O meu blog é HOLÍSTICO, ou seja, está aberto a todo tipo de publicação (desde que seja interessante, útil para os leitores). Além disso, trata de divulgar meu trabalho como economista, escritor e compositor. Assim, tem postagens sobre saúde, religião, psicologia, ecologia, astronomia, filosofia, política, sexualidade, economia, música (tanto minhas composições quanto um player que toca músicas de primeira qualidade), comportamento, educação, nutrição, esportes: bom p/ redação Enem
Pelo terreno, se acomodam mudas de açaí, cumaru, andiroba,
preciosa, gombeira, itaúba. Em uma área antes degradada na comunidade de
Jaderlândia, em Santarém, no oeste do Pará, surgem novas possibilidades
de reflorestamento para a Amazônia.
O biólogo Sidcley Matos Pereira e a veterinária Adna Picanço decidiram construir um negócio ligado à recuperação do bioma.
O
Viveiro Florestal Ardosa nasceu em 2018, quando os dois buscavam uma
alternativa de trabalho que não demandasse tantas viagens como antes,
mas que os mantivesse na área ambiental.
Saiba quais alimentos evitar depois das 22h e como melhorar sua saúde, sono e digestão com escolhas mais equilibradas.
Por:Redação / Saúde em Dia
3 jul2026
Resumo
Escolher bem os alimentos consumidos à noite é
essencial para melhorar o sono e evitar desconfortos digestivos. Após as
22h, opte por comidas leves, como frutas e chás, e evite gorduras,
açúcar e cafeína, que dificultam o relaxamento. Pequenas mudanças nos
hábitos alimentares noturnos podem trazer grandes benefícios para a
saúde e o bem-estar. 🌙🍎
Escolher bem os alimentos consumidos à
noite é essencial para manter a saúde, melhorar o sono e evitar
desconfortos digestivos. Após as 22h, o metabolismo desacelera
naturalmente, o que exige ainda mais atenção com o tipo de alimento
ingerido.
Foto: Karola G/Pexels
Foto: Saúde em Dia
Nesse
período, opções inadequadas podem prejudicar a digestão, interferir no
descanso e impactar negativamente o funcionamento do organismo no dia
seguinte.
Durante a noite, o corpo entra em um ritmo mais lento, reduzindo a velocidade da digestão e o gasto energético total.
Por
isso, consumir alimentos pesados ou estimulantes pode causar refluxo,
insônia e sensação de estufamento, dificultando o descanso adequado.
Além disso, escolhas inadequadas nesse horário podem contribuir para
ganho de peso ao longo do tempo.
Outro fator importante envolve a qualidade do sono, diretamente afetada pelos alimentos ingeridos antes de dormir.
Alimentos que devem ser evitados após as 22h
Alguns
alimentos são conhecidos por prejudicar o organismo quando consumidos
no período noturno, especialmente em horários mais próximos do sono.
Alimentos gordurosos, como frituras e fast food, dificultam a digestão e aumentam o risco de refluxo durante a noite.
Doces e sobremesas ricas em açúcar elevam a glicemia rapidamente, prejudicando o relaxamento e a qualidade do sono.
Bebidas com cafeína, como café, refrigerantes e energéticos, estimulam o sistema nervoso e dificultam o adormecer.
Alimentos ultraprocessados, ricos em sódio e aditivos, favorecem retenção de líquidos e desconfortos digestivos.
Carnes vermelhas em excesso exigem digestão mais lenta, o que pode causar sensação de peso antes de dormir.
Bebidas alcoólicas podem até induzir o sono inicialmente, porém prejudicam as fases mais profundas do descanso.
Esses alimentos, quando consumidos frequentemente à noite, podem comprometer não apenas o sono, mas também a saúde metabólica.
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Impactos desses alimentos na saúde
A escolha inadequada de alimentos no período noturno pode gerar efeitos que vão além do desconforto imediato.
Entre os principais impactos, destacam-se:
Alterações no sono, com dificuldade para adormecer ou manter um descanso profundo e reparador.
Problemas digestivos, como refluxo, azia e sensação de estufamento abdominal.
Aumento do peso corporal devido ao menor gasto energético durante a noite.
Desequilíbrios hormonais relacionados ao apetite e ao metabolismo.
Além disso, a repetição desses hábitos pode contribuir para o desenvolvimento de doenças crônicas ao longo do tempo.
O que comer à noite sem prejudicar a saúde
Apesar
das restrições, é possível escolher alimentos mais leves e adequados
para consumir após as 22h sem comprometer o organismo.
Opções mais indicadas incluem:
Frutas leves, como banana e maçã, que ajudam na saciedade e são de fácil digestão.
Iogurte natural, que contribui para o equilíbrio intestinal e é uma alternativa leve.
Oleaginosas em pequenas quantidades, como castanhas, que fornecem gorduras boas e promovem saciedade.
Chás calmantes, como camomila e erva-doce, que favorecem o relaxamento e o sono.
Esses alimentos ajudam a evitar desconfortos e ainda contribuem para uma noite mais tranquila.
Checklist para uma alimentação noturna equilibrada
Adotar hábitos simples pode melhorar significativamente a relação com os alimentos no período noturno.
Evite refeições pesadas pelo menos duas horas antes de dormir para facilitar a digestão.
Prefira alimentos leves e naturais, evitando ultraprocessados e ricos em açúcar.
Reduza o consumo de bebidas estimulantes no período da noite.
Mantenha horários regulares para as refeições, ajudando o corpo a criar uma rotina saudável.
Observe como seu corpo reage aos alimentos consumidos à noite e ajuste suas escolhas conforme necessário.
Pequenas mudanças podem gerar impactos positivos tanto no sono quanto na saúde geral.
Alimentação noturna e qualidade de vida
A
relação entre alimentação e sono é mais importante do que muitas
pessoas imaginam, especialmente quando se trata de hábitos noturnos.
Escolher
melhor os alimentos após as 22h contribui para um organismo mais
equilibrado, melhora o descanso e favorece o bem-estar. Além disso,
essas escolhas ajudam a manter o metabolismo regulado e reduzem riscos à
saúde ao longo do tempo.
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Portanto,
ajustar o consumo de alimentos nesse período é uma estratégia simples,
mas extremamente eficaz para cuidar do corpo diariamente.
Limonada alemã Gente do céu, que receita é essa? É uma limonada alemã que é feita em
minutos, a manga e o leite condensado dão um toque especial. Quanto
mais gelada estiver, melhor. Não pense duas vezes e siga logo o passo a
passo dessa limonada alemã ensinada pelo canal
Como fazer limonada alemã
Para preparar a limonada alemã vamos precisar de manga, leite
condensado, água gelada, gelo e limões. O modo de preparo dessa limonada
alemã é simples, primeiro vamos cortar os limões em meias luas e
retirar os talos brancos para não amargar. Em seguida, iremos colocá-los
em um liquidificador, acrescentar a água gelada e bater por 2 minutos. E
então, vamos peneirar essa mistura descartando o bagaço e retornado
essa limonada para o liquidificador já lavado. Por último, iremos
acrescentar a manga, o leite condensado, o gelo e bater por mais 3
minutos. E então, vamos servir essa limonada alemã com gelo no copo
decorado com folhas de hortelã e receber diversos elogios e pedidos da
receita.
Chefe
de Cozinha, redator e blogueiro apaixonado por culinária. Aprendeu a
cozinhar quando foi morar sozinho e hoje compartilha suas experiências
gastronômicas. Tenho receitas publicadas nos portais Terra, R7 e algumas
dezenas de sites no Brasil e no mundo. Escrevo diariamente no Receita
Toda Hora e Pilotando Fogão. Veja mais
Resumo
Descubra o surpreendente Espaguete Romeu e
Julieta, uma receita inusitada que combina goiabada, requeijão, creme de
leite e queijo muçarela com macarrão instantâneo. Fácil de fazer, é
ideal para quem adora criar pratos criativos e pode ser servido como
sobremesa ou jantar especial. Experimente essa combinação irresistível e
diferentona! 🍝🧀
Quem disse que macarrão só combina com receitas salgadas? O espaguete Romeu e Julieta
prova justamente o contrário. Inspirado no tradicional doce brasileiro,
o prato une goiabada cremosa, requeijão, creme de leite, queijo
muçarela e macarrão instantâneo em uma receita diferente que promete
surpreender os convidados.
Foto: Guia da Cozinha
Ideal
para quem gosta de experimentar novas combinações, a receita também
pode ser servida como uma sobremesa criativa ou até mesmo em um jantar
especial a dois.
Em uma panela, coloque a goiabada em cubos e leve ao fogo médio por
cerca de 20 minutos, mexendo de vez em quando, até formar um creme.
Reserve.
Em uma tigela, misture o requeijão, o creme de leite e a maior parte
da muçarela ralada. Reserve um pouco do queijo para finalizar.
Prepare o espaguete instantâneo conforme as instruções da embalagem.
Cozinhe três placas separadamente e, depois, cozinhe a quarta placa.
Em uma travessa, acomode as três placas de espaguete já cozidas.
Espalhe o creme de goiabada sobre o macarrão.
Cubra com a última placa de espaguete, pressionando delicadamente.
Espalhe a mistura de requeijão e creme de leite por cima.
Finalize com a muçarela ralada reservada.
Sirva em seguida, ainda quente.
Dica do Guia da Cozinha
Para deixar a receita ainda mais
especial, utilize uma goiabada de boa qualidade e sirva logo após o
preparo, quando os cremes ainda estão bem quentes e a muçarela levemente
derretida. Se quiser um toque extra de sabor, finalize com queijo minas
ralado na hora ou uma pitada de canela em pó.
Empadinha de palmito sem glúten fácil,
saudável e saborosa. Aprenda a preparar uma receita prática, nutritiva e
perfeita para qualquer ocasião.
Por:Daniela Marinho / SaúdeLAB
3 jul2026
Encontrar uma empadinha de palmito sem glúten
que seja saborosa, fácil de preparar e com ingredientes simples pode
transformar o lanche da tarde ou até mesmo uma refeição leve. Esta
versão reúne praticidade, textura macia e um recheio cheio de sabor.
Além
de não levar farinha de trigo, a receita pode ser adaptada para
diferentes necessidades alimentares, tornando-se uma excelente opção
para quem busca variar o cardápio com preparações mais equilibradas e
inclusivas.
Outro
destaque é a versatilidade. As empadinhas podem ser servidas em
reuniões de família, levadas na marmita, congeladas para facilitar a
rotina ou preparadas para um café da tarde especial, sempre preservando o
sabor e a praticidade.
Empadinha de palmito sem glúten: opção nutritiva, prática e perfeita para um lanche equilibrado
Esta empadinha de palmito sem glúten combina ingredientes naturalmente livres de trigo, oferecendo uma alternativa para quem precisa ou prefere evitar o glúten.
Quando
preparada com ingredientes de qualidade e dentro de uma alimentação
equilibrada, ela fornece carboidratos para energia, gorduras boas
provenientes do azeite e do óleo de coco (ou ghee), além das fibras
presentes no palmito.
É importante lembrar que pessoas com doença
celíaca devem utilizar ingredientes certificados como livres de glúten e
adotar cuidados para evitar contaminação cruzada durante o preparo.
Tempo de preparo: aproximadamente 50 minutos
Tempo de forno: 20 a 25 minutos
Rendimento: cerca de 12 empadinhas
Dificuldade: fácil
Ingredientes da receita
Massa
1 xícara (chá) de farinha de arroz;
½ xícara (chá) de amido de milho;
1 colher (sopa) de fermento químico em pó;
½ colher (chá) de sal;
1 ovo;
¼ de xícara (chá) de óleo de coco ou manteiga ghee derretida;
3 colheres (sopa) de água gelada ou leite vegetal sem açúcar.
Recheio
200 g de palmito picado;
½ cebola picada;
1 dente de alho amassado;
1 colher (sopa) de azeite de oliva;
½ tomate picado (opcional);
Salsinha e cebolinha a gosto;
Sal e pimenta-do-reino a gosto.
Modo de preparo da empadinha de palmito sem glúten
Comece
preparando o recheio. Aqueça o azeite em uma frigideira e refogue a
cebola até começar a ficar transparente. Acrescente o alho e mexa por
mais alguns segundos, evitando que ele queime.
Junte o palmito
picado e, se desejar, o tomate. Tempere com sal, pimenta-do-reino,
salsinha e cebolinha. Cozinhe por cerca de três minutos, apenas para
incorporar os sabores. Reserve até esfriar.
Enquanto isso, prepare a massa. Em uma tigela, misture a farinha de arroz, o amido de milho, o fermento e o sal.
Adicione
o ovo, o óleo de coco ou a manteiga ghee e misture. Acrescente a água
gelada aos poucos até formar uma massa homogênea e fácil de modelar.
Se
perceber que a massa está muito seca ou quebradiça, adicione uma colher
de sopa extra de água gelada. Caso fique úmida demais, polvilhe um
pouco mais de farinha de arroz até atingir o ponto ideal.
Pré-aqueça o forno a 180 °C.
Unte forminhas de empada com uma fina camada de azeite ou óleo de coco.
Separe pequenas porções da massa e forre o fundo e as laterais das forminhas com as mãos.
Distribua o recheio de palmito.
Cubra cada empadinha com outra pequena porção de massa, pressionando delicadamente as bordas para vedar.
Leve ao forno por aproximadamente 20 a 25 minutos, ou até que as empadinhas estejam levemente douradas.
Retire do forno e aguarde alguns minutos antes de desenformar, pois isso ajuda a preservar a estrutura da massa.
Uma forma de aumentar o teor de fibras é substituir parte da farinha de arroz por farinha de aveia sem glúten certificada ou farinha de grão-de-bico. Também vale acrescentar sementes de chia ou linhaça à massa para enriquecer o preparo com fibras e gorduras insaturadas.
No recheio, inclua legumes como espinafre, cenoura
ralada, abobrinha ou brócolis bem picado. Além de aumentar o valor
nutricional, esses ingredientes deixam a empadinha ainda mais colorida,
saborosa e nutritiva.
Dicas de armazenamento e congelamento
Depois de completamente frias, as empadinhas podem ser armazenadas em recipiente com tampa na geladeira por até 3 dias.
Para
manter a textura, aqueça no forno ou na airfryer por alguns minutos
antes de servir. Evite o micro-ondas se desejar preservar a crocância da
massa.
Caso queira preparar com antecedência, congele as
empadinhas já assadas e frias em recipientes bem fechados ou sacos
próprios para congelamento por até 30 dias.
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Na
hora de consumir, leve diretamente ao forno preaquecido ou à airfryer,
sem necessidade de descongelar previamente, até que estejam
completamente aquecidas.
A empadinha de palmito sem glúten
mostra que é possível reunir praticidade, sabor e equilíbrio em uma
única receita. Fácil de preparar e versátil, ela se adapta a diferentes
momentos do dia, desde o café da tarde até a marmita da semana.
Com
ingredientes simples, possibilidade de congelamento e diversas opções
de personalização, essa receita se torna uma excelente alternativa para
quem deseja ampliar o cardápio com preparações caseiras, nutritivas e
livres de glúten, sempre valorizando uma alimentação equilibrada e cheia de sabor.
Veja como é possível preparar pratos saborosos, práticos e nutritivos para uma alimentação equilibrada no inverno
Por:Redação EdiCase / Portal EdiCase
2 jul2026
As sopas são ótimas opções de refeição
para quem deseja manter a dieta durante os dias frios. Além de aquecer o
corpo, elas podem ser preparadas com ingredientes leves e nutritivos,
como legumes, verduras, proteínas magras e grãos. Por serem pratos
quentes e reconfortantes, ajudam a saciar a fome com poucas calorias.
Sopa de cevadinha com frango
Foto: Leonori | Shutterstock / Portal EdiCase
Abaixo, confira receitas de sopas leves para manter a dieta nos dias frios!
Em um recipiente, coloque a
cevadinha, cubra com água e deixe de molho por 1 hora. Após, escorra e
reserve. Em uma panela, coloque o azeite e leve ao fogo médio para
aquecer. Adicione a cebola e o alho e doure. Acrescente o frango e
refogue por 2 minutos. Em seguida, junte a cevadinha, as batatas, a
mandioquinha e o tomate e refogue por 1 minuto. Tempere com sal e
pimenta-do-reino. Por último, coloque o caldo de legumes e cozinhe por
30 minutos. Desligue o fogo e sirva em seguida.
2. Sopa de batata-doce e couve-manteiga
Ingredientes
2 batatas-doces descascadas e cortadas em cubos
6 folhas de couve-manteiga cortadas em tiras
1 colher de sopa de azeite
1 cebola descascada e picada
2 dentes de alho descascados e amassados
Sal, orégano e pimenta-do-reino moída a gosto
Água
Modo de preparo
Em
uma panela, coloque o azeite e leve ao fogo médio para aquecer.
Adicione a cebola e o alho e doure. Acrescente as batatas-doces e
refogue por 5 minutos. Tempere com sal, orégano e pimenta-do-reino e
mexa. Cubra com água e cozinhe até a batata-doce ficar macia. Acrescente
a couve-manteiga e cozinhe até murchar. Desligue o fogo e sirva a sopa
ainda quente.
3. Sopa de fubá com frango
Ingredientes
1 1/2 l de água
200 g de peito de frango cozido e desfiado
1 xícara de chá de fubá
1 cebola descascada e picada
2 dentes de alho descascados e amassados
2 colheres de sopa de azeite
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em um recipiente, dissolva o
fubá na água. Em uma panela, coloque o azeite e leve ao fogo médio para
aquecer. Adicione a cebola e o alho e doure. Junte o frango e refogue
por 5 minutos. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Adicione a água com o
fubá e cozinhe por 20 minutos, mexendo de vez em quando. Desligue o
fogo e sirva em seguida.
1/4 de cebola-roxa descascada e cortada em rodelas
1/2 xícara de chá decouve-manteiga cortada em tiras
2 dentes de alho descascados e amassados
1 colher de sopa de azeite
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
1 folha de louro
Água
Modo de preparo
Em uma panela, coloque o
azeite e leve ao fogo médio para aquecer. Adicione o alho e a cebola e
doure. Acrescente o feijão e a cenoura e refogue por 2 minutos. Tempere
com sal e pimenta-do-reino e cubra os ingredientes com água. Por último,
coloque a folha de louro e cozinhe a sopa por 20 minutos. Adicione a
couve-manteiga e cozinhe até murchar. Desligue o fogo e sirva em
seguida.
5. Sopa de mandioquinha com quinoa
Ingredientes
3 mandioquinhas descascadas e cortadas em cubos
1/2 xícara de chá de quinoa
1 cenoura cortada em cubos
1/2 cebola picada
2 dentes de alho amassados
1 colher de sopa de azeite
1 l de caldo de legumes caseiro
Cheiro-verde picado e sal a gosto
Modo de preparo
Em
uma panela, aqueça o azeite em fogo médio e refogue a cebola e o alho
até dourar. Adicione a cenoura e a mandioquinha, misturando por alguns
minutos. Acrescente o caldo de legumes e cozinhe até os legumes
começarem a amaciar. Junte a quinoa. Cozinhe até a quinoa ficar macia.
Ajuste o sal, finalize com o cheiro-verde e sirva em seguida.
6. Sopa de repolho com cenoura
Ingredientes
1 cebola descascada e picada
3 dentes de alho descascados e amassados
2 cenouras descascadas e cortadas em rodelas
100 g de aipo fatiado
300 g de repolho fatiado
1 l de caldo de legumes
Sal, azeite e salsinha picada a gosto
Modo de preparo
Em uma panela, coloque o
azeite e leve ao fogo médio para aquecer. Adicione a cebola, o alho, a
cenoura e o aipo e refogue até a cebola ficar transparente. Acrescente o
caldo de legumes e cozinhe até levantar fervura. Junte o repolho, o
sal, a pimenta-do-reino e a salsinha e misture. Cozinhe por mais 40
minutos e desligue o fogo. Sirva em seguida.
Sopa de peixe com legumes
Foto: sri widyowati | Shutterstock / Portal EdiCase
7. Sopa de peixe com legumes
Ingredientes
500 g de filé de tilápia cortado em cubos
2 batatas cortadas em cubos
2 cenouras cortadas em rodelas grossas
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
1 colher de sopa de azeite
1 l de caldo de legumes
Salsinha picada, sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em uma panela grande,
aqueça o azeite em fogo médio. Doure levemente a cebola e o alho.
Adicione as cenouras e as batatas. Tempere com sal e pimenta-do-reino.
Mexa por 2-3 minutos. Despeje o caldo de legumes. Deixe ferver e cozinhe
por 15 minutos, até os legumes começarem a amolecer. Coloque
delicadamente o peixe na panela. Cozinhe por mais 8-10 minutos, até que o
peixe esteja macio, mas sem desmanchar. Ajuste o sal e a
pimenta-do-reino. Desligue o fogo e finalize com a salsinha. Sirva em
seguida.
8. Sopa de abobrinha com tomate
Ingredientes
2 abobrinhas cortadas em cubos
3 tomates cortados em cubos
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
1 colher de sopa de azeite de oliva
1 l de água
1 punhado de folhas frescas de manjericão
Sal, orégano e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em uma panela, aqueça o
azeite em fogo médio. Coloque a cebola e refogue até ficar translúcida.
Acrescente o alho e mexa por 1 minuto. Junte os tomates e cozinhe por
3-4 minutos, até começarem a soltar líquido. Adicione as abobrinhas e
tempere com sal, pimenta-do-reino e orégano. Misture bem. Acrescente a
água. Deixe ferver. Cozinhe em fogo médio-baixo por cerca de 15-20
minutos, até a abobrinha ficar macia, mas ainda inteira. Tempere com sal
e pimenta-do-reino. Desligue o fogo. Misture as folhas de manjericão e
sirva em seguida.
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9. Sopa de lentilha vermelha
Ingredientes
1 xícara de chá de lentilha vermelha
1 colher de sopa de azeite de oliva
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
1 colher de chá de cominho em pó
1 colher de chá de cúrcuma
1 cenoura ralada
3 tomates maduros picados
1 l de água
Coentro picado, sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em uma
panela grande, aqueça o azeite em fogo médio e refogue a cebola até
ficar macia. Adicione o alho, o cominho e a cúrcuma. Refogue por mais 1
minuto para liberar os aromas. Junte a cenoura e o tomate. Cozinhe por 5
minutos, mexendo ocasionalmente. Acrescente a lentilha e a água.
Tempere com sal e pimenta-do-reino. Tampe parcialmente e cozinhe em fogo
médio por cerca de 20 minutos ou até a lentilha desmanchar. Sirva em
seguida.
Apesar de que Deus também esteja presente na igreja, a sua maior presença encontra-se impregnada na Natureza (da qual faz parte também o homem). Assim, precisamos mais de Deus do que da igreja (do contato direto, sem intermediários).
País
atrai cada vez mais gente qualificada de fora para seu mercado de
trabalho. O problema é que muitos desses imigrantes decidem não
permanecer. Por quê? https://p.dw.com/p/5GXhR
Trabalhadores jovens são os que mais deixam a Alemanha em busca de outros destinosFoto: Bernd Weißbrod/dpa/picture alliance
"Nossa conclusão é que quem deseja gerenciar a imigração
com sucesso também precisa compreender a emigração. Trata-se de reter
pessoas a longo prazo através de oportunidades justas, procedimentos
confiáveis, bom suporte e um ambiente no qual elas possam desenvolver
perspectivas de longo prazo", disse Laura Goßner, do Instituto de
Pesquisa de Emprego (IAB), em coletiva de imprensa em Berlim.
A organização entrevistou de maneira remota pessoas entre 18 e 65
anos que imigraram para a Alemanha até abril de 2025, perguntando por
que deixaram o país e quais foram os motivos decisivos.
A emigração não é resultado de um único fator. Razões familiares, em
particular, desempenham um papel importante, mostrou o estudo.
Experiências de discriminação também são citadas. Muitos fatores são controláveis politicamente, como a burocracia, a habitação ou o aprendizado do idioma.
"Nossa conclusão é: quem deseja gerenciar a imigração com sucesso
precisa entender o processo. A emigração é um processo complexo e pode
ser controlada politicamente", assegura Goßner.
Jovens emigrantes estão trocando a Alemanha por Espanha e Suíça
Mas quem são as pessoas que deixam a Alemanha com mais frequência?
"São, em média, os mais jovens. Moraram na Alemanha por menos tempo e,
com mais frequência, têm cônjuges e filhos no exterior. Também têm menos
probabilidade de dominar o idioma alemão, mas mais probabilidade de ter
um bom domínio do inglês", afirma Theresa Koch, especialista do IAB.
Embora 60% dos emigrantes retornem ao seu país de origem, 40% deles
se mudam para outras nações. Os destinos mais populares são Espanha,
Suíça, Itália e Croácia. "Estamos competindo com outros países europeus
por trabalhadores qualificados", diz Yuliya Kosyakova, chefe do
departamento de Migração, Integração e Pesquisa do Mercado de Trabalho
Internacional do IAB.
Burocracia: um dos principais motivos da emigração
Grande parte das críticas que os emigrantes fazem à Alemanha não é novidade: os longos prazos dos processos de naturalização,
assim como de autorizações de residência, vistos e reconhecimento de
qualificações estrangeiras. Muitas vezes, os imigrantes precisam esperar
muito tempo para que as autoridades alemãs respondam às suas
solicitações.
Theresa Koch, Yuliya Kosyakova e Laura Goßner do Instituto de Pesquisa sobre Emprego (IAB)Foto: Institut für Arbeitsmarkt und Berufsforschung (IAB)
As altas taxas burocráticas são outro problema, assim como a falta de
apoio em relação a trabalho e carreira, seja por parte das agências de
emprego, dos municípios ou dos empregadores.
Tudo isso dificulta o planejamento a longo prazo, o acesso ao emprego
e o sentimento de pertencimento à Alemanha, afirma Laura Goßner. Os
procedimentos administrativos influenciam "a forma como os imigrantes
avaliam seu futuro na Alemanha. Se os procedimentos são percebidos como
demorados, incompreensíveis ou de difícil acesso, isso pode estar
relacionado às suas chances de permanecer no país", analisa a
especialista do IAB. "Observamos que os imigrantes com avaliações mais
negativas desses procedimentos, em média, sentem-se menos acolhidos na
Alemanha."
Idioma: chave para o sucesso no mercado de trabalho alemão
Tilman Frank, presidente do Conselho da Associação Federal para
Trabalhadores Qualificados Internacionais, também é o diretor
administrativo da TalentOrange GmbH, que já recrutou e apoiou milhares
de enfermeiros, profissionais de cuidados infantis e fisioterapeutas
para a Alemanha. A saga de viver na Alemanha como brasileiro
16:50
Ele sabe em quais circunstâncias as pessoas decidem arrumar as malas e
ir embora depois de um curto período na Alemanha. O domínio do idioma é
a chave para se adaptar, principalmente, ao mercado de trabalho, diz
ele.
"O problema surge quando o caminho para a Alemanha é falho desde o
início, quando não abordo e seleciono as pessoas certas e quando o
aprendizado do idioma não é adequadamente apoiado. Se não houver
compatibilidade, a probabilidade de essas pessoas retornarem para seus
países de origem é relativamente alta. Mas se eu facilitar o aprendizado
do idioma e também selecionar as pessoas certas, que estejam
suficientemente confiantes para dar o passo rumo à Alemanha, as taxas de
retenção são muito altas."
Alta demanda por enfermeiros geriátricos
Atualmente, pessoas do Quênia, Índia e Vietnã tentam se estabelecer
na Alemanha, explica Frank. No caso do Quênia, isso ocorre porque o
Ministério do Trabalho do país incentiva a emigração de jovens
desempregados. Já na Índia e no Vietnã, os pais consideram atraente a
oportunidade de seus filhos buscarem formação profissional na Alemanha. A
busca por profissionais continua particularmente alta na área de cuidados com idosos.
Tilman Frank, portanto, apela ao governo alemão para que promova o
ensino da língua alemã em seus países de origem. "Todas essas tentativas
de chegar aqui sem domínio do alemão não são sustentáveis a longo
prazo. Um bom exemplo são os programas de graduação internacionais
ministrados em inglês, nos quais as pessoas esperam poder trabalhar aqui
na Alemanha. Mas isso não funciona."
Outro motivo para a emigração pode ser a má alocação de imigrantes em
funções específicas. "Por exemplo, profissionais que foram treinados em
cuidados intensivos em hospitais em seus países de origem e, sem que
isso seja claramente comunicado, são designados para cuidados básicos em
casas de repouso."
Nova abordagem: agências "Work and stay"
Frank também conhece bem as histórias de terror do labirinto
burocrático alemão, no qual muitos imigrantes não conseguem se orientar.
Sua empresa possui uma planilha detalhando os absurdos que podem dar
errado. Por exemplo, quando dois funcionários enviam decisões e prazos
de processamento diferentes para pedidos de visto.
É por isso que o apoio profissional é essencial. Pelo menos os
políticos agora entendem que trabalhadores qualificados internacionais
precisam chegar e permanecer no país. Na Alemanha, há aspectos positivos
e negativos, explica Frank.
"A Agência Federal de Emprego implementou um sistema centralizado,
que é mais rápido e confiável. [O estado de] Hesse está criando uma
autoridade central de imigração. Há planos para uma agência de 'Work and
Stay' ["Trabalho e permanência"] em nível federal."
No entanto, a escassez de pessoal em órgãos governamentais complica
muitos processos operacionais. "Estamos progredindo lentamente com a
digitalização, e muito lentamente com iniciativas isoladas de diferentes
estados ou municípios. Ainda falta uma abordagem unificada em nível
nacional."
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03 de julho de 2026 (Bibliomed).
Com o envelhecimento da população mundial, as doenças
neurodegenerativas – incluindo o Alzheimer – estão se tornando um
desafio cada vez mais sério para a saúde pública. A eficácia dos
tratamentos existentes, inclusive os aprovados nos últimos anos, ainda
não foi totalmente comprovada, e há uma necessidade urgente de novas
abordagens terapêuticas. Uma das principais características da doença
de Alzheimer é o acúmulo de placas da proteína beta-amiloide no
cérebro, acompanhado por sinais de inflamação no tecido cerebral.
Pesquisadores do Instituto Weizmann de Ciências, em
Israel, e da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, isolaram
células T do sistema imunológico de camundongos saudáveis e as
modificou geneticamente para reconhecer e responder a proteínas
amiloides no cérebro. Eles então injetaram essas células modificadas em
camundongos cujos cérebros já continham placas beta-amiloides
características da doença de Alzheimer. As injeções levaram a uma
redução significativa nos depósitos de amiloide, bem como a uma
diminuição nos marcadores de inflamação do tecido cerebral.
Segundo os autores, essa é a primeira abordagem com
células CAR-T para uma doença neurodegenerativa, o que representa um
passo empolgante rumo à descoberta de novas terapias para a doença de
Alzheimer. Igualmente empolgante é a perspectiva de adaptar essas
células versáteis para administrar agentes terapêuticos para diferentes
doenças neurodegenerativas além do Alzheimer, incluindo esclerose
lateral amiotrófica (ELA) e doença de Parkinson.
Os autores esperam, em estudos futuros, demonstrar o
uso de células T geneticamente modificadas também na melhora da
recuperação de danos cerebrais graves e na promoção da regeneração do
tecido cerebral, reforçando a ideia de que a tecnologia CAR-T pode
servir como uma ampla plataforma terapêutica para doenças cerebrais –
desde tumores cancerígenos a AVC e doenças neurodegenerativas crônicas.