade, felicidade... uouh! Uouh!... mas é: feliiiii-cidade!

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