O meu blog é HOLÍSTICO, ou seja, está aberto a todo tipo de publicação (desde que seja interessante, útil para os leitores). Além disso, trata de divulgar meu trabalho como economista, escritor e compositor. Assim, tem postagens sobre saúde, religião, psicologia, ecologia, astronomia, filosofia, política, sexualidade, economia, música (tanto minhas composições quanto um player que toca músicas de primeira qualidade), comportamento, educação, nutrição, esportes: bom p/ redação Enem
Somente nos casos em que a criança nasceria em condições amplamente DESFAVORÁVEIS. Assim, o importante é se gerar QUALIDADE e não quantidade de vida. Nascer para SOFRER é maldade.
Bombom aberto na travessa Ninguém irá resistir a esse bombom aberto na travessa que é uma tentação, cremosão e irá deixar todos apaixonados só de olhar. É aquela sobremesa que primeiro se come com os olhos de tão bonita. Você não vai querer perder essa receita, vai? Então, faça hoje mesmo seguindo o passo a passo desse bombom aberto na travessa ensinado pelo canal
Como fazer bombom aberto na travessa
Preparar o bombom aberto na travessa é simples e rápido demais. Primeiro, faremos o creme. Em seguida, vamos misturar delicadamente as uvas e os morangos já higienizados. Na sequência, iremos despejar essa mistura em uma travessa. E então, em uma panela em fogo médio, vamos derreter o chocolate com o creme de leite e despejar essa ganache por cima do creme na travessa. Por último, iremos levar para gelar bem. E então, iremos retirar da geladeira e decorar com morangos e uvas por cima e chamar todos da família para ficarem impressionados com essa gostosura de bombom aberto na travessa que é de comer rezando!
Pavê de morango sem açúcar: veja como preparar uma sobremesa cremosa, fácil e saborosa, com menos açúcar adicionado.
6 set2026
Por:Daniela Marinho / Licenciado de SaúdeLAB
Resumo
O pavê de morango sem açúcar é uma alternativa saudável e prática às sobremesas tradicionais. Feito com camadas de creme à base de leite, amido e adoçante, intercaladas com biscoitos sem açúcar e morangos frescos, o prato rende 8 porções e leva cerca de 30 minutos para ser preparado, exigindo 4 horas de refrigeração. Embora não contenha açúcar adicionado, a receita ainda possui carboidratos. Deve ser mantida sob refrigeração e consumida em até 3 dias, sendo desaconselhado o congelamento.
O pavê de morango sem açúcar é uma daquelas sobremesas que conseguem trazer sensação de conforto sem precisar de uma grande lista de ingredientes. A combinação de creme, morangos frescos e biscoitos deixa cada camada delicada e saborosa.
A receita é simples de preparar e pode entrar no cardápio de um almoço de domingo, em uma ocasião especial ou naquele momento em que surge vontade de comer um doce. O segredo está em equilibrar os ingredientes e evitar o excesso de açúcar adicionado.
Pavê de morango sem açúcar e seus benefícios para a alimentação
O pavê de morango sem açúcar adicionado pode ser uma alternativa para quem deseja preparar uma sobremesa com menos açúcar na composição, especialmente quando comparada a versões tradicionais que utilizam açúcar ou leite condensado convencional.
Os morangos também acrescentam sabor, aroma, água e nutrientes à preparação, enquanto o uso moderado de biscoitos e creme ajuda a manter a sobremesa equilibrada. Ainda assim, a receita contém carboidratos provenientes do leite, do amido e dos biscoitos, portanto, "sem açúcar" não significa "sem carboidratos".
Grau de dificuldade: fácil Rendimento: 8 porções Tempo de preparo: cerca de 30 minutos Tempo de geladeira: mínimo de 4 horas
Ingredientes na receita
Para o creme:
500 ml de leite
2 colheres (sopa) de amido de milho
3 colheres (sopa) de adoçante culinário adequado para preparo
1 caixa de creme de leite, de preferência sem açúcar adicionado
1 colher (chá) de essência de baunilha
100 g de morangos maduros
Para a montagem:
200 g de morangos frescos
20 a 24 biscoitos sem adição de açúcar
100 ml de leite para umedecer os biscoitos
morangos fatiados para finalizar
Importante: a quantidade de adoçante pode variar de acordo com o produto escolhido. Confira as orientações da embalagem e ajuste ao seu paladar.
Comece preparando o creme. Lave os morangos, retire as folhas e bata 100 g da fruta no liquidificador ou mixer até obter um purê.
Em uma panela ainda fora do fogo, misture o leite com o amido de milho até dissolver completamente. Acrescente o purê de morango e o adoçante culinário.
Leve a panela ao fogo médio, mexendo continuamente para evitar que o creme grude no fundo. Cozinhe até engrossar e adquirir uma consistência cremosa.
Desligue o fogo e espere alguns minutos. Quando o creme estiver morno, misture o creme de leite e a essência de baunilha até obter uma preparação lisa e uniforme.
Para montar, coloque uma pequena quantidade de creme no fundo de um refratário. Umedeça rapidamente os biscoitos no leite e faça uma camada sobre o creme.
Acrescente parte do creme de morango e distribua algumas fatias de morango fresco. Repita as camadas até utilizar todos os ingredientes, terminando com o creme.
Finalize com morangos fatiados e leve à geladeira por pelo menos 4 horas. Se preparar no dia anterior, o pavê tende a ficar ainda mais firme e os sabores ficam mais integrados.
Para uma versão com mais fibras, escolha um biscoito sem adição de açúcar que também tenha maior quantidade de fibras e menor quantidade de açúcares na composição. Outra opção é acrescentar pequenas quantidades de chia ao creme depois que ele estiver morno.
Também é possível reduzir a quantidade de biscoitos e aumentar a proporção de morangos frescos entre as camadas. Para quem precisa evitar lactose, podem ser utilizados leite e creme de leite sem lactose, mantendo atenção aos demais ingredientes escolhidos.
Dicas de armazenamento e conservação
Mantenha o pavê coberto e refrigerado, preferencialmente em recipiente com tampa ou com filme próprio para alimentos. Como a receita leva leite, creme de leite e frutas frescas, o ideal é consumir em até 3 dias, desde que permaneça sob refrigeração adequada.
O congelamento não é a melhor opção para essa preparação. Após descongelar, os morangos podem liberar água e o creme pode perder parte da textura original, deixando o pavê menos cremoso.
Se a ideia for servir em uma ocasião especial, prepare a sobremesa na véspera e deixe-a refrigerada durante a noite. Antes de servir, acrescente alguns morangos frescos para recuperar o aspecto delicado das camadas.
Uma sobremesa pode fazer parte de uma alimentação equilibrada sem precisar ser tratada como proibida ou como alimento milagroso. O pavê de morango sem açúcar é uma opção para variar o cardápio e aproveitar o sabor de uma receita afetiva com menos açúcar adicionado.
O mais importante é observar os ingredientes utilizados, o tamanho da porção e o contexto da alimentação como um todo. Assim, o pavê pode ocupar seu lugar à mesa com sabor, praticidade e equilíbrio.
Quando se vota no partido, o voto vai para os candidatos mais votados (lembrando-se que os partidos têm dois números apenas). Se você não sabe o número do partido da sua preferência, por exemplo, basta digitar no google, "número da rede sustentabilidade" ou "número do partido verde". Bom voto de legenda!
Bolo de batata-doce fit fácil e macio, feito com aveia e ingredientes simples para variar o café da manhã ou o lanche da tarde.
6 set2026
Por:Daniela Marinho / Licenciado de SaúdeLAB
Resumo
O bolo de batata-doce fit é uma receita prática e saudável para o café ou lanche, combinando o tubérculo com farinha de aveia, ovos, purê de maçã e canela para garantir maciez e fibras sem coberturas açucaradas. De preparo fácil e sem equipamentos especiais, o prato rende 10 porções e fica pronto em cerca de 45 minutos. Ideal para planejar a rotina, o bolo pode ser conservado na geladeira por até 4 dias ou congelado em fatias individuais por até 3 meses, mantendo o sabor e a textura.
O bolo de batata-doce fit é uma opção caseira para quem quer variar o café da manhã ou o lanche da tarde sem abrir mão de uma receita saborosa e simples.
A batata-doce ajuda a deixar a massa macia e levemente adocicada, enquanto a aveia contribui para uma textura agradável e combina muito bem com canela e baunilha.
O preparo não exige equipamentos especiais e ainda permite algumas adaptações. Com poucos ingredientes, dá para preparar um bolo para deixar pronto e aproveitar durante a semana.
Bolo de batata-doce fit: sabor, fibras e praticidade em uma receita
A receita combina batata-doce, aveia e ovos, ingredientes que podem fazer parte de uma alimentação equilibrada. A batata-doce fornece carboidratos e fibras, enquanto a aveia acrescenta fibras à preparação.
O bolo também pode ser uma alternativa interessante para aproveitar batata-doce já cozida que esteja disponível na geladeira. A textura fica macia, e a canela ajuda a trazer aroma e sabor sem depender de coberturas muito doces.
Grau de dificuldade: fácil Rendimento: 10 porções Tempo de preparo: cerca de 45 minutos
Ingredientes na receita
300 g de batata-doce cozida e amassada
1 xícara (chá) de farinha de aveia
2 ovos
1/2 xícara (chá) de purê de maçã sem açúcar
1/4 de xícara (chá) de óleo de coco ou azeite de sabor suave
1/2 xícara (chá) de leite, bebida vegetal ou água, se necessário
1 colher (chá) de canela em pó
1 colher (chá) de essência de baunilha
1 colher (chá) de fermento químico em pó
1 pitada de sal
Para uma versão sem glúten: utilize farinha de aveia certificada sem glúten e confira as informações da embalagem dos demais ingredientes.
bolo de batata-doce.
Foto: SaúdeLAB
Bolo de batata-doce. Imagem: Canva PRO
Modo de preparo do bolo de batata-doce fit
Prepare a batata-doce: cozinhe a batata-doce até ficar macia. Escorra bem, retire a casca e amasse até formar um purê uniforme. Espere amornar antes de preparar a massa.
Misture os ingredientes líquidos: em uma tigela, coloque os ovos, o purê de maçã, o óleo e a baunilha. Misture até ficar homogêneo.
Acrescente a batata-doce: junte o purê de batata-doce à mistura e mexa bem. Se a massa estiver muito espessa, adicione o leite ou a bebida vegetal aos poucos.
Incorpore os ingredientes secos: acrescente a farinha de aveia, a canela e o sal. Misture delicadamente até obter uma massa uniforme.
Adicione o fermento: coloque o fermento por último e mexa apenas o suficiente para incorporá-lo à massa.
Prepare para assar: despeje a massa em uma forma média, de aproximadamente 20 cm de diâmetro, untada ou forrada com papel-manteiga.
Leve ao forno: asse em forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 30 a 35 minutos. Faça o teste do palito no centro; ele deve sair sem massa crua.
Espere esfriar: retire do forno e aguarde alguns minutos antes de desenformar. Depois, deixe esfriar sobre uma grade ou prato antes de cortar.
Para um lanche simples, o bolo pode ser servido sozinho ou acompanhado de frutas, iogurte natural ou uma pequena porção de pasta de oleaginosas.
Como deixar essa receita ainda mais saudável
Para aumentar a quantidade de fibras, parte da farinha de aveia pode ser combinada com sementes de chia ou linhaça moída. Outra opção é servir o bolo com frutas frescas, acrescentando variedade à refeição.
Se quiser reduzir a quantidade de gordura adicionada, experimente diminuir um pouco o óleo e ajustar a umidade com purê de maçã ou leite. Evitar coberturas muito açucaradas também mantém a proposta de uma receita mais equilibrada.
Dicas de armazenamento e congelamento
Depois de completamente frio, mantenha o bolo em um recipiente fechado na geladeira por até 4 dias. Retire apenas a quantidade que será consumida para preservar melhor a textura.
O bolo também pode ser congelado. Corte em fatias, embale individualmente e coloque em um recipiente ou saco próprio para congelamento, retirando o máximo de ar possível.
No congelador, pode ser mantido por até 3 meses. Para consumir, descongele na geladeira ou aqueça rapidamente no forno ou na air fryer.
Uma dica prática é congelar as fatias separadamente. Assim, fica mais fácil retirar somente o que será consumido, evitando descongelar o bolo inteiro.
Esse bolo de batata-doce fit combina ingredientes simples e um preparo descomplicado, sendo uma boa alternativa para quem gosta de deixar opções caseiras prontas para a semana. A receita também permite pequenas adaptações sem perder sua proposta de praticidade e equilíbrio.
Mais do que buscar uma receita perfeita, a ideia é encontrar preparações que façam sentido na rotina. Com uma fatia e acompanhamentos que complementem a refeição, o bolo pode entrar no café da manhã ou no lanche de maneira simples e saborosa.
Escolher um azeite no supermercado ficou mais complicado. Basta olhar a prateleira: há extravirgem, virgem, óleo composto, produtos brasileiros e importados, diferentes níveis de acidez e preços que podem variar bastante.
Foto: divulgação Abrazeite
No meio de tantas informações, algumas ajudam de verdade. Outras têm bem menos importância do que parecem.
A acidez estampada na embalagem, por exemplo, não deve decidir a compra sozinha. Já a procedência, o tipo de azeite, a idade do produto e até a garrafa podem fazer diferença.
E há mais azeite brasileiro entrando nessa disputa. O país acaba de colher a maior safra de sua história, com produção quase 500% superior à registrada no ano passado.
Mas, afinal, como escolher? O Agro em Campo explica o que vale observar antes de colocar uma garrafa no carrinho.
Extravirgem, virgem ou óleo composto?
Comece pelo básico: descubra exatamente o que está comprando.
O extravirgem é obtido diretamente das azeitonas por processos mecânicos e precisa cumprir requisitos químicos e sensoriais para receber essa classificação.
Por isso, não se deixe levar apenas pela fotografia de azeitonas ou por palavras em destaque na embalagem.
Outro cuidado é não confundir azeite com óleo composto. Nesse caso, existe uma mistura de azeite com outros óleos vegetais. A composição precisa aparecer no rótulo.
Parece óbvio, mas uma leitura rápida da frente e do verso da embalagem já elimina boa parte das dúvidas.
Azeite também envelhece
Aqui aparece uma diferença importante em relação ao vinho: azeite não fica melhor guardado durante anos.
O tempo joga contra o produto.
Depois da produção, o azeite começa gradualmente a perder aromas e sabores. Calor, luz e contato com o oxigênio aceleram esse processo.
Por isso, se duas garrafas semelhantes apresentarem a safra ou a data de produção, normalmente faz sentido escolher a mais recente.
A validade continua sendo importante, claro. Porém, ela indica até quando o fabricante garante determinadas condições do produto. Não significa que um azeite produzido há bastante tempo terá o mesmo frescor de outro recém-elaborado.
Para quem procura qualidade, portanto, frescor importa.
Garrafa escura é melhor?
Na maioria das situações, é uma boa escolha.
A luz favorece a degradação do azeite. Por isso, garrafas escuras e latas ajudam a proteger o conteúdo.
Foto: divulgação Abrazeite
Mas não adianta comprar uma bela garrafa escura e deixá-la ao lado do fogão.
Em casa, guarde o azeite fechado, protegido da luz e distante de fontes de calor. Também vale observar isso no próprio supermercado. Garrafas expostas durante muito tempo ao sol ou a uma fonte intensa de luz não estão nas melhores condições.
Quanto menor a acidez, melhor o azeite?
Essa é uma das dúvidas mais comuns.
Na prateleira, números como 0,2%, 0,3% e 0,5% ganham destaque. Naturalmente, muita gente conclui que basta encontrar a menor acidez para levar o melhor produto.
Não funciona exatamente assim.
A acidez é um parâmetro importante na classificação do azeite, mas não representa diretamente o sabor percebido pelo consumidor.
Um azeite com 0,2% de acidez, portanto, não será necessariamente mais saboroso ou melhor para você do que outro com 0,4%.
Há outros parâmetros químicos envolvidos e, no caso do extravirgem, características sensoriais também contam.
Nesse ponto, o Agro em Campo explica: use a acidez como uma informação sobre o produto, e não como um ranking de qualidade entre todas as garrafas da prateleira.
Brasileiro ou importado: qual é melhor?
Não existe um vencedor definido pelo passaporte.
Espanha, Portugal, Itália e Grécia construíram uma enorme tradição na produção de azeite. Isso, porém, não transforma automaticamente qualquer garrafa desses países em um produto superior.
O mesmo raciocínio vale para o azeite brasileiro.
Um dos pontos favoráveis ao produto nacional é justamente o frescor. Como a produção ocorre mais perto do consumidor, um bom azeite pode chegar à mesa pouco tempo depois de deixar o lagar.
Foto: Vinícola Essenza
No importado, o caminho pode ser bem mais longo. O produto passa por transporte internacional, distribuição e armazenamento antes de chegar ao supermercado.
Isso não torna o importado ruim. Apenas mostra por que origem, conservação e data de produção precisam ser analisadas em conjunto.
E quando o preço está barato demais?
Promoção não é sinônimo de fraude. Uma rede pode liquidar estoque, negociar grandes volumes ou simplesmente trabalhar com margens diferentes.
Mesmo assim, preços muito distantes do restante da prateleira merecem atenção.
O Ministério da Agricultura já determinou o recolhimento de azeites após encontrar problemas de identidade e qualidade. Em alguns casos, análises laboratoriais identificaram a presença de outros óleos vegetais em produtos comercializados como azeite.
A recomendação, então, é simples.
Encontrou uma marca desconhecida por um preço surpreendentemente baixo? Olhe o rótulo antes de olhar apenas o desconto.
Confira quem fabrica ou importa, a origem, o lote e a denominação do produto. O Ministério da Agricultura também mantém alertas sobre marcas e lotes considerados impróprios.
Brasil acaba de produzir azeite como nunca
A discussão sobre como escolher ganha um ingrediente novo em 2026: o avanço da produção brasileira.
O país produziu 1,434 milhão de litros de azeite extravirgem nesta safra, o maior volume já registrado. Em relação a 2025, quando a colheita sofreu com problemas climáticos, o salto chegou a 496,75%.
O Rio Grande do Sul continua na liderança e respondeu por aproximadamente 1,17 milhão de litros, cerca de 81% do total nacional.
Herbert Sales, produtor do azeite Mantikir, durante a colheita da safra 2026. Foto: Régis Silva/Divulgação
A olivicultura, porém, já ultrapassou as fronteiras gaúchas.
A Serra da Mantiqueira, entre Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, tornou-se outro polo importante. Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo também possuem produção.
No total, a cadeia reúne mais de 620 produtores, 77 lagares e cerca de 10,3 mil hectares de oliveiras, espalhados por aproximadamente 280 municípios de oito estados.
Para o consumidor, essa expansão significa uma coisa bastante prática: há mais opções brasileiras chegando às prateleiras.
O que olhar antes de colocar o azeite no carrinho
Não é preciso virar especialista em azeitonas para fazer uma boa compra. Na próxima ida ao supermercado, o Agro em Campo explica o que merece alguns segundos de atenção:
Veja o nome do produto. Se quer extravirgem, essa expressão precisa aparecer no rótulo.
Procure informações sobre safra ou produção. Entre produtos semelhantes, o mais fresco tende a levar vantagem.
Observe a embalagem. Vidro escuro e lata oferecem maior proteção contra a luz.
Confira a procedência. Veja quem produziu ou importou o azeite.
Não fique preso à acidez. Um número menor não significa automaticamente um azeite melhor.
Preste atenção em preços muito fora do padrão. Vale investigar antes de comprar.
Pesquise marcas desconhecidas. Os alertas do Ministério da Agricultura podem ser consultados antes da compra.
E não estranhe se, ao provar um bom extravirgem, sentir amargor ou uma leve ardência na garganta. Dependendo da variedade da azeitona e do azeite, essas características podem fazer parte do produto.
Foto: Azeite Grattacielo / Divulgação
Os aromas também variam. Há azeites que lembram folhas, ervas, frutas ou tomate, por exemplo.
No fim das contas, escolher um bom azeite exige menos conhecimento técnico do que parece.
Em vez de procurar simplesmente a garrafa mais cara ou o menor número de acidez, leia o rótulo, confira a procedência e procure um produto fresco e bem armazenado. Com alguns segundos a mais diante da prateleira, a chance de fazer uma compra melhor aumenta bastante.
Veja como preparar uma receita prática e saborosa para encerrar a semana de maneira especial
4 set2026
Por:Redação EdiCase / Licenciado de Portal EdiCase
Resumo
Ideal para um jantar prático de sexta-feira, a receita ensina a preparar uma quiche de espinafre com queijo de cabra. O processo consiste em abrir e pré-assar por 15 minutos uma massa simples de farinha e manteiga. Para o recheio cremoso, mistura-se espinafre refogado, queijo de cabra, parmesão, ovos, creme de leite e noz-moscada. A torta é então assada a 180 °C por 30 minutos até dourar, resultando em uma refeição saborosa que pode ser servida quente ou em temperatura ambiente.
Depois de uma semana corrida, nada melhor do que uma receita prática e saborosa para deixar a sexta-feira mais especial. A quiche de espinafre com queijo de cabra tem recheio cremoso e massa douradinha. Além de fácil de preparar, ela pode ser servida ainda quente ou em temperatura ambiente, tornando o jantar mais tranquilo e agradável. Confira a receita!
Quiche de espinafre com queijo de cabra
Foto: MShev | Shutterstock / Portal EdiCase
Quiche de espinafre com queijo de cabra
Ingredientes
Massa
200 g de farinha de trigo
1 colher de sopa de manteiga gelada
1 ovo
30 ml de água gelada
1 pitada de sal
Recheio
200 g de folhas de espinafre
150 g de queijo de cabra
3 ovos
200 g de creme de leite
50 g de queijo parmesão ralado
1 dente de alho picado
1 colher de sopa de azeite
1 pitada de noz-moscada
1 pitada de sal
Modo de preparo
Massa
Em uma tigela, misture a farinha de trigo e o sal. Acrescente a manteiga e misture com as pontas dos dedos até obter uma textura semelhante a uma farofa. Adicione o ovo e a água gelada e misture até formar uma massa homogênea. Envolva a massa com plástico-filme e leve à geladeira por 30 minutos. Abra a massa com a ajuda de um rolo e forre o fundo e as laterais de uma forma de fundo removível. Faça furos na massa com um garfo e leve ao forno preaquecido a 180 °C por 15 minutos. Retire do forno e reserve.
Recheio
Em uma panela, aqueça o azeite em fogo médio e doure o alho. Acrescente o espinafre e cozinhe por cerca de 3 minutos, até as folhas murcharem. Retire do fogo e deixe esfriar. Em uma tigela, bata os ovos com o creme de leite. Acrescente o queijo de cabra, o parmesão, a noz-moscada e o sal. Misture o espinafre ao creme e distribua sobre a massa pré-assada. Leve ao forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 30 minutos, ou até o recheio ficar firme e a superfície dourada. Aguarde alguns minutos antes de desenformar e sirva em seguida.
Por:Redação EdiCase / Licenciado de Portal EdiCase
Aos 70 anos, o fundador da Microsoft faz um alerta contundente sobre o avanço acelerado da inteligência artificial e da robótica. Para o veterano da tecnologia, o choque econômico que se aproxima ameaça, antes de mais nada, os trabalhadores de menor renda e exige uma resposta política imediata.
A transição rumo à IA não é apenas mais uma evolução industrial qualquer. No passado, a migração de uma economia agrária para o setor de serviços levou várias gerações, dando tempo para que os trabalhadores se qualificassem em novas ocupações intelectuais. A inteligência artificial quebra essa dinâmica: ela atinge diretamente as habilidades de análise, escrita e raciocínio.
Para o cofundador da gigante dos softwares, a urgência é, acima de tudo, social e atinge prioritariamente os profissionais menos protegidos. O filantropo destaca o descompasso brutal entre o ritmo acelerado do mercado e a capacidade de adaptação das pessoas.
“Precisamos nos preparar para o período de transformações sociais, políticas e econômicas em que estamos prestes a entrar. Quem mais precisa dessa preparação costuma ser justamente quem tem menos condições para isso: o funcionário do setor contábil substituído por um bot ou o trabalhador de 20 dólares por hora que perde seu emprego para um robô de 10 dólares por hora.”
Os setores impactados já não se limitam ao trabalho braçal ou às linhas de montagem. Contabilidade, atendimento ao cliente, medicina, desenvolvimento de software, construção civil e hotelaria estão na linha de frente dessa transformação.
Para as empresas, a promessa de maior produtividade a custos reduzidos funciona como um poderoso ímã financeiro. No entanto, o corte expressivo da folha de pagamento gera uma equação econômica arriscada a longo prazo. Se milhões de pessoas perderem seu poder de compra sem encontrar postos de trabalho equivalentes, todo o consumo global e o equilíbrio econômico entram em colapso.
O empresário resume o desafio ético diante da sociedade moderna: “Em termos de equidade, a IA será ou o maior equalizador já inventado, ou a pior fonte de injustiça.”
Diante desse cenário, o bilionário defende que a crise seja antecipada por meio de políticas públicas adequadas: reformulação dos sistemas educacionais e de capacitação, reforço das redes de assistência social e ajustes tributários que evitem sobretaxar o trabalho humano em comparação à automação. A tecnologia promete avanços impressionantes na medicina e na área de energia, mas a divisão das riquezas geradas continua sendo a maior incógnita desse processo.
Por:Flavia Magalhães / Licenciado de Guia da Cozinha
Resumo
Aprenda a fazer em casa o clássico sonho de padaria em uma versão especial com recheio de goiabada derretida. Com nível médio de dificuldade, a receita rende 20 unidades e leva cerca de duas horas entre preparo e descanso. O processo consiste em sovar a massa à base de farinha, fermento biológico e ovos, deixá-la crescer em bolinhas, fritar em óleo quente até dourar e, por fim, rechear com o doce e polvilhar açúcar de confeiteiro, resultando em uma sobremesa macia e afetiva para o café da tarde.
Em qualquer padaria do Brasil um dos doces mais pedidos é o sonho.Com massa macia e recheio doce e marcante, a receita é daquelas que despertam lembranças afetivas. Se você gosta de se arriscar na cozinha e quer surpreender a família, que tal aprender a fazer um sonho recheado com goiabada?
Foto: Guia da Cozinha
Seja no café da tarde ou como sobremesa, esse doce agrada todos os paladares. O preparo pode parecer elaborado, mas com as dicas certas tudo fica simples. E o resultado vale cada minuto, chame a família, coloque uma mesa bonita e aproveite os elogios!
Confira o passo a passo a seguir:
Sonho recheado com goiabada
Tempo: 1h30 (+25min de descanso)
Rendimento: 20 unidades
Dificuldade: médio
Ingredientes:
5 xícaras (chá) de farinha de trigo
3 tabletes de fermento biológico fresco (45g)
1 xícara (chá) de água (aproximadamente)
4 colheres (sopa) de margarina
4 colheres (sopa) de açúcar
2 ovos
1 pitada de sal
1 colher (chá) de essência de baunilha
Óleo para fritar
2 xícaras (chá) de açúcar de confeiteiro para polvilhar
Recheio:
1/2 xícara (chá) de água
Modo de preparo:
Em uma tigela, misture 1/2 xícara (chá) da farinha com o fermento e um pouco da água e deixe descansar por 15 minutos.
Acrescente o restante dos ingredientes e misture.
Sove a massa por 5 minutos e deixe descansar por mais 10 minutos para crescer.
Divida a massa em 20 bolinhas e deixe descansar sobre um pano de prato, cobertos com outro pano, até dobrarem de volume.
Para o recheio, em uma panela, em fogo baixo, derreta a goiabada com a água e reserve.
Em uma panela pequena e funda, coloque óleo suficiente para cobrir os sonhos.
Leve ao fogo médio e deixe aquecer, sem fumegar.
Frite um ou dois por vez, virando-os para dourarem por igual.
Com uma escumadeira e escorra sobre papel-toalha.
Corte ao meio e recheie com a goiabada derretida.
Por fim, polvilhe com o açúcar de confeiteiro e sirva.
Por:Flavia Magalhães / Licenciado de Guia da Cozinha
Por:Flavia Magalhães / Licenciado de Guia da Cozinha
Resumo
Para variar o cardápio do dia a dia, o Guia da Cozinha ensina a preparar um arroz de forno colorido, nutritivo e fácil, que rende cinco porções em apenas 30 minutos. A receita consiste em refogar pimentão com tomate, ervilha, milho, presunto e uvas-passas na manteiga, temperando a gosto. Em seguida, misturam-se esses ingredientes ao arroz branco cozido em um refratário, cobrindo tudo com queijo mussarela e orégano antes de levar ao forno preaquecido por dez minutos para gratinar e servir.
Apesar de o brasileiro ser acostumado a comer arroz e feijão praticamente todos os dias, é normal enjoar da mesma comida sempre. Para te ajudar a inovar nos pratos do dia a dia, o Guia da Cozinha trouxe um arroz de forno colorido! Cheio de nutrientes, esse vai se tornar seu acompanhamento favorito.
Foto: Guia da Cozinha
Essa é uma ótima maneira de deixar suas refeições mais divertidas, e até mais saudáveis. Para te auxiliar, trouxemos uma lista de ingredientes que vão bem nesta receita. Mas lembre-se que é sempre permitido utilizar a criatividade na cozinha. Não deixe de experimentar e surpreender sua família com esse arroz especial!
Confira o passo a passo abaixo:
Arroz de forno colorido
Tempo: 30min
Rendimento: 5
Dificuldade: fácil
Ingredientes:
2 colheres (sopa) de manteiga
1/2 pimentão amarelo em cubos
1 tomate maduro sem pele e sementes em cubos
1 lata de ervilha escorrida
1 lata de milho escorrido
1/3 de xícara (chá) de presunto em cubos
1/4 xícara (chá) de uvas-passas pretas sem sementes
Sal, pimenta-do-reino e orégano a gosto
2 e 1/2 xícaras (chá) de arroz branco cozido
1 xícara (chá) de queijo mussarela ralado
Modo de preparo:
Derreta a manteiga em uma panela, em fogo médio e refogue o pimentão e a cenoura por 3 minutos.
Adicione o tomate, a ervilha, o milho, o presunto, a uva-passa e tempere com sal e pimenta.
Misture o arroz e despeje em um refratário redondo.
Cubra com o queijo e polvilhe com orégano.
Leve ao forno médio, preaquecido, por 10 minutos para gratinar. Sirva em seguida.
Por:Flavia Magalhães / Licenciado de Guia da Cozinha