terça-feira, 9 de junho de 2026

Sem ideias para a TAPIOCA? Veja 5 recheios irresistíveis

 

9 jun 2026  

A tapioca é uma das receitas mais versáteis da culinária brasileira. Fácil de preparar, ela combina com ingredientes doces e salgados. Por isso, é uma ótima opção para o café da manhã, o lanche da tarde ou até uma refeição rápida durante a noite.

Foto: Guia da Cozinha

Mas, depois de um tempo, é comum faltar criatividade na hora de escolher o recheio.

Se você quer sair do básico, confira algumas combinações que fazem sucesso.

1. Frango com requeijão

Clássico e saboroso, esse recheio nunca decepciona.

O frango desfiado ganha ainda mais cremosidade quando combinado com requeijão.

Para deixar a receita ainda melhor, finalize com cheiro-verde picado.

2. Queijo branco, tomate e rúcula

Leve e cheia de sabor, essa combinação é perfeita para quem busca uma refeição prática.

O tomate traz frescor ao recheio. O queijo branco garante cremosidade e equilíbrio.

Já a rúcula adiciona um toque especial e deixa a tapioca ainda mais saborosa.

Para finalizar, aposte em uma pitada de orégano.

3. Carne seca com queijo

Se você gosta de sabores mais marcantes, essa combinação merece uma chance.

A carne seca desfiada traz intensidade ao recheio.

Já o queijo derretido garante cremosidade e equilíbrio.

O resultado é uma tapioca saborosa, perfeita para um lanche reforçado ou até para substituir uma refeição rápida. Além de tudo, ainda é uma opção saudável.

4. Banana com canela

Entre as versões doces, essa é uma das mais populares.

A banana fica ainda mais saborosa quando aquecida na tapioca.

A canela completa a receita e deixa um aroma irresistível.

Se desejar, finalize com um fio de mel.

5. Morango com chocolate

Para quem não abre mão de uma sobremesa especial, essa combinação é uma excelente escolha.

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O contraste entre o morango e o chocolate cria um recheio equilibrado e cheio de sabor.

É uma opção que agrada adultos e crianças.

Como deixar a tapioca ainda mais gostosa?

Alguns cuidados simples podem melhorar o resultado da receita:

  • Espalhe a goma de maneira uniforme.
  • Utilize uma frigideira bem aquecida.
  • Evite exagerar na quantidade de recheio.
  • Dobre a tapioca apenas quando a massa estiver firme.
  • Sirva logo após o preparo.

Essas dicas ajudam a garantir uma tapioca macia por dentro e com a textura ideal.

E, com tantas possibilidades, fica fácil entender por que a tapioca continua sendo uma das receitas preferidas dos brasileiros.

Guia da Cozinha

8 chás para ajudar a eliminar GORDURA ABDOMINAL

 

Veja como preparar receitas de bebidas naturais para auxiliar nos resultados da dieta

9 jun 2026  

Nada como unir sabor e funcionalidade quando o assunto é cuidar do corpo. Os chás, conhecidos por suas propriedades terapêuticas, também podem ser fortes aliados na luta contra a gordura abdominal. Ingredientes como gengibre, canela, limão e muitos outros possuem ativos que não só aceleram o metabolismo, mas também ajudam a combater a retenção de líquidos e a melhorar a digestão.

Chá verde com limão-siciliano
Chá verde com limão-siciliano
Foto: Pixel-Shot | Shutterstock / Portal EdiCase

Se você busca uma alternativa simples e natural para potencializar os resultados da sua dieta e atividade física, estas bebidas podem ser ótimas aliadas. A seguir, confira 8 receitas de chás para ajudar a eliminar gordura abdominal!

1. Chá verde com limão-siciliano

Ingredientes

  • 1 xícara de chá de água
  • 1 colher de sopa de folhas de chá verde
  • Suco de 1/2 limão-siciliano
  • 1 colher de chá de gengibre ralado

Modo de preparo

Em uma panela, coloque a água e leve ao fogo médio para ferver. Adicione as folhas de chá verde e o gengibre. Desligue o fogo, tampe a panela e deixe em infusão por 5 minutos. Coe e acrescente o suco de limão-siciliano. Sirva em seguida.

2. Chá de frutas com canela

Ingredientes

  • 1 maçã cortada em fatias finas
  • 1 pêssego maduro cortado em pedaços
  • 1 tangerina descascada, separada em gomos e sem sementes
  • 1/2 xícara de chá de sementes de romã
  • 1 l de água
  • 1 pedaço de canela em pau 
  • 3 cravos-da-índia

Modo de preparo

Em uma panela, coloque a água e leve ao fogo médio para ferver. Adicione as fatias de maçã, os pedaços de pêssego e os gomos de tangerina e misture. Acrescente a canela em pau e os cravos-da-índia e reduza o fogo. Cozinhe por 8 minutos. Coloque as sementes de romã e cozinhe por mais 2 minutos. Desligue o fogo e coe o chá. Sirva em seguida.

Chá de urtiga
Chá de urtiga
Foto: Rimma Bondarenko | Shutterstock / Portal EdiCase
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3. Chá de urtiga

Ingredientes

  • 1 colher de chá de folhas secas de urtiga
  • 250 ml de água

Modo de preparo

Em uma panela, coloque a água e leve ao fogo médio para ferver. Desligue o fogo e adicione as folhas de urtiga. Tampe a panela e deixe em infusão por 10 minutos. Coe e sirva em seguida.

4. Chá de hortelã com canela

Ingredientes

  • 1 punhado de folhas frescas de hortelã
  • 1 canela em pau
  • 500 ml de água

Modo de preparo

Em uma panela, coloque a água e leve ao fogo médio para ferver. Desligue o fogo e adicione as folhas de hortelã e a canela em pau. Tampe a panela e deixe em infusão por 10 minutos. Coe o chá e sirva em seguida.

5. Chá de hibisco com capim-limão

Ingredientes

  • 500 ml de água
  • 2 colheres de sopa de flores secas de hibisco
  • 1 colher de sopa de capim-limão seco

Modo de preparo

Em uma panela, coloque a água e leve ao fogo médio para ferver. Desligue o fogo e adicione o hibisco e o capim-limão. Tampe a panela e deixe em infusão por 5 a 10 minutos. Coe e sirva em seguida.

Chá de abacaxi com gengibre
Chá de abacaxi com gengibre
Foto: Aquarius Studio | Shutterstock / Portal EdiCase

6. Chá de abacaxi com gengibre

Ingredientes

  • 1 l de água
  • Casca de 1 abacaxi 
  • 1 pedaço de gengibre descascado e cortado em rodelas

Modo de preparo

Em uma panela, coloque a água e leve ao fogo médio para ferver. Adicione a casca do abacaxi e as rodelas de gengibre. Ferva por 10 minutos. Desligue o fogo, tampe a panela e deixe em infusão por 5 minutos. Coe o chá e sirva em seguida.

7. Chá de cavalinha com casca de laranja-amarga

Ingredientes

  • 1 colher de sopa de folhas de cavalinha secas
  • 1 colher de sopa de casca de laranja-amarga
  • 500 ml de água

Modo de preparo

Em uma panela, coloque a água e leve ao fogo médio para ferver. Desligue o fogo e adicione as folhas de cavalinha e a casca de laranja-amarga. Tampe a panela e deixe em infusão por 10 minutos. Coe o chá e sirva em seguida.

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8. Chá de erva-mate com guaraná

Ingredientes

  • 1 colher de chá de folhas de erva-mate secas
  • 1/2 colher de chá de guaraná em pó
  • 250 ml de água

Modo de preparo

Em uma panela, coloque a água e leve ao fogo médio para ferver. Desligue o fogo e adicione as folhas de erva-mate e o guaraná. Tampe a panela e deixe em infusão por 7 minutos. Coe o chá e sirva em seguida.

Portal EdiCase

CONSERVANTES de alimentos estão associados à hipertensão e doenças cardiovasculares

 


  
09/06/2026

Redação do Diário da Saúde
Conservantes de alimentos estão associados à hipertensão e doenças cardiovasculares
Conservantes alimentares comuns estão associados à hipertensão e doenças cardíacas.
[Imagem: Mathilde Touvier]

Não conservam a saúde

Pesquisadores franceses descobriram que o consumo elevado de conservantes alimentares não-antioxidantes, comumente usados para impedir o crescimento de mofo e bactérias nos alimentos, está associado a um risco 29% maior de hipertensão e 16% maior de doenças cardiovasculares, incluindo infarto, acidente vascular cerebral e angina.

Antioxidantes usados para evitar o escurecimento ou ranço dos alimentos também mostraram associação: Pessoas que consumiram as maiores quantidades tiveram risco 22% maior de hipertensão.

Anais Hasenbohler e colegas do Instituto Nacional Francês de Saúde e Pesquisa Médica (Inserm) analisaram 112.395 voluntários durante um período de sete a oito anos e identificaram os conservantes mais problemáticos.

Os pesquisadores analisaram 17 dos conservantes mais consumidos e descobriram que oito deles estão especificamente ligados à hipertensão. São eles: Sorbato de potássio (E202), metabissulfito de potássio (E224), nitrito de sódio (E250), ácido ascórbico (E300), ascorbato de sódio (E301), eritorbato de sódio (E316), ácido cítrico (E330) e extratos de alecrim (E392). O ácido ascórbico (E300) também foi especificamente associado a doenças cardiovasculares.

No geral, as pessoas que consumiam as maiores quantidades de conservantes "não antioxidantes" apresentaram um risco 29% maior de hipertensão, em comparação com aquelas que consumiam as menores quantidades, e um risco 16% maior de doenças cardiovasculares, incluindo infarto, AVC e angina. Já as pessoas que consumiam a maior quantidade de conservantes antioxidantes apresentaram um risco 22% maior de hipertensão.

Conservantes alimentares

Os conservantes alimentares são onipresentes em centenas de milhares de alimentos industrializados. Estudos experimentais já sugeriam que alguns deles poderiam ser prejudiciais à saúde cardiovascular, mas faltavam evidências em humanos. Esta é a primeira investigação desse tipo a examinar uma ampla gama de conservantes e sua relação com a saúde do coração.

Os voluntários relataram tudo o que comeram e beberam durante três dias a cada seis meses, e os pesquisadores fizeram análises detalhadas dos ingredientes de todos os alimentos, incluindo os conservantes. Sendo compostos químicos tão disseminados, não é de surpreender que 99,5% dos participantes haviam consumido pelo menos um conservante alimentar nos primeiros dois anos de participação no estudo.

Embora os pesquisadores reconheçam as limitações inerentes ao desenho observacional do estudo - que não permite estabelecer causalidade -, os resultados foram ajustados para outros fatores que aumentam ou diminuem o risco cardiovascular. A equipe argumenta que os resultados indicam a necessidade de uma reavaliação dos riscos e benefícios desses aditivos pelas autoridades de saúde para melhor proteção do consumidor.

Enquanto isso, as conclusões reforçam recomendações já existentes: Favorecer alimentos não processados ou minimamente processados, evitar aditivos desnecessários, e que médicos e profissionais de saúde expliquem essas recomendações ao público.

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Maioria dos profissionais prefere salário maior e estabilidade

 

Levantamento inédito mostra fatores mais valorizados na profissão almejada pelos entrevistados para os próximos cinco anos 
 
Levantamento indica que profissionais preferem salário maior e estabilidade a trabalho remoto e jornada reduzida

Salário, estabilidade e perspectiva de crescimento são os fatores mais valorizados pelos trabalhadores brasileiros na profissão que almejam exercer nos próximos cinco anos. É o que mostra a 69ª edição da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira: futuro profissional, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta sexta-feira (5).

A pesquisa revela que 28,7% dos entrevistados apontaram o salário como o principal diferencial da ocupação desejada. Outros 22,4% assinalaram a estabilidade no emprego, enquanto 20,1% apontaram a perspectiva de crescimento na carreira. "Mesmo nesse cenário de novas modalidades de trabalho, em que a flexibilidade acaba sendo também uma moeda de troca, esses fatores tradicionais são valorizados e acabam sendo muito associados ao emprego com carteira assinada. Essa estrutura de trabalho continua sendo a primeira opção do trabalhador e é isso que faz com que ele continue mirando essa relação de trabalho formal no médio e no longo prazo", avalia Claudia Perdigão, especialista em políticas e indústria da CNI.

O levantamento mostra que esses fatores superaram, por exemplo, a flexibilidade do horário de trabalho (19,3%) a possibilidade de trabalhar de casa/home office (15,9%) e a jornada de trabalho reduzida (9,8%).

Um emprego, muitas prioridades
Os trabalhadores também listaram os obstáculos para alcançar as aspirações profissionais. Segundo 22% dos entrevistados, o maior entrave é a falta de oferta de vagas de emprego com boas condições. Para 17,6%, a segunda principal barreira é a falta de experiência prática suficiente, enquanto 16,9% apontam a falta de oferta de cursos de formação exigidos pelo mercado na região onde vivem como o terceiro maior empecilho.

A necessidade de cuidar de parentes (16,1%); falta de formação ou qualificação exigida pelo mercado (12,7%); falta de informação sobre vagas disponíveis (11,9%); e discriminação por parte dos empregadores (8,3%) completam a lista dos principais entraves para a profissão almejada pelos entrevistados.

Futuro incerto
Cerca de 43% dos brasileiros não conseguiram responder em qual ocupação se veem daqui a cinco anos, aponta o levantamento. A insegurança quanto ao futuro profissional é maior entre os trabalhadores mais velhos. "Esse cenário de dúvida que recai sobre uma parcela muito grande dos trabalhadores brasileiros acaba sendo explicado, sobretudo, por essas inovações tecnológicas, que trazem preocupação com relação à adaptação do trabalho a essas tecnologias", avalia Claudia.

Entre aqueles que arriscaram projetar onde estarão daqui a cinco anos, 13,9% querem ter seu próprio negócio, com destaque para o comércio varejista e serviços como salão de cabelereiro, bares e restaurantes.

domingo, 7 de junho de 2026

Bolo cocada sem farinha de trigo, que fica fofinho e úmico, para servir como sobremesa e arrasar

 

Aprenda com essa receita simples, prática e livre de glúten, como preparar o mais delicioso bolo cocada sem farinha de trigo do mundo!

Bolo cocada sem farinha de trigo     
O bolo de cocada sem farinha de trigo é uma sobremesa que surpreende pela leveza e sabor irresistíveis, Além disso é a opção ideal para servir num café ou chá da tarde. Siga o passo a passo dessa versão do

Como fazer bolo cocada sem farinha de trigo

Para fazer bolo cocada sem farinha de trigo iremos precisar de maisena, coco ralado, leite condensado, leite de coco, fermento em pó, essência de baunilha, ovos e sal. Vamos colocar numa tigela nos ingredientes da receita, seguindo a sequência de adição e preparo. Em seguida iremos despejar essa mistura numa forma retangular untada e polvilhada com maisena, assar por 35 minutos a 180 graus, retirar do forno e se deliciar com cada fatia!

Ingredientes da receita de bolo cocada sem farinha de trigo

  • 1 xícara(chá) de maisena
  • 150 gramas de coco ralado em flocos
  • 1 caixinha de leite condensado
  • 1 vidro de leite de coco
  • 1 colher(sopa) de fermento em pó
  • Essência de baunilha a gosto
  • 3 ovos
  • 1 pitada de sal

Modo de preparo

  1. Numa tigela coloque os ovos, o leite condensado, o sal, bata bem com um fouet para homogeneizar.
  2. Adicione o coco em flocos, o leite de coco, a  maisena, a essência de baunilha, misture bem para incorporar, coloque o fermento em pó e mexa para agregar.
  3. Despeje essa mistura numa forma retangular ( 28 cm x 18 cm) untada e polvilhada com maisena, e asse em forno pré-aquecido a 180 graus por 35 minutos.
  4. Retire do forno e sirva esse maravilhoso bolo cocada sem farinha de trigo!

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Os benefícios da CORRIDA para o corpo e a mente

 

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Médico do esporte também oferece dicas de como começar

7 jun 2026  

No Dia Mundial do Running, celebrado em 7 de junho, médico do esporte reforça como a corrida pode apoiar a saúde e o que considerar antes de começar

A corrida ganhou espaço na rotina de quem busca mais saúde, disposição e qualidade de vida. E não é por acaso. Além de ser uma atividade acessível e prática, ela está associada a benefícios que vão do condicionamento cardiovascular ao bem-estar mental.

Foto: Revista Malu

Pesquisa publicada no Journal of the American College of Cardiology observou que correr, mesmo por apenas 5 a 10 minutos por dia e em baixa velocidade, esteve associado à redução do risco de morte por todas as causas e por doenças cardiovasculares.

De acordo com o médico do esporte Carlos Ulloa, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife, a corrida também pode trazer ganhos para a mente. "Além de ajudar a melhorar a capacidade cardiorrespiratória, fortalecer músculos e articulações, a corrida também está associada à liberação de substâncias relacionadas à sensação de bem-estar e prazer, contribuindo para um sono melhor", explica.

Além disso, trabalhos científicos, como a revisão de estudos publicada no International Journal of Environmental Research and Public Health, reforçam que a corrida está associada a efeitos positivos, especialmente na redução de sintomas relacionados à depressão e à ansiedade.

Como começar na corrida?

Mas, para aproveitar esses benefícios, não basta achar que é preciso começar correndo longas distâncias. Segundo o médico do esporte, é preciso que se faça uma adaptação gradual para evitar desconfortos e reduzir o risco de lesões. Confira algumas dicas do especialista para iniciar na corrida de forma mais confortável e segura:

1 - Comece alternando caminhada e corrida

Para iniciantes, uma das estratégias mais indicadas é alternar pequenos períodos de corrida com caminhada. Isso ajuda o corpo a ganhar resistência progressivamente e reduz a sobrecarga muscular.  

"Não existe necessidade de começar correndo rápido ou longas distâncias. O mais importante no início é criar consistência e respeitar os limites do corpo", orienta Ulloa.

Uma forma prática de começar é fazer treinos de 20 a 30 minutos alternando 1 minuto de corrida leve com 2 minutos de caminhada em ritmo acelerado. A recomendação é repetir esse ciclo ao longo do treino, sem preocupação com velocidade ou distância.

Depois de algumas semanas, conforme o corpo se adapta, é possível evoluir gradualmente para 2 minutos correndo e 2 caminhando, depois 3 minutos correndo e 1 caminhando, até conseguir correr continuamente de maneira confortável.

Outro ponto importante é manter um ritmo em que ainda seja possível conversar durante a corrida, sem sensação intensa de falta de ar. Isso ajuda a evitar exageros no começo e torna a adaptação mais confortável e sustentável.

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2 - Respeite o tempo de recuperação

O descanso faz parte da adaptação física. Especialmente no começo, dias de pausa entre os treinos ajudam músculos e articulações a se recuperarem adequadamente.

3 - Alimente-se e hidrate-se de forma equilibrada

A hidratação adequada é importante antes, durante e depois da corrida, principalmente em dias mais quentes. Além disso, carboidratos ajudam a fornecer energia para o exercício, enquanto proteínas contribuem para a recuperação muscular após a atividade.

4 - Não compare seu ritmo com o de outras pessoas

Cada pessoa tem um condicionamento físico, histórico esportivo e ritmo de evolução diferente. Comparações podem gerar frustração e até excesso de esforço.

5 - Fortaleça os músculos

O treino de musculação precisa estar na rotina de quem corre, pois são os músculos que absorvem o impacto das passadas evitando danos articulares. "Hoje sabe-se que pessoas com o 'core' fortalecido - região central do corpo, que envolve coxas, glúteos e abdômen — têm menos chances de lesão", entrega Ulloa.

6 - Valorize a regularidade

Mais importante do que intensidade no começo é manter frequência. Corridas leves e consistentes tendem a trazer melhores resultados no longo prazo do que treinos intensos esporádicos.

Revista Malu Revista Malu

sábado, 6 de junho de 2026

Como os países europeus lidam com MENORES INFRATORES

 

Andreas Noll

Suécia quer reduzir maioridade penal para 13 anos. Dinamarca diminuiu idade de responsabilização penal, mas voltou atrás. Outras nações priorizam educação e proteção.     

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São crianças que ainda deveriam estar na escola, com idades em torno de 13 ou 14 anos. Esses adolescentes, porém, estão sendo aliciados por redes criminosas na Suéciapara praticar crimes, incluindo assassinatos.

O crime organizado explora uma fragilidade do sistema sueco. De acordo com a lei, menores de 15 anos não podem ser responsabilizados criminalmente. Eles não podem ser julgados como criminosos, mas ficam sob a jurisdição dos serviços sociais e da assistência à juventude. Isso faz parte da estratégia dos aliciadores, que muitas vezes permanecem invisíveis.

Em resposta ao aumento da criminalidade, a Suécia vem adotando uma postura significativamente mais rigorosa. Recentemente, o Parlamento decidiu que jovens de 15 a 17 anos podem ser condenados a penas de prisão regulares em centros de detenção juvenil adaptados a crimes graves.

Além disso, o governo planeja reduzir maioridade penal para 13 anos, em caráter experimental, para delitos particularmente graves. Isso incluiria crimes como homicídio, atentados a bomba de grande porte ou outros crimes com penas mínimas muito elevadas. O Parlamento decidirá sobre essa reforma em meados de junho. A proposta de mudança prevê uma reavaliação após cinco anos.

Exemplo fracassado da Dinamarca

O debate sobre a redução da maioridade penal não se limita à Suécia. Em 2010, sob um governo conservador, a Dinamarca reduziu esse limite de 15 para 14 anos. Dois anos depois, a reforma foi revertida. Avaliações científicas subsequentes concluíram que a redução não teve efeito dissuasor. Pelo contrário, os jovens afetados reincidiram com mais frequência e apresentaram pior desempenho acadêmico.

Portanto, muitos especialistas agora consideram a Dinamarca um exemplo a ser evitado. Criminalizar crianças em idades tão baixas não resolve automaticamente o problema da violência juvenil. No pior cenário, o contato com o sistema penal pode até mesmo vincular ainda mais os jovens a um ambiente criminoso.

Maioridade penal de 12 anos

Em comparação com os demais países da União Europeia (UE), a Holanda e a Irlanda têm as idades de responsabilização penal mais baixas.

Na Holanda, crianças a partir dos 12 anos podem ser processadas. Na Irlanda também se aplica, em regra, um limite de 12 anos; porém, em casos de crimes gravíssimos, como homicídio, homicídio qualificado, estupro ou crimes sexuais graves, crianças de 10 e 11 anos também podem ser responsabilizadas.

Este limite baixo não significa automaticamente penas de prisão severas como as impostas pela legislação penal para adultos. Na Holanda, o período máximo de detenção para jovens de 12 a 15 anos é de um ano. Para jovens de 16 e 17 anos, o período máximo para crimes graves – com exceções específicas – é de dois anos. Além disso, a educação escolar, o apoio e as medidas educativas continuam sendo prioridade na detenção juvenil.

Prioridade para proteção e educação

Na Alemanha ou na Espanha, uma criança que comete um crime grave aos doze anos não é criminalmente responsável. No entanto, isso não significa que o Estado não possa fazer nada. Os serviços de apoio aos jovens, os tribunais ou medidas de proteção podem intervir. O internamento em instituições de detenção é possível sob certas condições, mas não como punição no sentido jurídico.

A criança não é tratada como criminosa, mas como um menor de idade em situação de risco. Essa abordagem é particularmente evidente na legislação espanhola. Crianças menores de 14 anos não estão sujeitas ao direito penal juvenil, mas sim às leis de proteção à infância e juventude.

Cada vez mais jovens detidos na Itália

A Itália, por sua vez, adotou uma abordagem mais voltada para o ambiente das crianças. Com o chamado Decreto Caivano sobre a detenção de menores – que leva o nome da cidade onde menores de idade cometeram atos graves de violência sexual que chocaram o país –, a Itália aumentou a pressão sobre os pais quando são violadas as obrigações de supervisão e de frequência escolar. Em casos de negligência grave da educação obrigatória, os pais também enfrentam acusações criminais.

No entanto, a Itália não é simplesmente a antítese da abordagem sueca. O decreto endureceu a punição para menores infratores em geral. Os críticos apontam que, desde a sua implementação, o número de jovens em centros de detenção juvenil aumentou significativamente.

Áustria exerce pressão sobre o ambiente

Para muitos Estados-membros da União Europeia (UE), a idade de 14 anos continua a ser o ponto de referência fundamental. NaÁustria , crianças com menos de 14 anos não são criminalmente responsáveis. No entanto, as infrações podem ter consequências, que podem incluir conversas com a polícia e os pais, advertências, envolvimento dos serviços de apoio à juventude ou medidas socioeducativas.

Os limites baixos de maioridade penal europeu não significam uma equiparação automática com o direito penal para adultos. Na maioria dos casos, o protagonismo fica com tribunais, instituições especializadas, medidas socioeducativas e programas de proteção.


O que diz a ciência?

A decisão de muitos países europeus de não equiparar a pena de menores infratores a de adultos está alinhada com as descobertas da psicologia do desenvolvimento. Crianças e pré-adolescentes reagem mais fortemente a recompensas imediatas, pressão dos pares e reconhecimento emocional. Habilidades como controle de impulsos, avaliação das consequências a longo prazo e planejamento desenvolvem-se com o passar dos anos.

Por isso, os métodos tradicionais de dissuasão funcionam apenas de forma limitada com jovens de 13 anos. A perspectiva de uma pena de prisão no futuro compete com uma recompensa imediata: dinheiro, reconhecimento, pertencimento, a sensação de finalmente ter um papel a desempenhar. Ou, ao contrário, com o medo da gangue.

Justamente por isso, especialistas alertam contra a ideia de combater a criminalidade juvenil apenas com a redução da idade penal e o endurecimento das penas.

Estratégias de evasão das gangues

Soma-se a isso um problema prático: organizações criminosas aprendem rápido. Se a Suécia reduzir a idade de responsabilização penal para 13 anos em crimes graves, gangues podem tentar recrutar crianças ainda mais novas. Nesse caso, o problema não seria resolvido; crianças mais jovens passariam a entrar na mira das gangues.

Por isso, a questão não é apenas a partir de que idade uma criança pode ser punida. O ponto decisivo é saber se o Estado consegue alcançar os adultos que dão as ordens.

Especialistas são céticos quanto à possibilidade de os planos do governo alcançarem o efeito desejado. A comissão jurídica do Parlamento sueco, a Ordem dos Advogados e várias organizações de ajuda humanitária fizeram duras críticas ao projeto. Caso ele seja aprovado pelo Parlamento, jovens de 13 anos poderão ser condenados a penas de prisão já no segundo semestre deste ano.

quinta-feira, 4 de junho de 2026

COMPOSIÇÃO 39

 

COMPOSIÇÃO 39

 

Vi

 

Vi, vi o que não se vê

Vi, sim, vi você

Vi, sim, vi você (vi você)

            Refrão

 

Vi e não sou cego

Vi, sim, sem o meu ego

 

Vi Deus e me iluminei

Vi, sim, e me revelei

 

Vi além da curva

Vi, sim, sem me molhar na chuva

 

Vi, vi o que não se vê

Vi, sim, vi você

Vi, sim, vi você (vi você)

            Refrão

 

Vi sem enfurecer

Vi, sim, meu enternecer

 

 

 

Vi brotando, o amor

Vi, sim, a eliminação da dor

 

Vi o pôr-do-sol nascendo

Vi, sim, nascer a fé

 

Vi a paz prosperar

Vi, sim, o paraíso prometido

 

Vi, vi o que não se vê

Vi, sim, vi você

Vi, sim, vi você (vi você)

            Refrão

 

Vi, sim, a paz (pa... pa... pa... paz)

              Refrão final