segunda-feira, 9 de março de 2026

ROSCA DOCE, uma receita de padaria que fica muito fofinha e com aquele sabor de infância

 

Quer preparar uma delícia impossível de resistir ao convite de provar e repetir? Faça essa rosca doce, você vai amar, é incrível!

Rosca doce
Rosca doce

Já imaginou poder saborear num chá ou café da tarde uma rosca doce quentinha, recém saindo do forno, que fica com um visual lindíssimo e uma textura que desmancha na boca? Essa receita do canal Kdelícia cozinha Ana Cláudia é tudo o que você tem de fazer, só faz!

Como fazer rosca doce

Para fazer rosca doce iremos precisar para a massa de, farinha de trigo sem fermento, leite morno, óleo, açúcar, fermento biológico seco, 1 ovo e sal. Para o creme iremos utilizar 1 gema, essência de baunilha, maisena, corante amarelo e leite condensado. Para a decoração, vamos precisar de cerejas em calda, ameixa seca sem caroço e goiabada. Iremos preparar a massa, o creme, e a montagem da rosca seguindo as instruções. Em seguida vamos colocar numa forma de furo central untada e enfarinhada, pincelar com gema + leite, decorar conforme o passo a passo, polvilhar açúcar cristal, deixar crescer por 60 minutos, assar por 30 minutos a 180 graus, retirar do forno, deixar amornar, desenformar e se deliciar!

Ingredientes da receita de rosca doce

Para a massa

  • 3 xícaras(chá) de farinha de trigo sem fermento
  • 1 xícara(chá) de leite morno
  • 4 colheres(sopa) de óleo
  • 4 colheres(sopa) de açúcar
  • 1 envelope de fermento biológico seco
  • 1 ovo
  • 1 colher(café) de sal
  • 1 gema + 1 colher(sopa) de leite para pincelar

Para o creme

  • 1 gema
  • 1 colher(sopa) de essência de baunilha
  • 1 colher(sopa) de maisena
  • Corante amarelo a gosto
  • ½ caixinha de leite condensado

Para a decoração

  • Cereja em calda
  • Ameixa preta sem caroço
  • Goiabada
  • Açúcar cristal

Modo de preparo

Da massa

  1. Numa vasilha coloque o fermento biológico, o leite morno, misture bem para dissolver.
  2. Adicione o óleo, o ovo, o açúcar, o sal, mexa bem para agregar, coloque a farinha de trigo, me misture bem até o ponto de amassar com as mãos na bancada.
  3. Sove bem por alguns minutos até obter uma massa lisa, homogênea e que não grude nas mãos.
  4. Modele uma bola com a massa, coloque na vasilha, cubra com plástico filme e deixe descansar por 30-40 minutos.

Do creme

  1. Numa panela coloque o leite condensado, a maisena e misture bem para dissolver totalmente.
  2. Adicione a essência de baunilha, a gema, o corante amarelo, misture para agregar.
  3. Leve em fogo médio, mexendo sempre, até ferver e engrossar, deixe cozinhar por mais 2 minutos, retire do fogo e deixe esfriar.
  4. Coloque num saquinho de confeitar.

Montagem

  1. Pressione a massa levemente para retirar o ar, modele um rolo comprido e divida em 3 tiras, sem cortar a base. Trance essas tiras para formar a trança da rosca.
  2. Disponha essa trança numa forma ( 23 cm de diâmetro) de furo central untada e enfarinhada e pincele com a mistura de gema + leite.
  3. Corte a pontinha do saquinho de confeitar com o creme, e disponha fios do creme em todas as dobrinhas da trança.
  4. Decore com as cerejas, as ameixas e tirinhas de goiabada a gosto. Polvilhe açúcar cristal e deixe descansar por cerca de 60 minutos.
  5. Após esse tempo asse em forno pré-aquecido a 180 graus por 30 minutos.
  6. Retire do forno, deixe amornar, desenforme e sirva essa linda rosca doce!

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SALADA refrescante e diferente: veja como fazer essa opção leve, deliciosa e surpreendente

 

Quer impressionar seus convidados num almoço ou jantar? Faça essa linda salada refrescante, todos irão elogiar e esvaziar a travessa!

Salada refrescante
Salada refrescante

Essa versão de salada refrescante, que o canal receitas Dona Dirce está nos ensinando, além de ficar extremamente deliciosa, fica muito leve, colorida e cheia de sabor e textura. Confira o passo a passo dessa delicia e faça, você vai amar o resultado lindo e imperdível!

Como fazer salada refrescante

Para fazer salada refrescante vamos precisar de iogurte natural, maçã, abobrinha italiana, azeite, hortelã, suco de ½ limão, sal e pimenta do reino. Primeiramente iremos preparar o molho de iogurte seguindo as instruções. Em seguida vamos colocar a abobrinha ralada, a maçã em cubinhos, adicionar o molho de iogurte e misturar bem para envolver totalmente todos os ingredientes. Depois disso é só saborear essa maravilha!

Ingredientes da receita de salada refrescante

  • 1 pote de iogurte natural
  • 1 maçã
  • 4 abobrinhas italianas raladas
  • 2 colheres(sopa) de azeite
  • 1 ½ colher(sopa) de hortelã picada
  • Suco de ½ limão
  • Sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo

  1. Numa tigelinha coloque o iogurte, o sal, o azeite, o suco do limão, a pimenta do reino, a hortelã picada e misture bem para homogeneizar.
  2. Numa travessa coloque a abobrinha ralada, a maçã cortada em cubinhos, o molho de iogurte e misture bem para envolver totalmente.
  3. Sirva em seguida essa maravilhosa salada refrescante!

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PEIXE assado no forno: 3 receitas fáceis e saborosas para o almoço de domingo

 

Veja como preparar opções deliciosas e surpreender para toda a família

8 mar 2026  

Domingo é dia de caprichar no almoço. E nada deixa a refeição mais gostosa do que um peixe assado saindo quentinho do forno. Seja inteiro, em filés ou em postas, ele sempre garante sabor e aquele toque especial que transforma o momento em algo único. Além disso, é uma ótima escolha para o prato principal, pois é nutritivo, rico em proteínas e ômega 3 que fortalecem a saúde de forma natural.

Filé de salmão assado
Filé de salmão assado
Foto: Karl Allgaeuer | Shutterstock / Portal EdiCase

A seguir, confira 3 receitas fáceis de peixe assado no forno!

1. Filé de salmão assado

Ingredientes

  • 800 g de filé de salmão
  • 2 colheres de sopa de mel
  • 1 colher de chá de chili em pó
  • 1 colher de chá de páprica doce
  • 1 colher de sopa de azeite de oliva
  • Suco de 1/2 limão
  • 2 batatas cortadas em rodelas
  • 1 cebola-roxa cortada em pétalas
  • 200 g de tomate-cereja
  • 1 pimentão vermelho cortado em tiras
  • 2 dentes de alho picados
  • 2 pimentas dedo-de-moça
  • Ramos de tomilho, sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo

Em uma tigela, misture o mel, o chili em pó, a páprica, o azeite, o alho, o sal, a pimenta-do-reino e o suco de limão até formar uma marinada homogênea. Passe essa mistura cuidadosamente sobre todo o filé, garantindo que ele fique bem coberto, e reserve. Para os legumes, disponha as batatas, a cebola, os tomates-cereja e as pimentas dedo-de-moça em uma assadeira grande.

Regue tudo com azeite, tempere com sal, pimenta-do-reino e distribua ramos de tomilho por cima. Em seguida, coloque o filé de salmão sobre os legumes, deixando que parte da marinada escorra e envolva os vegetais. Leve ao forno preaquecido a 200 °C por cerca de 25 a 30 minutos, até que o salmão esteja dourado por cima e macio por dentro, enquanto os legumes ficam levemente caramelizados. Sirva em seguida.

Truta assada com limão
Truta assada com limão
Foto: Dariienko Andrii | Shutterstock / Portal EdiCase
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2. Truta assada com limão

Ingredientes

  • 500 g de postas de truta
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva
  • Suco de 1 limão-siciliano
  • Raspas de 1 limão-siciliano
  • 2 dentes de alho picados
  • Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
  • Azeite para untar

Modo de preparo

Em um recipiente, tempere as postas de truta com o sal, a pimenta-do-reino, o alho e o suco de limão, deixando que absorvam os sabores por 15 minutos. Unte uma assadeira com um fio de azeite e coloque as postas na assadeira. Distribua as raspas de limão-siciliano, garantindo que cada posta fique aromática. Leve ao forno preaquecido a 100 °C por cerca de 20 a 25 minutos, até que a superfície esteja levemente dourada e a carne, macia e suculenta por dentro. Retire do forno e sirva.

3. Tilápia assada com batata

Ingredientes

  • 500 g de filé de tilápia
  • 4 batatas descascadas e cortadas em rodelas
  • 2 tomates picados
  • 1/2 pimentão cortado em tiras
  • 1 cebola cortada em cubos
  • 1 colher de sopa de alcaparras
  • 2 dentes de alho espremidos
  • Azeite, sal e cheiro-verde picado a gosto

Modo de preparo

Em um recipiente, tempere os filés de tilápia com sal e alho, deixando que absorvam os sabores enquanto prepara os vegetais. Em uma tigela, misture o tomate, a cebola, o pimentão e as alcaparras. Depois, acrescente o cheiro-verde e reserve.

Unte um refratário com azeite e forre o fundo com as batatas, formando uma camada uniforme. Sobre elas, coloque os filés de tilápia e distribua por cima a mistura de vegetais, regando generosamente com azeite. Leve ao forno preaquecido a 180°C por cerca de 30 a 40 minutos, até que o líquido que se forma no fundo do refratário evapore e a superfície fique dourada e apetitosa. Sirva quente.

Portal EdiCase

domingo, 8 de março de 2026

IA traz mais riscos que benefícios e pode estimular a exploração predatória, diz escritor americano

 

Economia

Para Douglas Rushkoff, inteligência artificial está trazendo uma nova era do capitalismo ao amplificar a lógica das plataformas

8 mar 2026  

Para o escritor Douglas Rushkoff, conhecido por livros que falam sobre os impactos das tecnologias, a inteligência artificial (IA) traz mais riscos do que benefícios e pode estimular a exploração de recursos naturais e humanos de forma predatória.

"A inteligência artificial está trazendo uma nova era do capitalismo ao amplificar a lógica das plataformas. Se você olhar de cima, o que é a IA? É uma nova desculpa para extrair minerais do solo, escravizar crianças na África, obtendo esses minerais para monopolizar a energia e o lençol freático, contando com uma enorme força de trabalho terceirizada de pessoas que estão etiquetando todos os dados", afirma.

A fala se refere à busca por mão de obra barata para manter o controle absoluto dos minerais necessários para o processamento de dados de soluções baseadas em IA. Ao deter os recursos, os bilionários da tecnologia conseguiriam manter sua hegemonia na nova era trazida pela IA.

Palestrante do festival São Paulo Innovation Week, que será realizado em maio na Mercado Livre Arena Pacaembu e na Faap, Rushkoff aponta o ano de 1993 como o momento no qual a tecnologia deixou de ser moldada pelos humanos e passou a nos moldar. O motivo, segundo ele, é que foi por volta desse ano que as empresas perceberam que as novas tecnologias eram uma mina de ouro, colocando-as para moldar comportamentos da população para lucrar.

O escritor afirma ainda que os bilionários da tecnologia têm medo do restante da população pelo mal que seus negócios têm causado ao mundo e fantasiam em escapar das consequências de seus atos construindo bunkers ou criando projetos para colonização espacial.

O São Paulo Innovation Week, uma parceria entre o Estadão e a Base eventos, será realizado entre os dias 13 e 15 de maio. Os ingressos já estão à venda, e assinantes do Estadão têm desconto.

Leia os principais trechos da entrevista a seguir.

O sr. diz que somos programados por plataformas digitais. Em que momento perdemos a capacidade de moldar a tecnologia e começamos a ser moldados por ela?

Como dizia (o acadêmico de mídia) John Culkin, nós criamos nossas tecnologias e, depois disso, elas nos criam. Desde o fogo, passamos a cozinhar alimentos, e nossos dentes mudaram por causa disso. Quando nos tornamos mais programados pela tecnologia e menos capazes de programá-la nós mesmos? Isso aconteceu por volta de 1993, quando as empresas acreditaram que poderiam lucrar com a internet e as tecnologias digitais. Antes disso, elas achavam que essas eram ferramentas inúteis para os negócios. A AT&T, uma corporação americana, recebeu uma oferta pela internet por um valor irrisório, quase de graça, e recusou porque não queria ser responsável por algo tão pouco lucrativo. Em 1993, a revista Wired anunciou que havia uma maneira de ganhar dinheiro com essas tecnologias. Quando as empresas apostam em uma tecnologia, elas não querem mais que ela sirva para aprimorar o potencial criativo da humanidade. Elas querem que ela sirva para aumentar a probabilidade de os seres humanos agirem de certas maneiras. Então, em vez de abrir mais possibilidades para os seres humanos programarem a nossa realidade, começamos a programar os seres humanos para serem mais previsíveis para o mercado.

A internet nasceu com um discurso descentralizador. O que deu errado e nos levou a ver tamanha concentração de poder hoje?

De forma simples, foi o capitalismo. A internet era uma plataforma de mídia bastante descentralizada, porque ela foi construída sobre recursos compartilhados. A razão pela qual temos redes de computadores é porque essas máquinas costumavam consistir em um computador e vários terminais conectados a ele. Então, compartilhávamos recursos. Mas é mais difícil ganhar dinheiro quando as coisas são descentralizadas, quando as pessoas são donas das coisas. Você não quer que as pessoas sejam donas do processamento computacional, mas que paguem um aluguel por ele. Por isso, a internet caminhou para plataformas muito mais centralizadas. É o que Peter Thiel (cofundador do PayPal) chama de ir de zero a um (título de seu livro). Você tem todos competindo em um nível. Então você sobe um nível e tenta comprar os meios, a plataforma, os protocolos pelos quais todos os outros competem, em vez de competir com eles.

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O sr. vê a IA como uma ferramenta para ampliar a criatividade humana ou como um instrumento para reduzir a autonomia?

A IA pode ser as duas coisas, se não considerarmos 99% do impacto da IA. Ou seja, se não pensarmos na IA em termos de destruição do planeta, consumo excessivo de energia ou morte de pessoas. Se pensarmos na IA apenas como a ferramenta que usamos quando digitamos ou conversamos com nossos computadores, claro que ela pode ampliar a criatividade humana, desde que seja usada de forma iterativa e generativa, como parte de uma investigação, não como a resposta. Não sei se a IA reduz tanto a sua autonomia, mas sim reduz tudo. Ela nos remove da equação. Mas se você a usa para gerar perguntas melhores, então, ela certamente pode ampliar sua criatividade.

O escritor Douglas Rushkoff diz que IA só é benéfica se ignorarmos 99% dos problemas que ela causa
O escritor Douglas Rushkoff diz que IA só é benéfica se ignorarmos 99% dos problemas que ela causa
Foto: Divulgação/Douglas Rushkoff / Estadão

A inteligência artificial amplifica a lógica das plataformas ou inaugura uma nova fase do capitalismo digital?

As duas coisas. A inteligência artificial está trazendo uma nova era do capitalismo ao amplificar a lógica das plataformas. Se você olhar de cima, o que é a IA? É uma nova desculpa para extrair minerais do solo, escravizar crianças na África, obtendo esses minerais para monopolizar a energia e o lençol freático, contando com uma enorme força de trabalho terceirizada de pessoas que estão etiquetando todos os dados. Então, eu diria que é a mesma coisa, só que mais intensa. Ainda não estamos vendo nada de muito descentralizado. Em áreas criativas, vemos pessoas que conseguem, com menos dinheiro, criar coisas visualmente atraentes. O que isso significa para elas, em termos de geração de valor próprio, ainda está por ser visto.

Costuma-se dizer que o problema não é a tecnologia em si, mas o modelo de negócios das empresas de tecnologia. Que modelo alternativo seria economicamente viável hoje?

Eu nem acho que o modelo de negócios que as empresas de tecnologia estão usando seja economicamente viável hoje. A maioria das pessoas — pessoas comuns, economistas, empresários — está preocupada com o fato de que o emprego não é um modelo sustentável para o futuro da distribuição de recursos e dinheiro. A única coisa genuinamente sustentável é as pessoas desacelerarem, em vez de otimizarem nossa economia para a extração. Ao otimizarmos nossa economia para extração e acumulação, precisamos começar a otimizá-la para o tempo livre, para o lazer. Eu sei que parece loucura, mas foi assim que a economia foi otimizada em muitos outros períodos da história. Conforme a produtividade aumenta, em vez de as pessoas produzirem mais coisas que ninguém precisa, elas trabalham menos e ficam mais saudáveis ??e felizes. Ser saudável e feliz não deveria ser um problema para a economia.

No livro 'A Sobrevivência dos Mais Ricos', o sr. descreve o que chama de mentalidade dos bilionários da tecnologia. Esse comportamento é resultado da personalidade dessas pessoas ou é incentivado pelo sistema econômico?

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Depende. Por muitos anos, pensei que era o capitalismo o responsável. A tecnologia e as pessoas são, de certa forma, puras e divertidas. Elas querem se divertir e, sob as regras do capitalismo, são forçadas a competir, mas aceitam a competição e a escassez como condições dadas do universo. Então, o comportamento delas começa a mudar. Mas o fator pode ser ainda maior do que o capitalismo. Isso pode remontar ao Iluminismo ou à própria Era Axial (800-200 a.C), aos primórdios da escrita, quando adotamos uma visão histórica do mundo, desejando um futuro melhor do que o presente e estando dispostos a fazer o que fosse necessário para alcançá-lo. Foi isso que inventou a conquista, o colonialismo e a tomada de poder. Quando temos acesso às ferramentas digitais, vemos novas e ainda mais poderosas maneiras de crescer, expandir, tomar mais e buscar maior domínio sobre esta realidade. Portanto, acredito que a tecnologia digital amplificou as tendências já existentes de dominação e controle.

Muitos desses empreendedores investem em projetos como bunkers, colonização espacial e biotecnologia para prolongamento da vida. O sr. interpreta isso como uma estratégia racional ou como um sintoma de distanciamento social?

Eles querem escapar das causas de seus próprios atos. Não é uma estratégia racional porque nenhuma dessas coisas vai funcionar de verdade. São experimentos divertidos, mas não vão funcionar durante a vida dessas pessoas. São fantasias. É por isso que o subtítulo do livro A Sobrevivência do Mais Rico é 'Fantasias de fuga dos bilionários da tecnologia'. Elas não vão funcionar de verdade.

Por quê?

Primeiro, porque eles são completamente materialistas. Eles não acreditam em nada além da matéria, mas aceitam as coisas como são. Então, não importa o quanto falem sobre a nuvem ou outras dimensões, eles estão realmente presos a este mundo, sendo eles mesmos, nada mais — e isso é uma pena. O outro fator é que eles têm medo de nós. Eles têm medo das pessoas. Eles têm medo do karma, das repercussões de seus próprios atos, e querem escapar disso. Eles têm uma mentalidade muito limitada. Não acreditam que haja recursos suficientes no planeta para todos nós. Na visão deles, precisam que o resto de nós morra ou seja deixado para trás para que eles sobrevivam.

O discurso de que a tecnologia resolverá tudo serve como justificativa para evitar mudanças estruturais mais profundas?

Em vez de deixar as pessoas comprarem apenas o que precisam, ou deixar as pessoas compartilharem coisas, foi preciso criar uma sociedade onde as pessoas não compartilhem coisas para que a economia possa crescer. Se você descobrir uma maneira de usar menos fertilizante e menos inseticida na sua plantação, isso é ruim porque significa que não precisamos comprar tanta coisa. Você vicia o solo e a plantação em certos produtos químicos e esgota os nutrientes do solo, de modo que precisamos de um novo produto químico para restaurar esses nutrientes. Então, as únicas soluções compatíveis com essa forma de capitalismo são as que custam mais dinheiro.

A concentração de riqueza nas mãos dos fundadores de empresas como Tesla, Amazon e Meta Platforms é um efeito colateral inevitável da inovação ou resultado de falhas regulatórias?

Não é um efeito colateral inevitável da inovação. Pode ser um efeito colateral inevitável de um certo tipo de inovação. A Tesla não se trata tanto de trazer inovação para o automóvel, mas sim de monopolizar o mercado de carros elétricos. Na Amazon, qual é a inovação? Não é a tecnologia. A inovação da Amazon é o que chamamos de monopólio. Um monopólio é quando alguém controla tanto o consumidor quanto o produtor. A inovação é ser a nova camada entre todos os outros. As inovações da Meta foram realmente sobre adquirir empresas e manter o monopólio sobre as mídias sociais. Então, na verdade, são as falhas regulatórias. Certamente, se tivéssemos regulamentação, isso poderia ajudar. Mas também significaria inovar de maneiras diferentes. Poderíamos ter valores diferentes.

O sr. acredita que esses bilionários realmente se veem como salvadores da humanidade?

Eles se veem como salvadores da humanidade. Mas a definição de humanidade deles é muito diferente da sua ou da minha. Para mim, humanidade são os seres humanos. Para eles, a humanidade pode ser apenas o nosso DNA. Pode ser apenas o nosso código, pode ser apenas a semente deles. Elon Musk não está olhando para você e para mim como a humanidade que precisa ser salva. Ele entende muito mais como código do que como nós, seres de carne e osso.

Será que estamos deixando decisões demais nas mãos dos algoritmos?

Eu me preocupo menos com as pessoas delegando tarefas ou decisões a algoritmos do que com as pessoas não entendendo nada sobre os algoritmos que estão usando. Se um juiz usa um algoritmo digital proprietário, que é trancado em uma caixa preta, para decidir sobre as diretrizes de sentença para um prisioneiro, ele nem vai perceber quais vieses, qual racismo pode estar embutido nesse algoritmo. Isso é o que mais me preocupa.

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Onde estaria o limite ético para delegar decisões a algoritmos?

Já ultrapassamos o limite ético de tudo hoje em dia. As pessoas precisam ser capazes de ajustar seus próprios algoritmos, e a maioria não permite que você faça isso. Para mim, qualquer algoritmo que você use sem saber quais são seus vieses é antiético.

Estadão

Almoço de PÁSCOA: 5 receitas especiais para celebrar em família

 

Veja como preparar opções saborosas que combinam tradição, afeto e muito sabor à mesa

6 mar 2026  

Mais do que chocolates e coelhinhos, a Páscoa tem um significado muito especial: sua origem está na tradição cristã, que relembra a crucificação e celebra a ressurreição de Jesus Cristo. É um momento de fé, reflexão e, acima de tudo, de compartilhar momentos especiais com quem amamos. É a ocasião perfeita para reunir a família ao redor da mesa e celebrar com sabores que despertam memórias e criam novas histórias.

A seguir, confira 5 receitas especiais para o almoço de Páscoa!

1. Bacalhoada de forno

Ingredientes

  • 1 kg de lombo de bacalhau dessalgado
  • 1 kg de batata cortada em rodelas
  • 1 pimentão amarelo cortado em rodelas
  • 1 pimentão verde cortado em rodelas
  • 1 pimentão vermelho cortado em rodelas
  • 4 ovos cozidos cortado em rodelas
  • 3 cebolas cortada em rodelas
  • 1 xícara de chá de azeitona preta
  • Azeite, salsa picada e pimenta-do-reino moída a gosto
  • Água

Modo de Preparo

Coloque o lombo de bacalhau dessalgado em uma panela e adicione água suficiente para cobrir o peixe pela metade. Leve ao fogo médio e cozinhe por cerca de 20 minutos. Espete um garfo para verificar se o bacalhau está firme e cozido e reserve. Em outra panela, coloque as batatas em rodelas e cubra com água. Leve ao fogo médio e cozinhe até que fiquem macias, porém ainda firmes. Escorra e reserve.

Pegue mais uma panela, aqueça um fio de azeite em fogo médio e refogue as cebolas e os pimentões verde, amarelo e vermelho. Tempere com pimenta-do-reino e refogue até que os legumes fiquem levemente macios. Forre o fundo de uma assadeira com as batatas cozidas. Em seguida, espalhe metade do refogado de pimentões e acomode as postas de bacalhau por cima. Cubra com o restante do refogado, distribua os ovos cozidos e as azeitonas pretas e regue generosamente com azeite.

Leve ao forno médio preaquecido aproximadamente 40 minutos. Retire do forno, finalize com salsa e sirva em seguida.

2. Camarão empanado

Ingredientes

Camarão empanado

  • 400 g de camarão cinza
  • 1 1/2 xícara de chá de farinha de trigo
  • 1/2 xícara de chá de amido de milho
  • 2 xícaras de chá de caldo de camarão
  • 1 tablete de caldo de galinha
  • 4 colheres de sopa de manteiga
  • Farinha de rosca e água para empanar
  • Sal, cheiro-verde e alho picado a gosto
  • Óleo para fritar

Caldo de camarão

  • 2 xícaras de chá de água
  • Cascas e cabeças de camarão a gosto
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Modo de Preparo

Caldo de camarão

Comece limpando o camarão. Retire as cascas e as cabeças, mantendo apenas a cauda. Faça um corte nas costas e retire as tripas. Coloque as cascas e as cabeças em uma panela, adicione a água e leve ao fogo para ferver. Após alguns minutos, coe o líquido e deixe reservado.

Camarão empanado

Em um recipiente, tempere os camarões com sal e alho picado e reserve. Em uma tigela, misture a farinha de trigo com o amido de milho e reserve. Em uma panela, coloque o caldo de camarão, o tablete de caldo de galinha e a manteiga, e leve ao fogo médio para ferver por cerca de três minutos.

Acrescente a mistura de farinha e amido, mexendo até a massa desgrudar do fundo da panela, e finalize com um pouco de cheiro-verde, incorporando bem. Espere a massa esfriar levemente, abra porções com as mãos e envolva cada camarão, deixando a cauda para fora. Passe os camarões na água e em seguida na farinha de rosca. Em uma panela, aqueça o óleo em fogo médio. Frite os camarões até dourar, escorra em papel-toalha e sirva imediatamente.

3. Arroz à grega

Ingredientes

  • 300 g de arroz branco
  • 150 g de cenoura cortada em cubos pequenos
  • 60 g de pimentão vermelho picado
  • 40 g de pimentão verde picado
  • 30 ml de óleo
  • 80 g de cebola picada
  • 3 dentes de alho picados
  • 1 tablete de caldo de legumes
  • 720 ml de água quente
  • Sal e cebolinha picada a gosto
  • 150 g de uva-passa

Modo de Preparo

Em uma panela, aqueça o óleo em fogo médio e refogue a cebola e o alho até ficarem levemente dourados e aromáticos. Acrescente o arroz branco e o tablete de caldo de legumes, misturando bem para envolver os grãos no tempero. Em seguida, despeje a água quente e adicione a cenoura picada. Tampe parcialmente a panela e deixe cozinhar em fogo baixo por cerca de 10 minutos.

Após esse tempo, desligue o fogo e acrescente os pimentões vermelho e verde, o sal e a uva-passa, misturando delicadamente. Ligue o fogo novamente, tampe a panela e deixe cozinhar por mais 10 minutos, até que o arroz esteja macio e os ingredientes bem incorporados.

Desligue o fogo, solte o arroz com um garfo para deixá-lo mais soltinho e finalize com cebolinha. Sirva em seguida.

Bacalhoada de forno
Bacalhoada de forno
Foto: lhmfoto | Shutterstock / Portal EdiCase
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4. Salada de maionese

Ingredientes

  • 6 batatas cortada em cubos
  • 5 cenouras cortada em cubos
  • 250 g de maionese
  • 170 g de milho-verde
  • 170 g de ervilha
  • 1 cebola picada
  • 1 talo de salsão picado
  • Suco de 2 limões
  • Cheiro-verde picado, azeite, sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de Preparo

Em uma panela com água e um pouco de sal, coloque as batatas e as cenouras. Leve ao fogo médio e cozinhe até que fiquem macias, porém firmes. Escorra e deixe esfriar. Em uma tigela grande, coloque as batatas e as cenouras cozidas e acrescente o milho-verde, a ervilha, a cebola e o salsão. Adicione o cheiro-verde e misture bem para incorporar todos os ingredientes.

Tempere a salada com suco de limão, azeite, sal e pimenta-do-reino, misturando novamente. Por fim, acrescente a maionese e mexa delicadamente até que todos os ingredientes estejam bem envolvidos. Leve à geladeira até o momento de servir.

5. Salmão assado

Ingredientes

  • 700 g de filé de salmão com pele
  • 3 colheres de sopa de manteiga em temperatura ambiente
  • 1 limão-siciliano
  • 2 xícaras de chá de tomate-cereja
  • Sal, pimenta-do-reino moída e folhas de manjericão a gosto

Modo de Preparo

Em um recipiente, tempere o filé de salmão com sal e pimenta-do-reino e coloque-o em uma travessa que possa ir ao forno. Em uma tigela, misture a manteiga em temperatura ambiente com as raspas do limão-siciliano e tempere com sal e pimenta-do-reino. Espalhe essa mistura sobre toda a superfície do salmão com o auxílio de uma colher. Distribua o tomate-cereja ao redor do peixe na travessa e tempere com sal. Corte o limão-siciliano em rodelas ou em meias-luas e coloque sobre o salmão.

Leve ao forno preaquecido a 200 °C por cerca de 25 minutos, até que o peixe esteja assado e levemente rosado por dentro. Caso prefira o salmão mais bem passado, deixe assar por mais 5 minutos. Retire do forno e finalize com folhas de manjericão antes de servir.

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Não é acém nem patinho: veja qual a melhor carne para a panela de pressão

 

6 mar 2026  

A carne na panela de pressão é uma das receitas mais práticas para o dia a dia. O método reduz o tempo de preparo e deixa o prato macio e cheio de sabor.

Foto: Guia da Cozinha

Muita gente costuma usar cortes como acém ou patinho. No entanto, existe uma opção que pode trazer um resultado ainda melhor: o músculo bovino.

Esse corte tem bastante colágeno. Quando cozido na pressão, ele se transforma em uma carne extremamente macia, com caldo encorpado e sabor marcante.

Por isso, o músculo é muito usado em ensopados, carnes de panela e receitas com molho.

A seguir, veja por que esse corte funciona tão bem na panela de pressão e aprenda uma forma simples de prepará-lo.

Por que o músculo é ideal para carne na panela de pressão

O músculo é considerado um corte mais firme. Isso acontece porque ele possui bastante tecido conjuntivo e colágeno.

Quando a carne é preparada rapidamente, essas características deixam a textura mais rígida. Porém, a panela de pressão muda completamente o resultado.

Durante o cozimento em alta temperatura e ambiente fechado, o colágeno se quebra e se transforma em gelatina natural.

Isso deixa a carne:

  • Mais macia.

  • Suculenta.

  • Com textura que quase desmancha.

Outro ponto positivo é o sabor. O músculo libera muitos sucos durante o preparo, o que cria um caldo mais encorpado e aromático.

Por isso, ele é perfeito para receitas que pedem molho ou caldo, como carnes de panela e ensopados.

Dicas para acertar no preparo da carne na pressão

Alguns cuidados simples fazem diferença no resultado final:

  • Prefira pedaços com boa quantidade de colágeno.

  • Seque a carne antes de dourar.

  • Sele bem os cubos para formar uma crosta dourada.

  • Use caldo quente em vez de água fria para manter a temperatura do preparo.

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Essas etapas ajudam a criar uma carne mais saborosa e um molho mais intenso.

Carne de músculo na panela de pressão

Tempo de preparo: 40 minutos

Rendimento: 4 porções

Ingredientes

  • 500 g de músculo bovino em cubos.

  • 2 colheres (sopa) de vinagre.

  • Sal a gosto.

  • Pimenta-do-reino a gosto.

  • 1 cebola pequena em pétalas.

  • 2 dentes de alho picados.

  • Azeite de oliva a gosto.

  • ½ xícara (chá) de molho de tomate.

  • 2 xícaras (chá) de água.

  • Salsinha picada a gosto.

Modo de preparo

  1. Tempere a carne com vinagre, sal, pimenta, cebola e alho.

  2. Aqueça um fio de azeite na panela de pressão.

  3. Doure os cubos de carne até ficarem bem selados.

  4. Acrescente o molho de tomate e a água.

  5. Tampe a panela e cozinhe por cerca de 20 minutos após pegar pressão.

  6. Abra a panela com cuidado e verifique a textura.

  7. Se necessário, cozinhe por mais 10 minutos para deixar a carne ainda mais macia.

  8. Finalize com salsinha picada e sirva quente.

Dica extra para deixar a carne ainda mais saborosa

Uma variação interessante é preparar o músculo sem adicionar água. Nesse caso, a carne cozinha apenas com os próprios líquidos liberados durante o preparo.

O resultado é um molho ainda mais concentrado e cheio de sabor, o que é perfeito para servir com arroz branco ou purê de batata.

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Guia da Cozinha