quinta-feira, 25 de junho de 2026

MOUSSE DE LIMAO fit com leite em pó: sobremesa cremosa, refrescante e fácil de preparar

 

Mousse de limão com leite em pó cremosa, refrescante e fácil de fazer. Receita prática para uma sobremesa caseira deliciosa e equilibrada.

25 jun 2026

A mousse de limão com leite em pó é uma daquelas sobremesas que conquistam pelo sabor equilibrado entre o doce e o cítrico. Fácil de preparar, ela pode ser uma opção prática para quem deseja um doce caseiro sem complicação.

Além da textura cremosa, essa receita utiliza poucos ingredientes e fica pronta em poucos minutos. O resultado é uma sobremesa gelada que combina perfeitamente com dias quentes ou momentos especiais em família.

Outro diferencial está na versatilidade. Com pequenas adaptações, é possível reduzir a quantidade de açúcar e incluir ingredientes que tornam a preparação mais adequada para quem busca uma alimentação equilibrada.

Mousse de limão com leite em pó: sobremesa refrescante, prática e com preparo simples

O limão é uma fruta conhecida por seu sabor marcante e por fornecer vitamina C, enquanto o leite em pó contribui para a textura cremosa da receita. Quando consumida com moderação, essa sobremesa pode fazer parte de uma alimentação equilibrada e variada.

Grau de dificuldade: Fácil

Tempo de preparo: 15 minutos

Tempo de geladeira: 2 horas

Rendimento: 6 porções

Ingredientes da receita

  • 1 xícara de leite em pó desnatado
  • ½ xícara de água morna
  • Suco de 3 limões-taiti
  • 2 colheres de sopa de açúcar ou adoçante culinário próprio para receitas
  • Raspas de limão para decorar (opcional)
  • 2 claras em neve (opcional, para uma textura mais leve)

Modo de preparo da mousse de limão com leite em pó

Comece dissolvendo completamente o leite em pó na água morna. Misture bem até obter uma preparação homogênea e sem grumos.

Adicione o suco dos limões e o açúcar ou adoçante escolhido. Mexa até que todos os ingredientes estejam incorporados e a mistura apresente uma textura uniforme.

Caso deseje uma mousse mais leve e aerada, bata as claras em neve e incorpore delicadamente à mistura. Faça movimentos suaves com uma espátula para preservar a leveza da preparação.

Distribua a mousse em taças individuais ou em um recipiente único. Cubra e leve à geladeira por pelo menos duas horas para firmar.

Antes de servir, finalize com raspas de limão. Se desejar, acrescente frutas frescas picadas para complementar o sabor e deixar a apresentação ainda mais atrativa.

Mousse de limão com leite em pó.
Mousse de limão com leite em pó.
Foto: SaúdeLAB
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Como deixar essa receita ainda mais saudável

Uma das formas de reduzir o teor de açúcar da mousse é substituir o açúcar refinado por adoçantes culinários próprios para preparo de sobremesas. Outra alternativa é utilizar pequenas quantidades de mel, observando sempre o sabor desejado.

Também é possível adicionar iogurte natural sem açúcar à preparação, aumentando a cremosidade e contribuindo para um perfil nutricional mais equilibrado. Frutas frescas servidas junto da mousse ajudam a aumentar o consumo de fibras e tornam a sobremesa ainda mais interessante.

Dicas de armazenamento

A mousse de limão com leite em pó deve ser mantida sob refrigeração em recipiente fechado. O ideal é consumir em até 3 dias para preservar sabor, textura e qualidade.

O congelamento não costuma ser a melhor opção para essa receita, pois o processo pode alterar sua consistência após o descongelamento. Por isso, recomenda-se preparar apenas a quantidade que será consumida em poucos dias.

Com preparo simples, sabor refrescante e ingredientes acessíveis, a mousse de limão com leite em pó é uma alternativa prática para quem deseja uma sobremesa caseira sem abrir mão do equilíbrio.

Servida bem gelada, ela combina com diversas ocasiões e mostra que receitas simples podem surpreender pelo sabor e pela cremosidade.

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Fonte: SaúdeLAB

China dispara na CORRIDA CIENTÍFICA - e quer ir além da Terra

 

Dang Yuan
 

China ultrapassa seu rival, os EUA, como principal nação de alta tecnologia do mundo. Liderança tecnológica de Pequim mira consolidar influência no cenário global – e não apenas no planeta Terra.    https://p.dw.com/p/5G0MZ


Assim como na corrida espacial nos anos 1950 e 1960, a indústria aeroespacial se configura como uma competição ideológicaFoto: Maxim Shemetov/REUTERS

A comissária-chefe da polícia de Hong Kong, Lai Kai-ying, está nas alturas. A cerca de 390 quilômetros acima da Terra, a especialista em cargas úteis, de 43 anos, orbita a Terra 16 vezes por dia, juntamente com dois colegas astronautas da República Popular da China.

A estação espacial tripulada Tiangong ("Palácio celestial"), em órbita há quase cinco anos, é um laboratório único de microgravidade para experimentos científicos destinados a fornecer uma compreensão mais profunda do futuro da humanidade.

Assim como na chamada corrida espacial das décadas de 1950 e 1960, nos dias de hoje a indústria aeroespacial também se configura como uma competição ideológica. Países que já lançam foguetes ao espaço com sucesso demonstram não apenas sua competência técnica, mas também sua força econômica e a superioridade de seus sistemas.

Em vez da União Soviéticanos tempos da Guerra Fria, no século 21 o concorrente dos Estados Unidos é a China comunista. Em 2032, quando a Estação Espacial Internacional (ISS) for desativada, a China será o único país a operar uma estação orbital permanentemente ocupada.

China domina a pesquisa de ponta

A exploração espacial é apenas uma das inúmeras áreas em que a China detém a liderança tecnológica mundial. Isso é comprovado pelo ranking mais recente da renomada revista científica Nature, cujo índice, o Nature Index, compila e avalia todas as publicações científicas.

Na comparação entre países em 2025, a China foi a clara vencedora geral, à frente dos EUA (2º lugar) e da Alemanha (3º lugar). Além disso, nove das dez principais instituições de pesquisa eram chinesas. Apenas a prestigiosa universidade americana de Harvard ficou em terceiro lugar. A Sociedade Max Planck (MPG) da Alemanha – uma instituição de pesquisa básica de referência sediada em Berlim – ocupa a 13ª posição.

Bandeira da China hasteada na superfície lunar
A exploração espacial é apenas uma das inúmeras áreas em que a China detém a liderança tecnológica mundialFoto: CNSA/Xinhua/picture alliance

"Hoje em dia, é quase irrelevante qual ranking de instituições científicas internacionais você queira consultar. Universidades e instituições de pesquisa na China são líderes em muitas áreas", observou Christina Beck, porta-voz da MPG.

O Nature Index mostra que as instituições de pesquisa chinesas são, de maneira incontestável, líderes nas disciplinas de ciências naturais, como biologia, química e física, além de outras ciências aplicadas, ficando atrás das instituições americanas somente nas áreas de ciências da saúde e ciências sociais.

Investimentos substanciais garantem o sucesso

Essa ascensão vem ocorrendo de forma contínua ao longo das últimas duas décadas, afirmou o Dr. Richard Heidler, diretor de Gestão da Informação da Fundação Alemã de Pesquisa (DFG) – a maior organização de financiamento de pesquisa da Alemanha.

"No início dos anos 2000, houve sobretudo um aumento significativo no volume de publicações, enquanto, há cerca de dez anos, análises bibliométricas passaram a mostrar também um crescimento em indicadores de impacto, como a proporção e o número de publicações altamente citadas", explicou Heidler. Ou seja, a China não apenas publica mais, como também vem se tornando cada vez mais influente e visível.

Essa ascensão se baseia em um processo de desenvolvimento de longo prazo, acrescenta Beck, da Sociedade Max Planck. "O fator decisivo foi o apoio financeiro sistemático e de longo prazo às instituições científicas e universidades na China, particularmente por meio da formação internacional de pesquisadores e investimentos substanciais em infraestruturas de pesquisa de grande escala."

A liderança em Pequim reconhece há muito tempo que a tecnologia é a chave para o sucesso. O 15º Plano Quinquenal para o crescimento econômico até 2030 prevê um "aumento na eficiência do sistema de inovação". A China visa fortalecer de forma abrangente suas capacidades de inovação independente e promover uma integração mais estreita das inovações científicas e tecnológicas com a indústria. O impulso resultante para o crescimento é chamado de "novas forças produtivas".

O novo plano quinquenal identifica oito temas-chave para o futuro: inteligência artificial (IA), tecnologia quântica, energia de fusão atômica controlável, ciências da vida e biotecnologia, pesquisa cerebral, prevenção de doenças graves e produtos farmacêuticos, pesquisa em águas profundas e polares – além do chamado deep space, o espaço profundo.

Ideologia domina a cooperação em pesquisa

China e EUA estão envolvidos em uma acirrada competição por uma missão lunar moderna. Pequim pretende estar pronta até 2030. Resta saber se a agência espacial americana Nasa conseguirá concluir com sucesso sua missão Artemis, conforme o planejado, até 2028. A entrega do módulo lunar e de uma nova geração de trajes espaciais já está significativamente atrasada.

A China também pretende estabelecer uma colônia permanente na Lua e lançar expedições ao espaço profundo a partir dali. Astronautas chineses serão alocados permanentemente na superfície lunar a médio prazo. Os chineses foram os únicos a conseguirem coletar uma amostra de rocha do lado oculto da Lua usando um módulo lunar, que será usada para produzir materiais de construção semelhantes às rochas lunares.

Pesquisadora chinesa trabalha em laboratório
Instituições de pesquisa chinesas são líderes nas disciplinas de ciências naturais, como biologia, química e físicaFoto: Florence Lo/REUTERS

Os avanços tecnológicos, porém, são apenas uma parte da ambiciosa estratégia geral. "A tecnologia pode ser usada como uma ferramenta para criar esferas de influência transfronteiriças", escreveu Daniel Voelsen, do think tank Instituto Alemão para Assuntos Internacionais e de Segurança (SWP), com sede em Berlim, em seu estudo mais recente.

"O objetivo é exportar o máximo possível graças ao domínio do mercado internacional e explorar os efeitos econômicos de escala associadas, sem abrir mão de uma vantagem militar ou econômica decisiva. Para países como os EUA e a China, isso está associado ao desejo de também influenciar as políticas de outras nações por meio do domínio tecnológico." Na teoria econômica, efeitos de escala significam: quanto mais se produz, menor o custo.

Limitações políticas

Assim, mesmo o espaço no século 21 não está livre de ideologia. A Nasa está proibida por lei federal, a chamada Emenda Wolf de 2011, de cooperar com a agência espacial chinesa. A Agência Espacial Europeia (ESA) também evita cooperar com a China por causa da aliança transatlântica, embora os astronautas da ESA já tenham aprendido algum vocabulário chinês e realizado exercícios conjuntos com taikonautas chineses. O Ministério Federal da Pesquisa, Tecnologia e Espaço, que também é responsável pela área de pesquisa, estabelece diretrizes políticas para projetos de cooperação científica com a China.

"Limites claros são estabelecidos em áreas sensíveis", assegura o Ministério. "Isso se aplica, por exemplo, a colaborações em temas que também podem servir a fins militares (uso duplo) ou a colaborações na área de inteligência artificial, que podem ser mal utilizadas para fins de vigilância e violações de direitos humanos." A China vem se tornando cada vez mais uma concorrente e rival sistêmica. Riscos e benefícios devem ser ponderados na cooperação científica.

"Queremos manter a cooperação em áreas de pesquisa onde não haja problema de uso duplo", resumiu Beck, da Sociedade Max Planck. Um exemplo é o chamado telescópio FAST, o maior radiotelescópio do mundo, localizado na província de Guizhou, no sudoeste da China. Ele tem um diâmetro de 500 metros, aproximadamente o comprimento de cinco campos de futebol. "Essa colaboração nos dá acesso a uma infraestrutura única."

Radiotelescópio FAST no alto de uma montanha na China
FAST, o maior radiotelescópio do mundo, localizado no sudoeste da China, tem diâmetro de cerca de 500 metrosFoto: Ou Dongqu/Xinhua News Agency/picture alliance

Ingrid Krüßmann, do Centro Sino-Alemão de Fomento à Pesquisa da DFG, argumenta em linhas semelhantes. "A DFG está comprometida em criar a maior segurança jurídica possível para os pesquisadores na Alemanha, para que projetos de colaboração de excelência com parceiros chineses continuem, em princípio, sendo viáveis."

Cooperação cautelosa

Ao mesmo tempo, os desenvolvimentos políticos internos na China, a intensificação da situação geopolítica e, sobretudo, a estreita interrelação entre a pesquisa civil e militar representam novos desafios para as organizações científicas alemãs em suas colaborações com parceiros chineses, prosseguiu Beck. Segundo o pesquisador, a Sociedade Max Planck pretende moldar sua cooperação com parceiros na China de maneira "informada, responsável e estratégica".

Enquanto isso, a China continua a avançar com sua agenda de política externa utilizando meios tecnológicos. Após a astronauta de Hong Kong, Lai, que gerou grande entusiasmo na antiga colônia britânica, um astronauta estrangeiro, pela primeira vez, passará seis meses na estação espacial chinesa a partir de outubro. Dois paquistaneses já estão treinando para a missão Shenzhou 24 ("Nave divina-24"). A mensagem vinda da órbita da Terra é clara: a formação de blocos políticos também ocorre no vácuo do espaço. O Paquistão é um aliado próximo do governo de Pequim.

O que causa os TERREMOTOS?

 


Qual a origem de sismos poderosos como o ocorrido na Venezuela e em outras áreas propensas a terremotos? Aqui, uma visão geral das perguntas e respostas mais importantes sobre estes fenômenos.  

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Regiões acima das falhas geológicas, onde placas tectônicas se encontram, são particularmente vulneráveis a terremotosFoto: Federico Parra/AFP

Terremotos não são incomuns em muitas regiões, mas têm repetidamente um impacto dramático sobre a população e a infraestrutura.

O que exatamente acontece durante um terremoto? Quais processos geológicos estão por trás deles, na Venezuela e em outras regiões de risco do mundo?

Como os terremotos ocorrem?

A crosta terrestre é estruturada como um quebra-cabeça, composta por muitas peças individuais, com algumas placas oceânicas gigantescas e várias placas continentais menores. O número exato de placas pequenas e muito pequenas é tema de debate científico.

As várias placas "flutuam" no interior fundido do nosso planeta. Devido à ascensão do magma do núcleo da Terra em certas falhas geológicas, as placas tectônicas se deslocam alguns centímetros por ano.

Isso acontece há bilhões de anos, e é, portanto, perfeitamente normal. As placas se afastam umas das outras, se atritam ou deslizam umas sob as outras. Consequentemente, o continente sobrejacente se move. Esses movimentos são chamados de tectônica de placas.

A tectônica de placas leva repetidamente ao travamento das placas. A tensão na rocha aumenta e, se ficar muito grande, pode ser liberada repentinamente. A partir desse epicentro, ondas de pressão se propagam até a superfície da Terra e são sentidas como terremotos.

Onde os terremotos são particularmente frequentes?

Regiões localizadas acima das chamadas falhas geológicas, onde duas placas tectônicas da crosta terrestre se encontram, são, portanto, particularmente vulneráveis. A partir de 5,0 na escala Richter – sistema usado pelos sismólogos para medir a intensidade de um terremoto – podem ocorrer danos visíveis, por exemplo, em edifícios.

Se um terremoto ocorrer no fundo do oceano, pode gerar tsunamis. Essas ondas, que se propagam em alta velocidade, podem causar inundações devastadoras ao atingirem a terra. Devido à constante atividade sísmica em regiões ao longo dos limites das placas tectônicas, é muito difícil prever grandes terremotos, afirma Fabrice Cotton, professor de sismologia do Centro Alemão de Pesquisa em Geociências (GFZ) em Potsdam.

O que são as réplicas?

Terremotos fortes quase sempre desencadeiam uma série de tremores menores. Essas réplicas ocorrem porque as placas tectônicas no epicentro continuam se movendo para frente e para trás, parando apenas lentamente. Mas mesmo as réplicas mais fracas podem causar danos significativos: edifícios que foram danificados apenas pelo terremoto principal acabam desabando, resultando em ainda mais mortes, feridos e desabrigados.

"A única maneira de proteger as pessoas de terremotos é por meio de construções resistentes a terremotos", diz Cotton.     

Por que não se podem prever TERREMOTOS altamente destrutivos

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Cientistas ainda não conhecem o fenômeno bem o suficiente para identificar os sinais de que um abalo vai acontecer. Inteligência artificial é aposta para o futuro, mas ainda sem precisão.     

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Não é possível prever terremotos fortes, como o ocorrido na Venezuela, mesmo com sistemas de alerta à populaçãoFoto: Federico Parra/A

Os terremotos de magnitude 7,5 e 7,2 que atingiram a Venezuela nesta quarta-feira (24/06) foram os mais fortes em mais de um século, desde o ano 1900, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Apesar do alto potencial destrutivo e do prejuízo para a vida humana, os cientistas não conseguem prever estes abalos sísmicos, porque ainda falta conhecimento sobre os padrões da natureza. 

"Nós não sabemos como [prever grandes terremotos], e não esperamos saber num futuro previsível. Os cientistas do USGS só podem calcular a probabilidade de que um terremoto significativo ocorra em uma área específica dentro de um determinado número de anos," explica o site do serviço americano, referência mundial no assunto.

Prever um terremoto significaria, na prática, saber exatamente quando ele vai acontecer, a área que sentirá o maior choque e, ainda, qual será a magnitude. O problema é que não se sabe com clareza quais são os sinais que poderiam indicar as respostas para estas perguntas. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 750 mil pessoas morreram entre 1998 e 2017 em decorrência de terremotos, mais da metade das vidas perdidas em desastres naturais globalmente.

Teorias não comprovadas

Existem várias teorias sobre fenômenos que poderiam preceder um abalo de alta magnitude numa localização geográfica.

A lista dos apontados "precursores" inclui terremotos moderados ou terremotos pequenos em série, que poderiam sugerir que outro maior está por vir; o aumento de radônio, gás radioativo presente na natureza; e até mesmo o comportamento incomum de animais.     

Como animais podem prever desastres naturais

05:35

Mas nenhuma destas opções tem comprovação científica, apesar de frequentemente serem citadas por leigos que, sobretudo na internet, se dizem capazes de prever terremotos. 

"Infelizmente, a maioria desses precursores ocorre com frequência sem ser seguida por um terremoto, de modo que não é possível fazer uma previsão real," diz o USGS.

Já a previsão da magnitude de um terremoto – e, portanto, do seu potencial destrutivo – esbarra num obstáculo principal: os abalos pequenos e grandes começam de maneira parecida. A força do abalo só fica clara com pouquíssima antecedência, limitando a possibilidade de emitir alertas para a população. 

Nova aposta em inteligência artificial

Uma das apostas dos estudiosos nos últimos anos, segundo a revista Nature, é o uso de inteligência artificial (IA) para identificar padrões que poderiam indicar a ocorrência futura de terremotos, com base em extensivas bases de dados já disponíveis. 

A dificuldade, explica a publicação, repousa, primeiro, no desconhecimento sobre quais fatores as máquinas devem analisar. Segundo, na ausência de informações completas para terremotos que aconteceram há duas ou três décadas, quando ainda não havia as mesmas tecnologias de captura de dados.

Todos os dias, milhares de pequenos terremotos acontecem ao redor do planeta, e a maioria deles é fraco demais para ser sentido na superfície terrestre. Mesmo o Brasil, numa região de estabilidade tectônica, registra em média 20 sismos de magnitude maior que 3,0 na escala Richter por ano e dois com magnitude maior que 4,0, segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB).

A abundância de abalos facilita a vida dos pretensos previsores amadores de terremotos. Não é tão difícil acertar, por exemplo, que um tremor de baixa magnitude ocorrerá numa área de alta propensão dentro de um período de algumas semanas ou meses, pondera o USGS.

Alertas de curto prazo

Os serviços geológicos, por sua vez, têm três ferramentas que contribuem para mitigar o poder destrutivo de um terremoto. A primeira delas é a emissão de alertas depois que um abalo sísmico já começou. Assim, é possível alertar populações de que um tremor poderá – mesmo que em alguns segundos – atingir a sua localização, orientando-as a se proteger.

O sistema identifica as chamadas ondas primárias de um terremoto, vibrações que viajam mais rápido, e avisa que deverão ocorrer ondas secundárias. O tempo que leva para as ondas primárias serem detectadas depende, entretanto, da distância entre o ponto de origem do abalo sísmico e os sismógrafos mais próximos. 

É necessário, então, transferir as informações por redes especializadas e, depois, processá-las, a fim de determinar que, de fato, se configuram as condições para um terremoto e que a sua intensidade é alta o suficiente para emitir um aviso à população.

"Alarmes falsos podem gerar custos desnecessários com emergências e comprometer a credibilidade desses sistemas, o que, em última análise, afetará a forma como as pessoas reagirão a alarmes no futuro. Garantir que as previsões sejam o mais precisas possível, minimizando esses riscos, é um desafio enorme," explica a Nature.

Estes sistemas de monitoramento e alerta são adotados por vários países, como México, Japão, Turquia e Itália. Numa das regiões mais vulneráveis do mundo, os japoneses têm hoje o sistema mais sofisticado, operando a nível nacional desde 2007, o que exige investimentos em tecnologias de detecção e aprimoramento contínuo. 

Os alertas são transmitidos, então, por sirenes, na televisão e no rádio e pelos celulares. Ainda assim, estabelecer o epicentro do terremoto e a sua magnitude permanecem desafios.

Cálculos de probabilidades

As outras duas ferramentas dos cientistas miram o médio e o longo prazo. Assim como é possível prever como estará o tempo nos próximos dias ou semanas, estimam-se alguns abalos sísmicos de menor intensidade, que poderão ocorrer em janelas de tempo fechadas, de acordo com circunstâncias já dadas.

Mas o USGS explica que este recurso se aplica para abalos secundários, aqueles que vêm depois de um terremoto forte. A tendência é que os tremores subsequentes sigam o mesmo padrão. 

Além disso, os serviços geológicos calculam a probabilidade, em períodos extensos, de um terremoto acontecer numa localização e período específicos. A conta se baseia na média de eventos que já se registraram ao longo da história, assumindo que as taxas anuais de terremotos não mudam. 

Torna-se possível, assim, tomar medidas de prevenção de desastres para as regiões que tendem a ser mais afetadas ao redor do mundo. É o caso, sobretudo, do Círculo de Fogo do Pacífico, onde ocorrem 90% dos terremotos do planeta.

Terremoto provocado por humanos no Brasil

Em casos raros, os terremotos podem também ser induzidos pela atividade humana, explica ainda o SGB, em decorrência de explosões nucleares, introdução de água e gás sob pressão no subsolo, construção de barragens, mineração a céu aberto de grandes proporções ou extração de fluidos, como petróleo, do subsolo.

Foi o que aconteceu na Hidroelétrica de Capivari-Cachoeira, perto de Curitiba, no Paraná, com atividade sísmica registrada entre 1971 e 1979, cada vez de menor intensidade. O maior tremor já registrado em solo brasileiro, segundo o SGB, ocorreu em 1955, com epicentro a 370 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso.

Em geral, estima-se que, no país, devam ocorrer tremores de magnitude maior que 7,0 uma vez a cada 500 anos, em comparação a três anos no Chile, por exemplo.

ht/cn (ots)      

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Universo continua a se EXPANDIR rapidamente, confirma estudo

 

José Urrejola

Nova pesquisa reafirma teorias sobre a taxa de expansão do universo e a existência de energia escura, contradizendo estudo do ano passado que dizia que expansão do universo teria desacelerado.       

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Universo segue em expansão acelerada, constatam cientistas, após estudo contrariar esse entendimentoFoto: NASA/ESA/CSA/STScI/Handout/REUTERS

O Big Bang, a grande explosão ocorrida há cerca de 13,8 bilhões de anos, deu origem ao universo, que vem se expandindo desde então. Em 1998, astrônomos revelaram que esse crescimento ocorre em ritmo cada vez mais acelerado e que uma força invisível enigmática, chamada energia escura, seria responsável por isso.

No entanto, um estudo controverso, publicado no ano passado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, colocou esse consenso em dúvida ao concluir que a expansão do universo teria desacelerado, desafiando as bases da astrofísica moderna.

A resposta da comunidade científica não demorou. Uma nova pesquisa publicada em meados de junho na mesma revista refuta o estudo anterior e reforça o modelo cosmológico padrão por meio de uma análise mais abrangente.

"O universo continua se acelerando. Ainda há muito que não sabemos e que nos entusiasma aprender, mas acreditamos que estamos no caminho certo", afirma o coautor Brodie Popovic, astrofísico da Universidade de Southampton, na Inglaterra.

Em comunicado da própria universidade, o autor principal, Phil Wiseman, afirma: "As medições anteriores, amplamente aceitas, estavam de fato corretas, e nossa compreensão atual sobre o destino do universo continua sólida".

Imagem de uma galáxia localizada a cerca de 130 milhões de anos-luz da Terra
Muitos aspectos da energia escura permanecem um mistério, mesmo com os avanços na astronomiaFoto: NASA/UPI Photo/Newscom/picture alliance

Supernovas: os marcadores de tamanho do cosmos

Para determinar o ritmo da expansão, a equipe internacional – que inclui dois ganhadores do Nobel – recorreu às supernovas do tipo Ia. Essas poderosas explosões estelares ocorrem quando uma anã branca, remanescente de uma estrela de massa pequena ou média, colapsa sobre si mesma ao fim de seu ciclo de vida.

Como essas explosões apresentam praticamente a mesma luminosidade intrínseca, são fenômenos extremamente valiosos para medir distâncias no espaço profundo. Seu brilho aparente varia de acordo com a distância até a Terra, mais intenso quando está próxima e mais fraco à medida que se afasta, funcionando como verdadeiros marcos de referência na imensidão do universo.

Ao analisar essa luz, os pesquisadores conseguem estimar a velocidade da expansão cósmica em diferentes períodos da história do universo, já que observar regiões distantes do espaço equivale a olhar para o passado, devido ao tempo que a luz leva para chegar até nós.

O debate sobre o "efeito da idade"

Os astrônomos estimam que o universo é composto por apenas 5% de matéria comum (estrelas, planetas e gás), 27% de matéria escura e impressionantes 68% de energia escura.

Adam Riess, coautor do novo estudo, astrofísico da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e vencedor do Nobel de Física de 2011 pelo codescobrimento da expansão acelerada do universo, afirma que "as supernovas do tipo Ia são a principal ferramenta para medir a história da expansão do universo e forneceram a primeira evidência, em 1998, de que essa expansão está se acelerando devido à energia escura".

ilustração de uma anã branca
A explosão de estrelas como as anãs brancas ajuda a medir a expansão do universo e sua velocidadeFoto: ESO/L. Calcada/REUTERS

Argumentos e respostas

Os autores do estudo de 2025 sugeriram que a energia escura estaria perdendo força e deixado de acelerar a expansão do universo. Além disso, argumentaram que as distâncias das supernovas deveriam ser calibradas de outra forma, levando em conta a idade das estrelas que acabam explodindo, e que esse chamado "efeito da idade" poderia alterar de maneira significativa as evidências da aceleração.

"Não encontramos evidências do suposto 'efeito da idade' nas maiores amostras calibradas de supernovas utilizadas pela comunidade cosmológica na última década", afirmou Riess.

O astrofísico Young-Wook Lee, da Universidade Yonsei, em Seul, na Coreia do Sul, e líder do estudo contestado, defendeu suas conclusões ao afirmar que o novo estudo apresenta "falhas metodológicas graves ou chega a conclusões que são internamente inconsistentes segundo sua própria lógica".

A energia escura ainda é um mistério

Apesar das críticas, os autores da pesquisa mais recente demonstraram plena confiança em seus métodos e sustentam que a aceleração do universo é um fato incontestável. Ainda assim, a natureza física da energia escura permanece desconhecida.

O Observatório Vera C. Rubin, no Chile, e o futuro Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, cujo lançamento está previsto para agosto, podem trazer respostas importantes.

"Esperamos que os novos dados obtidos com o Vera Rubin e com o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman nos ajudem a entender melhor o que é, de fato, a energia escura", conclui Popovic.    Há provas de que a matéria escura realmente existe?

terça-feira, 23 de junho de 2026

Entenda por que não sentimos a TERRA GIRAR a 1.670 km/h

A ciência explica que isso tem a ver com o jeito que nosso corpo funciona e faz com que o movimento passe despercebido no dia a dia

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Terra gira a 1.670 quilômetros por hora
Nasa
Terra gira a 1.670 quilômetros por hora

A Terra gira em torno de si mesma a  1.670 km/h na região da Linha do Equador, mas, mesmo com essa velocidade  enorme, nós não sentimos esse movimento. Existem três motivos para isso:


O corpo não percebe

Primeiramente, o corpo humano percebe com mais facilidade mudanças na velocidade do que no movimento contínuo, como o de rotação da Terra. A astrônoma Stephanie Deppe explica o efeito ao Live Science.

Se você está em um carro e vai a uma velocidade constante na estrada, se fechar os olhos e ignorar o barulho da estrada, você se sentiria parado. Stephanie Deppe, astrônoma do Observatório Vera C. Rubin


O mesmo acontece em uma viagem de avião, quando os passageiros sentem a velocidade na decolagem e na desaceleração do pouso, mas poucas vezes percebem isso durante o voo.

Outro exemplo, dado por Galileu, descreve que uma pessoa dentro de um navio navegando em águas tranquilas também não conseguiria saber se a embarcação está parada ou em movimento só olhando o que acontece dentro dela.

Tudo ao redor está girando

A segunda explicação é que a atmosfera, os oceanos, os prédios, os veículos e as pessoas se movem junto com a Terra, então tudo parece estar parado.

Quando alguém vê a paisagem pela janela de um trem, por exemplo, consegue notar a velocidade porque vê as árvores e as construções ficando para trás. No caso da Terra, isso não acontece, então não existe um ponto fixo próximo para servir de comparação.

A gravidade é muito forte

A rotação da Terra gera um efeito que empurra tudo para fora, chamado de força centrífuga, mas ele é muito fraco quando comparado à gravidade.

Segundo a NASA, a gravidade do planeta é centenas de vezes mais forte do que esse efeito causado pela rotação, por isso, a gravidade acaba ganhando e impede que notemos qualquer influência da rotação no dia a dia.

Além de girar em torno de si mesma, a Terra viaja ao redor do Sol a cerca de 107 mil km/h. Mesmo assim, ninguém percebe esse movimento pelos mesmos motivos.

Efeitos dos movimentos da Terra

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O movimento de  rotação da Terra em torno de si mesma dura cerca de 24 horas e é responsável pela mudança entre os dias e as noites, dependendo da parte do planeta que está virada para o Sol. 

Já a volta ao redor do Sol leva cerca de 365 dias e mais um quarto de dia. Como o nosso calendário usa anos de 365 dias, essa diferença vai se acumulando com o tempo. Para corrigir isso, um dia extra é adicionado a cada quatro anos. Esse ajuste cria o chamado ano bissexto e mantém o calendário humano alinhado com o movimento real da Terra.

A NASA explica ainda que o eixo da Terra é inclinado em cerca de 23,4 graus, o que faz com que diferentes regiões do planeta recebam mais ou menos luz solar ao longo do ano, dando origem às estações.

Peixe ao molho cremoso com leite de coco encorpado e saboroso, para você receber muitos elogios

 


Quer impressionar seus convidados com uma refeição cheia de leveza e requinte? Faça essa receita de peixe ao molho cremoso com leite de coco, simples assim!

Peixe ao molho cremoso com leite de coco    
O peixe ao molho cremoso com leite de coco, além de ficar incrivelmente saboroso, fica com uma textura suave e aveludada de dar água na boca. Confira o passo a passo dessa versão que o

Como fazer peixe ao molho cremoso com leite de coco

Para fazer peixe ao molho cremoso com leite de coco, vamos precisar de alho, tomate, cebola, pimenta de cheiro, pimentão vermelho, leite de coco, creme de leite, tomate seco, peixe pintado, lemon pepper, coentro, cebolinha, sal e azeite. Primeiramente iremos temperar as postas de peixe com lemon pepper e sal e deixar marinar por 1 hora. Em seguida vamos preparar o refogado, seguindo as instruções, dispor as postas de peixe marinadas, adicionar os demais ingredientes, deixar ferver para encorpar, finalizar com o coentro e cebolinha, retirar do fogo e saborear!

Ingredientes da receita de peixe ao molho cremoso com leite de coco

  • 5 dentes de alho
  • 3 tomates
  • 1 cebola
  • 1 pimenta de cheiro
  • ½ pimentão vermelho
  • 2 vidros de leite de coco
  • 1 caixinha de creme de leite
  • 1 colher(sopa) de tomate seco
  • 1 kg de peixe pintado
  • Lemon pepper a gosto
  • Coentro e cebolinha a gosto
  • Sal e azeite a gosto

Modo de preparo

  1. Coloque as postas de peixe numa tigela e tempere com lemon pepper e sal a gosto. Misture bem para envolver os temperos no peixe e deixe marinar por 1 hora.
  2. Numa panela grande coloque o azeite, o alho e a cebola picados, leve em fogo médio e deixe dourar.
  3. Adicione o tomate, a pimenta de cheiro e o pimentão picados, coloque o sal, e deixe  refogar um pouco.
  4. Acrescente o colorau, o tomate seco, misture bem, coloque o leite de coco, mexa para agregar e deixe ferver.
  5. Disponha as postas de peixe, mexa delicadamente, tampe a panela e deixe cozinhar por 10 minutos.
  6. Coloque o creme de leite, mexa para incorporar, deixe ferver para encorpar, finalize com o coentro e a cebolinha e retire do fogo.
  7. E agora se delicie com esse suculento peixe ao molho cremoso com leite de coco!

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Como criar o SANDUÍCHE PERFEITO com praticidade e economia

 

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22 jun 2026  
Resumo
Montar um sanduíche perfeito é uma arte que combina sabor, praticidade e criatividade. Ao variar recheios, é possível agradar diferentes paladares e dietas, de carnívoros a vegetarianos. Invista em combinações de proteínas, vegetais e cremosos, priorize ingredientes frescos e ajuste temperos para criar opções equilibradas e saborosas. 🌟🥪

Um bom sanduíche pode salvar o almoço, o lanche e até a janta. Quando o recheio é variado, acessível e saboroso, tudo fica mais prático.

Foto: Guia da Cozinha

A melhor parte é que não existe uma única fórmula. Dá para montar sanduíche para quem come carne, para vegetarianos, para quem busca leveza e até para dietas mais controladas.

Como montar um sanduíche melhor

O recheio faz toda a diferença no sanduíche. Ele define sabor, textura e até o nível de saciedade. Por isso, vale pensar além do básico.

Uma boa combinação costuma unir proteína, vegetais e algum elemento cremoso. Assim, o sanduíche fica mais completo e gostoso. Também evita aquela sensação de lanche seco.

O segredo está no equilíbrio. Ingredientes baratos podem render muito bem. Com alguns ajustes, o sanduíche ganha cara nova sem pesar no bolso.

Dicas para acertar

  • Use pão que combine com o recheio.

  • Misture texturas diferentes.

  • Acrescente folhas e legumes.

  • Ajuste o molho com moderação.

  • Priorize ingredientes frescos.

Essas escolhas ajudam a montar um sanduíche mais interessante. E facilitam a adaptação para diferentes dietas.

Recheios com carne

Quem gosta de carne tem muitas opções. O importante é variar os cortes e os acompanhamentos. Assim, o sanduíche não fica sempre igual.

Frango desfiado é uma das opções mais versáteis. Ele combina com maionese, requeijão, milho e cenoura ralada. Além de barato, rende bem em vários tipos de sanduíche.

Carne moída temperada também funciona muito bem. Ela pode ser feita com cebola, alho e tomate. Depois, basta colocar no pão com queijo ou salada.

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Outra ideia é usar carne de panela desfiada. Esse recheio fica suculento e aproveita sobras da geladeira. É uma forma inteligente de transformar o sanduíche em refeição completa.

Recheios vegetarianos

O universo vegetariano oferece combinações deliciosas. E o melhor: muitas delas são muito acessíveis. O sanduíche vegetariano pode ser simples e ainda assim muito saboroso.

Pasta de grão-de-bico é uma ótima base. Ela lembra homus e combina com tomate, alface e cenoura. Além de nutritivo, deixa o sanduíche bem cremoso.

Outra opção é usar ovos mexidos com queijo e ervas. Esse recheio é rápido e funciona em qualquer hora do dia. Também agrada quem quer um sanduíche mais leve, mas ainda proteico.

Legumes grelhados entram muito bem nessa lista. Abobrinha, berinjela e pimentão criam um recheio colorido. Com um molho simples, o sanduíche ganha sabor e textura.

Opções vegetarianas práticas

  1. Pasta de grão-de-bico.

  2. Ovos mexidos com ervas.

  3. Legumes grelhados.

  4. Ricota temperada.

  5. Queijo com tomate e orégano.

Essas opções mostram como o sanduíche sem carne pode ser completo. E ainda atende diferentes perfis de consumo.

Recheios leves e funcionais

Quem busca leveza pode apostar em recheios mais simples. Aqui, o foco fica em frescor e equilíbrio. O sanduíche continua gostoso, mas com menos excesso.

Atum com iogurte natural é uma combinação clássica. Ela fica cremosa, proteica e prática. Também é uma opção boa para um sanduíche rápido.

Ricota amassada com tomate e azeite é outra escolha leve. O sabor é suave e combina com pães integrais. Isso cria um sanduíche mais delicado e funcional.

Peito de peru com folhas verdes também aparece entre as opções. Basta adicionar alface, rúcula e pepino. O resultado é um sanduíche leve e fácil de montar.

Recheios para dietas com mais proteína

Quem quer aumentar proteína também tem muitas escolhas. Esse tipo de recheio ajuda na saciedade. Além disso, deixa o sanduíche mais completo.

Frango grelhado desfiado com cottage é um clássico. Ele é simples, barato e rende bem. Também funciona em sanduíche para quem treina ou quer algo mais nutritivo.

Ovos cozidos picados com mostarda formam outra combinação eficiente. O preparo é rápido e o sabor fica interessante. É uma boa ideia para um sanduíche reforçado.

Tuna com cenoura ralada também merece espaço. A mistura entrega proteína e crocância. E funciona em um sanduíche para almoço ou pós-treino.

Ideias proteicas

  • Frango com cottage.

  • Ovos com mostarda.

  • Atum com cenoura.

  • Carne desfiada com salada.

  • Ricota com sementes.

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Essas combinações ajudam a variar a rotina. E tornam o sanduíche mais útil em diferentes momentos do dia.

Recheios mais baratos

Dá para montar um bom sanduíche sem gastar muito. O segredo está em usar ingredientes básicos com criatividade. E isso faz bastante diferença.

Ovos mexidos são uma das opções mais econômicas. Com tomate e cheiro-verde, ficam ainda melhores. É um recheio simples para qualquer sanduíche.

Sardinha amassada com limão e cebola também funciona bem. O sabor é marcante e o custo costuma ser baixo. Além disso, o sanduíche ganha um toque caseiro.

Outra ideia é usar queijo minas com banana. Essa combinação agrada quem gosta de sabores contrastantes. E transforma o sanduíche em algo prático e diferente.

Como variar sem complicar

A mesma base pode gerar vários recheios. Basta mudar o molho, o vegetal ou a proteína. Assim, o sanduíche não enjoa.

Se quiser mais cremosidade, use iogurte ou requeijão. Se preferir leveza, invista em folhas e legumes. E, para mais sabor, entre com ervas e temperos.

Também vale pensar no tipo de pão. Pão integral combina com recheios leves. Já pão francês ou ciabatta funcionam bem com sanduíche mais robusto.

Checklist de montagem

  • Escolha uma proteína.

  • Adicione um vegetal fresco.

  • Inclua algo cremoso.

  • Ajuste o tempero.

  • Combine com o pão certo.

Esse passo a passo facilita a montagem. E ajuda a deixar cada sanduíche mais equilibrado.

Recheios para cada momento

O café da manhã pede algo leve. O almoço pode levar recheios mais completos. Já o lanche da tarde aceita versões rápidas de sanduíche.

Para manhã, ovos com queijo funcionam bem. No almoço, frango desfiado ou carne de panela são ótimas escolhas. No lanche, pasta de grão-de-bico ou ricota resolvem fácil.

Essa adaptação deixa a rotina mais prática. E evita cair sempre nos mesmos sabores. Com isso, o sanduíche vira uma solução versátil.

O que vale lembrar

Um bom recheio não precisa ser caro. Também não precisa ser complicado. O importante é combinar sabor, praticidade e equilíbrio no sanduíche.

As opções acima atendem dietas diferentes e bolsos diferentes. Isso torna o lanche mais democrático. E mostra que o sanduíche pode ser simples sem perder graça.

No fim, o melhor recheio é aquele que combina com sua rotina. Com criatividade, dá para variar bastante. E fazer do sanduíche uma refeição muito mais interessante.

Guia da Cozinha

Bolinho de CUSCUZ COM QUEIJO: receita fácil e cremosa na Air Fryer

 

23 jun 2026  
Resumo
A Ipanema Queijos apresenta o Bolinho de Cuscuz com queijo, uma receita prática e deliciosa feita na air fryer. Com mussarela derretida e requeijão cremoso, o prato combina o sabor caseiro com a praticidade, sendo ideal para festas juninas e diversas ocasiões. Confira o preparo fácil e adaptações criativas para agradar todos os gostos! 🧀✨

O tradicional cuscuz ganhou uma versão ainda mais irresistível com o Bolinho de Cuscuz com queijo, que pode ser preparado na air fryer e recheado com bastante mussarela derretida e requeijão cremoso. A receita da Ipanema Queijos faz sucesso entre as famílias, pois combina a textura do flocão de milho com a cremosidade do queijo.

Foto: Guia da Cozinha

Reconhecida pela tradição no setor de laticínios, a Ipanema Queijos aposta em produtos que valorizam o sabor caseiro e a versatilidade no dia a dia dos consumidores. A marca vem ampliando sua presença em receitas práticas e afetivas, incentivando preparos que unem praticidade e momentos de convivência à mesa, sempre com foco na qualidade dos ingredientes e na cremosidade característica de seus produtos.

O preparo pode ser feito em porções individuais, usando forminhas de empada ou muffin, ou em uma forma maior para servir em pedaços. Em ambos os casos, leva poucos minutos para ficar pronto e se adapta facilmente a diferentes ocasiões. Veja a receita a seguir:

Receita - Bolinho de cuscuz com queijo

Lista de ingredientes

  • 1 xícara de flocão de milho
  • 2 a 3 colheres de água
  • 2 ou 3 colheres de requeijão cremoso Ipanema
  • 1 medida de fermento em pó
  • 150 gramas de mussarela Ipanema
  • 1 ou 2 ovos
  • Sal a gosto.

Modo de preparo

  1. Em um recipiente, misture o flocão de milho com a água e deixe descansar por 3 minutos.
  2. Junte o ovo, o requeijão cremoso, o sal e misture bem.
  3. Na sequência, acrescente o fermento em pó.
  4. Você pode fazer porções individuais em forminhas para empada ou muffin: encha metade de cada forminha, recheie com a mussarela, cubra com massa até a borda e polvilhe com mussarela.
  5. Outra opção é repetir o mesmo processo em uma forma maior que caiba na air fryer e cortar em pedaços depois de assado. O tempo de cozimento é o mesmo!
  6. Leve à air fryer pré-aquecida a 180°C por 12 a 15 minutos. E estará pronto!

Com sabor caseiro, preparo simples é uma combinação que agrada diferentes gostos e é uma ótima opção de aperitivo para servir em festas de São João, trazendo um toque criativo e ainda mais cremoso para as celebrações juninas.

Guia da Cozinha