domingo, 18 de outubro de 2026

Bolo de maçã com canela e farofinha crocante: úmido por dentro e dourado por cima

 


Bolo de maçã com canela e crumble crocante: aprenda a fazer uma receita com massa úmida, cobertura dourada e sabor irresistível para o café da manhã.

18 out 2026 - 06h00
(atualizado às 06h02)
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Resumo
O bolo de maçã com canela e cobertura crocante de crumble é uma receita caseira, fácil e equilibrada, que rende até 12 fatias em cerca de 1h10 de preparo. A massa combina maçãs em cubos, canela e ingredientes simples com uma farofa dourada de manteiga e açúcar, podendo incluir aveia para elevar as fibras. Assado a 180 °C, deve esfriar antes do corte para firmar. As sobras duram até quatro dias sob refrigeração ou até três meses congeladas, mantendo a textura ideal ao serem reaquecidas no forno.

O bolo de maçã com canela e crumble crocante é uma opção para variar o café da manhã com uma massa macia, pedaços de fruta e uma cobertura dourada que faz toda a diferença na primeira mordida.

A combinação da maçã com a canela deixa o bolo perfumado, enquanto o crumble acrescenta uma textura crocante por cima. O resultado é uma receita caseira que combina com café, leite ou iogurte natural.

Preparado com ingredientes simples, esse bolo pode fazer parte de uma alimentação equilibrada, especialmente quando servido em porções adequadas. Com alguns cuidados no preparo, é possível preservar a umidade da massa e conseguir uma cobertura crocante sem complicar a rotina.

Bolo de maçã com canela e crumble crocante: benefícios, dificuldade e porções

A receita é fácil de preparar, rende de 10 a 12 fatias e leva aproximadamente 1 hora e 10 minutos, incluindo o tempo de forno e o descanso antes de servir.

A maçã fornece fibras, incluindo pectina, e contribui com sabor e umidade para a massa. A canela acrescenta aroma, enquanto a aveia, se utilizada na cobertura, oferece fibras adicionais. Como a receita também contém açúcares adicionados, farinha de trigo e manteiga, o ideal é considerar as porções dentro do conjunto da alimentação diária.

Ingredientes na receita

Para a massa

  • 2 maçãs médias, lavadas e cortadas em cubinhos
  • 2 ovos
  • 1/2 xícara de açúcar mascavo
  • 1/4 de xícara de açúcar branco
  • 1/2 xícara de óleo vegetal
  • 1/2 xícara de leite
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1 colher de sopa de canela em pó
  • 1 colher de sopa de fermento químico em pó
  • 1 colher de chá de essência de baunilha (opcional)
  • 1 pitada de sal

Para o crumble crocante

  • 1/2 xícara de farinha de trigo
  • 1/3 de xícara de açúcar mascavo
  • 3 colheres de sopa de manteiga gelada em cubinhos
  • 1/2 colher de chá de canela em pó
  • 2 colheres de sopa de aveia em flocos finos (opcional)
Bolo de maçã com canela e crumble crocante.
Bolo de maçã com canela e crumble crocante.
Foto: SaúdeLAB
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Imagem: Canva PRO

Modo de preparo do bolo de maçã com canela e crumble crocante

1. Prepare a cobertura crocante

Em uma tigela, misture a farinha de trigo, o açúcar mascavo, a canela e a aveia, caso decida utilizá-la. Acrescente a manteiga gelada e misture com as pontas dos dedos até formar uma farofa com pedaços irregulares.

Evite trabalhar demais a mistura, pois a ideia é manter pequenos grumos que fiquem dourados durante o forno. Reserve na geladeira enquanto prepara a massa.

2. Prepare as maçãs

Lave as maçãs e corte-as em cubinhos pequenos, retirando as sementes e o miolo. Se preferir, mantenha a casca para aproveitar as fibras presentes nela.

Separe cerca de 1 colher de chá da canela prevista para a massa e misture aos pedaços de maçã. Reserve o restante para incorporar aos ingredientes secos.

3. Misture os ingredientes líquidos

Em uma tigela grande, bata os ovos com o açúcar mascavo e o açúcar branco até obter uma mistura homogênea. Acrescente o óleo, o leite e a essência de baunilha, se for usar, misturando bem.

4. Incorpore os ingredientes secos

Adicione a farinha de trigo aos poucos, junto com o restante da canela e a pitada de sal. Misture com um batedor manual ou espátula apenas até a farinha desaparecer na massa.

Acrescente o fermento por último e mexa delicadamente. Evite bater em excesso para não desenvolver demais o glúten da farinha e deixar o bolo pesado.

5. Adicione os pedaços de maçã

Incorpore as maçãs temperadas com canela, distribuindo os cubinhos por toda a massa. A mistura ficará encorpada, e isso ajuda a manter os pedaços de fruta espalhados durante o preparo.

6. Monte o bolo com o crumble

Despeje a massa em uma forma redonda de aproximadamente 22 cm de diâmetro, untada e enfarinhada. Espalhe a farofa gelada sobre toda a superfície, sem pressionar.

Essa camada formará a cobertura crocante e dourada. Distribua os pedaços de maneira uniforme para evitar que algumas regiões fiquem com excesso de farofa e outras sem cobertura.

7. Asse até dourar

Leve ao forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 40 a 50 minutos. O tempo pode variar de acordo com o forno e a altura da massa, por isso comece a verificar o ponto a partir dos 40 minutos.

O crumble deve estar dourado, e um palito inserido em uma região de massa, sem atingir um pedaço de maçã, deve sair sem massa crua ou pastosa. Pequenas migalhas úmidas são aceitáveis, mas o palito não deve apresentar massa líquida.

8. Espere antes de cortar

Retire o bolo do forno e deixe descansar por pelo menos 20 minutos antes de desenformar ou cortar. Esse tempo ajuda a massa a se firmar e reduz o risco de as fatias se quebrarem.

Se quiser preservar a crocância da cobertura, espere o bolo esfriar antes de guardá-lo em um recipiente fechado.

Receita Recomendada: Broa de fubá de padaria: perfeita para acompanhar um café fresquinho

Como deixar essa receita ainda mais saudável

Para reduzir a quantidade de açúcar adicionado, experimente preparar a massa com 1/2 xícara de açúcar mascavo e omitir o açúcar branco.

A maçã madura contribui para o sabor naturalmente adocicado, embora a redução possa alterar um pouco a textura e o dourado do bolo.

Também é possível substituir parte da farinha de trigo por farinha de trigo integral, começando com 1/2 xícara, para aumentar o teor de fibras sem modificar demais a estrutura.

Outra opção é acrescentar aveia em flocos finos ao crumble e reduzir um pouco a quantidade de açúcar da cobertura. Para o café da manhã, sirva uma fatia com iogurte natural sem açúcar ou leite, conforme sua preferência.

Essas combinações ajudam a compor uma refeição mais variada, sem transformar o bolo em uma preparação de baixo teor de açúcar ou calorias.

Como armazenar o bolo de maçã com canela e crumble crocante

Depois de assado, deixe o bolo esfriar antes de guardá-lo em um recipiente limpo e bem fechado.

Como a receita contém fruta e apresenta umidade, mantenha-o na geladeira, especialmente em dias quentes, e consuma preferencialmente em até quatro dias, desde que tenha sido preparado e armazenado corretamente.

Para recuperar parte da crocância do crumble, aqueça as fatias no forno ou na air fryer por alguns minutos. O micro-ondas também pode ser usado, mas tende a amolecer a cobertura.

Se quiser congelar, corte o bolo em fatias depois de frio, embale-as individualmente e coloque-as em um recipiente próprio para congelamento.

Para preservar melhor a qualidade, consuma em até dois a três meses. Descongele na geladeira ou aqueça diretamente no forno ou na air fryer, verificando se a fatia está aquecida por completo.

Com a massa úmida, o aroma da canela e a cobertura dourada, esse bolo de maçã é uma maneira saborosa de variar o café da manhã ou o lanche da tarde.

Preparar em casa também permite ajustar o açúcar e os ingredientes de acordo com as preferências da família, mantendo o prazer de uma receita caseira dentro de uma alimentação equilibrada.

Receita Recomendada: Bolo de laranja fofinho sem glúten: uma opção saudável e deliciosa para seu lanche

Fonte: SaúdeLAB

PUDIM de caneca feito de um jeito fácil e rápido

 

Sabia que é possível preparar uma sobremesa saborosa em poucos minutos e sem complicação? O pudim de caneca é uma excelente opção para você desfrutar dessa proeza da confeitaria. Só faz!

Pudim de caneca       
 
O pudim de caneca sem dúvida alguma, é a prova de que é possível preparar uma sobremesa deliciosa sem precisar de muito tempo. Essa receita simples do

Como fazer pudim de caneca

Para fazer pudim de caneca iremos utilizar ovos, leite condensado, leite, açúcar e essência de baunilha. Inicialmente vamos caramelizar o fundo e as laterais de uma leiteira seguindo as instruções. Em seguida iremos colocar no liquidificador os ingredientes do pudim seguindo a sequência de adição, despejar na leiteira caramelizada, cobrir com papel alumínio, dispor numa panela, colocar água até metade da leiteira, e cozinhar por 30 minutos em fogo médio. Vamos retirar do fogo, deixar esfriar, gelar por 4-5 horas, desenformar e saborear!

Ingredientes da receita de pudim de caneca

  • 3 ovos
  • 1 caixinha de leite condensado
  • 1 caixinha(medida) de leite
  • 1 xícara(chá) de açúcar
  • ½ xícara(chá) de água
  • 1 colher(chá) de essência de baunilha

Modo de preparo

  1. Numa leiteira coloque o açúcar, leve em fogo baixo, deixe derreter e formar uma calda dourada.
  2. Adicione a água, com cuidado, deixe ferver, dissolver e obter um caramelo brilhante.  Retire do fogo e caramelize o fundo e as laterais da leiteira. Reserve.
  3. No liquidificador coloque os ovos, o leite condensado, o leite, a essência de baunilha e bata bem por 2 minutos para homogeneizar.
  4. Despeje essa mistura, passando pela peneira, na leiteira caramelizada, cubra com papel alumínio e coloque água até quase metade da leiteira.
  5. Tampe a panela e deixe cozinhar por 30 minutos após levantar fervura. Retire do fogo, deixe esfriar e leve para gelar por 4-5 horas.
  6. Retire da geladeira, desenforme numa travessa e sirva esse lindo pudim de caneca!

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sábado, 17 de outubro de 2026

O que explica o sucesso das MARCAS CHINESAS DE TECNOLOGIA

 

O que explica o sucesso das marcas chinesas de tecnologia

Benjamin Bathke

Empresas chinesas ganham espaço em setores como eletrônicos, robótica e veículos elétricos, pressionando concorrentes ocidentais e alimentando disputas comerciais e preocupações com segurança.      https://p.dw.com/p/5OL1R      Copiar o link

À medida que as tecnologias se tornam mais presentes no cotidiano, formuladores de políticas públicas avaliam seus benefícios diante de preocupações com segurança de dados e influência estrangeiraFoto: Benjamin Bathke/DW

Não faz muito tempo, a GoPro era sinônimo de câmera de ação. Em seu auge, em 2015, a empresa americana reinava absoluta, com cerca de 6,6 milhões de unidades vendidas naquele ano e participação de mercado superior a 70%.

Hoje, a pioneira luta pela própria sobrevivência. O principal culpado? A concorrência chinesa.

As maiores rivais da GoPro, DJI e Insta360, entraram no mercado de câmeras de ação em 2019 e 2021, respectivamente. Hoje, elas respondem por mais de 90% das vendas globais de câmeras inteligentes portáteis.

Alexander Hannemann, que usa regularmente câmeras de ação para filmar seus passeios demotocicleta, diz que trocou a GoPro pela Insta360 há cerca de dois anos.

"A qualidade é muito melhor do que a da GoPro, mesmo quando estou acelerando e entrando em curvas a cerca de 80 quilômetros por hora", disse à DW.

Câmera Gopro sobre fundo composto por notas de dólares
A GoPro escapou da falência em setembro, após baque por apostas malsucedidas em produtos e concorrência dos smartphonesFoto: Christian Ohde/imageBROKER/picture alliance

A crescente liderança tecnológica da China

O caso da GoPro não é exceção. Desde aproximadamente 2010, muitas marcas chinesas não apenas alcançaram, mas superaram rivais ocidentais que antes dominavam o setor de tecnologia de consumo, de TVs inteligentes a aspiradores robóticos.

Já ficou para trás a época em que Made in China era sinônimo de produtos baratos e produzidos em massa.

"A China ainda fabrica produtos acessíveis", afirma Chris Pereira, empreendedor canadense e autor com mais de 20 anos de experiência no país. "Mas os produtos também são de alta qualidade."

Essa combinação fez com que bem mais da metade dos novos produtos globais de tecnologia para o consumidor passassem a vir de fornecedores chineses, acrescenta Pereira.

BYD, Xpeng e outras montadoras chinesas venderam quase dois terços de todos os carros elétricos comercializados no ano passado, superando empresas já estabelecidas, como a Tesla.

No segmento de aspiradores robóticos, marcas chinesas dominam o mercado global, enquanto a americana iRobot, antiga pioneira do setor, tem dificuldades para competir.

Mas por que as empresas chinesas superam cada vez mais seus rivais ocidentais?

Pereira, cuja consultoria iMpact ajuda empresas chinesas a ganhar espaço no exterior, atribui esse sucesso à intensa concorrência doméstica em cidades como Shenzhen, Hangzhou e Xangai, a cadeias de suprimentos altamente integradas e a uma cultura empresarial orientada para a ação, que permite às companhias inovar e responder rapidamente aos problemas.

Outros fatores importantes para a vantagem competitiva chinesa incluem automação industrial incomparável, uso estratégico de inteligência artificial na manufatura, agilidade regulatória e mão de obra relativamente barata. Juntos, esses elementos resultam em custos de produção significativamente menores e ciclos de inovação muito mais rápidos do que os observados em outras economias.

Homem na faixa dos 30 a 40 anos, diante de stand em feira de tecnologia
Joey Cheng, fundador da Prolo Ring, empresa que fabrica anéis que permitem acesso a controles remotos e outros dispositivos usando apenas os polegaresFoto: Benjamin Bathke/DW

Joey Cheng, que se mudou para os Estados Unidos para fazer doutorado há mais de 20 anos, conhece tanto o lado do consumidor americano quanto o do produtor chinês.

Embora sua startup esteja sediada nos EUA, quase toda a produção é realizada em Shenzhen, onde é fabricada uma grande parcela dos equipamentos eletrônicos e dispositivos de consumo do mundo.

"A cadeia de suprimentos de Shenzhen é praticamente inevitável para reduzir custos e desenvolver produtos rapidamente", diz Cheng. "Especialmente para uma startup, é preciso colocar o produto no mercado depressa ou você será atropelado pela concorrência."

Persistem preocupações com privacidade e segurança

Embora os consumidores estejam aderindo em massa às empresas chinesas, algumas ressalvas permanecem.

Uma pesquisa recente mostrou que mais de 90% dos europeus não confiam seus dados a empresas chinesas de tecnologia, enquanto cerca de 80% desconfiam das americanas. Os alemães apresentaram o nível mais elevado de desconfiança.

Embora utilize câmeras da DJI e da Insta360 em suas viagens, a blogueira Nadine diz que prefere não ter dispositivos domésticos conectados de fabricantes asiáticos."

"Meu aspirador robô é de uma empresa alemã justamente por isso: para que os dados permaneçam em conformidade com as regulamentações alemãs. Afinal, os fabricantes podem se conectar diretamente à câmera", disse ela, referindo-se a casos de invasão de câmeras e sistemas de áudio envolvendo aspiradores robóticos.

Homem oriental usa óculos inteligentes da Xreal
A fabricante chinesa de óculos inteligentes Xreal entrou recentemente no mercado europeu por meio de varejistas, como a britânica CurrysFoto: Andy Wong/AP Photo/picture alliance

Ainda assim, Pereira afirma que empresas chinesas em expansão internacional precisam pagar um "prêmio de confiança".

"Esse déficit de confiança significa que elas precisam ser ainda mais competitivas em produto e preço para que o mercado as escolha", afirma.

Segundo ele, essa distância pode ser reduzida por meio de uma presença física nos mercados estrangeiros, como a primeira fábrica europeia de carros de passeio da BYD, cuja inauguração é esperada para o fim deste ano na Hungria.

Empresas chinesas afirmam cumprir as regras de proteção de dados da União Europeia. No entanto, leis de segurança nacional tanto nos EUA quanto na China podem obrigar companhias a entregar dados ao governo, e autoridades alemãs observam que há supervisão limitada sobre possíveis transferências de dados de servidores europeus para outros países.

Além das preocupações com privacidade, empresas chinesas de tecnologia de consumo também vêm sendo alvo de escrutínio por suspeitas de espionagem e outros riscos, mais recentemente em relação a dispositivos conectados, como veículos elétricos.

Uma nova guerra comercial está a caminho?

Diante das preocupações de segurança, dos déficits comerciais e do domínio chinês em diversos setores, os Estados Unidos e vários outros países ocidentais impuseram tarifas, listas de restrições e exigências rigorosas a importações e empresas chinesas. No fim de julho, o governo Trump proibiu a importação de robôs humanoides fabricados fora dos EUA.

Um representante da fabricante chinesa de robôs Primebot disse à DW que todas as empresas chinesas de tecnologia de consumo estão sentindo os efeitos dessas medidas.

"Talvez busquemos cooperação com uma empresa americana local. Outra solução possível é construir uma fábrica lá", afirmou.

Países europeus e a própria União Europeia também avaliam a adoção de mais tarifas contra empresas chinesas.

Chris Pereira prevê que essas tarifas irão acelerar duas tendências entre as companhias chinesas: transferir mais produção para outros países e concentrar-se cada vez mais em desafiar marcas ocidentais de primeira linha com produtos premium.

"Autoridades e empresas chinesas reconhecem que a manufatura precisa ser localizada até certo ponto. Uma razão é amenizar as dificuldades de exportação; outra é gerar confiança local", resume Pereira.

"A outra tendência é que, uma vez que as tarifas eliminam a vantagem de preço na base do mercado, a margem que sobra está no topo. Por isso, marcas chinesas competem cada vez mais diretamente com nomes ocidentais já consolidados, justamente onde a confiança é mais importante."

As empresas ocidentais conseguem competir?

À medida que o domínio chinês continua crescendo, empresas ocidentais buscam formas de permanecer competitivas.

Kaz Merchant, que trabalha em uma companhia britânica de importação e exportação de equipamentos de tecnologia da informação, afirma que empresas menores, em particular, precisam encontrar nichos geográficos específicos.

"Elas precisam ter um diferencial próprio para determinado produto, algo que a China talvez não ofereça naquela região. Ou então precisam se associar a uma empresa chinesa", diz.

Para Pereira, uma questão fundamental que a Europa precisa resolver é a velocidade de resposta dos órgãos reguladores.

"Os reguladores chineses dizem de forma muito clara e rápida o que é possível fazer. Essa velocidade ajuda as empresas a se aperfeiçoar e ter sucesso no exterior", afirma.

"Se você esperar semanas por uma resposta, vai perder negócios."

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sexta-feira, 16 de outubro de 2026

TORTA SALGADA DE LEGUMES, saudável e perfeita para um jantar rápido

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A torta salgada de legumes é uma receita prática, saudável e deliciosa, perfeita para quem busca uma alimentação equilibrada sem abrir mão do sabor.

15 out 2026  

Resumo
A receita ensina a fazer uma torta salgada de legumes prática, saudável e de fácil preparo, ideal para almoço ou jantar. Feita à base de farinha de arroz integral e recheada com abobrinha, cenoura e milho, a opção rende oito porções de 250 calorias cada. O prato fica pronto em 40 minutos, é altamente nutritivo, versátil para adaptações veganas e rico em fibras e antioxidantes, garantindo saciedade prolongada e benefícios digestivos, anti-inflamatórios e cardiovasculares para toda a família.

Que tal preparar uma torta salgada de legumes irresistível, saudável e fácil de fazer? Essa receita é perfeita para quem busca uma refeição nutritiva, saborosa e prática, ideal para o dia a dia ou para surpreender a família e os amigos.

Com ingredientes frescos e ricos em nutrientes, essa torta é uma ótima opção para quem deseja comer bem sem abrir mão do sabor. Além de leve e equilibrada, ela é versátil e pode ser adaptada com os legumes que você preferir. Vamos aprender como preparar essa delícia, aqui no SaúdeLAB?

Torta Salgada de Legumes

Esta torta salgada de legumes é uma ótima opção para uma refeição completa, balanceada e cheia de sabor. A massa fica crocante por fora e macia por dentro, enquanto o recheio de legumes garante um toque fresco e nutritivo.

Você pode personalizar a receita com os vegetais da sua preferência, como abobrinha, cenoura, brócolis ou espinafre, tornando-a ainda mais especial.

O preparo é simples e leva cerca de 40 minutos, rendendo 8 porções. O nível de dificuldade é fácil, ideal para iniciantes na cozinha. Além disso, a massa pode ser feita com farinha integral para aumentar o teor de fibras.

Cada porção contém aproximadamente 250 kcal, com uma boa distribuição de macronutrientes: 30g de carboidratos, 8g de proteínas e 10g de gorduras. Essa combinação garante energia sustentável e saciedade prolongada.

Ingredientes da Receita

  • 2 xícaras de farinha de arroz integral
  • 1/2 xícara de óleo de coco (ou azeite)
  • 1/2 xícara de água morna
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 ovo
  • 1 xícara de abobrinha ralada
  • 1 xícara de cenoura ralada
  • 1/2 xícara de milho verde
  • 1/2 cebola picada
  • 2 dentes de alho amassados
  • 1 colher (sopa) de azeite para refogar
  • Sal, pimenta e ervas a gosto (orégano, salsinha, manjericão)
  • 1/2 xícara de queijo branco ralado (opcional)
Torta salgada de legumes.
Torta salgada de legumes.
Foto: SaúdeLAB

Torta salgada de legumes. Foto: Canva PRO

Modo de Preparo da Torta Salgada de Legumes

Comece preparando a massa: em uma tigela, misture a farinha, o sal e o óleo até obter uma farofa úmida. Adicione a água morna aos poucos e amasse até formar uma massa homogênea. Reserve.

Para o recheio, aqueça o azeite em uma panela e refogue a cebola e o alho até dourarem. Acrescente a abobrinha, a cenoura e o milho, refogando por cerca de 5 minutos. Tempere com sal, pimenta e ervas a gosto. Desligue o fogo e reserve.

Abra a massa em uma forma untada, cobrindo o fundo e as laterais. Coloque o recheio de legumes e, se desejar, espalhe o queijo ralado por cima. Leve ao forno pré-aquecido a 180°C por aproximadamente 25 minutos, ou até que a massa fique dourada. Sirva quente e aproveite!

Deixe sua Torta Salgada de Legumes Ainda Mais Saudável

Para turbinar os benefícios dessa torta salgada de legumes, você pode adicionar ingredientes ainda mais nutritivos. Substitua parte da farinha de trigo por farinha de aveia ou quinoa para aumentar o teor de fibras e proteínas.

Inclua folhas verdes, como espinafre ou couve, no recheio para um aporte extra de vitaminas A, C e K. Para uma versão vegana, troque o ovo por linhaça hidratada e o queijo por tofu temperado.

Quanto aos acompanhamentos, sirva com uma salada fresca de folhas verdes e tomate cereja ou uma porção de grão-de-bico assado com especiarias. Essas combinações garantem uma refeição completa, rica em fibras, proteínas e antioxidantes.

Dicas Extras

O melhor horário para consumir essa torta é no almoço ou jantar, pois os legumes e a massa fornecem energia equilibrada e saciedade prolongada. Se preferir, também pode ser uma ótima opção para o café da manhã reforçado.

A torta pode ser conservada na geladeira por até 3 dias, em um recipiente fechado. Para aumentar a durabilidade, congele em porções individuais e aqueça no forno ou air fryer antes de servir. Evite o micro-ondas para não deixar a massa encharcada.

Benefícios da Torta Salgada de Legumes para a Saúde

Esta receita é uma excelente fonte de vitaminas, minerais e fibras, essenciais para o bom funcionamento do organismo. A abobrinha é rica em água e auxilia na digestão, enquanto a cenoura fornece betacaroteno, importante para a saúde da pele e visão.

O alho e a cebola têm propriedades anti-inflamatórias e fortalecem o sistema imunológico.

A massa, especialmente se feita com farinha integral, contribui para o controle glicêmico e a saciedade. Já o azeite de oliva e o óleo de coco são gorduras boas que ajudam na absorção de nutrientes e na saúde cardiovascular. Combinados, esses ingredientes fazem dessa torta uma opção nutritiva, saborosa e benéfica para toda a família.

A torta salgada de legumes é uma receita prática, saudável e deliciosa, perfeita para quem busca uma alimentação equilibrada sem abrir mão do sabor. Com versatilidade para adaptações e um perfil nutricional completo, ela é ideal para qualquer refeição. Experimente e surpreenda-se!

Fonte: SaúdeLAB

 

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Futebol: cobrança de escanteio

Deve-se cruzar NA ALTURA DA CABEÇA no primeiro ou no segundo ou no terceiro paus. Assim, a bola não será lançada para longe do gol e não se perderá perigo de gol (como em outras situações ou distâncias).

Campanha de desinformação bolsonarista culpa Lula por fogo na Amazônia

 líticaBrasil

Redação DW

Publicações recorrem a dados enganosos para afirmar que governo petista teve mais desmatamento do que gestão anterior. Mas a derrubada da floresta atingiu neste ano mínima em mais de uma década.     https://p.dw.com/p/5OHDK

Fumaça sobre árvores da floresta amazônica no Amazonas
Incêndios provocaram emergência no Amazonas em ano de El NiñoFoto: Rogério Cassimiro/MMA

"Onde estão os artistas da esquerda agora? A Amazônia está sendo destruída pelas queimadas, e o governo Lula não faz absolutamente nada," diz, por exemplo, uma voz gerada por Inteligência Artificial (IA) num vídeo que circula na internet.

É verdade que, nesta semana, o Amazonas está sofrendo com grandes incêndios florestais. Mas isso não significa uma maior derrubada da floresta nos últimos quatro anos.

Os dados oficiais revelam que o desmatamento na Amazônia atingiu, em agosto, o nível mais baixo em mais de uma década: foram 2,8 mil quilômetros quadrados de agosto de 2025 a julho de 2026. Foram 36% a menos do que no período anterior, de agosto de 2024 a julho de 2025, em que se desmataram 4,5 mil quilômetros, de acordo com o Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), mantido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). 

Se levado em conta o governo Lula como um todo, houve 41% menos desmatamento que durante o governo de Jair Bolsonaro, conforme calculou o Observatório do Clima.

Impacto da seca e do El Niño

A questão é que a campanha presidencial esquentou, e tem circulado uma meia-verdade nas redes sociais: dados sobre a quantidade de vegetação queimada na Amazônia, e não da área de floresta derrubada.

As queimadas resultam em parte, sim, de ações criminosas – quando alguém provoca incêndios para, depois, cortar a floresta. Mas outros fatores ajudam a espalhar o fogo, como períodos de seca intensa, ou o El Niño, que está acontecendo neste ano.

O fenômeno contribui para incêndios extremos na Amazônia e em outras partes do mundo.  Nesses casos, mesmo que a floresta queime, ela ainda pode se regenerar se não houver interferência humana.  

Faz tempo que aliados da família Bolsonaro usam as queimadas contra o governo Lula. Eles tentam, assim, deslegitimar críticas à gestão ambiental do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Lula retomou políticas ambientais

Em outro vídeo feito com inteligência artificial, uma falsa imagem do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, diz que a crise atual no Amazonas "revela a incongruência, a incompetência, o descaso, a hipocrisia do PT e da esquerda. E eles somem diante do que está acontecendo na Amazônia."

Em relação aos incêndios de outubro, o Corpo de Bombeiros local disse que, inicialmente, o governo federal negou ajuda. O que fez Lula ser alvo de críticas. Mas o governo federal contestou a declaração, afirmando que enviou ajuda assim que o estado de emergência foi declarado no Amazonas. 

A grande diferença entre os governos de Lula e Bolsonaro, porém, está na fiscalização ambiental. Bolsonaro desmontou órgãos públicos que combatem o desmatamento ilegal, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).  Já Lula retomou políticas ambientais que fizeram o desmatamento cair e poderiam levar o Brasil a zerar o desmatamento ilegal até 2030, de acordo com análise do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

ht/cn (ots)

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Futuro ambiental e climático do planeta depende das eleições no Brasil

 TV ao vivo


Com a Amazônia e seu papel como reguladora do clima sob ameaça, estão em jogo a proteção ambiental, a luta contra o desmatamento e a ação climática mundial.

resultado das urnas em 25 de outubro poderá ter forte impacto global; território brasileiro abriga cerca de 60% da Floresta Amazônica Foto: Paralaxis/Visually/picture alliance

Poucas eleições são tão importante para o meio ambiente quanto a disputa presidencial no Brasil. A deste ano, em particular, está sendo acompanhada muito além das fronteiras do país.

Por abrigar a maior parte da Floresta Amazônica, um importante sumidouro de carbono em escala global, as políticas de conservação do Brasil têm impacto mundial.

Ambientalistas já manifestaram preocupação com o fato de o candidato Flávio Bolsonaro (PL) ter aparecido 2% à frente do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no primeiro turno das eleições.

"Será uma espécie de retorno dos Bolsonaros, portanto, com um Bolsonaro ainda mais radical", afirma Claudio Angelo, coordenador de política internacional do Observatório do Clima, uma rede de ONGs brasileiras. "Sem querer soar alarmista, diria que a reeleição de Lula é a única barreira entre nós e o fim da Amazônia."

Uma das defesas mais poderosas da natureza

A Floresta Amazônica armazena grandes quantidades de dióxido de carbono (CO2) liberado na atmosfera pela queima de combustíveis fósseis. Com isso, ela ajuda a regular o clima da Terra.

Ao longo de décadas, a floresta tropical atuou como uma das defesas mais poderosas da natureza contra as mudanças climáticas. O bioma, no entanto, também tem sofrido com o desmatamento em larga escala.

Durante a presidência do pai de Flávio, Jair Bolsonaro, de 2019 a 2022, os órgãos ambientais foram enfraquecidos e as ações de fiscalização, reduzidas. Com isso, o desmatamento da floresta tropical atingiu taxas sem precedentes.

"A pauta ambiental foi negligenciada, e o controle que o governo exercia sobre a poluição em geral – e, especificamente, sobre o desmatamento – foi revertido", explica Claudio Forner, chefe de política climática da Climate Analytics, um think tank sediado em Berlim.

Gado em área desmatada da floresta amazônica com sinais de queimada
Parte da Floresta Amazônica foi devastada para dar espaço à pecuáriaFoto: Andre Penner/AP Photo/picture alliance

Durante os quatro anos de governo Bolsonaro, estima-se que 45.586 quilômetros quadrados da Amazônia tenham sido destruídos– uma área maior do que a da Dinamarca. A floresta, por sua vez, já não é tão resiliente quanto antes. Cientistas alertam que, atualmente, partes do bioma emitem mais carbono do que absorvem.

Lula assumiu o governo com uma mensagem de proteção à Amazônia. Ele prometeu o fim do desmatamento até 2030, ampliou o monitoramento da floresta e fortaleceu o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o órgão responsável pela fiscalização ambiental. Sob sua gestão, odesmatamento caiu significativamente, com a previsão de que, em 2026, atinja o menor patamar em uma década. Isso representa uma queda total de 41% em comparação ao período de Jair Bolsonaro na Presidência.

Meio ambiente versus economia

Especialistas já criticaram o histórico de Flávio Bolsonaro no que diz respeito à proteção florestal. Como senador, ele apresentou em 2019 um projeto de lei que poderia ter impactos severos para a Amazônia. Atualmente, proprietários rurais são obrigados a preservar 80% de suas terras com vegetação nativa. O projeto permitiria que eles utilizassem suas propriedades como bem entendessem.

"O sinal vindo presidente poderá ser 'agora vocês podem desmatar' ou 'agora vai ser mais difícil desmatar'", afirma à DW Ana Yang, diretora do Centro de Meio Ambiente e Sociedade do think tank Chatham House, sediado em Londres.

"No momento em que se reduz a capacidade de fiscalização, o desmatamento aumenta", alerta ela.

Flávio também prometeu acabar com o desmatamento ilegal até 2029 – um ano antes da meta de Lula. No entanto, Claudio Angelo vê essa promessa com ceticismo. "Ele acabará com o desmatamento ilegal não fazendo cumprir a lei, mas tornando-o legal", diz.

De modo geral, especialistas em meio ambiente temem que o candidato do PL possa desmantelar muitas das proteções ambientais que foram fortalecidas sob o atual governo.

"Infelizmente, as mudanças climáticas se tornaram uma questão partidária. Em vez de oferecerem uma solução a partir de sua própria perspectiva, os setores de direita retratam as mudanças climáticas como um problema inventado [...] argumentando que a regulação vai contra o crescimento econômico ou a competitividade, e que o objetivo da esquerda seria controlar os meios de produção", explica Forner.

Em uma entrevista divulgada pela mídia em agosto, Flávio disse considerar que eventos climáticos extremos são cíclicos e que não acredita que estejam ligados exclusivamente à influência humana.

Não há história de sucesso climático garantida

Uma vitória de Bolsonaro provavelmente faria com que o Brasil se afastasse de sua posição como líder na agenda climática — posição consolodada no ano passado, quando o país sediou a Conferência do Clima da ONU (COP30) em Belém.

Contudo, especialistas ressaltam que uma vitória de Lula, por si só, não representaria uma história de sucesso climático. Embora a atual gestão tenha promovido reduções significativas no desmatamento, também apoiou planos para expandir a produção de petróleo.

Angelo afirma que a decisão de permitir a perfuração exploratória, como na foz do rio Amazonas, foi uma "traição" ao mandato de Lula, mas acrescentou que o histórico geral do presidente em relação ao clima tem sido "bastante impressionante". "Lula é o pior líder climático do mundo – exceto por todos os outros", diz.

O atual presidente enfrentará Flávio no segundo turno em 25 de outubro. Embora especialistas afirmem que o resultado pode determinar o destino da Amazônia e dos esforços mais amplos para conter o aquecimento global, para muitos brasileiros a questão climática não é prioridade.

"No fim das contas, o que importa para as pessoas é o acesso à educação, ao saneamento e à saúde", afirma Yang. Ela aponta que a construção de uma estrada através da Amazônia para viabilizar o acesso a esses serviços, embora criticada fora do Brasil por destruir partes da floresta tropical, é vista como algo desejável pelos eleitores.

"Eles não têm tempo para se preocupar com isso. Não porque não queiram; mas porque eles estão preocupados com a própria sobrevivência."

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A fraude em fraldas

A fraude em fraldas

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Bolinha de aipim com queijo bem cremosa feita sem farinha de trigo, um salgado irresistível para o lanche

 

Aqui está uma receita de bolinha de aipim maravilhosa, que desmancha na boca, cada mordida a muçarela que vai dentro faz um fio que é de dar água na boca

Bolinha de aipim     
 
Não importa como o aipim é chamado na sua região porque o que importa é que essa bolinha de aipim recheada com muçarela é simplesmente divina. Não tem como não se apaixonar por essa combinação perfeita, saborosa, levinha e que merece ser compartilhada. É um petisco que deixará todos pedindo bis. E então, confira o passo a passo dessa bolinha de aipim ensinado pelo canal do

Como fazer bolinha de aipim

Se prepare para aprender essa receitinha deliciosa de bolinha de aipim super crocante e macia ao mesmo tempo. Primeiro, vamos preparar a massa. Em seguida, iremos abrir uma porção dessa massa e rechear com um pedacinho de muçarela, fechar e enrolar até formar uma bolinha. Na sequência, vamos passar essas bolinhas nos ovos batidos com ele e empaná-las na farinha panko. Por último, iremos fritar no óleo quente até dourar, colocar no papel toalha para secar e então nos surpreender com tanta cremosidade e sabor dessa bolinha de aipim que é top das galáxias!

Ingredientes da receita de bolinha de aipim

Para a massa

  • 1 colher (chá) bem cheia de sal
  • 1 colher (sopa) de manteiga ou margarina (para o cozimento)
  • 2 colheres (sopa) de manteiga ou margarina (para a massa)
  • 50g de queijo parmesão ralado
  • 1 colher (chá) de páprica
  • 1kg de macaxeira, aipim ou mandioca

Para rechear

  • Queijo muçarela (a gosto)
  • Farinha panko (a gosto) e ovos batidos com leite para empanar

Modo de preparo

Da massa/ recheio

  1. Em uma panela, e fogo alto, coloque o aipim na panela, sem o fiapo do meio, cortadas em pedaços e cubra com água passando dois dedos, o sal, a páprica e a margarina e deixe cozinhar até ficar al dente e não desmanchar.
  2. Desligue o fogo, escorra a água e amasse esse aipim cozido em uma tigela com a margarina e o queijo parmesão ralado.
  3. Deixe esfriar e sove um pouco para essa massa ficar lisinha e unida.
  4. Pegue porções dessa massa, abra com as mãos, coloque o pedacinho de muçarela no meio da massa, enrole como se fosse fazer um “brigadeiro”, passe nos ovos batidos com leite e empane-as na farinha panko. Repita esse processo com toda a massa.
  5. Frite-as no óleo quente até dourar e coloque-as em papel toalha para secar o excesso do óleo.
  6. E então, se encante e prove essa delícia de bolinha de aipim recheada com queijo que é sucesso!

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