O meu blog é HOLÍSTICO, ou seja, está aberto a todo tipo de publicação (desde que seja interessante, útil para os leitores). Além disso, trata de divulgar meu trabalho como economista, escritor e compositor. Assim, tem postagens sobre saúde, religião, psicologia, ecologia, astronomia, filosofia, política, sexualidade, economia, música (tanto minhas composições quanto um player que toca músicas de primeira qualidade), comportamento, educação, nutrição, esportes: bom p/ redação Enem
Na Alemanha, taxa de desemprego entre pessoas com nível superior aumentou em 2025, chegando a 3,3%Foto: Oliver Berg/dpa/picture-alliance
Cerca de 1,9 milhão de pessoas na Alemanha
com educação de nível superior ou equivalente corriam o risco de cair
na pobreza em 2025, revelam estatísticas do governo – um aumento de 350
mil pessoas em relação a 2022.
Isso ocorre num momento em que o número de pessoas com diploma de
nível superior ou equivalente também aumentou, chegando a 21 milhões.
Neste grupo, a taxa de desemprego, que era de 2,2% em 2022, passou a
3,3% em 2025 – e isso apesar de mais pessoas terem buscado educação de
alto nível no mesmo período.
Um em cada dez sob risco de pobreza
Ainda assim, o risco de pessoas com altas qualificações terem baixa
renda é proporcionalmente menor que entre pessoas sem altas
qualificações (9% contra 28,9%, respectivamente).
Em números aproximados, isso quer dizer que se a pobreza ameaça uma
entre cada dez pessoas com nível superior ou equivalente na Alemanha, na
faixa com menor nível educacional essa incidência sobe para três em
cada dez.
O governo alemão considera pobre aquele que tem renda inferior a 60% da renda média da população nacional.
Esse valor varia de acordo com a situação familiar de cada um. No
caso dos solteiros, é considerado vulnerável à pobreza quem tem renda
líquida de até 1.446 euros por mês (R$ 8.920). Para famílias compostas
por dois adultos e dois menores com até 14 anos, esse limiar é de 3.036
euros (R$ 18.729).
Pesquisadores
acham mutações genéticas que causam câncer raro e agressivo tanto em
gatos quanto em humanos. Descoberta pode abrir caminho para tratamentos
para ambas as espécies.
Mutações que causam câncer e são comuns em gatos e humanos foram identificadas como parte de um "oncogenoma" felinoFoto: Elena Nazarova/Zoonar/picture alliance
Amantes de gatos têm mais em comum com seus felinos de estimação do que imaginam. Uma nova pesquisa publicada na revista científica Science sugere que gatos e humanos desenvolvem tipos de câncer semelhantes, provocados por mutações genéticas que coincidem.
Ao pesquisar amostras de quase 500 gatos domésticos sem pedigree, os
pesquisadores criaram um perfil das mutações genéticas que podem causar
tumores malígnos nestes animais, o chamado "oncogenoma felino".
O conjunto geneticamente diverso foi obtido de animais do Canadá,
Reino Unido, Alemanha, Áustria e Nova Zelândia. Os pesquisadores
acreditam que isso pode abrir caminho para novos tratamentos contra o
câncer, tanto para pets quanto para pessoas.
Treze tipos diferentes de câncer encontrados em gatos foram analisados em busca de mil genes já conhecidos por causar tumores malignos em humanos.
Os pesquisadores identificaram que metade das amostras tumorais em
gatos apresentava mutação no gene FBXW7, associado a formas agressivas
de câncer de mama
em humanos. Outra mutação, no gene PIK3CA, também ligada ao câncer de
mama humano, estava presente em quase metade dos casos analisados.
Já a proteína tumoral conhecida como TP53 ou p53 foi a mutação mais
comum em gatos. Ela é frequentemente apontada também como responsável
por diversos tipos de neoplasias em humanos.
Um modelo melhor para tratar o câncer?
Embora roedores de laboratório sejam usados há décadas para estudar
câncer e testar medicamentos, gatos podem oferecer um modelo mais
adequado para a pesquisa científica.
"Aqui você tem um modelo de tumores que se desenvolvem
espontaneamente, exatamente como ocorre em humanos", disse Louise van
der Weyden, pesquisadora sênior do estudo, do Wellcome Sanger Institute,
no Reino Unido.
"Esses animais, gatos e cães, vivem no mesmo ambiente que nós,
expostos à mesma poluição […] algo que você não consegue reproduzir em
laboratório."
Van der Weyden afirmou que o conjunto analisado pode ser ampliado com
gatos de outros países, permitindo uma compreensão ainda mais ampla das
causas do câncer compartilhadas entre felinos e humanos.
Um dos pontos mais promissores é o potencial deste "oncogenoma felino" para identificar riscos ambientais dentro de casa.
Se, por exemplo, uma determinada mutação genética desencadear câncer
mamário no gato da família, isso pode indicar riscos semelhantes para os
humanos que vivem no mesmo ambiente.
"Há muitos estudos começando a considerar gatos e cães como
sentinelas ambientais, porque eles vivem exatamente no mesmo ambiente
que nós", disse a pesquisadora. "Vimos mutações de radiação UV [em
gatos] idênticas às encontradas em humanos, por exemplo."
Suíça debate controle da população de felinos
05:26
O que vem a seguir para o oncogenoma?
Testes de terapias anticâncer em gatos com possíveis benefícios para
humanos já foram demonstrados em 2025, nos EUA, por um grupo da
Universidade da Califórnia.
A equipe liderada por Daniel Johnson e Jennifer Grandis testou um
medicamento usado para tratar carcinomas de células escamosas em humanos
em um grupo de gatos com a forma oral da doença. Cerca de um terço dos
gatos tratados viveu, em média, mais seis meses.
Embora não tenham participado da nova pesquisa do oncogenoma, os
pesquisadores da UC elogiaram os resultados. "Este é realmente um artigo
empolgante que reforça a relevância, para humanos e também para pets,
de estudos como o nosso", escreveram Johnson e Grandis em e‑mail à DW.
"É notável que alterações em genes como p53 apareçam com alta
prevalência tanto em humanos quanto em gatos. Agora podemos começar a
usar estudos como este para desenvolver terapias personalizadas contra o
câncer para gatos e humanos."
Van der Weyden destacou que o modelo é vantajoso por reduzir danos em
comparação com o uso de animais de laboratório e por contar com o
consentimento dos tutores. "A maioria dos [tutores] assina um termo
autorizando o uso das [amostras de biópsia] para fins de pesquisa, o que
considero extremamente generoso e admirável", afirmou. "Seria
maravilhoso se algo concreto pudesse surgir disso."
Líderes
mundiais alertam para ruína de estruturas que há décadas sustentam a
cooperação global. Mas é possível salvar a ordem internacional baseada
em regras – e como seria o futuro sem ela?
https://p.dw.com/p/59AE9
Marco Rubio e Friedrich Merz expressaram recentemente suas visões sobre o status da ordem baseada em regras Foto: Liesa Johannssen/Reuters/dpa/picture alliance
Marco Rubio considera o termo "usado em excesso", enquanto Friedrich Merz acredita que ele "não existe mais". Mas, embora o Secretário de Estado dos EUA e o chanceler federal alemão possam não acreditar na relevância da ordem internacional baseada em regras, o conceito – e seu potencial colapso – tem permanecido na vanguarda da geopolítica global.
Essa expressão ganhou atenção global em janeiro, após um raro discurso do primeiro-ministro canadense, Mark Carney, no qual um líder mundial abordou de frente o conceito, sobre o qual muitas vezes não se fala.
"Sabíamos que a história da ordem internacional baseada em regras era
parcialmente falsa, que os mais fortes se isentariam quando lhes
conviesse, que as regras comerciais eram aplicadas de forma assimétrica e
que o direito internacional se aplicava com rigor variável, dependendo
da identidade do acusado ou da vítima", disse Carney. "Parem de invocar a
ordem internacional baseada em regras como se ela ainda funcionasse
conforme o anunciado."
O que é a ordem internacional baseada em regras?
De forma geral, a expressão se refere a um sistema de leis, acordos,
princípios e instituições multilaterais concebido para gerir as relações
entre os Estados segundo princípios liberais.
"O termo substitui o que antes era chamado de ordem internacional
liberal", afirmou o professor Stefan Wolff, pesquisador sênior do think tank Foreign Policy Centre, à DW. "Ambos descreviam o sistema desenvolvido sob a liderança americana após o fim da Segunda Guerra Mundial, com a ONU e as instituições de Bretton Woods como seus pilares fundamentais."
O sistema de Bretton Woods
é um conjunto de regras financeiras acordadas entre os países, que
garantem a conversibilidade das moedas de cada nação em dólares
americanos e asseguram que o dólar seja conversível em ouro para
instituições financeiras internacionais como o Fundo Monetário Internacional (FMI). A China vai liderar a nova ordem global?
06:17
Mas, com as recentes guerras tarifárias travadas em todo o mundo e a
relevância da ONU sendo questionada, os fundamentos do conceito de
regras internacionais acordadas vem sofrendo abalos sem precedentes em
sua história.
Embora Rubio, em seu discurso na Conferência de Segurança de Munique,
na semana passada, tenha dito que a ONU tem "um tremendo potencial para
ser uma ferramenta para o bem no mundo", ele imediatamente acrescentou
que "sobre as questões mais prementes que enfrentamos, ela não tem
respostas e praticamente não desempenhou nenhum papel". Os EUA também
buscaram estabelecer estruturas globais alternativas, como o Conselho de Paz, liderado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
Esse conceito funcionou para o mundo todo?
Por ter sido direcionada pelos EUA, a ordem internacional baseada em regras nunca foi totalmente aceita por países como o Irã ou a Rússia,
que seguem um conjunto de convenções muito diferente. "Governar a
América – essa é a essência da notória ordem baseada em regras", disse o
ministro russo do Exterior, Serguei Lavrov, no ano passado.
Mas, de resto, disse Wolff, "partes essenciais dela são amplamente
aceitas como parâmetros úteis dentro dos quais os Estados devem conduzir
seus assuntos externos".
O cientista político acrescentou que, embora o mundo ocidental seja
visto como seu arquiteto, o sistema não beneficiou apenas as nações do
Ocidente. "O princípio da autodeterminação dos povos, consagrado na
Carta da ONU, foi fundamental para a descolonização", explicou. "Os
princípios da soberania e da integridade territorial garantiram a
igualdade de estatuto – embora não a igualdade de capacidades – dos
novos Estados criados após 1945, incluindo muitos no Sul Global."
A era da ordem baseada em regras chegou ao fim?
Se seus defensores naturais, como Merz e Carney, estão dispostos a
escrever seu obituário publicamente, parece que ela está, na melhor das
hipóteses, em seus últimos suspiros. O segundo mandato de Trump viu
Washington se retirar de um grande número de organizações
internacionais, tanto dentro quanto fora da ONU. Isso inclui acordos
sobre clima, saúde, comércio e energia.
Com a política externa dos EUA rejeitando cada vez mais a antiga
ordem e a tensão atual nas relações EUA-Europa, Wolff disse que é
difícil considerar que a ordem internacional baseada em regras esteja
saudável. "Sem dúvida, ela foi profundamente prejudicada, embora isso
tenha sido uma escolha, notadamente da Rússia sob [o presidente
Vladimir] Putin e dos EUA sob Trump", disse o especialista.
Maior perdedor com o fim da ordem baseada em regras poderá ser justamente quem desencadeou esse colapso: a RússiaFoto: Alexander Kazakov/Sputnik/REUTERS
Mas o que substituirá a ordem internacional baseada em regras? Essa
questão está sendo debatida no cenário mundial, com Putin e Trump como
os principais atores. Wolff disse que levará tempo para que uma nova
estrutura se consolide e que as regras atuais, ainda que diferentes,
continuarão sendo necessárias.
"Se as tendências atuais continuarem, teremos uma ordem muito menos
liberal, menos atenta às necessidades de grupos marginalizados e
vulneráveis, e mais propensa a conflitos, incluindo conflitos violentos
dentro e entre os Estados. Já observamos isso há vários anos, o que
também é uma característica da transição entre a velha ordem e a nova
ordem que ainda está por vir", disse ele.
O que um novo sistema significaria para o mundo?
Wolff acredita que estamos atualmente em um período de transição em
termos de estrutura geopolítica, mas é difícil imaginar que o ponto
final seja uma melhoria em relação ao momento atual.
"Em última análise, o fim da ordem existente, e especialmente a forma
como isso ocorreu, será lamentado, mesmo por aqueles que agora a
defendem com mais veemência. Levará muito tempo e será muito custoso
estabelecer algo que, em última análise, é inferior ao que existia
antes.
"O que existia antes deveria ter sido reformado gradualmente, em vez
de destruído. O maior perdedor nisso provavelmente será aquele que
desencadeou o colapso acelerado da velha ordem: a Rússia. Tudo o que o
Kremlin terá conseguido, a um custo enorme para a Rússia e a Ucrânia, será uma Europa mais assertiva e capaz a oeste e uma China mais dominante e predatória a leste." Como a captura de Maduro pelos EUA pode mudar o mundo?
Veja como tornar as suas refeições mais saborosas e variadas para este período
Por:Redação EdiCase / Portal EdiCase
19 fev2026
Durante a Quaresma, muitas pessoas optam
por reduzir o consumo de carne, buscando refeições mais simples e
conscientes. Com combinações equilibradas de legumes, verduras, grãos e
proteínas vegetais, é possível preparar um almoço saboroso, nutritivo e
prático, valorizando ingredientes acessíveis e trazendo mais leveza ao
dia a dia.
Lasanha de tofu com cogumelo
Foto: rom my point of view | Shutterstock / Portal EdiCase
A seguir, veja 5 receitas práticas sem carne para o almoço na Quaresma!
Em uma panela, aqueça um
fio de azeite em fogo médio e refogue a cebola até ficar transparente.
Acrescente o alho e refogue rapidamente. Adicione o cogumelo e cozinhe
até que esteja macio e levemente dourado. Junte o tofu e misture bem.
Tempere com sal, pimenta-do-reino e orégano. Acrescente o tomate e
cozinhe por alguns minutos até incorporar. Reserve.
Em
outra panela, aqueça um fio de azeite em fogo médio, adicione a farinha
de trigo e mexa por cerca de 1 minuto. Acrescente o leite aos poucos,
mexendo sempre para não empelotar, e cozinhe em fogo médio até
engrossar. Tempere com sal e pimenta-do-reino e misture o queijo ralado.
Reserve.
Em um refratário, espalhe uma camada de
molho de tomate no fundo. Cubra com uma camada de massa para lasanha,
distribua parte do refogado de tofu com cogumelo e espalhe um pouco do
creme. Repita as camadas até finalizar os ingredientes, terminando com
molho de tomate por cima. Leve ao forno preaquecido a 180 °C por
aproximadamente 35 a 40 minutos, até a massa ficar macia e a superfície
levemente dourada. Finalize com manjericão fresco e deixe descansar por
10 minutos. Sirva em seguida.
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2. Escondidinho de lentilha
Ingredientes
Recheio
2 xícaras de chá de lentilha
4 xícaras de chá de água
1 xícara de chá de cebola picada
2 dentes de alho picados
1 xícara de chá de tomate picado
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de chá de páprica
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Purê
1 kg de mandioca descascada e cortada em pedaços
1 xícara de chá de leite
1 colher de sopa de manteiga
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Água para cozinhar
Modo de preparo
Recheio
Em
uma panela, cozinhe a lentilha com a água em fogo médio até ficar macia
e a maior parte do líquido evaporar. Escorra, se necessário, e reserve.
Em uma panela, aqueça o azeite em fogo médio e refogue a cebola até
ficar transparente. Acrescente o alho e refogue rapidamente. Junte a
lentilha cozida, o tomate e a páprica. Misture bem e cozinhe até formar
um refogado úmido e bem incorporado. Tempere com sal e pimenta-do-reino.
Reserve.
Purê
Em
uma panela, cozinhe a mandioca em água em fogo médio até ficar bem
macia. Escorra e amasse ainda quente. Em uma panela, leve a mandioca
amassada ao fogo baixo, acrescente o leite e a manteiga, mexendo até
obter um purê cremoso. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Em um
refratário, espalhe o refogado de lentilha e cubra com o purê de
mandioca, alisando a superfície. Leve ao forno preaquecido a 180 °C por
cerca de 20 a 25 minutos, até aquecer bem e dourar levemente por cima.
Sirva em seguida.
3. Quinoa com legumes assados
Ingredientes
1 xícara de chá de quinoa
2 xícaras de chá de água
1 xícara de chá de cenoura cortada em cubos
1 xícara de chá de abobrinha cortada em cubos
1 xícara de chá de berinjela cortada em cubos
1 xícara de chá de pimentão cortado em tiras
1 xícara de chá de cebola cortada em tiras
3 colheres de sopa de azeite
1 colher de chá de páprica
1 colher de chá de orégano
1/4 de xícara de chá de salsinha picada
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
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Modo de preparo
Em
uma panela, coloque a quinoa e a água e leve ao fogo médio até ferver.
Reduza para fogo baixo, tampe parcialmente a panela e cozinhe até a água
secar e a quinoa ficar macia. Desligue o fogo, deixe descansar por 5
minutos e solte os grãos com um garfo. Reserve.
Em
uma assadeira, distribua a cenoura, a abobrinha, a berinjela, o pimentão
e a cebola. Regue com 2 colheres de sopa de azeite e tempere com a
páprica, o orégano, o sal e a pimenta-do-reino. Misture bem para
envolver todos os legumes.
Leve ao forno preaquecido a
200 °C por cerca de 25 a 30 minutos, até os legumes ficarem macios e
levemente dourados. Em uma tigela grande, misture a quinoa cozida com os
legumes assados. Regue com 1 colher de sopa de azeite, acrescente a
salsinha e sirva em seguida.
Risoto de abóbora com cogumelo
Foto: NatalyaBond | Shutterstock / Portal EdiCase
4. Risoto de abóbora com cogumelo
Ingredientes
1 xícara de chá de arroz arbóreo
1 xícara de chá de abóbora-moranga descascada e cortada em cubos pequenos
1 xícara de chá de cogumelo paris fatiado
1 xícara de chá de cebola picada
2 dentes de alho picados
4 xícaras de chá de caldo de legumes quente
1/2 xícara de chá de vinho branco seco
2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de chá de tomilho fresco
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em uma panela, aqueça 1
colher de sopa de azeite em fogo médio e refogue a cebola até ficar
transparente. Acrescente o alho e refogue rapidamente. Adicione o arroz
arbóreo e mexa por cerca de 1 minuto para envolver bem nos temperos.
Acrescente o vinho branco seco e cozinhe em fogo médio até evaporar.
Adicione o caldo de legumes quente aos poucos, cerca de 1 concha por
vez, mexendo sempre e deixando absorver antes de acrescentar mais.
Mantenha o cozimento em fogo médio.
Em outra panela,
aqueça 1 colher de sopa de azeite em fogo médio e refogue a
abóbora-moranga até ficar macia e levemente dourada. Acrescente o
cogumelo e cozinhe até ficar macio. Tempere com sal e pimenta-do-reino.
Quando o arroz arbóreo estiver cremoso e al dente, incorpore a
abóbora-moranga com cogumelo ao risoto e misture bem. Acrescente o
queijo e ajuste o tempero se necessário. Finalize com o tomilho e sirva
em seguida.
5. Curry de legumes com leite de coco
Ingredientes
1 xícara de chá de cenoura cortada em cubos
1 xícara de chá de batata cortada em cubos
1 xícara de chá de abobrinha cortada em cubos
1 xícara de chá de brócolis cortado em floretes
1 xícara de chá de cebola picada
2 dentes de alho picados
1 colher de sopa de gengibre ralado
1 colher de sopa de curry em pó
1 xícara de chá de tomate picado
1 xícara de chá de leite de coco
1 xícara de chá de água
2 colheres de sopa de azeite
1/4 de xícara de chá de coentro picado
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
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Modo de preparo
Em
uma panela grande, aqueça o azeite em fogo médio e refogue a cebola até
ficar macia. Acrescente o alho e o gengibre e refogue rapidamente para
liberar o aroma. Adicione o curry em pó e misture. Junte a cenoura e a
batata e misture bem. Acrescente o tomate, o leite de coco e a água.
Tampe parcialmente a panela e cozinhe em fogo médio até que a cenoura e a
batata estejam quase macias. Adicione a abobrinha e o brócolis e
cozinhe em fogo médio até todos os legumes ficarem macios, mas ainda
firmes. Tempere com sal e pimenta-do-reino, misture bem e finalize com
coentro. Sirva em seguida.
prioriza
o consumo de alimentos naturais e ricos em antioxidantes para reduzir a
produção de substâncias que estimulam a inflamação no organismo. Esse padrão alimentar, muitas vezes associado à Dieta Mediterrânea, ajuda a prevenir doenças crônicas e fortalecer o sistema imunológico.
O que incluir no prato
Peixes de águas frias: Ricos em ômega-3, como salmão, sardinha, atum e cavala.
Frutas e Vegetais Coloridos:
Frutas vermelhas: Mirtilo, morango, cereja e amora (antocianinas).
Folhas verdes: Espinafre, couve e acelga (vitamina K e E).
Tomates: Fonte de licopeno.
Gorduras Saudáveis: Azeite de oliva extravirgem, abacate e oleaginosas (nozes, amêndoas e castanhas).
Grãos Integrais: Aveia, arroz integral e quinoa (ricos em fibras).
Especiarias e Ervas: Cúrcuma (açafrão), gengibre, alho e alecrim.
Sementes: Chia e linhaça.
O que evitar ou reduzir
Para desinflamar o corpo, é essencial reduzir o consumo de alimentos que estimulam marcadores inflamatórios, como:
Ultraprocessados: Comidas congeladas, macarrão instantâneo e salgadinhos.
Açúcares refinados: Doces, refrigerantes e sucos de caixinha.
Gorduras Trans e Saturadas em excesso: Margarina e carnes processadas (salsicha, bacon).
Farinhas brancas: Pão branco, massas e bolachas.
Benefícios Práticos
Além de auxiliar no controle de doenças como artrite e psoríase, essa dieta melhora a saúde cardiovascular e ajuda na recuperação de tecidos.
Você gostaria de uma sugestão de cardápio para um dia inteiro baseado nesses princípios?
Esse
texto é apenas para fins informativos. Para orientação ou diagnóstico
médico, consulte um profissional. As respostas da IA podem conter erros.
Saiba mais
É possível que dentro de 50 anos
a quantidade de habitantes volte ao 1 bilhão que havia em 1981, o que
significará 400 milhões a menos do que hoje
Milton Pomar
Será necessária uma verdadeira revolução na China, a partir de
agora, para que o país consiga reduzir a velocidade com que caminha para
o colapso populacional, e até mesmo tentar reverter o fenômeno
Dez
anos antes da definição da "política do filho único" na China (1979), o
economista e professor brasileiro Paul Singer, em seu livro "Dinâmica
Populacional e Desenvolvimento" afirmava que "a oportunidade de
crescimento natural acelerado da população aparentemente não se oferece
mais que uma vez em cada país, que é quando o decréscimo da mortalidade
não é acompanhado de uma redução da fertilidade." Na sequência,
alertava: "A transformação cultural da qual resulta a queda da
fertilidade tende a ser irreversível, em certa medida, e por isso é
aconselhável que a racionalidade econômica de qualquer política
populacional seja cuidadosamente verificada antes que se tente sua
aplicação." (Introdução – População e Desenvolvimento Econômico, pág.
20)
Reli esse trecho do livro de Paul Singer na terça-feira
(19) após saber, por vários sites de notícias, que o Escritório
Nacional de Estatísticas da China informou ter havido 7,9 milhões de
nascimentos no país em 2025 – a quarta queda sucessiva da quantidade de
nascimentos, desde 2022. Essa nova queda, agora de 1,6 milhão em relação
a 2024, comprova que não deram certo as iniciativas do governo para
animar jovens a terem filhos(as): um valor anual de 3.500 Renminbi (RMB)
por criança, para ajudar nas despesas; tributação de anticoncepcionais
para ficarem mais caros; eliminar taxas de creches públicas; e,
obviamente, propaganda. Tratamos da crise populacional na China aqui em
"Conexão Ásia" três vezes nos últimos anos – em outubro de 2023, novembro de 2022 e em junho de 2021 – no qual ousadamente asseguramos que "a situação demográfica da China não tem volta".
Agora,
com a diminuição de 3,4 milhões de habitantes ocorrida em 2025,
resultante da diferença entre as 11,3 milhões de mortes e os 7,9 milhões
de nascimentos, a população da China teria voltado a 1,4 bilhão,
quantidade existente em 2018. Lembrando que a "virada" ocorreu em 2022,
quando o saldo populacional foi negativo pela primeira vez em 60 anos.
Tantos nascimentos a menos e tantas mortes a mais, de 2022 a 2025,
parecem confirmar as previsões mais drásticas para a população chinesa, primeiro da revista The Lancet, publicada em julho de 2020, e agora (2025) da Divisão de População das Nações Unidas, em sua publicação "World Population Prospects 2024 – Summary of Results" (pág. 53): sair dos atuais 1,4 bilhão de habitantes para 1,22 bilhão, em 2054, e inacreditáveis 638,7 milhões em 2100.
Nessa
perspectiva, faz sentido que a tendência, daqui pra frente, seja de
aumento constante da diferença entre mortes e nascimentos, conforme
avance o envelhecimento e aumentem as quantidades de jovens que não
querem ter filho(a); ou aceitem ter, mas apenas um(a) – quantidade que
não altera em nada a situação atual. Após 45 anos do início da "política
do filho único", a China encontra-se no dilema oposto ao de 1980 – como
continuar desenvolvendo o país com a população diminuindo? Nesse ritmo,
é possível que dentro de 50 anos a quantidade de habitantes volte ao 1
bilhão que havia em 1981, o que significará 400 milhões a menos do que
hoje. Com tanta gente a menos, como ficará a ocupação dos imóveis no
país e quais os impactos nos mercados imobiliário, da construção civil e
de móveis? Como lidar com 30% de ociosidade nos espaços de todas as
estruturas, inclusive universidades? Talvez ainda não haja respostas
para essas questões.
O que já existe, desde quando ficou evidente
(em 2015) o "dano colateral" da redução populacional, causada pela
política do filho único, é um enorme esforço tecnológico para substituir
humanos em atividades produtivas em todos os setores da economia. Por
isso, a China é a campeã de robôs no mundo, com dois milhões industriais
em fábricas, dos quais 295 mil incorporados em 2024 – de um total
mundial de 542 mil naquele ano. Japão e Coreia do Sul, também em marcha
acelerada para colapso populacional, instalaram 44,5 mil e 30,6 mil,
respectivamente; os Estados Unidos 34,2 mil; e a Índia apenas 9,1 mil
robôs. Essas e outras informações sobre o avanço da robótica no mundo
estão disponíveis no relatório "World Robotics 2025", da Federação Internacional de Robótica (IFR), de setembro de 2025.
Evidentemente,
a possibilidade concreta de colapso populacional na China até 2100
requer ações objetivas urgentes, de caráter estrutural e em grande
escala, dos governos e do conjunto da sociedade chinesa, que vão muito
além das iniciativas já tomadas e do aumento da automação e da robótica
no país. E com certeza, uma campanha por mais crianças é
incomparavelmente melhor de se fazer do que a anterior, para ter apenas
uma.
Revolução para evitar o colapso Será
necessária uma verdadeira revolução na China, a partir de agora, para
que o país consiga reduzir a velocidade com que caminha para o colapso
populacional, e até mesmo tentar reverter o fenômeno, com políticas
efetivas, para: 1) reduzir muito os preços dos aluguéis e de venda de
apartamentos; 2) apoiar financeiramente jovens famílias, com os gastos
adicionais da gestação até a universidade; 3) acesso a creches públicas;
e 4) um conjunto de outras ações facilitadoras, a serem identificadas
rapidamente com pesquisas de opinião.
Esse é o desafio,
impensável há dez anos: três filhos(as) por casal de 20 anos de idade
(adiar para 30-35 anos de idade a primeira criança significa adiar por
10-15 anos o início da possível solução). Desafio também porque esse
universo, de eventuais futuros pais e mães, é constituído, em grande
parte, por jovens que são filhos(as) únicos(as) e, portanto, não têm o
hábito de cuidar de crianças, de conviver em casa com bebês a
adolescentes. Será um choque cultural de grandes proporções, sem dúvida.
Outro aspecto importante é que na China boa parte das crianças pequenas
são cuidadas por avós e avôs. E cuidar de uma criança pequena é uma
coisa; outra coisa, bem diferente (quase impossível), é cuidar ao mesmo
tempo de três, com idades e ritmos diferentes.
Uma coisa é certa:
sem alterar radicalmente as questões objetivas que impedem ou
dificultam muito ter filho(a) na China, o país continuará na direção do
colapso populacional previsto para 2100. Ainda que mais de 600 milhões
de habitantes continue sendo uma população enorme, é importante ter
presente que a proporção de pessoas idosas na época deverá ser superior a
50%. E nenhum país no mundo tem a experiência de lidar – e sustentar –
tanta gente idosa (e tão idosa: haverá milhões na faixa de 90 anos de
idade e com 100 anos e mais).
Conhecendo-se a capacidade da China
em resolver problemas de grandes proporções, a exemplo da redução da
pobreza, que beneficiou 800 milhões de pessoas, é possível que o país
consiga realizar as alterações necessárias, e, dentro de dez anos,
retome os nascimentos no patamar de 16 milhões a 18 milhões anuais, para
obter um saldo positivo de dois a quatro milhões, que lhes permita, até
2054, reduzir a queda e estabilizar em 1,2 bilhão, chegando em 2100 com
800 a 900 milhões. Quaisquer que sejam os efeitos das políticas,
recursos (financeiros e humanos) e propaganda para enfrentar esse
gigantesco desafio populacional da China, uma coisa é certa: impactarão o
Brasil, a curto prazo, por redução das demandas alimentares e de
recursos naturais. E, hipótese que não deve ser descartada, também por
eventual atração de jovens descendentes de chineses, para mudarem e
viverem no país de seus ancestrais.
O implante dentário é um dos tratamentos
mais utilizados para substituir dentes perdidos, pois oferece uma
solução fixa e de longa duração. Contudo, o procedimento envolve riscos e
nem sempre representa a melhor alternativa para todos os pacientes. Por
isso, o paciente precisa entender em quais situações o implante se
mostra indicado, quais problemas podem surgir e em quais casos deve
evitar essa opção. Dessa forma, a tomada de decisão se torna mais segura
e consciente.
A palavra-chave "riscos do implante dentário"
aparece com frequência nas pesquisas de pacientes. Essas pessoas
desejam saber o que pode acontecer antes, durante e depois da cirurgia.
De maneira geral, o procedimento apresenta boa previsibilidade quando o
profissional realiza um planejamento adequado. Ainda assim, fatores como
saúde geral, hábitos de vida e condições da boca interferem diretamente
no resultado. Além disso, alguns casos específicos não permitem o uso
de implantes dentários. Nessas situações, o profissional pode indicar
alternativas, como próteses removíveis ou próteses fixas apoiadas em
dentes naturais.
Quais são os principais riscos do implante dentário?
Os
riscos do implante dentário se dividem em complicações cirúrgicas,
problemas pós-operatórios imediatos e falhas tardias. Na fase da
cirurgia, o paciente pode apresentar sangramentos mais intensos. Além
disso, o dentista pode lesar estruturas anatômicas próximas ou enfrentar
dificuldades para fixar o implante em ossos muito finos ou frágeis.
Embora essas situações apareçam com menor frequência, elas fazem parte
dos cuidados que o cirurgião-dentista precisa antecipar no planejamento.
Após
a colocação do implante, os riscos mais comuns incluem dor persistente,
inchaço prolongado e infecção na região. Os profissionais chamam essa
infecção de perimplantite. Essa inflamação ao redor do
implante provoca perda óssea e, em casos mais graves, obriga o dentista a
remover a peça. A falta de higiene adequada, o tabagismo e doenças sem
controle aumentam muito a chance de complicações. Por isso, o paciente
precisa manter o acompanhamento profissional e seguir rigorosamente as
orientações de limpeza.
Sorriso -depositphotos.com / arribalko
Foto: Giro 10
Quando o implante dentário não é indicado?
Algumas
situações clínicas impedem a indicação imediata do implante dentário ou
exigem adiamento do procedimento. Pacientes com doenças sistêmicas
descompensadas, como diabetes sem controle ou hipertensão não tratada,
apresentam maior risco de infecção. Além disso, essas pessoas cicatrizam
lentamente e podem sofrer falhas na osseointegração. Nessas condições, o
dentista e o médico priorizam a estabilização da saúde geral antes de
considerar o implante.
Algumas condições de saúde
oral também limitam a indicação. Perda óssea avançada, infecções ativas
na boca, periodontite sem tratamento e higiene bucal deficiente reduzem
muito as chances de sucesso. Em pacientes muito jovens, o crescimento
ósseo ainda não terminou. Nesses casos, o profissional geralmente adia o
implante, pois o desenvolvimento facial continua e a peça de titânio
não acompanha esse crescimento. Da mesma forma, pessoas que fazem uso
intenso de tabaco ou álcool apresentam maior probabilidade de falhas e
complicações.
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Doenças sistêmicas sem controle adequado;
Infecções bucais ativas ou gengivites severas;
Perda óssea significativa sem possibilidade de enxerto;
Higiene oral insuficiente ou falta de adesão a cuidados diários;
Pacientes em fase de crescimento ósseo;
Uso crônico e intenso de tabaco.
Quais complicações podem surgir a longo prazo no implante dentário?
Mesmo
após um pós-operatório tranquilo, alguns problemas podem surgir meses
ou anos depois da instalação do implante dentário. Um dos mais
conhecidos é a reabsorção óssea ao redor da área, que reduz o suporte e
provoca mobilidade do implante. A perimplantite crônica,
associada ao acúmulo de placa bacteriana, causa com frequência essa
perda óssea. Esse quadro aparece principalmente em pacientes que não
mantêm consultas periódicas de manutenção.
Outras
complicações tardias incluem afrouxamento ou fratura de parafusos, além
de desgaste ou quebra da coroa protética. Também podem surgir
alterações estéticas, como retração da gengiva ao redor do implante. Em
alguns casos, o paciente relata desconforto ao mastigar ou sensação de
pressão na região. Nessa situação, o dentista precisa avaliar se ocorreu
alguma alteração na mordida. Esses riscos do implante dentário, mesmo
quando aparecem tardiamente, geralmente permitem manejo com ajustes ou
troca de componentes. Em última instância, o profissional pode optar
pela remoção do implante comprometido.
Reabsorção óssea ao redor do implante;
Perimplantite e inflamação crônica;
Afrouxamento de parafusos ou componentes;
Fratura da coroa ou do próprio implante;
Alterações estéticas na gengiva e no sorriso.
Como reduzir os riscos do implante dentário?
A
redução dos riscos do implante dentário começa antes da cirurgia, com
uma avaliação completa da saúde geral e bucal do paciente. O dentista
realiza exames clínicos e radiográficos, analisa a qualidade óssea e
investiga o histórico médico. Esses passos ajudam a definir se o
implante representa a melhor opção de tratamento. Em alguns casos, o
profissional precisa realizar enxertos ósseos ou tratamento periodontal
antes da cirurgia. Além disso, o dentista pode solicitar ajustes em
medicações de uso contínuo, sempre em integração com o médico
responsável.
Depois da colocação do implante, os
cuidados diários assumem papel central na durabilidade do tratamento. O
paciente deve realizar escovação adequada, usar fio dental e, quando
necessário, recursos específicos para implantes. Além disso, consultas
regulares de manutenção ajudam a controlar a placa bacteriana e a
identificar sinais iniciais de inflamação. Os profissionais reforçam
constantemente que a disciplina com a higiene e o abandono de hábitos
como fumar influenciam diretamente a estabilidade do implante a longo
prazo.
Assim, quando o paciente entende em quais
situações o implante dentário se mostra indicado, ele faz escolhas mais
seguras. Além disso, reconhecer quando deve evitar o procedimento e
conhecer os possíveis riscos permite um planejamento mais cuidadoso. A
combinação de avaliação criteriosa, execução técnica adequada e cuidados
diários consistentes aumenta significativamente a taxa de sucesso desse
tratamento. Desse modo, o implante oferece reposição dentária estável,
funcional e esteticamente satisfatória para diferentes perfis de
pacientes.