O meu blog é HOLÍSTICO, ou seja, está aberto a todo tipo de publicação (desde que seja interessante, útil para os leitores). Além disso, trata de divulgar meu trabalho como economista, escritor e compositor. Assim, tem postagens sobre saúde, religião, psicologia, ecologia, astronomia, filosofia, política, sexualidade, economia, música (tanto minhas composições quanto um player que toca músicas de primeira qualidade), comportamento, educação, nutrição, esportes: bom p/ redação Enem
Já imaginou poder saborear num chá ou café da tarde uma rosca doce
quentinha, recém saindo do forno, que fica com um visual lindíssimo e
uma textura que desmancha na boca? Essa receita do canal Kdelícia cozinha Ana Cláudia é tudo o que você tem de fazer, só faz!
Como fazer rosca doce
Para fazer rosca doce iremos precisar para a massa de, farinha de
trigo sem fermento, leite morno, óleo, açúcar, fermento biológico seco, 1
ovo e sal. Para o creme iremos utilizar 1 gema, essência de baunilha,
maisena, corante amarelo e leite condensado. Para a decoração, vamos
precisar de cerejas em calda, ameixa seca sem caroço e goiabada. Iremos
preparar a massa, o creme, e a montagem da rosca seguindo as instruções.
Em seguida vamos colocar numa forma de furo central untada e
enfarinhada, pincelar com gema + leite, decorar conforme o passo a
passo, polvilhar açúcar cristal, deixar crescer por 60 minutos, assar
por 30 minutos a 180 graus, retirar do forno, deixar amornar,
desenformar e se deliciar!
Numa vasilha coloque o fermento biológico, o leite morno, misture bem para dissolver.
Adicione o óleo, o ovo, o açúcar, o sal, mexa bem para agregar,
coloque a farinha de trigo, me misture bem até o ponto de amassar com as
mãos na bancada.
Sove bem por alguns minutos até obter uma massa lisa, homogênea e que não grude nas mãos.
Modele uma bola com a massa, coloque na vasilha, cubra com plástico filme e deixe descansar por 30-40 minutos.
Do creme
Numa panela coloque o leite condensado, a maisena e misture bem para dissolver totalmente.
Adicione a essência de baunilha, a gema, o corante amarelo, misture para agregar.
Leve em fogo médio, mexendo sempre, até ferver e engrossar, deixe cozinhar por mais 2 minutos, retire do fogo e deixe esfriar.
Coloque num saquinho de confeitar.
Montagem
Pressione a massa levemente para retirar o ar, modele um rolo
comprido e divida em 3 tiras, sem cortar a base. Trance essas tiras para
formar a trança da rosca.
Disponha essa trança numa forma ( 23 cm de diâmetro) de furo central
untada e enfarinhada e pincele com a mistura de gema + leite.
Corte a pontinha do saquinho de confeitar com o creme, e disponha fios do creme em todas as dobrinhas da trança.
Decore com as cerejas, as ameixas e tirinhas de goiabada a gosto.
Polvilhe açúcar cristal e deixe descansar por cerca de 60 minutos.
Após esse tempo asse em forno pré-aquecido a 180 graus por 30 minutos.
Retire do forno, deixe amornar, desenforme e sirva essa linda rosca doce!
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Chefe
de Cozinha, redator e blogueiro apaixonado por culinária. Aprendeu a
cozinhar quando foi morar sozinho e hoje compartilha suas experiências
gastronômicas. Tenho receitas publicadas nos portais Terra, R7 e algumas
dezenas de sites no Brasil e no mundo. Escrevo diariamente no Receita
Toda Hora e Pilotando Fogão. Veja mais
Essa versão de salada refrescante, que o canal receitas Dona Dirce
está nos ensinando, além de ficar extremamente deliciosa, fica muito
leve, colorida e cheia de sabor e textura. Confira o passo a passo dessa
delicia e faça, você vai amar o resultado lindo e imperdível!
Como fazer salada refrescante
Para fazer salada refrescante vamos precisar de iogurte natural,
maçã, abobrinha italiana, azeite, hortelã, suco de ½ limão, sal e
pimenta do reino. Primeiramente iremos preparar o molho de iogurte
seguindo as instruções. Em seguida vamos colocar a abobrinha ralada, a
maçã em cubinhos, adicionar o molho de iogurte e misturar bem para
envolver totalmente todos os ingredientes. Depois disso é só saborear
essa maravilha!
Chefe
de Cozinha, redator e blogueiro apaixonado por culinária. Aprendeu a
cozinhar quando foi morar sozinho e hoje compartilha suas experiências
gastronômicas. Tenho receitas publicadas nos portais Terra, R7 e algumas
dezenas de sites no Brasil e no mundo. Escrevo diariamente no Receita
Toda Hora e Pilotando Fogão. Veja mais
Veja como preparar opções deliciosas e surpreender para toda a família
Por:Redação EdiCase / Portal EdiCase
8 mar2026
Domingo é dia de caprichar no almoço. E
nada deixa a refeição mais gostosa do que um peixe assado saindo
quentinho do forno. Seja inteiro, em filés ou em postas, ele sempre
garante sabor e aquele toque especial que transforma o momento em algo
único. Além disso, é uma ótima escolha para o prato principal, pois é
nutritivo, rico em proteínas e ômega 3 que fortalecem a saúde de forma
natural.
Filé de salmão assado
Foto: Karl Allgaeuer | Shutterstock / Portal EdiCase
A seguir, confira 3 receitas fáceis de peixe assado no forno!
Ramos de tomilho, sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em uma tigela, misture o
mel, o chili em pó, a páprica, o azeite, o alho, o sal, a
pimenta-do-reino e o suco de limão até formar uma marinada homogênea.
Passe essa mistura cuidadosamente sobre todo o filé, garantindo que ele
fique bem coberto, e reserve. Para os legumes, disponha as batatas, a cebola, os tomates-cereja e as pimentas dedo-de-moça em uma assadeira grande.
Regue
tudo com azeite, tempere com sal, pimenta-do-reino e distribua ramos de
tomilho por cima. Em seguida, coloque o filé de salmão sobre os
legumes, deixando que parte da marinada escorra e envolva os vegetais.
Leve ao forno preaquecido a 200 °C por cerca de 25 a 30 minutos, até que
o salmão esteja dourado por cima e macio por dentro, enquanto os
legumes ficam levemente caramelizados. Sirva em seguida.
Em um recipiente, tempere
as postas de truta com o sal, a pimenta-do-reino, o alho e o suco de
limão, deixando que absorvam os sabores por 15 minutos. Unte uma
assadeira com um fio de azeite e coloque as postas na assadeira.
Distribua as raspas de limão-siciliano, garantindo que cada posta fique
aromática. Leve ao forno preaquecido a 100 °C por cerca de 20 a 25
minutos, até que a superfície esteja levemente dourada e a carne, macia e
suculenta por dentro. Retire do forno e sirva.
3. Tilápia assada com batata
Ingredientes
500 g de filé de tilápia
4 batatas descascadas e cortadas em rodelas
2 tomates picados
1/2 pimentão cortado em tiras
1 cebola cortada em cubos
1 colher de sopa de alcaparras
2 dentes de alho espremidos
Azeite, sal e cheiro-verde picado a gosto
Modo de preparo
Em um recipiente, tempere
os filés de tilápia com sal e alho, deixando que absorvam os sabores
enquanto prepara os vegetais. Em uma tigela, misture o tomate, a cebola,
o pimentão e as alcaparras. Depois, acrescente o cheiro-verde e
reserve.
Unte um refratário com azeite e forre o fundo com as batatas,
formando uma camada uniforme. Sobre elas, coloque os filés de tilápia e
distribua por cima a mistura de vegetais, regando generosamente com
azeite. Leve ao forno preaquecido a 180°C por cerca de 30 a 40 minutos,
até que o líquido que se forma no fundo do refratário evapore e a
superfície fique dourada e apetitosa. Sirva quente.
Para Douglas Rushkoff, inteligência artificial está trazendo uma nova era do capitalismo ao amplificar a lógica das plataformas
Por:Lucas Agrela
8 mar2026
Para o escritor Douglas Rushkoff, conhecido por livros que falam sobre os impactos das tecnologias, ainteligência artificial(IA) traz mais riscos do que benefícios e pode estimular a exploração de recursos naturais e humanos de forma predatória.
"A
inteligência artificial está trazendo uma nova era do capitalismo ao
amplificar a lógica das plataformas. Se você olhar de cima, o que é a
IA? É uma nova desculpa para extrair minerais do solo, escravizar
crianças na África, obtendo esses minerais para monopolizar a energia e o
lençol freático, contando com uma enorme força de trabalho terceirizada
de pessoas que estão etiquetando todos os dados", afirma.
A
fala se refere à busca por mão de obra barata para manter o controle
absoluto dos minerais necessários para o processamento de dados de
soluções baseadas em IA. Ao deter os recursos, os bilionários da
tecnologia conseguiriam manter sua hegemonia na nova era trazida pela
IA.
Palestrante do festival São Paulo Innovation Week,
que será realizado em maio na Mercado Livre Arena Pacaembu e na Faap,
Rushkoff aponta o ano de 1993 como o momento no qual a tecnologia deixou
de ser moldada pelos humanos e passou a nos moldar. O motivo, segundo
ele, é que foi por volta desse ano que as empresas perceberam que as
novas tecnologias eram uma mina de ouro, colocando-as para moldar
comportamentos da população para lucrar.
O escritor
afirma ainda que os bilionários da tecnologia têm medo do restante da
população pelo mal que seus negócios têm causado ao mundo e fantasiam em
escapar das consequências de seus atos construindo bunkers ou criando
projetos para colonização espacial.
O São Paulo Innovation Week, uma parceria entre o Estadão e a Base eventos, será realizado entre os dias 13 e 15 de maio. Os ingressos já estão à venda, e assinantes do Estadãotêm desconto.
Leia os principais trechos da entrevista a seguir.
O
sr. diz que somos programados por plataformas digitais. Em que momento
perdemos a capacidade de moldar a tecnologia e começamos a ser moldados
por ela?
Como dizia (o acadêmico de mídia)
John Culkin, nós criamos nossas tecnologias e, depois disso, elas nos
criam. Desde o fogo, passamos a cozinhar alimentos, e nossos dentes
mudaram por causa disso. Quando nos tornamos mais programados pela
tecnologia e menos capazes de programá-la nós mesmos? Isso aconteceu por
volta de 1993, quando as empresas acreditaram que poderiam lucrar com a
internet e as tecnologias digitais. Antes disso, elas achavam que essas
eram ferramentas inúteis para os negócios. A AT&T, uma corporação
americana, recebeu uma oferta pela internet por um valor irrisório,
quase de graça, e recusou porque não queria ser responsável por algo tão
pouco lucrativo. Em 1993, a revista Wired anunciou que havia uma
maneira de ganhar dinheiro com essas tecnologias. Quando as empresas
apostam em uma tecnologia, elas não querem mais que ela sirva para
aprimorar o potencial criativo da humanidade. Elas querem que ela sirva
para aumentar a probabilidade de os seres humanos agirem de certas
maneiras. Então, em vez de abrir mais possibilidades para os seres
humanos programarem a nossa realidade, começamos a programar os seres
humanos para serem mais previsíveis para o mercado.
A internet nasceu com um discurso descentralizador. O que deu errado e nos levou a ver tamanha concentração de poder hoje?
De
forma simples, foi o capitalismo. A internet era uma plataforma de
mídia bastante descentralizada, porque ela foi construída sobre recursos
compartilhados. A razão pela qual temos redes de computadores é porque
essas máquinas costumavam consistir em um computador e vários terminais
conectados a ele. Então, compartilhávamos recursos. Mas é mais difícil
ganhar dinheiro quando as coisas são descentralizadas, quando as pessoas
são donas das coisas. Você não quer que as pessoas sejam donas do
processamento computacional, mas que paguem um aluguel por ele. Por
isso, a internet caminhou para plataformas muito mais centralizadas. É o
que Peter Thiel (cofundador do PayPal) chama de ir de zero a um(título de seu livro).
Você tem todos competindo em um nível. Então você sobe um nível e tenta
comprar os meios, a plataforma, os protocolos pelos quais todos os
outros competem, em vez de competir com eles.
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O sr. vê a IA como uma ferramenta para ampliar a criatividade humana ou como um instrumento para reduzir a autonomia?
A
IA pode ser as duas coisas, se não considerarmos 99% do impacto da IA.
Ou seja, se não pensarmos na IA em termos de destruição do planeta,
consumo excessivo de energia ou morte de pessoas. Se pensarmos na IA
apenas como a ferramenta que usamos quando digitamos ou conversamos com
nossos computadores, claro que ela pode ampliar a criatividade humana,
desde que seja usada de forma iterativa e generativa, como parte de uma
investigação, não como a resposta. Não sei se a IA reduz tanto a sua
autonomia, mas sim reduz tudo. Ela nos remove da equação. Mas se você a
usa para gerar perguntas melhores, então, ela certamente pode ampliar
sua criatividade.
O escritor Douglas Rushkoff diz que IA só é benéfica se ignorarmos 99% dos problemas que ela causa
Foto: Divulgação/Douglas Rushkoff / Estadão
A inteligência artificial amplifica a lógica das plataformas ou inaugura uma nova fase do capitalismo digital?
As
duas coisas. A inteligência artificial está trazendo uma nova era do
capitalismo ao amplificar a lógica das plataformas. Se você olhar de
cima, o que é a IA? É uma nova desculpa para extrair minerais do solo,
escravizar crianças na África, obtendo esses minerais para monopolizar a
energia e o lençol freático, contando com uma enorme força de trabalho
terceirizada de pessoas que estão etiquetando todos os dados. Então, eu
diria que é a mesma coisa, só que mais intensa. Ainda não estamos vendo
nada de muito descentralizado. Em áreas criativas, vemos pessoas que
conseguem, com menos dinheiro, criar coisas visualmente atraentes. O que
isso significa para elas, em termos de geração de valor próprio, ainda
está por ser visto.
Costuma-se dizer que o problema não é a
tecnologia em si, mas o modelo de negócios das empresas de tecnologia.
Que modelo alternativo seria economicamente viável hoje?
Eu
nem acho que o modelo de negócios que as empresas de tecnologia estão
usando seja economicamente viável hoje. A maioria das pessoas — pessoas
comuns, economistas, empresários — está preocupada com o fato de que o
emprego não é um modelo sustentável para o futuro da distribuição de
recursos e dinheiro. A única coisa genuinamente sustentável é as pessoas
desacelerarem, em vez de otimizarem nossa economia para a extração. Ao
otimizarmos nossa economia para extração e acumulação, precisamos
começar a otimizá-la para o tempo livre, para o lazer. Eu sei que parece
loucura, mas foi assim que a economia foi otimizada em muitos outros
períodos da história. Conforme a produtividade aumenta, em vez de as
pessoas produzirem mais coisas que ninguém precisa, elas trabalham menos
e ficam mais saudáveis ??e felizes. Ser saudável e feliz não deveria
ser um problema para a economia.
No livro 'A Sobrevivência dos
Mais Ricos', o sr. descreve o que chama de mentalidade dos bilionários
da tecnologia. Esse comportamento é resultado da personalidade dessas
pessoas ou é incentivado pelo sistema econômico?
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Depende.
Por muitos anos, pensei que era o capitalismo o responsável. A
tecnologia e as pessoas são, de certa forma, puras e divertidas. Elas
querem se divertir e, sob as regras do capitalismo, são forçadas a
competir, mas aceitam a competição e a escassez como condições dadas do
universo. Então, o comportamento delas começa a mudar. Mas o fator pode
ser ainda maior do que o capitalismo. Isso pode remontar ao Iluminismo
ou à própria Era Axial (800-200 a.C), aos primórdios da escrita,
quando adotamos uma visão histórica do mundo, desejando um futuro melhor
do que o presente e estando dispostos a fazer o que fosse necessário
para alcançá-lo. Foi isso que inventou a conquista, o colonialismo e a
tomada de poder. Quando temos acesso às ferramentas digitais, vemos
novas e ainda mais poderosas maneiras de crescer, expandir, tomar mais e
buscar maior domínio sobre esta realidade. Portanto, acredito que a
tecnologia digital amplificou as tendências já existentes de dominação e
controle.
Muitos desses empreendedores investem em projetos como
bunkers, colonização espacial e biotecnologia para prolongamento da
vida. O sr. interpreta isso como uma estratégia racional ou como um
sintoma de distanciamento social?
Eles querem
escapar das causas de seus próprios atos. Não é uma estratégia racional
porque nenhuma dessas coisas vai funcionar de verdade. São experimentos
divertidos, mas não vão funcionar durante a vida dessas pessoas. São
fantasias. É por isso que o subtítulo do livro A Sobrevivência do Mais Rico é 'Fantasias de fuga dos bilionários da tecnologia'. Elas não vão funcionar de verdade.
Por quê?
Primeiro,
porque eles são completamente materialistas. Eles não acreditam em nada
além da matéria, mas aceitam as coisas como são. Então, não importa o
quanto falem sobre a nuvem ou outras dimensões, eles estão realmente
presos a este mundo, sendo eles mesmos, nada mais — e isso é uma pena. O
outro fator é que eles têm medo de nós. Eles têm medo das pessoas. Eles
têm medo do karma, das repercussões de seus próprios atos, e querem
escapar disso. Eles têm uma mentalidade muito limitada. Não acreditam
que haja recursos suficientes no planeta para todos nós. Na visão deles,
precisam que o resto de nós morra ou seja deixado para trás para que
eles sobrevivam.
O discurso de que a tecnologia resolverá tudo serve como justificativa para evitar mudanças estruturais mais profundas?
Em
vez de deixar as pessoas comprarem apenas o que precisam, ou deixar as
pessoas compartilharem coisas, foi preciso criar uma sociedade onde as
pessoas não compartilhem coisas para que a economia possa crescer. Se
você descobrir uma maneira de usar menos fertilizante e menos inseticida
na sua plantação, isso é ruim porque significa que não precisamos
comprar tanta coisa. Você vicia o solo e a plantação em certos produtos
químicos e esgota os nutrientes do solo, de modo que precisamos de um
novo produto químico para restaurar esses nutrientes. Então, as únicas
soluções compatíveis com essa forma de capitalismo são as que custam
mais dinheiro.
A concentração de riqueza nas mãos dos fundadores
de empresas como Tesla, Amazon e Meta Platforms é um efeito colateral
inevitável da inovação ou resultado de falhas regulatórias?
Não
é um efeito colateral inevitável da inovação. Pode ser um efeito
colateral inevitável de um certo tipo de inovação. A Tesla não se trata
tanto de trazer inovação para o automóvel, mas sim de monopolizar o
mercado de carros elétricos. Na Amazon, qual é a inovação? Não é a
tecnologia. A inovação da Amazon é o que chamamos de monopólio. Um
monopólio é quando alguém controla tanto o consumidor quanto o produtor.
A inovação é ser a nova camada entre todos os outros. As inovações da
Meta foram realmente sobre adquirir empresas e manter o monopólio sobre
as mídias sociais. Então, na verdade, são as falhas regulatórias.
Certamente, se tivéssemos regulamentação, isso poderia ajudar. Mas
também significaria inovar de maneiras diferentes. Poderíamos ter
valores diferentes.
O sr. acredita que esses bilionários realmente se veem como salvadores da humanidade?
Eles
se veem como salvadores da humanidade. Mas a definição de humanidade
deles é muito diferente da sua ou da minha. Para mim, humanidade são os
seres humanos. Para eles, a humanidade pode ser apenas o nosso DNA. Pode
ser apenas o nosso código, pode ser apenas a semente deles. Elon Musk
não está olhando para você e para mim como a humanidade que precisa ser
salva. Ele entende muito mais como código do que como nós, seres de
carne e osso.
Será que estamos deixando decisões demais nas mãos dos algoritmos?
Eu
me preocupo menos com as pessoas delegando tarefas ou decisões a
algoritmos do que com as pessoas não entendendo nada sobre os algoritmos
que estão usando. Se um juiz usa um algoritmo digital proprietário, que
é trancado em uma caixa preta, para decidir sobre as diretrizes de
sentença para um prisioneiro, ele nem vai perceber quais vieses, qual
racismo pode estar embutido nesse algoritmo. Isso é o que mais me
preocupa.
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Onde estaria o limite ético para delegar decisões a algoritmos?
Já
ultrapassamos o limite ético de tudo hoje em dia. As pessoas precisam
ser capazes de ajustar seus próprios algoritmos, e a maioria não permite
que você faça isso. Para mim, qualquer algoritmo que você use sem saber
quais são seus vieses é antiético.
Veja como preparar opções saborosas que combinam tradição, afeto e muito sabor à mesa
Por:Redação EdiCase / Portal EdiCase
6 mar2026
Mais do que chocolates e coelhinhos, a
Páscoa tem um significado muito especial: sua origem está na tradição
cristã, que relembra a crucificação e celebra a ressurreição de Jesus
Cristo. É um momento de fé, reflexão e, acima de tudo, de compartilhar
momentos especiais com quem amamos. É a ocasião perfeita para reunir a
família ao redor da mesa e celebrar com sabores que despertam memórias e
criam novas histórias.
A seguir, confira 5 receitas especiais para o almoço de Páscoa!
Azeite, salsa picada e pimenta-do-reino moída a gosto
Água
Modo de Preparo
Coloque o lombo de bacalhau
dessalgado em uma panela e adicione água suficiente para cobrir o peixe
pela metade. Leve ao fogo médio e cozinhe por cerca de 20 minutos.
Espete um garfo para verificar se o bacalhau está firme e cozido e
reserve. Em outra panela, coloque as batatas em rodelas e cubra com
água. Leve ao fogo médio e cozinhe até que fiquem macias, porém ainda
firmes. Escorra e reserve.
Pegue mais uma panela,
aqueça um fio de azeite em fogo médio e refogue as cebolas e os
pimentões verde, amarelo e vermelho. Tempere com pimenta-do-reino e
refogue até que os legumes fiquem levemente macios.
Forre o fundo de uma assadeira com as batatas cozidas. Em seguida,
espalhe metade do refogado de pimentões e acomode as postas de bacalhau
por cima. Cubra com o restante do refogado, distribua os ovos cozidos e
as azeitonas pretas e regue generosamente com azeite.
Leve ao forno médio preaquecido aproximadamente 40 minutos. Retire do forno, finalize com salsa e sirva em seguida.
2. Camarão empanado
Ingredientes
Camarão empanado
400 g de camarão cinza
1 1/2 xícara de chá de farinha de trigo
1/2 xícara de chá de amido de milho
2 xícaras de chá de caldo de camarão
1 tablete de caldo de galinha
4 colheres de sopa de manteiga
Farinha de rosca e água para empanar
Sal, cheiro-verde e alho picado a gosto
Óleo para fritar
Caldo de camarão
2 xícaras de chá de água
Cascas e cabeças de camarão a gosto
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Modo de Preparo
Caldo de camarão
Comece
limpando o camarão. Retire as cascas e as cabeças, mantendo apenas a
cauda. Faça um corte nas costas e retire as tripas. Coloque as cascas e
as cabeças em uma panela, adicione a água e leve ao fogo para ferver.
Após alguns minutos, coe o líquido e deixe reservado.
Camarão empanado
Em
um recipiente, tempere os camarões com sal e alho picado e reserve. Em
uma tigela, misture a farinha de trigo com o amido de milho e reserve.
Em uma panela, coloque o caldo de camarão, o tablete de caldo de galinha
e a manteiga, e leve ao fogo médio para ferver por cerca de três
minutos.
Acrescente a mistura de farinha e amido,
mexendo até a massa desgrudar do fundo da panela, e finalize com um
pouco de cheiro-verde, incorporando bem. Espere a massa esfriar
levemente, abra porções com as mãos e envolva cada camarão, deixando a
cauda para fora. Passe os camarões na água e em seguida na farinha de
rosca. Em uma panela, aqueça o óleo em fogo médio. Frite os camarões até
dourar, escorra em papel-toalha e sirva imediatamente.
3. Arroz à grega
Ingredientes
300 g de arroz branco
150 g de cenoura cortada em cubos pequenos
60 g de pimentão vermelho picado
40 g de pimentão verde picado
30 ml de óleo
80 g de cebola picada
3 dentes de alho picados
1 tablete de caldo de legumes
720 ml de água quente
Sal e cebolinha picada a gosto
150 g de uva-passa
Modo de Preparo
Em uma panela, aqueça o
óleo em fogo médio e refogue a cebola e o alho até ficarem levemente
dourados e aromáticos. Acrescente o arroz branco e o tablete de caldo de
legumes, misturando bem para envolver os grãos no tempero. Em seguida,
despeje a água quente e adicione a cenoura picada. Tampe parcialmente a
panela e deixe cozinhar em fogo baixo por cerca de 10 minutos.
Após
esse tempo, desligue o fogo e acrescente os pimentões vermelho e verde,
o sal e a uva-passa, misturando delicadamente. Ligue o fogo novamente,
tampe a panela e deixe cozinhar por mais 10 minutos, até que o arroz
esteja macio e os ingredientes bem incorporados.
Desligue o fogo, solte o arroz com um garfo para deixá-lo mais soltinho e finalize com cebolinha. Sirva em seguida.
Bacalhoada de forno
Foto: lhmfoto | Shutterstock / Portal EdiCase
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4. Salada de maionese
Ingredientes
6 batatas cortada em cubos
5 cenouras cortada em cubos
250 g de maionese
170 g de milho-verde
170 g de ervilha
1 cebola picada
1 talo de salsão picado
Suco de 2 limões
Cheiro-verde picado, azeite, sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de Preparo
Em uma panela com água e um
pouco de sal, coloque as batatas e as cenouras. Leve ao fogo médio e
cozinhe até que fiquem macias, porém firmes. Escorra e deixe esfriar. Em
uma tigela grande, coloque as batatas e as cenouras cozidas e
acrescente o milho-verde, a ervilha, a cebola e o salsão. Adicione o
cheiro-verde e misture bem para incorporar todos os ingredientes.
Tempere
a salada com suco de limão, azeite, sal e pimenta-do-reino, misturando
novamente. Por fim, acrescente a maionese e mexa delicadamente até que
todos os ingredientes estejam bem envolvidos. Leve à geladeira até o
momento de servir.
5. Salmão assado
Ingredientes
700 g de filé de salmão com pele
3 colheres de sopa de manteiga em temperatura ambiente
1 limão-siciliano
2 xícaras de chá de tomate-cereja
Sal, pimenta-do-reino moída e folhas de manjericão a gosto
Modo de Preparo
Em um recipiente, tempere o
filé de salmão com sal e pimenta-do-reino e coloque-o em uma travessa
que possa ir ao forno. Em uma tigela, misture a manteiga em temperatura
ambiente com as raspas do limão-siciliano e tempere com sal e
pimenta-do-reino. Espalhe essa mistura sobre toda a superfície do salmão
com o auxílio de uma colher. Distribua o tomate-cereja ao redor do
peixe na travessa e tempere com sal. Corte o limão-siciliano em rodelas
ou em meias-luas e coloque sobre o salmão.
Leve ao
forno preaquecido a 200 °C por cerca de 25 minutos, até que o peixe
esteja assado e levemente rosado por dentro. Caso prefira o salmão mais
bem passado, deixe assar por mais 5 minutos. Retire do forno e finalize
com folhas de manjericão antes de servir.
A carne na panela de pressão é uma das receitas mais
práticas para o dia a dia. O método reduz o tempo de preparo e deixa o
prato macio e cheio de sabor.
Foto: Guia da Cozinha
Muita
gente costuma usar cortes como acém ou patinho. No entanto, existe uma
opção que pode trazer um resultado ainda melhor: o músculo bovino.
Esse
corte tem bastante colágeno. Quando cozido na pressão, ele se
transforma em uma carne extremamente macia, com caldo encorpado e sabor
marcante.
Por isso, o músculo é muito usado em ensopados, carnes de panela e receitas com molho.
A seguir, veja por que esse corte funciona tão bem na panela de pressão e aprenda uma forma simples de prepará-lo.
Por que o músculo é ideal para carne na panela de pressão
O músculo é considerado um corte mais firme. Isso acontece porque ele possui bastante tecido conjuntivo e colágeno.
Quando
a carne é preparada rapidamente, essas características deixam a textura
mais rígida. Porém, a panela de pressão muda completamente o resultado.
Durante o cozimento em alta temperatura e ambiente fechado, o colágeno se quebra e se transforma em gelatina natural.
Isso deixa a carne:
Mais macia.
Suculenta.
Com textura que quase desmancha.
Outro ponto positivo é o sabor. O músculo libera muitos sucos durante o preparo, o que cria um caldo mais encorpado e aromático.
Por isso, ele é perfeito para receitas que pedem molho ou caldo, como carnes de panela e ensopados.
Dicas para acertar no preparo da carne na pressão
Alguns cuidados simples fazem diferença no resultado final:
Prefira pedaços com boa quantidade de colágeno.
Seque a carne antes de dourar.
Sele bem os cubos para formar uma crosta dourada.
Use caldo quente em vez de água fria para manter a temperatura do preparo.
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Essas etapas ajudam a criar uma carne mais saborosa e um molho mais intenso.
Carne de músculo na panela de pressão
Tempo de preparo: 40 minutos
Rendimento: 4 porções
Ingredientes
500 g de músculo bovino em cubos.
2 colheres (sopa) de vinagre.
Sal a gosto.
Pimenta-do-reino a gosto.
1 cebola pequena em pétalas.
2 dentes de alho picados.
Azeite de oliva a gosto.
½ xícara (chá) de molho de tomate.
2 xícaras (chá) de água.
Salsinha picada a gosto.
Modo de preparo
Tempere a carne com vinagre, sal, pimenta, cebola e alho.
Aqueça um fio de azeite na panela de pressão.
Doure os cubos de carne até ficarem bem selados.
Acrescente o molho de tomate e a água.
Tampe a panela e cozinhe por cerca de 20 minutos após pegar pressão.
Abra a panela com cuidado e verifique a textura.
Se necessário, cozinhe por mais 10 minutos para deixar a carne ainda mais macia.
Finalize com salsinha picada e sirva quente.
Dica extra para deixar a carne ainda mais saborosa
Uma
variação interessante é preparar o músculo sem adicionar água. Nesse
caso, a carne cozinha apenas com os próprios líquidos liberados durante o
preparo.
O resultado é um molho ainda mais concentrado e cheio de sabor, o que é perfeito para servir com arroz branco ou purê de batata.
Confira outros preparos feitos na panela de pressão: