O meu blog é HOLÍSTICO, ou seja, está aberto a todo tipo de publicação (desde que seja interessante, útil para os leitores). Além disso, trata de divulgar meu trabalho como economista, escritor e compositor. Assim, tem postagens sobre saúde, religião, psicologia, ecologia, astronomia, filosofia, política, sexualidade, economia, música (tanto minhas composições quanto um player que toca músicas de primeira qualidade), comportamento, educação, nutrição, esportes: bom p/ redação Enem
Mais
de 150 milhões de hectares – pouco menos que a área do Amazonas –
queimaram em todo o globo nos primeiros meses de 2026. Com alta
probabilidade de um El Niño superintenso, 2º semestre pode ser ainda
pior.
https://p.dw.com/p/5DihG
Cientistas alertam para incêndios florestais particularmente graves em 2026.
"Este ano, a temporada global de incêndios começou muito rápido",
afirmou nesta terça-feira (13/05) Theodore Keeping, pesquisador de clima extremo do Imperial College London, que faz parte da rede de cientistas climáticos World Weather Attribution (WWA).
Os incêndios florestais causaram uma devastação 50% maior do que a
média para esta época do ano, e a área queimada por incêndios florestais
em todo o mundo é mais de 20% maior do que o recorde anterior
estabelecido desde o início do monitoramento em 2012, afirmou Keeping.
Áreas queimadas recordes foram observadas em quase todos os países da
África Ocidental e da região do Sahel, no norte do continente.
"No geral, 85 milhões de hectares foram queimados na África este ano,
em comparação com o recorde anterior de 69 milhões de hectares", disse o
cientista.
Fortes chuvas fornecem mais combustível para incêndios
Durante a última estação de crescimento, essas áreas receberam chuvas
sazonais excepcionalmente altas, alimentando o crescimento da grama
que, por sua vez, serviu como combustível para os incêndios.
"Além disso, as secas severas e as ondas de calor que vimos nos
últimos meses significam que os incêndios têm maior probabilidade de
ocorrer em áreas mais exuberantes e geralmente menos propensas a
incêndios", acrescentou Keeping.
Essa oscilação entre períodos úmidos e secos, chamada de efeito chicote hidroclimático, está aumentando na África Ocidental.
O outro grande contribuinte para a temporada global de incêndios tem
sido a Ásia, com grandes surtos de incêndios florestais na Índia, no
Sudeste Asiático e no nordeste da China. Os incêndios florestais
asiáticos queimaram até agora quase 40% mais do que no ano recorde
anterior.
Os Estados Unidos e a Austrália também registraram áreas queimadas excepcionalmente altas até agora em 2026.
Cientistas preveem "super El Niño" para 2026
Tudo isso acontece antes de um potencial "super El Niño" que deve
ocorrer ainda este ano. O fenômeno climático El Niño é a fase quente de
um padrão climático natural no Oceano Pacífico e nos ventos alísios que
afeta o clima global.
As previsões indicam que há 61% de chance de o El Niño surgir durante
o período de maio a julho e permanecer pelo menos até o final do ano,
ou até mais.
"A probabilidade de incêndios extremos prejudiciais pode ser a mais
alta que vimos na história recente se um El Niño forte se desenvolver",
disse Keeping.
Isso é realmente alarmante, principalmente do ponto de vista da
saúde, afirma Jemilah Mahmood, médica e diretora executiva do Centro
Sunway para Saúde Planetária da Universidade Sunway, na Malásia. "A
fumaça dos incêndios florestais não é uma poluição comum", disse a
especialista, acrescentando que as partículas finas (PM2,5) provenientes
da fumaça dos incêndios podem ser 10 vezes mais prejudiciais à saúde do
que as emissões do tráfego.
Um estudo de 2024 da revista médica britânica The Lancet descobriu que 1,5 milhão de mortes por ano estavam ligadas à poluição do ar.
O estudo afirmou que o número de mortes deve aumentar nos próximos
anos, à medida que as mudanças climáticas levam a incêndios florestais
mais frequentes e intensos.
O clima global está mais desequilibrado do que em qualquer outro
momento da história observada. As concentrações de gases de efeito
estufa, liberadas principalmente pela queima de petróleo, carvão e gás,
estão impulsionando o aquecimento da atmosfera e do oceano, e o
derretimento do gelo, alertou a Organização Meteorológica Mundial (OMM) em março.
"As mudanças climáticas não vão desaparecer a menos que façamos algo a respeito", disse Mahmood.
El Niño encontra linha de base climática mais quente
"Embora o El Niño possa levar a condições muito extremas ainda este
ano, não é motivo para pânico", disse a cofundadora da WWA, Friederike
Otto, professora de ciências climáticas do Imperial College London.
O El Niño vem e vai como parte de um ciclo natural, mas agora está
acontecendo em uma linha de base cada vez mais quente em um clima que
está mudando drasticamente, afirmou a pesquisadora.
Oscilação entre períodos úmidos e secos, chamada de efeito chicote hidroclimático, está aumentando na África Ocidental.Foto: Amilton Neves/REUTERS
As temperaturas da água no Oceano Pacífico equatorial central devem
atingir ou ultrapassar 3º C acima da média no segundo semestre deste
ano.
"Isso é o El Niño se somando a décadas de aquecimento acumulado. A intensificação é o ponto principal", disse Mahmood.
O último El Niño, em 2023-2024, atingiu seu pico como um dos cinco
mais fortes já registrados. O fenômeno atuou como um turbocompressor,
potencializando as mudanças climáticas induzidas pelo homem, tornando
2024 o ano mais quente já registrado e levando a ondas de calor e outros
eventos climáticos extremos devastadores.
Nos mais de 100 eventos climáticos extremos que os cientistas da WWA
estudaram até agora, Otto disse que as mudanças climáticas induzidas
pelo homem tiveram uma influência muito maior na probabilidade e
intensidade desses eventos.
Ela cita casos como os incêndios florestais extremos na Europa no ano
passado, eventos de chuva extrema em todo o mundo ou as secas extremas
em curso na Síria e no Irã, onde o El Niño não desempenhou nenhum papel.
Mas o aquecimento global vai piorar enquanto não pararmos de queimar combustíveis fósseis, disse a especialista.
Ondas de calor sem precedentes apesar do La Niña?
A Austrália também registrou ondas de calor recordes e sem
precedentes, mesmo com o La Niña, o fenômeno climático que, em teoria,
teria um pequeno efeito de resfriamento nos verões australianos. "A
mudança climática induzida pelo homem superou o sinal", disse Otto.
Isso ocorre enquanto governos têm recuado silenciosamente de seus
compromissos climáticos, alerta Mahmood, com alguns se comportando "como
se a crise climática fosse um capítulo isolado".
"A mudança climática é motivo para pânico", acrescentou a professora.
Para ela, o ideal seria agir mais rapidamente para reduzir as emissões
globais e se adaptar ao aquecimento que já ocorreu.
"Nós sabemos o que fazer a respeito. Temos o conhecimento e a tecnologia para nos afastarmos muito, muito do uso de combustíveis fósseis", disse Otto, se referindo às energias renováveis e às tecnologias de armazenamento. A
Torne as suas refeições mais nutritivas com opções saborosas e práticas
Por:Redação EdiCase / Portal EdiCase
12 mai2026
Se a ideia é deixar o lanche da tarde
mais nutritivo sem cair na mesmice, as tortas de vegetais proteicas são
uma excelente aposta. Cheias de sabor, elas combinam massas caseiras
macias com recheios coloridos, criando pratos equilibrados e com
texturas variadas. E o melhor: atendem a diferentes tipos de dieta,
incluindo a vegana, e facilitam o dia a dia, já que são fáceis de
preparar.
Torta de lentilha com tomate e repolho
Foto: Geshas | Shutterstock / Portal EdiCase
A seguir, confira algumas receitas de tortas de vegetais proteicas!
2 xícaras de chá de lentilha vermelha cozida e escorrida
1/2 xícara de chá de farinha de aveia
1/4 de xícara de chá de polvilho doce
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de cúrcuma
1/4 de xícara de chá de azeite de oliva
3/4 de xícara de chá de água
Azeite de oliva para untar
Recheio
2 cachos de tomate-cereja
2 xícaras de repolho fatiado fino
1 cebola descascada e picada
2 dentes de alho descascados e amassados
1 fio de azeite de oliva
Sal a gosto
Modo de preparo
Massa
Em
um liquidificador, bata a lentilha cozida com a água, o azeite de oliva
e o sal até formar um creme homogêneo. Transfira para um recipiente e
misture com a farinha de aveia, o polvilho doce e a cúrcuma até formar
uma massa cremosa e levemente espessa. Reserve.
Recheio
Em
uma panela, aqueça o azeite de oliva em fogo médio e refogue a cebola e
o alho até dourar. Acrescente o repolho e refogue até começar a
murchar. Tempere com sal e desligue o fogo. Em uma forma untada com
azeite de oliva, despeje metade da massa. Distribua o repolho por cima e
cubra com o restante da massa. Finalize decorando com os tomates-cereja
e leve ao forno preaquecido a 200 °C até a massa ficar firme e
levemente dourada. Sirva em seguida.
Publicidade
2. Torta de soja com brócolis e milho-verde
Ingredientes
Massa
2 xícaras de chá de farinha de soja
2 xícaras de chá de leite de soja
1/2 xícara de chá de levedura nutricional
1/3 de xícara de chá de azeite de oliva
1 colher de sopa de chia hidratada em 2 colheres de sopa de água
Sal a gosto
Farinha de aveia para enfarinhar
Azeite de oliva para untar
Recheio
2 xícaras de chá de brócolis picado
1/2 xícara de chá de milho-verde
1 cebola descascada e picada
2 dentes de alho descascados e picados
Sal, azeite de oliva e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Massa
Em
um liquidificador, coloque todos os ingredientes da massa, exceto o
fermento químico, e bata até obter uma consistência homogênea. Reserve.
Recheio
Em
uma panela, aqueça o azeite de oliva em fogo médio e refogue a cebola e
o alho até dourar. Acrescente o brócolis e o milho-verde. Tempere com
sal e pimenta-do-reino. Desligue o fogo e reserve.
Despeje
metade da massa em uma forma untada com azeite de oliva e enfarinhada
com farinha de aveia. Espalhe o recheio por cima e cubra com o restante
da massa. Leve ao forno preaquecido a 180 °C por 35 minutos. Sirva em
seguida.
Em
um recipiente, misture a farinha de grão-de-bico, a aveia e o sal.
Acrescente o azeite de oliva e, com as mãos limpas, mexa até formar uma
farofa úmida. Adicione a água gelada aos poucos até obter uma massa
firme e moldável. Embrulhe e leve à geladeira por 20 minutos.
Recheio
Em
uma panela, aqueça o azeite de oliva em fogo médio e refogue a cebola
até ficar transparente. Adicione o alho e mexa rapidamente. Acrescente a
acelga e refogue até murchar. Tempere com sal, pimenta-do-reino e
noz-moscada. Reserve.
Em uma superfície lisa e
enfarinhada com farinha de grão-de-bico, abra a massa com um rolo. Forre
o fundo e as laterais de uma forma com fundo removível untada com
azeite de oliva. Espalhe o recheio de acelga por cima e cubra com o
restante da massa. Leve ao forno preaquecido a 200 °C até a massa ficar
dourada e firme. Sirva em seguida.
O teste de sentar e levantar em 30 segundos mostrou que a baixa potência
muscular relativa é um importante fator preditivo de resultados
adversos à saúde. [Imagem: Mikel Garcia-Aguirre et al. - 10.1016/j.jshs.2025.101080]
Teste do senta-levanta
A potência muscular, a capacidade de produzir força rapidamente,
combinando força e velocidade, é um forte indicador do envelhecimento
saudável e da saúde em geral.
Usando um teste simples de levantar e sentar da cadeira por 30
segundos - a pessoa deve manter os braços cruzados e então sentar e
levantar o maior número de vezes nesse tempo - pesquisadores mediram a
potência muscular relativa de 1.876 idosos.
As medições mostraram uma associação direta entre valores baixos no
teste (em relação à média dos voluntários) com um maior risco de
fraturas, quedas, hospitalizações e mortalidade.
Mas o resultado mais contundente foi na mortalidade: Homens com baixa
potência muscular tiveram um aumento de 57% no risco de morrer por
qualquer causa durante o acompanhamento (seis anos para hospitalizações,
nove para mortalidade); surpreendentemente, as mulheres tiveram mais
que o dobro (104%) desse mesmo risco.
Mikel Garcia-Aguirre e colegas de várias universidades espanholas
concluem que medir a potência muscular é simples e suas implicações são
profundas. O teste pode se tornar uma ferramenta de rastreamento rápida e
acessível para identificar idosos vulneráveis antes que eventos graves
ocorram, permitindo intervenções precoces focadas em exercícios que
preservem ou recuperem a potência muscular, como treinos de força
explosiva e velocidade de movimento.
Avaliação da potência muscular
O sistema musculoesquelético é um dos mais afetados pelo
envelhecimento. A partir dos 60 anos, a perda de potência muscular
acelera significativamente - cerca de 2 a 3% ao ano -, superando a perda
de força (1 a 1,5% ao ano) e de massa muscular (0,5 a 1% ao ano).
As fibras musculares de contração rápida, responsáveis por movimentos
explosivos como andar rápido e subir escadas, diminuem em número e
tamanho. Simultaneamente, o sistema nervoso se torna menos eficiente em
ativar essas fibras, e a infiltração de gordura e tecido conjuntivo no
músculo aumenta. Essas mudanças reduzem a capacidade de gerar força e se
mover com eficiência, muitas vezes determinando se a pessoa permanecerá
independente ou desenvolverá limitações funcionais.
Tradicionalmente, medir a potência muscular exigia equipamentos caros
e sofisticados, limitando seu uso na prática clínica. A equipe, no
entanto, validou uma equação baseada em um teste funcional simples:
Levantar e sentar de uma cadeira o máximo de vezes possível em 30
segundos, com os braços cruzados sobre o peito.
Usando a fórmula (em um aplicativo), que leva em conta a massa
corporal, a altura e o número de repetições, é possível estimar a
potência muscular da pessoa. Na análise dos dados, os pesquisadores
identificaram pontos de corte para baixa potência relativa (2,53 W/kg em
homens e 2,01 W/kg em mulheres) e observaram que idosos com valores
abaixo desses limiares tinham maior probabilidade de ter sofrido
fraturas e quedas recentes. Durante o acompanhamento, mulheres com baixa
potência tiveram risco 29% maior de internação e tenderam a passar mais
dias no hospital.
A regeneração parece estar latente nos seres humanos, podendo ser
reativada, não dependendo nem mesmo da adição de células-tronco. [Imagem: Melissa Bristow/Texas A&M University]
Regeneração de tecidos em humanos
Cientistas desenvolveram um tratamento sequencial que levou à
regeneração de ossos, articulações e ligamentos em mamíferos (animais de
laboratório), algo que se acreditava ser impossível.
A incapacidade de regenerar partes do corpo perdidas tem sido
considerada uma limitação fundamental dos humanos e de outros mamíferos.
Enquanto animais como salamandras conseguem regenerar membros inteiros,
os humanos ficam apenas com um tecido cicatricial.
Agora, a pesquisadora Ling Yu e seus colegas da Universidades Texas
A&M (EUA) demonstraram que a capacidade de regenerar membros
perdidos não está ausente em humanos e em outros mamíferos, mas sim
obscurecida dentro do próprio processo natural de cicatrização.
Em mamíferos, lesões normalmente desencadeiam fibrose: Células
chamadas fibroblastos fecham rapidamente a ferida e formam um tecido
cicatricial. Essa resposta prioriza a sobrevivência ao selar o ferimento
rápido, mas limita a capacidade do corpo de reconstruir estruturas
ausentes. Em espécies regenerativas, como salamandras e lagartixas, que
podem regenerar membros inteiros, os mesmos tipos de células se
organizam em um blastema, uma estrutura temporária que permite o
crescimento do tecido.
A equipe descobriu que, mesmo nos mamíferos, é possível redirecionar o
comportamento dos fibroblastos já presentes no local da lesão,
empurrando-os para a via da regeneração, em vez da via cicatricial.
"É como se essas células pudessem se mover em duas direções
diferentes. Elas podem formar uma cicatriz ou um blastema. Nossa
pesquisa se concentrou em redirecionar o comportamento dos fibroblastos
já presentes no local da lesão," disse o professor Ken Muneoka.
Reativação da regeneração
O tratamento foi feito em duas etapas em camundongos. Primeiro, após o
fechamento da ferida, foi aplicado o fator de crescimento de
fibroblastos 2 (FGF2), que estimula a formação de uma estrutura
semelhante ao blastema. Isso é algo que não ocorre normalmente nos
mamíferos após esse tipo de lesão.
Vários dias depois, os pesquisadores aplicaram a proteína
morfogenética óssea 2 (BMP2), que desencadeia a formação de novas
estruturas.
O resultado foi a regeneração de todos os componentes esperados para
aquele nível de amputação - osso, tendão, ligamento e articulação -,
ainda que não em forma perfeita.
A descoberta mais importante, segundo os pesquisadores, é que a regeneração não depende da adição externa de células-tronco,
como muitos cientistas vêm tentando fazer seguindo o conceito da
medicina regenerativa. "Elas [as células adequadas] já estão lá, você só
precisa aprender como fazê-las se comportar da maneira que você quer,"
resumiu Muneoka.
Como o BMP2 já é aprovado para certos usos médicos e o FGF2 está em
múltiplos ensaios clínicos, o caminho para exploração clínica da
regeneração de tecidos pode estar acessível. Mas os pesquisadores
acreditam que, antes de conseguir regenerar membros inteiros, a
abordagem pode ter aplicações mais imediatas na redução de cicatrizes e
na melhora da reparação tecidual após amputações.
Em termos da ciência mais ampla, este estudo redefine a compreensão
da regeneração em mamíferos, não como uma capacidade perdida, mas como
uma capacidade que permanece presente, porém inativa, e que pode ser
resgatada.
Existem os de direita e os de esquerda. Agora, os de direita defendem os interesses dos ricos e os de esquerda defendem os interesses dos pobres. Um exemplo de ideólogo de direita é o filósofo e escritor Luiz Felipe Pondé (em que em um de seus livros critica quem defende as coisas "politicamente corretas"). Outro exemplo de ideólogo de direita é o economista Frederico Mathias Mazzucchelli, o qual dá a suas teorias interpretações que interessam aos ricos. Já um exemplo de ideólogo de esquerda sou eu, já que defendo os interesses dos pobres (e de forma inteligente e honesta).
Aprenda a preparar opções saborosas para iniciar essa data especial
Por:Redação EdiCase / Portal EdiCase
10 mai2026
O Dia das Mães convida a gestos que
falam com delicadeza, e poucos são tão significativos quanto preparar
algo especial logo nas primeiras horas do dia. Um café da manhã pensado
com atenção transforma o cotidiano em um momento de afeto, criando uma
pausa acolhedora para celebrar quem sempre cuidou de tudo.
Panquecas com morango
Foto: Ollinka | Shutterstock / Portal EdiCase
A seguir, veja 3 receitas de café da manhã para demonstrar seu carinho no Dia das Mães!
Em uma tigela, bata os ovos
com o leite, a manteiga, o açúcar e a essência de baunilha até misturar
bem. Acrescente a farinha de trigo aos poucos, mexendo até a massa
ficar lisa e sem grumos. Adicione o fermento e a pitada de sal,
misturando delicadamente.
Aqueça uma frigideira
antiaderente em fogo baixo e unte levemente com a manteiga. Coloque
pequenas porções de massa na frigideira, formando discos médios. Quando
surgirem bolhinhas na superfície e as bordas começarem a firmar, vire e
doure do outro lado. Repita o processo até terminar toda a massa. Sirva
as panquecas em um prato, cubra com os morangos e finalize com as folhas
de hortelã. Sirva em seguida.
Sanduíche de abacate com ovo
Foto: istetiana | Shutterstock / Portal EdiCase
2. Sanduíche de abacate com ovo
Ingredientes
4 fatias de pão integral
1/2 abacate maduro picado
2 ovos cozidos e picados
2 colheres de sopa de iogurte natural
1 colher de sopa de suco de limão
1 colher de sopa de cebolinha picada
4 folhas de alface
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Publicidade
Modo de preparo
Em
uma tigela, coloque o abacate, os ovos, o iogurte natural, o suco de
limão, a cebolinha, o sal e a pimenta-do-reino. Misture delicadamente
até formar uma pasta. Reserve. Aqueça uma frigideira antiaderente em
fogo médio e doure as fatias de pão levemente. Sobre duas fatias de pão
integral, distribua as folhas de alface. Espalhe o creme de abacate com
ovo de forma uniforme. Cubra com as fatias restantes de pão integral,
pressione levemente e sirva em seguida.
3. Pão de batata recheado com queijo
Ingredientes
Massa
2 batatas cozidas e amassadas
1 ovo
1/2 xícara de chá de leite morno
3 colheres de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de açúcar
1 colher de chá de sal
10 g de fermento biológico seco
4 xícaras de chá de farinha de trigo
1 gema de ovo para pincelar
1 colher de sopa de leite para pincelar
Manteiga para untar
Farinha de trigo para enfarinhar
250 g de queijo muçarela ralado
Modo de preparo
Em uma tigela, misture o
leite morno, o fermento biológico e o açúcar. Deixe descansar por 5
minutos. Acrescente o ovo, a manteiga, o sal e a batata amassada.
Misture bem. Adicione a farinha de trigo aos poucos, mexendo até formar
uma massa macia e levemente grudenta. Em uma superfície limpa e
enfarinhada com farinha de trigo, sove por cerca de 10 minutos até ficar
lisa e elástica. Cubra e deixe descansar por 1 hora ou até dobrar de
volume.
Divida a massa em porções iguais, abra cada
uma na mão e coloque o queijo no centro. Feche modelando bolinhas.
Disponha em uma assadeira untada com manteiga, deixando espaço entre
elas. Cubra e deixe crescer por mais 30 minutos. Misture a gema com o
leite e pincele sobre os pães. Leve ao forno preaquecido a 180 °C por 25
a 35 minutos, até dourar. Sirva em seguida.
Mamão, aveia, ameixa e sementes estão entre
os alimentos que ajudam a melhorar o trânsito intestinal e combater a
prisão de ventre
Por:Redação / Saúde em Dia
8 mai2026
A prisão de ventre é um problema comum e
pode causar desconforto, inchaço abdominal e sensação de peso. Em
muitos casos, a alimentação tem papel fundamental no funcionamento do
intestino, especialmente quando há baixa ingestão de fibras e água no
dia a dia.
Alimentos ricos em fibras e água ajudam a melhorar o trânsito intestinal e combater a prisão de ventre naturalmente
Foto: Shutterstock / Saúde em Dia
Alguns
alimentos possuem propriedades laxantes naturais e ajudam a estimular o
trânsito intestinal de forma saudável. Frutas, cereais integrais,
sementes e vegetais ricos em fibras auxiliam na formação do bolo fecal e
facilitam a eliminação das fezes.
Além disso, muitos
desses alimentos também possuem boa quantidade de água, fator
importante para hidratar as fezes e melhorar o funcionamento intestinal.
Alimentos que ajudam a soltar o intestino
Confira 10 alimentos laxantes que podem ajudar a melhorar o trânsito intestinal naturalmente:
Mamão.
Aveia.
Iogurte natural.
Ameixa.
Laranja.
Abóbora.
Sementes, como chia e linhaça.
Vegetais folhosos.
Leguminosas, como feijão e lentilha.
Cereais integrais.
Mamão e ameixa estão entre os mais conhecidos
O
mamão é um dos alimentos mais associados ao funcionamento intestinal.
Rico em fibras e água, ele ajuda na formação das fezes e favorece os
movimentos do intestino.
Já a ameixa também possui
efeito laxante natural por conta da alta quantidade de fibras e da
capacidade de ajudar na hidratação das fezes, facilitando sua
eliminação.
Outro destaque é a laranja com bagaço.
Além da hidratação, o bagaço da fruta contém fibras importantes para
melhorar o trânsito intestinal.
Aveia e sementes ajudam no trânsito intestinal
A
aveia é rica em fibras solúveis, especialmente a betaglucana, que ajuda
no equilíbrio da flora intestinal e melhora o funcionamento do
intestino.
As sementes de chia e linhaça também podem
ser grandes aliadas. Elas possuem fibras e gorduras boas que ajudam na
lubrificação intestinal e na formação do bolo fecal.
Para
muitas pessoas, incluir uma colher de sopa dessas sementes em frutas,
iogurtes ou vitaminas já pode ajudar no funcionamento do organismo.
Água também faz diferença
Não
adianta aumentar o consumo de fibras sem manter uma boa hidratação. A
água é essencial para ajudar na formação e eliminação das fezes.
Especialistas
costumam recomendar o consumo diário de cerca de 1,5 a 2 litros de
água, dependendo das necessidades de cada pessoa.
Publicidade
Quando procurar ajuda médica
Embora mudanças na alimentação ajudem bastante, prisão de ventre frequente ou persistente merece atenção.
Sintomas
como dor intensa, sangue nas fezes, perda de peso sem explicação ou
longos períodos sem evacuar devem ser avaliados por um profissional de
saúde.
Além disso, o uso excessivo de laxantes sem
orientação médica pode causar efeitos indesejados e piorar o
funcionamento intestinal ao longo do tempo.
Veja como preparar pratos deliciosos e práticos para celebrar essa data especial
Por:Redação EdiCase / Portal EdiCase
8 mai2026
As receitas veganas são ótimas opções
para tornar o Dia das Mães ainda mais saboroso e especial. Além de
valorizarem ingredientes naturais e nutritivos, elas mostram carinho e
cuidado com a saúde e o bem-estar de todos. Com criatividade, é possível
preparar pratos deliciosos e cheios de afeto.
Quibe assado
Foto: Edson De Souza Nascimento | Shutterstock / Portal EdiCase
Abaixo, confira 10 receitas veganas para o Dia das Mães!
1. Quibe assado
Ingredientes
1 xícara de chá de trigo para quibe
1 xícara de chá de proteína de soja texturizada
1 cebola descascada e picada
1 dente de alho descascado e picado
3 colheres de sopa de amido de milho
Suco de 1 limão
Azeite de oliva, sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Água quente para hidratar
Modo de preparo
Em recipientes separados,
coloque o trigo para quibe e a proteína de soja e cubra com água quente.
Deixe hidratando por 15 minutos. Depois, escorra e esprema para remover
toda a água. Em uma frigideira, aqueça o azeite de oliva em fogo médio e
refogue a cebola e o alho até dourar. Transfira para um recipiente e
adicione o trigo para quibe e a proteína de soja.
Tempere
com suco de limão, sal, pimenta-do-reino e azeite de oliva. Misture até
ficar homogêneo. Acrescente o amido de milho e mexa. Transfira a massa
para uma forma untada com azeite de oliva e, com uma faca, faça cortes
transversais sobre o quibe. Leve ao forno preaquecido a 200 °C por 30
minutos. Sirva em seguida.
2. Risoto de cogumelo com ervas
Ingredientes
1 xícara de chá de arroz arbóreo
4 xícaras de chá de caldo de legumes
1 cebola descascada e picada
2 dentes de alho descascados e picados
200 g de cogumelo paris fatiado
2 colheres de sopa de azeite de oliva
1/2 xícara de vinho branco seco
1 colher de sopa de tomilho fresco
1 colher de sopa de salsinha picada
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em uma panela, aqueça o
caldo de legumes em fogo médio e mantenha-o quente. Em outra panela,
aqueça o azeite de oliva em fogo médio e refogue a cebola e o alho até
dourar. Adicione o cogumelo e refogue até murchar. Acrescente o arroz e
mexa bem. Junte o vinho branco e cozinhe até evaporar. Aos poucos,
coloque o caldo de legumes, mexendo constantemente, até o arroz ficar al dente. Por último, coloque o tomilho e a salsinha. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Sirva em seguida.
Publicidade
3. Lasanha de berinjela com tofu
Ingredientes
3 berinjelas cortadas em fatias finas
1 xícara de chá de tofu esfarelado
2 xícaras de chá de molho de tomate
1 xícara de chá de espinafre refogado
2 colheres de sopa de azeite de oliva
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em uma frigideira, aqueça o
azeite de oliva em fogo médio. Tempere as fatias de berinjela com sal e
pimenta-do-reino e grelhe até ficarem douradas dos dois lados. Em uma
travessa, faça camadas, alternando entre molho de tomate, berinjela,
espinafre e tofu. Repita as camadas até os ingredientes acabarem,
finalizando com molho de tomate. Leve ao forno preaquecido em
temperatura média por 30 minutos. Sirva em seguida.
Sal, coentro picado e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em uma panela, aqueça o
azeite de dendê em fogo médio e refogue a cebola até ficar transparente.
Adicione os pimentões e os tomates e tempere com sal e
pimenta-do-reino. Acrescente as rodelas de banana-da-terra e misture
delicadamente. Despeje o leite de coco, tampe a panela e cozinhe por 15
minutos. Desligue o fogo e finalize com o coentro. Sirva em seguida.
5. Torta rústica de legumes
Ingredientes
2 xícaras de chá de farinha de trigo integral
1/3 de xícara de chá de óleo vegetal
1/2 xícara de chá de água gelada
1 abobrinha descascada e fatiada
1 cenoura descascada e fatiada
1 batata-doce descascada e fatiada
1 cebola-roxa descascada e fatiada
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Farinha de trigo para enfarinhar
Óleo vegetal para untar
Modo de preparo
Em um recipiente, misture a
farinha de trigo integral, o óleo vegetal e a água até obter uma massa
homogênea. Com a ajuda de um rolo, abra a massa em uma superfície lisa e
enfarinhada com farinha de trigo. Após, transfira para uma forma untada
com óleo vegetal e enfarinhada com farinha de trigo, deixando um pouco
de borda para dobrar sobre o recheio.
Publicidade
Em
um recipiente, coloque todos os vegetais e tempere com sal e
pimenta-do-reino. Disponha sobre a massa e dobre as bordas sobre os
legumes. Leve ao forno preaquecido a 200 °C por 40 minutos. Sirva em
seguida.
6. Rocambole de lentilha
Ingredientes
2 xícaras de chá de lentilha cozida e escorrida
1 cenoura descascada e ralada
1 cebola descascada e picada
1/2 xícara de chá de farinha de aveia
2 colheres de sopa de azeite de oliva
Cheiro-verde picado, sal e páprica defumada a gosto
Azeite de oliva para untar
Modo de preparo
Em um processador, bata a
lentilha até formar uma massa. Transfira para um recipiente e misture a
cenoura, a cebola, a farinha de aveia, o azeite de oliva e os temperos.
Modele em formato de rocambole e coloque em uma assadeira untada com
azeite de oliva. Leve ao forno preaquecido em temperatura média por 40
minutos. Sirva em seguida.
Nhoque de mandioquinha ao molho de tomate
Foto: Horus2017 | Shutterstock / Portal EdiCase
7. Nhoque de mandioquinha ao molho de tomate
Ingredientes
Nhoque
500 g de mandioquinha
1/2 xícara de chá de farinha de trigo
1 colher de sopa de azeite de oliva
Sal e noz-moscada em pó a gosto
Água para cozinhar
Farinha de trigo para enfarinhar
Molho de tomate
5 tomates sem sementes e picados
2 dentes de alho descascados e picados
1 cebola descascada e picada
2 colheres de sopa de azeite de oliva
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Folhas de manjericão para finalizar
Modo de preparo
Nhoque
Em
uma panela em fogo médio, cozinhe a mandioquinha com água e uma pitada
de sal até ficar bem macia. Escorra e amasse até virar um purê liso.
Aguarde esfriar e acrescente o sal, o azeite de oliva e a noz-moscada.
Aos poucos, adicione a farinha de trigo e misture até formar uma massa
que não grude nas mãos.
Depois, faça rolinhos com a
massa e corte em pedaços pequenos. Encha uma panela com água e leve ao
fogo médio para ferver. Adicione uma pitada de sal e cozinhe os nhoques.
Quando subirem à superfície, retire com uma escumadeira. Reserve.
Molho de tomate
Publicidade
Em
uma panela, aqueça o azeite de oliva em fogo médio e refogue o alho e a
cebola até dourarem levemente. Adicione os tomates e tempere com sal e
pimenta-do-reino. Cozinhe por 30 minutos, mexendo de vez em quando.
Sirva o nhoque com o molho por cima e finalize com as folhas de
manjericão.
8. Baião de dois vegano
Ingredientes
1 xícara de chá de arroz branco cozido
1 1/2 xícara de chá de feijão-fradinho cozido e escorrido
1 cebola descascada e picada
2 dentes de alho descascados e picados
1/2 pimentão vermelho sem sementes e picado
1/2 pimentão amarelo sem sementes e picado
1 tomate sem sementes e picado
100 g de tofu defumado cortado em cubos
2 colheres de sopa de azeite de oliva
1 colher de chá de cominho
Sal, coentro picado e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em uma panela grande,
aqueça o azeite de oliva em fogo médio. Refogue a cebola e o alho até
ficarem dourados. Acrescente os pimentões e o tomate. Refogue até
amolecer. Tempere com cominho, sal e pimenta-do-reino. Junte o tofu
defumado e deixe dourar levemente, mexendo com cuidado. Acrescente o
feijão-fradinho e o arroz. Misture e aqueça por 10 minutos. Desligue o
fogo e finalize com o coentro. Sirva em seguida.
Coentro picado, sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em um recipiente, coloque o
cuscuz marroquino e cubra com a água quente. Tampe e deixe hidratar por
5 minutos. Solte os grãos com um garfo e reserve. Em uma panela, aqueça
o azeite de oliva em fogo médio e refogue a abobrinha e o tomate até
ficarem levemente macios. Misture ao cuscuz e tempere com coentro, sal e
pimenta-do-reino. Sirva em seguida.
10. Canelone de abobrinha
Ingredientes
2 abobrinhas cortadas em fatias finas
2 xícaras de chá de tofu amassado
1 tomate sem sementes e picado
2 xícaras de chá de molho de tomate
2 colheres de sopa de azeite de oliva
Sal, orégano e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em um recipiente, misture o
tofu, o tomate e os temperos. Recheie as fatias de abobrinha e enrole
como canelones. Disponha em uma travessa, cubra com molho de tomate e
regue com azeite de oliva. Leve ao forno preaquecido em temperatura
média por 30 minutos. Sirva em seguida.