O meu blog é HOLÍSTICO, ou seja, está aberto a todo tipo de publicação (desde que seja interessante, útil para os leitores). Além disso, trata de divulgar meu trabalho como economista, escritor e compositor. Assim, tem postagens sobre saúde, religião, psicologia, ecologia, astronomia, filosofia, política, sexualidade, economia, música (tanto minhas composições quanto um player que toca músicas de primeira qualidade), comportamento, educação, nutrição, esportes: bom p/ redação Enem
Já se perguntou como algumas pessoas parecem lidar melhor com as emoções do dia a dia
do que outras? A inteligência emocional desempenha um papel fundamental
em como reagimos aos desafios, gerenciamos o estresse e interagimos com
os outros.
Em um artigo escrito para o MinhaVida, a psicóloga Larissa Fonseca detalha os benefícios dessa característica: “A inteligência emocional
nos capacita a reconhecer nossas emoções e buscar apoio, encontrando
significado até nos momentos mais sombrios, promovendo uma recuperação
emocional saudável”, explica.
Mas o que
acontece quando alguém não está muito afinado com sua própria
inteligência emocional? Muitas vezes, comportamentos que podem parecer
normais à primeira vista, na verdade, indicam uma falta de percepção
emocional. O MinhaVida listou 6 comportamentos comuns que pessoas com
pouca inteligência emocional costumam apresentar, muitas vezes sem
perceber. Acompanhe!
6 comportamentos que pessoas com pouca inteligência emocional costumam ter
A inteligência emocional é uma habilidade
essencial para o nosso bem-estar e para os relacionamentos. Quando ela
está em falta, alguns comportamentos se destacam e podem afetar a
maneira como interagimos com o mundo ao nosso redor. Dentre eles:
1. Ter pouca empatia
Pessoas com baixa inteligência emocional geralmente têm dificuldade em se colocar no lugar dos outros.
Isso pode levar a um comportamento insensível ou até mesmo
desinteressado pelos sentimentos alheios. A empatia é fundamental para
criar conexões genuínas, e a falta dela pode deixar as pessoas ao seu
redor se sentindo desvalorizadas.
2. Dificuldade em manter amizades
Relacionamentos são uma via de mão dupla, e a
inteligência emocional desempenha um papel crucial na manutenção das
nossas amizades. Quem tem baixa inteligência emocional pode achar
difícil lidar com as complexidades dos relacionamentos, resultando em amizades que não duram muito tempo ou que são constantemente abaladas por conflitos.
3. Reagir exageradamente às críticas
A habilidade de receber feedback de forma construtiva é uma marca de inteligência emocional. Quando alguém reage de forma desproporcional às críticas,
seja com raiva, defensividade ou desânimo, isso pode indicar
dificuldade em gerenciar suas próprias emoções e em processar as
críticas de forma saudável.
4. Dificuldade em expressar sentimentos
A comunicação aberta sobre o que estamos
sentindo é vital para relacionamentos saudáveis. Quem tem baixa
inteligência emocional pode achar complicado expressar suas emoções de maneira clara e adequada, o que pode levar a mal-entendidos e à falta de conexão com os outros.
5. Comportamento impulsivo
Tomar decisões precipitadas sem considerar
as consequências é outro sinal de baixa inteligência emocional. Esse
comportamento impulsivo pode resultar em arrependimentos futuros e em
problemas nas relações pessoais e profissionais, pois a falta de
controle emocional frequentemente leva a ações impensadas.
6. Dificuldade em gerir o estresse
Quem tem inteligência emocional possui a
capacidade de lidar bem com o estresse. Pessoas com pouca inteligência
emocional podem se sentir facilmente sobrecarregadas por situações
estressantes e têm dificuldade em encontrar formas saudáveis de lidar com a pressão, o que pode afetar sua saúde e qualidade de vida.
Além do sabor refrescante, ele possui propriedades nutricionais que favorecem o bom funcionamento do organismo
Por:Redação EdiCase / Portal EdiCase
20 mar2026
Uma alimentação saudável não precisa ser
complicada. Com escolhas simples e inteligentes, como adicionar frutas e
vegetais frescos ao cardápio, você pode garantir uma dieta equilibrada,
cheia de nutrientes e sabor. O limão, por exemplo, é uma das frutas
cítricas mais versáteis e pode ser um aliado no seu dia a dia.
Incorporar
o limão à sua alimentação é uma maneira simples e saborosa de
aproveitar seus nutrientes e reforçar a saúde no dia a dia
Foto: kim7 | Shutterstock / Portal EdiCase
Além
do sabor refrescante, ele possui propriedades nutricionais que ajudam a
reforçar o sistema imunológico, apoiar a digestão e manter a saúde
cardiovascular. Por isso, conheça os principais benefícios do limão e
descubra como essa fruta pode ser a chave para uma alimentação mais
saudável!
O limão é uma excelente fonte de vitamina C,
um potente antioxidante que ajuda a combater os radicais livres e
reduzir o estresse oxidativo nas células. A ingestão adequada desse
nutriente melhora a função imunológica, reduz a inflamação e contribui
para a saúde cardiovascular ao diminuir os níveis de colesterol ruim.
Segundo
dados da Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA), da
Universidade de São Paulo e do Food Research Center, 100 g de limão
oferecem cerca de 38,2 mg de vitamina C. Conforme a Organização Mundial
da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde do Brasil, a recomendação diária
do nutriente para adultos é de 90 mg para homens e 75 mg para mulheres.
2. Propriedades antibacterianas e antifúngicas
O limão tem uma longa história de uso tradicional para o tratamento de infecções.
"O limão é conhecido por ser uma rica fonte de vitamina C e por
auxiliar no tratamento de gripes e resfriados. Porém, essa fruta também
possui propriedades antibacterianas que melhoram sintomas da dor de
garganta", afirma a nutricionista Solange Ventura.
3. Efeito desintoxicante e digestivo
O
ácido cítrico presente no limão estimula a produção de bile no fígado,
facilitando a digestão das gorduras e a eliminação de toxinas. Ainda, os
flavonoides dessa fruta ajudam a promover a digestão saudável,
estimulando a secreção de sucos gástricos.
"O suco de limão antes das refeições é suficiente para manter uma boa digestão.
Estudos mostraram que a vitamina C, contida nesse alimento, aumenta a
absorção da vitamina B, encontrada em carnes e verduras", conta Solange
Ventura.
4. Ajuda a combater gastrite
Segundo
Solange Ventura, o consumo do limão estimula a produção de carbonatos e
bicarbonatos orgânicos no nosso corpo. "Além disso, o ácido cítrico se
oxida, atuando como uma base, que, junto a outros componentes do limão,
controla a acidez estomacal e elimina resíduos, regenerando os tecidos
inflamados. Contudo, cabe salientar que o indivíduo com gastrite deve
procurar um médico", afirma.
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5. Reduz o mau hálito
As
propriedades antibacterianas e antifúngicas do limão também auxiliam no
combate ao mau hálito. Isso porque elas ajudam a eliminar
microrganismos presentes na boca e estimulam a produção de saliva,
contribuindo para uma sensação de frescor e limpeza.
O consumo de limão pode aumentar a biodisponibilidade de ferro no corpo, reduzindo o risco de anemia
Foto: Preecha2531 | Shutterstock / Portal EdiCase
6. Proteção contra anemia
A vitamina C presente no limão melhora a absorção de ferro não heme, o tipo encontrado em alimentos vegetais.
Quando combinado com fontes de ferro, como espinafre e leguminosas, o
consumo dessa fruta pode aumentar a biodisponibilidade desse mineral,
reduzindo o risco de anemia.
A deficiência de ferro —
mais conhecida, em sua forma avançada, como anemia ferropriva — é uma
condição que afeta cerca de 30% das mulheres brasileiras, de acordo com a
Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde de 2022.
7. Apoio à saúde cardiovascular
O
limão pode contribuir para a saúde cardiovascular por ser rico em
vitamina C e compostos antioxidantes, como os flavonoides, que ajudam a
combater os radicais livres e reduzir processos inflamatórios no
organismo. Esses nutrientes favorecem a proteção dos vasos sanguíneos,
melhoram a circulação e podem auxiliar na redução do colesterol LDL
(considerado prejudicial), ao mesmo tempo em que contribuem para manter a
pressão arterial sob controle.
No Brasil, cerca de 4
em cada 10 adultos apresentam níveis alterados de colesterol, segundo
alerta da Sociedade Brasileira de Cardiologia. O elevado nível de LDL
aumenta significativamente o risco de infarto e acidente vascular
cerebral (AVC), doenças que vitimaram juntas 20.184 brasileiros em todo o
país apenas no primeiro semestre de 2025, conforme registro do DataSUS,
do Ministério da Saúde.
8. Favorece o controle da glicemia
O limão pode favorecer o controle da glicemia devido à presença de fibras solúveis, como a pectina, e de compostos antioxidantes
que ajudam a desacelerar a absorção dos açúcares no organismo. Esse
efeito contribui para evitar picos rápidos de glicose no sangue após as
refeições, promovendo maior estabilidade nos níveis glicêmicos ao longo
do dia.
O diabetes mellitus é uma condição que atinge
mais de 20 milhões de pessoas no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira
de Diabetes. Além disso, a Federação Internacional de Diabetes aponta
que o país ocupa o 6º lugar no mundo entre as nações com mais pessoas
diabéticas.
9. Prevenção de cálculos renais
O
ácido cítrico no limão é capaz de ajudar a prevenir a formação de
cálculos renais, especialmente os compostos por oxalato de cálcio. A
ingestão de limonada ou água com limão aumenta a excreção de citrato, um
inibidor natural da formação de cálculos. Este efeito, associado à
hidratação adequada, pode ser benéfico para pessoas com tendência a
desenvolver cálculos renais. Contudo, seu consumo não substitui o tratamento e o acompanhamento médico.
10. Favorece a saúde da pele
O
limão favorece a saúde da pele principalmente por ser rico em vitamina C
e antioxidantes. A vitamina C estimula a produção de colágeno, uma
proteína essencial para manter a firmeza, elasticidade e aparência jovem
da pele. Além disso, os antioxidantes presentes na fruta ajudam a
combater os radicais livres, que são responsáveis pelo envelhecimento
precoce e pelo surgimento de rugas e manchas.
Como usar o limão e aproveitar seus benefícios
O
limão é extremamente versátil e, para aproveitar todos os seus
benefícios, pode ser incorporado à alimentação de várias formas, como:
In natura: consuma o limão fresco,
espremido ou em fatias, para obter vitamina C, antioxidantes e
fitoquímicos que fortalecem o sistema imunológico;
Suco natural: bata o limão com água e, se desejar,
adoce com mel ou adoçante natural, lembrando que a ingestão deve ser
moderada para proteger o esmalte dentário;
Smoothies e vitaminas: misture com outras frutas e vegetais para potencializar o valor nutricional da bebida;
Molhos, temperos e sobremesas: use suco ou raspas para realçar o sabor de saladas, carnes, peixes, molhos e doces;
Chás e infusões: adicione fatias ou suco de limão a chás de ervas, pois isso potencializa a ação antioxidante e favorece a hidratação.
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O
consumo de limão é considerado seguro para a maioria das pessoas, mas
aqueles com sensibilidade gástrica, úlceras ou refluxo devem moderar a
ingestão e buscar orientação profissional. Lembre-se: limão complementa
hábitos saudáveis, mas não substitui acompanhamento médico ou tratamento
específico.
Presença
de todos os componentes básicos do DNA e do RNA no asteroide Ryugu,
explorado por sonda japonesa, reforça teoria de que ingredientes da vida
vieram do espaço.
https://p.dw.com/p/5AcjD Copiar o link
O asteroide Ryugu tem cerca de 1 km de diâmetro, aparência angular e pertence aos asteroides do tipo C, ricos em carbono Foto: JAXA/REUTERS
Desde 1999 o asteroide Ryugu
(162173) fascina não apenas astrônomos. Esse corpo celeste de cerca de 1
km de diâmetro e aparência angular pertence aos asteroides do tipo C,
ricos em carbono (a classe de asteroides mais comum no Sistema Solar) e é
considerado um candidato promissor na busca por blocos químicos a
partir dos quais as primeiras formas de vida teriam se desenvolvido.
Para investigar essa possibilidade, a sonda espacial japonesa
Hayabusa-2 iniciou sua missão a Ryugu em 3 de dezembro de 2014. Ela
coletou amostras na superfície do asteroide e abaixo dela, iniciou a
viagem de retorno em novembro de 2019 e entregou cerca de 5,4 gramas de
material no sul da Austrália em dezembro de 2020.
Desde então, as amostras têm sido amplamente analisadas, e agora foram divulgados os primeiros resultados. Sonda japonesa prepara explosão em asteroide gigante
01:26
A equipe de pesquisa liderada pelo cientista Toshiki Koga, da Agência
Japonesa para Ciência e Tecnologia Marinho-Terrestre, relata na revista
Nature Astronomy que, nas amostras de Ryugu, foram encontradas
pela primeira vez todas as bases nitrogenadas – os blocos também
chamados de nucleobases que formam o DNA e o RNA e são, portanto, a base
da vida. Além da uracila, já detectada em 2023, foram identificadas
também a adenina, a guanina, a citosina e a timina.
Koga, porém, alerta contra conclusões precipitadas. "Isso não
significa que já tenha existido vida em Ryugu", afirma. Em vez disso, o
achado mostra "que asteroides primitivos puderam gerar e preservar
moléculas que são importantes para a química relacionada à origem da
vida".
Sonda espacial japonesa Hayabusa-2 coletou amostras na superfície de RyuguFoto: JAXA/Xinhua/IMAGO
Os resultados se encaixam no quadro geral: nucleobases já haviam sido
encontradas no material do asteroide Bennu, pesquisado pela Nasa, bem
como nos meteoritos Orgueil e Murchison. No entanto, o novo estudo
fornece a evidência mais abrangente sobre a distribuição dessas
moléculas no Sistema Solar, pois, pela primeira vez, foram realizadas
comparações sistemáticas com Bennu, Orgueil e Murchison.
Uma relação inesperada
A equipe também comparou as quantidades das nucleobases nos variados
tipos de rochas espaciais e constatou que asteroides e meteoritos
apresentam "misturas" muito diferentes desses compostos. Ryugu, por
exemplo, possui uma proporção quase equilibrada dessas moléculas,
enquanto outros corpos celestes são dominados por alguns tipos
específicos. Isso mostra que cada um tem uma história química própria.
Além disso foi identificada uma relação entre a composição das
nucleobases e a concentração de amônia – outra substância importante
para a vida – nas amostras. Ainda não está claro por que essa relação
existe, mas ela pode indicar a existência de um processo ainda
desconhecido, por meio do qual esses blocos químicos podem ter surgido
muito cedo no Sistema Solar, explica Koga.
A astrobióloga Morgan Cable, da Victoria University of Wellington, na
Nova Zelândia, que não participou do estudo, descreve o achado como
"único". Ele abre novas perspectivas sobre "como moléculas
biologicamente importantes podem ter se formado e contribuído para o
surgimento da vida na Terra".
Laboratórios químicos cósmicos
Missões como Hayabusa-2 e Osiris-Rex (que trouxe à Terra material do
asteroide Bennu) estão fornecendo cada vez mais indícios de que
asteroides podem ter funcionado como laboratórios químicos cósmicos,
possivelmente fornecendo os ingredientes para o surgimento da vida na
Terra.
O astrobiólogo César Menor-Salván, da Universidade de Alcalá, na
Espanha, contextualiza os achados da seguinte forma: tais moléculas
aparentemente se formam com facilidade sob condições pré-bióticas – ou
seja, antes de existir vida – provavelmente em todo o universo. Contudo,
isso não significa que a vida tenha surgido no espaço. É mais provável
que asteroides tenham fornecido as matérias-primas orgânicas a partir
das quais os primeiros processos bioquímicos se desenvolveram na Terra.
Relatório
Mundial da Felicidade avalia neste ano o papel das redes sociais para o
bem-estar. Pelo nono ano consecutivo, Finlândia é considerada o país
mais feliz do mundo.
https://p.dw.com/p/5AgR5
Em
média, felicidade é maior entre jovens que usam redes sociais com
moderação e para fortalecer laços sociais, segundo relatório globalFoto: Colourbox
O uso intensivo de redes sociais torna os jovens
mais infelizes. É o que aponta o Relatório Mundial da Felicidade de
2026, publicado nesta quinta-feira (19/03), com base num amplo estudo
global.
Os efeitos da "significativa queda no bem-estar" dependem do tipo de
plataforma, como ela é usada e fatores demográficos, a exemplo do nível
socioeconômico e gênero, segundo os autores. A pesquisa incluiu a
consulta de adolescentes de 15 anos em 50 países.
Os jovens que usam as redes sociais por menos de uma hora por dia
apresentam os níveis mais elevados de bem-estar, superiores aos daqueles
que nunca se conectam a elas. No entanto, os adolescentes passam
estimadas 2,5 horas por dia, em média, nas redes sociais.
"O uso excessivo está associado a um bem-estar significativamente
menor, mas aqueles que optam deliberadamente por ficar longe das redes
sociais também parecem estar perdendo alguns efeitos positivos," afirma
Jan-Emmanuel De Neve, diretor do Centro de Pesquisa sobre Bem-estar da
Universidade de Oxford, no Reino Unido.
O relatório é publicado pelo centro em parceria com a Gallup Data
Poll, a Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU) e um conselho editorial independente.
Efeito maior sobre meninas
O impacto negativo das redes sociais é maior sobre as jovens do sexo
feminino. Ao redor do mundo, as meninas que usam de zero a uma hora por
dia as mídias sociais se diziam mais satisfeitas com as suas vidas do
que as usuárias frequentes. Quanto mais horas de uso, menor o nível de
satisfação.
Citadas pelo relatório, pesquisas anteriores já indicaram que o Instagram pode piorar a imagem delas sobre o próprio corpo, aumentar ansiedade e depressão ou prejudicar a sua autoconfiança.
Diversos países têm discutido a proibição do uso de redes para menores de idade. Em dezembro, a Austrália aumentou a idade mínima de 13 para 16 anos para o uso de dez plataformas.
Já
a Espanha planeja proibir o acesso às redes sociais para menores de 16
anos e as plataformas serão obrigadas a implementar sistemas de
verificação de idade. Enquanto isso, legisladores franceses deram neste
ano o primeiro passo para vetar o uso para adolescentes de até 15 anos.
De forma geral, as plataformas baseadas em conteúdo selecionado por algoritmos
tendem a apresentar uma relação negativa com o bem-estar, especifica o
relatório. Outros fatores-chave são o foco nas imagens e nos
influencers.
No Brasil, entrou em vigor na terça-feira o a lei do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, conhecida como ECA Digital, voltada exclusivamente para a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais.
Jovens latinos mais felizes
Já as redes projetadas para facilitar as conexões sociais mostram uma
clara relação positiva com a felicidade, afirmam os pesquisadores,
citando dados de sete países da América Latina, incluindo o Brasil.
A região registrou um elevado nível de bem-estar entre os jovens,
mesmo com intenso uso de mídias sociais. Em comparação, a juventude no
Reino Unido e na Irlanda eram mais infelizes do que o esperado para o
seu padrão de uso das mídias sociais.
"De modo geral, a América Latina possui laços familiares e sociais
fortes, mais do que em outros lugares", segundo De Neve. A Costa Rica,
no relatório deste ano, pulou do 23º lugar em 2023 para o 4º lugar num
ranking dos 147 países com maior nível de felicidade.
Já o Brasil ficou em 32º lugar no ranking geral de felicidade, na
frente de França, Itália, Argentina, Colômbia e Portugal. A Alemanha
ficou na 17ª posição. A classificação resulta das respostas de 100 mil
participantes.
O primeiro lugar ficou, pelo nono ano consecutivo, para a Finlândia.
Dentre os seis países mais felizes do mundo, cinco eram nórdicos,
incluindo ainda: Islândia, Dinamarca, Suécia e Noruega. O relatório
atribui o resultado à riqueza, igualdade, sistemas de bem-estar social e
alta expectativa de vida destes países.
Os últimos colocados enfrentam guerras ou estão próximos delas, a
exemplo da República Democrática do Congo, Líbano, Iêmen, Serra Leoa e
Afeganistão.
O que parecem belas flores na verdade são protuberâncias que marcam o
início da doença de Alzheimer, cuja causa continua desconhecida. [Imagem: Ju-Hyun Lee et al. - 10.1038/s41593-022-01084-8]
Insucessos no combate ao Alzheimer
Décadas de uma teoria científica cada vez mais questionada, conhecida
como "hipótese beta-amiloide", não resultaram em tratamentos eficazes
contra a Doença de Alzheimer.
Para resumir os inúmeros estudos na área, uma equipe internacional de
cientistas fez uma nova revisão sobre os estudos mais recentes e
confirmaram que as intervenções focadas em um único fator se mostraram
insuficientes - não apenas as intervenções baseadas nas proteínas
amiloides, mas também nas menos conhecidas proteínas tau.
Com isto, os cientistas argumentam que a complexidade do Alzheimer -
impulsionada por uma interação multifacetada entre a deposição de
beta-amiloides, emaranhados de proteína tau, predisposições genéticas,
envelhecimento biológico e saúde sistêmica - exige uma abordagem
terapêutica mais integrada.
Visão holística sobre o Alzheimer
A revisão analisou em profundidade áreas críticas das pesquisas sobre Alzheimer. Veja as principais conclusões.
Além das beta-amiloides: Embora as
proteínas beta-amiloides continuem ocupando o centro das atenções da
maioria das equipes científicas, seus resultados clínicos decepcionantes
destacam as limitações de se utilizá-la isoladamente. Terapias
emergentes estão começando a focar na hiperfosforilação da proteína tau,
que leva à formação de emaranhados neurofibrilares e à perda neuronal.
O panorama genético:
A genética é responsável pela grande maioria das variâncias da doença
de Alzheimer, mas não pela doença em si. Além do conhecido fator de
risco APOE ε4, os pesquisadores estão agora explorando sítios
específicos de ancestralidade e a edição genômica (CRISPR/Cas9) como
potenciais intervenções pontuais.
Envelhecimento:
O envelhecimento é o principal fator de risco para a doença de
Alzheimer, envolvendo disfunção mitocondrial, senescência celular e
danos ao DNA. O caminho adotado aqui tem sido o de terapias
"senolíticas", que eliminam células gliais envelhecidas para melhorar a
função cerebral.
Saúde sistêmica: Condições
como resistência à insulina, hipertensão e até mesmo disbiose intestinal
exacerbam significativamente a patologia da doença de Alzheimer. A
reutilização de medicamentos para diabetes e o direcionamento ao eixo
intestino-cérebro representam vias sistêmicas promissoras.
Do reducionismo para a integração
Os autores da revisão defendem uma transição de abordagens "reducionistas" para "estratégias integradas".
Isso inclui o desenvolvimento de terapias com múltiplos alvos, a
utilização de organoides derivados de células-tronco pluripotentes
induzidas humanas para validação de medicamentos e a implementação de
tratamentos de precisão baseados em biomarcadores precoces, como a
proteína pTau217 plasmática.
"O sucesso no combate ao Alzheimer depende da colaboração
interdisciplinar e da inovação holística," concluem os autores,
defendendo que esta revisão deve servir como um guia para transformar a
doença de Alzheimer de um fardo incurável em uma condição controlável ou
até mesmo evitável.
A descoberta contesta a visão científica majoritária sobre a doença de
Parkinson e aponta para uma nova era de abordagens de tratamento mais
precisas e direcionadas. [Imagem: Jianxun Ren et al. - 10.1038/s41586-025-10059-1]
Endereço da doença de Parkinson
Uma equipe internacional de neurocientistas descobriu uma rede
cerebral que eles acreditam ser o ponto central das disfunções causadas
pela doença de Parkinson.
A doença de Parkinson é uma condição neurológica progressiva que
afeta milhões de pessoas globalmente, manifestando-se através de
tremores, rigidez motora e declínio cognitivo. Embora tratamentos
atuais, como medicações de longo prazo e a estimulação cerebral profunda
invasiva, sejam recomendados para tentar mitigar os sintomas, eles não
são capazes de interromper o avanço da patologia ou oferecer uma cura
definitiva.
O desafio reside no fato de que o Parkinson é uma doença
multissistêmica, impactando não apenas o movimento, mas também o sono, a
digestão e o pensamento, o que sugere que sua origem está em uma rede
neural mais ampla do que se supunha anteriormente.
É justamente isso que Jianxun Ren e seus colegas acabam de confirmar,
conforme eles identificaram a rede neural que eles batizaram de SCAN,
sigla em inglês para rede de ação somato-cognitiva (SCAN: Somato-Cognitive Action Network). Ela está localizada no córtex motor e é responsável por traduzir intenções em movimentos físicos.
Tratamentos funcionaram
Os cientistas descobriram que o Parkinson está enraizado em uma
conectividade excessiva entre a SCAN e o subcórtex, área ligada às
emoções e à memória. Essa "fiação" anormal interrompe a coordenação
entre o corpo e a mente.
A análise de dados de centenas de pacientes demonstrou que as
terapias mais bem-sucedidas são justamente aquelas que conseguem reduzir
essa hiperconectividade, restaurando o equilíbrio no circuito cerebral
responsável por planejar e monitorar ações. Ao contrário das abordagens
tradicionais, o direcionamento preciso de estímulos para essa área
demonstrou uma eficácia duas vezes maior na redução de sintomas em
comparação com a estimulação de regiões adjacentes.
"Este trabalho demonstra que a doença de Parkinson é um distúrbio da
SCAN, e os dados sugerem fortemente que, se você direcionar a SCAN de
forma personalizada e precisa, poderá tratar a doença de Parkinson com
mais sucesso do que era possível anteriormente," disse o Dr. Nico
Dosenbach, membro da equipe. "Alterar a atividade dentro da SCAN pode
retardar ou reverter a progressão da doença, e não apenas tratar os
sintomas."
Esta nova compreensão da doença de Parkinson abre caminho para
tratamentos de precisão não-invasivos, como a estimulação magnética
transcraniana direcionada com precisão milimétrica. No futuro, essa
abordagem poderá permitir intervenções precoces, antes que procedimentos
cirúrgicos sejam necessários, e o desenvolvimento de novas tecnologias,
como o uso de ultrassom focado e eletrodos de superfície, para tratar
problemas específicos de marcha e outras funções motoras de forma
personalizada.
Esta é uma frase muito comum, dita pelos padres no momento do casamento religioso. Pois bem, esta questão tem dois lados. Primeiro, se um relacionamento é saudável ou profíquo, que maravilha! Por que não ficar junto até a morte?
Segundo, antes que evolua para um femininicídio, a mulher tem mais que se livrar de um homem machista, possessivo, violento. Então sugiro que a frase supra seja eliminada do casamento religioso, na medida em que pode incentivar a ideia da posse (o que é desumano).