sábado, 31 de janeiro de 2026

Ciência revela qual seria o último ser vivo na Terra

Ciência revela qual seria o último ser vivo na Terra

30 de janeiro de 2026

Asteroides, supernovas e guerras nucleares estão entre os piores cenários imagináveis ​​para o fim da vida no planeta. Mas pesquisadores creem haver um animal capaz de sobreviver ao que dizimaria todos os outros.

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Impacto de asteroide acabaria com muitas formas de vida. Mas microanimal de 1,2 milímetro sobreviveriaFoto: Science Photo Library/IMAGO

A vida na Terra se caracteriza não tanto por sua fragilidade, mas por sua capacidade de persistir. Ao longo de bilhões de anos, ela sobreviveu a eventos aparentemente definitivos – de erupções vulcânicas em grande escala a impactos de asteroides e extinções em massa – e, ainda assim, conseguiu continuar. Os registros mais antigos datam sua origem há pelo menos 3,7 bilhões de anos, um período durante o qual sobreviveu a crises que dizimaram mais de três quartos de todas as espécies existentes.

A maior dessas crises ocorreu há cerca de 250 milhões de anos, durante a extinção do Permiano, quando aproximadamente 90% das espécies desapareceram. Contudo, após apenas alguns milhões de anos, a vida se reorganizou e continuou. Essa resiliência surpreendente levou muitos cientistas a uma conclusão incômoda para nossa espécie: mesmo que os humanos desapareçam, a vida provavelmente não desaparecerá. Isso levanta a questão: qual criatura seria a última a sobreviver?

Enquanto a humanidade enfrenta ameaças que vão desde as mudanças climáticas a um potencial conflito nuclear, existe um pequeno animal que provavelmente sobreviverá a todos nós. E não, não são baratas nem escorpiões. Trata-se de um organismo humilde, com oito patas, que se destaca dos demais quando se trata de extrema resiliência: o tardígrado.

Resiliência que desafia a lógica

Esses microanimais, também conhecidos como ursos-d'água, mal chegam a 1,2 milímetro de comprimento, mas demonstraram uma resiliência que desafia toda a lógica biológica. Conforme relatado pela publicação especializada IFL Science , eles podem sobreviver sem comida ou água por períodos extremamente longos – até 30 anos em condições experimentais – suportar temperaturas extremas – de condições criogênicas próximas do zero absoluto até cerca de 150 °C em laboratório – resistir a pressões esmagadoras e doses letais de radiação, e até mesmo permanecer expostos ao vácuo do espaço sem se abalarem.

Ilustração de um tardígrado
Tardígrados podem sobreviver 30 años sem água, suportam o vácuo espacial e radiação letalFoto: rukanoga/Depositphotos/IMAGO

O segredo dessa sobrevivência extrema reside em um processo conhecido como criptobiose. De acordo com a publicação científica, quando as condições se tornam hostis, os tardígrados expelem mais de 95% da água de seus corpos e se contraem em uma espécie de cápsula desidratada. Nesse estado de animação suspensa, eles podem permanecer por décadas, até que o ambiente se torne favorável novamente.

Ameaças cósmicas

Mas, além de seus aparentes superpoderes biológicos, o que é realmente interessante é o que eles representam: a prova tangível de que a vida, uma vez estabelecida, pode ser extraordinariamente difícil de erradicar. Um estudo de 2017 realizado por físicos das universidades de Oxford e Harvard, divulgado por veículos como IFL Science e Vice, analisou três dos piores cenários astrofísicos imagináveis: impactos de asteroides gigantes, explosões de supernovas próximas e explosões de raios gama. Todos esses eventos seriam devastadores para a humanidade e para a maioria das espécies do planeta. Os tardígrados, no entanto, provavelmente sobreviveriam.

Para que um impacto de asteroide os exterminasse, explicam os pesquisadores, o evento teria que ser capaz de alterar drasticamente o equilíbrio térmico do planeta, elevando as temperaturas globais a níveis incompatíveis com a existência de oceanos líquidos. Dos corpos conhecidos no sistema solar, apenas uma dúzia de asteroides e planetas anões atingem esse limite de massa – incluindo Plutão –, e não é esperado que nenhum deles intercepte a órbita da Terra.

No caso de uma supernova, a explosão teria que ocorrer a menos de 0,14 anos-luz de distância para evaporar os oceanos do planeta. O problema é óbvio: a estrela mais próxima do Sol está a mais de quatro anos-luz de distância.

Cogumelo de uma explosão atômica
A guerra nuclear representa uma ameaça imediata à vida complexa na TerraFoto: Ales Utouka/CHROMORANGE/IMAGO

Algo semelhante acontece com as explosões de raios gama, os eventos mais energéticos do universo. Para causar um aquecimento global capaz de ferver os mares, elas teriam que se originar a menos de 40 anos-luz da Terra, uma possibilidade considerada mínima antes que o próprio Sol chegue ao fim de sua vida.

Nesse sentido, os pesquisadores concluem que, a menos que ocorra um evento capaz de literalmente ferver todos os oceanos do planeta, os tardígrados ainda estarão aqui, indiferentes ao nosso fim.

"Os tardígrados são os seres mais próximos da indestrutibilidade que existem na Terra", afirma o físico brasileiro Rafael Alves Batista, em um texto divulgado pela Universidade de Oxford , no Reino Unido. "Sem nossa tecnologia para nos proteger, os seres humanos são uma espécie extremamente sensível. Mudanças sutis em nosso ambiente podem nos afetar drasticamente."

Guerra nuclear

Paradoxalmente, além dos cenários extremos delineados pelos cientistas, uma das ameaças mais imediatas à vida complexa pode não vir do espaço, mas de nós mesmos. As armas nucleares representam um risco real e iminente, cujos efeitos se estenderiam muito além da destruição imediata da Terra.

No caso de uma supernova, a explosão teria que ocorrer a menos de 0,14 anos-luz de distância para evaporar os oceanos do planeta. O problema é óbvio: a estrela mais próxima do Sol está a mais de quatro anos-luz de distância.

Um estudo publicado na AGU Advances e citado em maio de 2023 pela Universidade do Colorado em Boulder , nos EUA, modelou vários cenários de guerra nuclear e concluiu que a fuligem gerada pelas explosões bloquearia a luz solar por aproximadamente uma década, causando um resfriamento global abrupto.

Em um conflito em larga escala entre os Estados Unidos e a Rússia, por exemplo, as temperaturas médias globais poderiam cair cerca de 10 °C nos três anos seguintes.

Os oceanos, que cobrem mais de 70% do planeta, esfriariam rapidamente e desenvolveriam extensas camadas de gelo marinho. A fotossíntese do fitoplâncton – a base da cadeia alimentar marinha seria severamente afetada, desencadeando uma grave reação em cadeia nos ecossistemas oceânicos.

"Se as algas desaparecerem, tudo o mais desaparece também", alertou Nicole Lovenduski, coautora do estudo, em um comunicado da Universidade do Colorado em Boulder.

Ilustração de um tardígrado
Os ursos d'água usam criptobiose para expelir 95% da água de seus corpos e ficam em estado de animação suspensa por décadasFoto: SuperStock/Imago Images

Mesmo conflitos nucleares regionais mais limitados produziriam efeitos globais duradouros, de acordo com as simulações. E, diferentemente dos tardígrados, os humanos dependem de sistemas agrícolas, cadeias de suprimentos e condições climáticas extremamente sensíveis.

Mesmo assim, nem a guerra nuclear nem os asteroides marcarão o fim definitivo da vida na Terra. Esse destino está reservado para o Sol.

Daqui a cerca de 5 bilhões de anos, quando o Sol esgotar seu hidrogênio e se transformar em uma gigante vermelha, ele se expandirá a ponto de engolfar Mercúrio e Vênus e, provavelmente, a Terra também. Muito antes de o Sol atingir esse estágio final, o aumento progressivo de sua luminosidade transformará irreversivelmente o ambiente da Terra.

A intensificação da radiação alterará a estabilidade climática do planeta, causará a perda gradual de sua atmosfera e, eventualmente, eliminará a água superficial que torna a vida possível hoje. O resultado será uma Terra transformada em um mundo seco e inóspito, incapaz de sustentar até mesmo os organismos mais resistentes.

Esse será o ponto final até mesmo para os tardígrados, pelo menos em escala planetária. Algumas bactérias extremófilas podem sobreviver por um tempo, mas a vida como a conhecemos chegará ao fim.

Até lá, a lição é clara: a Terra não precisa dos humanos para sobreviver. Nós, por outro lado, precisamos de um planeta estável para sobreviver. E nesse delicado equilíbrio, os tardígrados têm uma vantagem de milhões de anos.

 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Receitas com ABACATE para o dia a dia

 

29 jan 2026  
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Nos últimos anos, o abacate conquistou o status de superalimento e invadiu todas as refeições do nosso dia a dia, do café da manhã ao jantar.

Foto: Guia da Cozinha

Rico em gorduras monoinsaturadas (aquelas que protegem o coração), fibras, potássio e vitaminas do complexo B, ele traz saciedade e uma textura cremosa inigualável para os pratos.

Mas, depois de comprar a fruta na feira, muita gente trava na hora de inovar. Se você cansou do guacamole e quer descobrir novas receitas com abacate, o Guia preparou um dossiê completo.

Por que incluir o abacate nas refeições principais?

Antes de irmos para o fogão, vale entender o trunfo nutricional e culinário dessa fruta.

Diferente da maioria das frutas, ricas em carboidratos (frutose), o abacate é rico em gordura. Isso faz dele um substituto natural para cremes pesados, como a maionese, o creme de leite e a manteiga.

Ao usar o abacate em receitas salgadas, você adiciona uma cremosidade aveludada, mas com zero colesterol e um perfil nutricional anti-inflamatório. É a troca inteligente perfeita para quem busca saúde sem abrir mão do sabor.

1. Molho Pesto Cremoso de Abacate

Sabe aquele macarrão rápido de semana que precisa de um "up"? O abacate substitui o excesso de óleo do pesto tradicional, criando um molho que abraça a massa de forma espetacular.

Ingredientes:

  • 1 abacate maduro pequeno (ou ½ grande)

  • 1 xícara de folhas de manjericão fresco

  • 1 dente de alho pequeno

  • Suco de 1 limão (essencial para não escurecer e dar acidez)

  • 3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado

  • Sal, pimenta-do-reino e um fio de azeite

  • Nozes ou castanhas (opcional)

Como fazer: Coloque todos os ingredientes no processador ou liquidificador e bata até virar um creme verde vivo e liso.

O segredo: Misture o molho com a massa (spaghetti, penne ou fuso) logo após escorrer, fora do fogo.

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O calor residual do macarrão vai aquecer o molho e liberar o aroma do manjericão, sem cozinhar o abacate (o que deixaria o gosto amargo).

2. Salada Tropical de Abacate com Manga

O abacate é uma fruta de sabor neutro que ama contrastes. A combinação da gordura dele com a doçura da manga e a acidez do limão cria uma salada refrescante, perfeita para acompanhar grelhados no verão.

Montagem:

  1. Corte o abacate (firme, não muito maduro) e a manga em cubos do mesmo tamanho.

  2. Adicione cebola roxa picadinha (para crocância) e tomates cereja cortados ao meio.

  3. Tempere com muito coentro ou salsinha picada.

  4. O molho: Aposte em uma vinagrete simples de limão, azeite, sal e uma pitada de pimenta calabresa.

3. Maionese Verde de Abacate

Essa é a receita campeã para substituir a maionese industrializada em lanches e hambúrgueres. Ela é vegana, segura (sem risco de ovo cru) e dura até 3 dias na geladeira.

Ingredientes:

  • Polpa de 1 abacate maduro

  • Suco de ½ limão

  • 2 colheres (sopa) de azeite

  • 1 dente de alho (se gostar mais forte, use meio)

  • Salsinha e cebolinha a gosto

  • Sal e mostarda (opcional)

Como fazer: Bata tudo no liquidificador ou com um mixer de mão até obter uma emulsão brilhante. A textura fica idêntica à da maionese tradicional.

Use para molhar batatas rústicas, passar no pão ou como molho de salada caesar.

4. Abacate Assado com Ovo 

Se você nunca comeu abacate quente, está perdendo uma experiência de sabor. Quando vai ao forno, ele ganha um sabor amendoado e defumado incrível. É um café da manhã ou jantar leve completo.

Passo a passo:

  1. Corte o abacate ao meio e retire o caroço. Se o buraco for pequeno, retire um pouco da polpa com uma colher para aumentá-lo.

  2. Quebre um ovo pequeno dentro de cada cavidade. Tente não deixar a clara transbordar muito.

  3. Tempere com sal, pimenta e bacon picadinho (opcional) por cima.

  4. Leve ao forno preaquecido a 180°C por cerca de 15 a 20 minutos, ou até a clara firmar e a gema ficar no ponto desejado.

5. Smoothie Bowl Super Cremoso

Para o café da manhã, o abacate entra para dar corpo à vitamina, transformando-a em um creme de comer com colher.

Como fazer: Congele o abacate em cubos. No liquidificador, bata o abacate congelado com uma banana madura e um pouquinho de leite de coco ou iogurte. O resultado é um "sorvete" natural. Sirva em uma tigela e cubra com granola, frutas frescas e mel. É energia pura para começar o dia.

6. Mousse de Chocolate Fit 

Para fechar, a prova de que o abacate também brilha nos doces. Essa mousse é famosa por enganar o paladar: visualmente e na textura, é idêntica à versão gorda.

Ingredientes:

  • 1 abacate maduro

  • 3 a 4 colheres (sopa) de cacau em pó 100% (use um de boa qualidade)

  • Mel, melado ou adoçante a gosto para adoçar

  • 1 colher (chá) de essência de baunilha

Truque: Bata tudo no processador até sumir qualquer pedacinho verde. O cacau mascara a cor e o sabor da fruta, enquanto o abacate doa a gordura que o creme de leite daria.

Leve para gelar por 2 horas. Sirva com raspas de chocolate amargo ou morangos.

Guia de Compra e Conservação

Para que suas receitas deem certo, o primeiro passo acontece no mercado ou na feira. Confira como não errar:

Como escolher o abacate perfeito?

  • Cor: Se for o tipo Avocado (casca escura e rugosa), ele deve estar quase preto para consumo imediato. Se for o Abacate comum (casca verde e lisa), a cor deve ser um verde opaco, sem brilho excessivo.

  • Toque: Aperte suavemente a fruta na palma da mão (não use os dedos para não machucar). Ela deve ceder levemente à pressão, como se fosse a ponta do nariz. Se estiver dura como pedra, está verde. Se o dedo afundar e ficar marcado, passou do ponto.

  • O truque do "umbigo": Retire o cabinho (pedúnculo) da fruta. Se a cor embaixo for verde clara, está perfeito. Se estiver marrom, provavelmente está passado ou estragado por dentro.

Como amadurecer rápido?

Comprou verde e quer usar amanhã? Coloque o abacate dentro de um saco de papel pardo (saco de pão) junto com uma banana madura.

A banana libera etileno, um gás natural que acelera o amadurecimento das frutas vizinhas. Feche bem o saco e deixe em local quente (como dentro do forno desligado).

Como conservar depois de aberto?

O maior inimigo do abacate é o ar, que causa a oxidação (aquela cor marrom triste). Para guardar a metade que sobrou:

  1. Mantenha o caroço: Ele ajuda a reduzir a área de contato com o ar.

  2. Ácido e Gordura: Pincele suco de limão ou um fio de azeite em toda a superfície exposta da polpa.

  3. Vedações: Envolva em plástico filme, garantindo que o plástico esteja colado na polpa, sem bolhas de ar.

  4. Geladeira: Guarde na parte menos fria da geladeira e consuma em até 24 horas para garantir o sabor fresco.

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Agora que você domina as técnicas e receitas, o abacate vai deixar de ser coadjuvante e virar o protagonista da sua cozinha!

Confira mais receitas com abacate

Guia da Cozinha 
 
Observação: o abacate deve ser ingerido com parcimônia, para que não gere gordura no fígado. 

A misteriosa MATÉRIA ESCURA

 Vídeos

Mapa revela o esqueleto oculto que mantém o cosmos unido

29 de janeiro de 2026

Matéria escura é mostrada com precisão inédita em nova imagem de telescópio espacial. Estudo indica que ela teria sido a principal "arquiteta" do universo.       https://p.dw.com/p/57dyN



Novo mapa mostra como a matéria escura (em azul) forma a estrutura invisível que sustenta as galáxias do universoFoto: Dr Gavin Leroy/COSMOS-Webb collaboration

Uma equipe internacional de pesquisadores publicou na segunda-feira (26/01), na revista Nature Astronomy, o mapa com a mais alta resolução até o momento da matéria escura, um dos grandes enigmas do universo.

Sua elaboração, a partir das observações do telescópio espacial James Webb (das agências espaciais europeia e canadense e da Nasa), sugere que a matéria escura foi o que determinou a distribuição em grande escala das galáxias, reforçando a teoria de que ela teria sido a principal "arquiteta" do universo.

A ciência considera que apenas 4% do universo é matéria comum (aquela que vemos), e aproximadamente 26% seria composto por matéria escura, até hoje impossível de ser observada ou detectada para além de seus efeitos gravitacionais sobre a matéria comum.

O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade britânica de Durham, da Escola Politécnica Federal de Lausanne (Suíça) e da Nasa.

Os cientistas acreditam que, na origem do universo, a matéria escura se aglutinou primeiro e depois atraiu a matéria normal, criando as regiões onde começaram a se formar estrelas e galáxias e, mais tarde, os planetas.

Os pesquisadores sustentam que, sem ela, é possível que a Via Láctea não tivesse os elementos que permitiram o surgimento da vida na Terra.

"Ao revelar a matéria escura com uma precisão sem precedentes, nosso mapa mostra como um componente invisível do universo estruturou a matéria visível a ponto de permitir o surgimento de galáxias, estrelas e, em última instância, da própria vida", afirma um dos autores, Gavin Leroy, da Universidade de Durham.

"Este mapa revela o papel invisível, mas essencial, da matéria escura, a verdadeira arquiteta do universo, que organiza gradualmente as estruturas que observamos através de nossos telescópios", acrescenta o pesquisador, em comunicado.

Um componente invisível que atravessa a matéria

O trabalho também confirma que a matéria escura não emite, reflete, absorve ou bloqueia a luz, e que "atravessa a matéria normal como um fantasma".

 O surpreendente é que, apesar desse caráter fantasmagórico, a matéria escura interage com o resto do universo através da gravidade e atraiu para si a matéria normal ao longo da história cósmica.

"Existem bilhões de partículas de matéria escura atravessando nosso corpo a cada segundo. Elas não causam nenhum dano, não nos percebem e simplesmente seguem seu caminho. Mas toda a nuvem de matéria escura que gira em torno da Via Láctea tem gravidade suficiente para manter unida toda a nossa galáxia. Sem a matéria escura, a Via Láctea se desintegraria", observa Leroy.

Imagem escura com pontos de luz
O mapa mostra como a matéria escura atua como a estrutura oculta sobre a qual as galáxias visíveis são construídasFoto: Dr Gavin Leroy/Professor Richard Massey/COSMOS-Webb collaboration

255 horas de observação com telescópio James Webb

A área coberta pelo novo mapa está localizada na direção da constelação de Sextans. O telescópio James Webb observou essa região durante 255 horas e identificou quase 800 mil galáxias, muitas delas detectadas pela primeira vez. Em seguida, a equipe científica procurou matéria escura observando como sua massa curva o próprio espaço.

O novo mapa contém aproximadamente dez vezes mais galáxias do que os mapas da área feitos por observatórios terrestres e o dobro do telescópio espacial Hubble.

"Até agora, víamos uma imagem borrada da matéria escura. Agora, graças à extraordinária resolução do telescópio James Webb, vemos a estrutura invisível do universo com um detalhe surpreendente", conclui outra autora do estudo, a pesquisadora da Nasa Diana Scognamiglio.

 sf/cn (Com EFE, Universidade de Durham, Nature Astronomy)


02:35

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Gordura bege mantém a PRESSÃO ARTERIAL sob controle

 


27/01/2026

Redação do Diário da Saúde
Gordura bege mantém pressão arterial sob controle
Aorta de cobaia com marcação por imunofluorescência, enfatizando a estreita conexão entre os vasos sanguíneos e o tecido adiposo.
[Imagem: Weslie Janeway/William Janeway/Rockefeller University]

Gordura bege contra hipertensão

Pesquisadores descobriram que a gordura bege, um tipo de tecido adiposo que queima energia em vez de apenas armazená-la, desempenha um papel direto e ativo no controle da pressão arterial.

Mandy Grootaert e Aernout Luttun, da Universidade Rockefeller (EUA), demonstraram que a falta de gordura bege desencadeia uma cascata química que endurece os vasos sanguíneos, explicando por que a obesidade, que frequentemente degrada a qualidade da gordura corporal, é um gatilho tão potente para doenças cardiovasculares.

Embora a conexão entre obesidade e hipertensão seja conhecida há décadas, a biologia exata por trás dessa relação permanece obscura. O que se sabe é que pessoas com maior quantidade de gordura marrom ou bege (tecidos termogênicos) apresentam menores chances de serem hipertensas, mas não se sabia se essa gordura seria apenas um marcador de saúde ou se ela exerce um papel protetor direto sobre os vasos sanguíneos.

O desafio era isolar o efeito da gordura sem as variáveis confusas da obesidade, como a inflamação generalizada, e foi nisto que os dois pesquisadores trabalharam.

Gordura bege mantém pressão arterial sob controle
Mais do que um acúmulo, a gordura marrom é um órgão endócrino que controla o metabolismo.
[Imagem: Francesc Villarroya et al. (2016)]

A enzima do endurecimento vascular

Ao criar modelos animais que mantinham o peso normal, mas careciam especificamente de gordura bege, os cientistas observaram uma transformação drástica: A gordura que envolve os vasos sanguíneos passou a se comportar como gordura branca comum.

Essa mudança ativou a produção da enzima QSOX1, e a presença excessiva dessa enzima no tecido ao redor das artérias desencadeia um processo de "remodelagem" que inclui a fibrose (tecido ao redor dos vasos tornando-se rígido e fibroso), a hipersensibilidade (vasos passando a reagir de forma exagerada à angiotensina II, um hormônio que força a contração das artérias), e, finalmente, à pressão alta (vasos menos flexíveis e mais contraídos), forçando o coração a bombear com mais força, elevando a pressão arterial média.

A pesquisa confirmou que a gordura bege funciona como um freio natural para a enzima QSOX1. Quando essa gordura é saudável, ela mantém a enzima desligada e os vasos relaxados. Em humanos, dados clínicos confirmaram que mutações no gene que controla a identidade da gordura bege (PRDM16) estão diretamente ligadas a uma maior incidência de pressão alta.

A descoberta de que a hipertensão pode ser causada por uma falha de comunicação molecular entre a gordura e os vasos sanguíneos abre caminho para tratamentos muito mais precisos, incluindo o desenvolvimento de fármacos que bloqueiem a enzima QSOX1, para restaurar a flexibilidade vascular, e estratégias para converter gordura branca em bege, não apenas para perda de peso, mas como tratamento direto para a saúde das artérias.

domingo, 25 de janeiro de 2026

O espiritismo é uma grande TRAPAÇA

 *Prática: Uma vez eu estava sentindo uma dor na cabeça e depois observei que algo parecia fazer uma cirurgia na mesma cabeça (o que os espíritas chamam de cirurgia espiritual). Questão encerrada? Não! A dor não sumiu mas voltou no futuro. É tudo enganação ou trapaça.

 

*Teoria: O espiritismo ensina que se você faz o bem, sobe na escala evolutiva e caminha para não reencarnar mais. E, contrariamente, se você faz o mal, decresce na escala evolutiva e tem que fazer caridade para reverter isso. Pensemos: quem sofre?  Os espíritos superiores ou inferiores? Não são os inferiores (que tem que fazer caridade)? Não são os pobres? Concluindo: esta é a teoria entreguista ou desumana da elite. Enfim, não dizem que devemos respeitar as religiões dos outros? O problema é que tem religião que engana com sofisticação irrealista ou falsa. Em suma: quem tem pouco (os pobres) tem que fazer caridade e quem tem muito (os ricos) não precisam fazê-la. É mole ou quer mais?

 

 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

O que significa quando uma pessoa só pensa em tudo de RUIM que pode acontecer no futuro?

 

Se sua mente vive esperando o pior, isso pode ser um sinal de alerta emocional — entenda por que isso acontece e como lidar melhor.

23 jan 2026   
 
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Foto: Minha Vida

Pensar no futuro é algo comum e até saudável, mas o problema começa quando a mente parece travada apenas no pior cenário possível, como se algo ruim estivesse sempre prestes a acontecer. Esse tipo de pensamento costuma gerar angústia, cansaço mental e a sensação constante de alerta, mesmo quando não há um perigo real à vista.

Segundo a psicóloga Thais Teixeira, esse padrão indica que o cérebro está funcionando em "modo de estado de alerta". "A mente passa a interpretar o futuro como imprevisível e potencialmente perigoso, ativando mecanismos de antecipação negativa", explica. Na prática, a pessoa ensaia mentalmente situações ruins como uma tentativa de se proteger emocionalmente — ainda que isso quase nunca traga alívio.

Leia mais: O que significa uma pessoa que só pensar no pior, de acordo com a psicologia?

Pensar no pior é uma forma de proteção?

De acordo com a especialista, sim, mas é uma proteção que não funciona bem. "A pessoa acredita que, ao prever o pior, estará mais preparada para lidar com ele. No entanto, esse estilo de enfrentamento costuma ser desadaptativo e não evita o sofrimento", afirma Thais. 

Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), esse padrão é chamado de pensamento catastrófico, uma distorção cognitiva em que o futuro é interpretado de forma exageradamente negativa, sem considerar alternativas mais realistas.

Isso é sempre sinal de ansiedade?

...

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Em 1925, a procrastinação já era um problema, e alguém encontrou a solução definitiva: o capacete de isolamento

Minha Vida

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

4 receitas com GOIABADA que trazem o gostinho de casa de vó

4 receitas com goiabada que trazem o gostinho de casa de vó

20 jan 2026 - 15h47
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Poucos sabores são tão afetivos quanto os das receitas com goiabada. Ela está presente em bolos, biscoitos, tortas e sobremesas que atravessam gerações.

Feita da fruta tropical que dá nome ao doce, as receitas com goiabada têm aquele gosto inconfundível que mistura a doçura da fruta com o aconchego da cozinha da vó.

Quando o cheiro da goiabada quente invade a casa, é impossível não se lembrar de tardes tranquilas, toalhas floridas e café passado na hora.

Essas receitas com goiabada carregam mais do que sabor: trazem memórias, histórias e o carinho de quem cozinha com o coração!

Se você quer reviver essa sensação, o Guia da Cozinha separou receitas simples, deliciosas e cheias de afeto, perfeitas para adoçar o dia e encher a casa de boas lembranças.

Bom-bocado com calda de goiabada

Foto: Guia da Cozinha
Foto: Guia da Cozinha
Foto: Guia da Cozinha

Tempo: 1h

Rendimento: 10 porções

Dificuldade: fácil

Ingredientes

  • 3 xícaras (chá) de açúcar
  • 2 xícaras (chá) de leite
  • 2 vidros de leite de coco (400ml)
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de fubá
  • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 4 ovos
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • Margarina e farinha de trigo para untar

Calda

  • 2/3 de xícara (chá) de goiabada em cubos
  • 1/2 xícara (chá) de água
  • 2 colheres (sopa) de cachaça
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Modo de preparo

Bata todos os ingredientes do bom-bocado no liquidificador e coloque em uma fôrma untada e enfarinhada. Leve ao forno por 30 minutos. Retire e reserve.

Para a calda, em uma panela, leve ao fogo baixo a goiabada, a água e a cachaça até derreter. Regue o bom-bocado e sirva em seguida.

Essa é uma daquelas receitas com goiabada cremosas e saborosas, típicas das vovós!

Pudim de queijo com goiabada

Foto: Guia da Cozinha
Foto: Guia da Cozinha
Foto: Guia da Cozinha

Tempo: 1h10 (+4h de geladeira)

Rendimento: 8 porções

Dificuldade: fácil

Ingredientes 

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 e 1/2 xícara (chá) de leite
  • 4 ovos
  • 1 xícara (chá) de cream cheese
  • Manteiga e açúcar para untar
  • 1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado
  • 2 colheres (sopa) de maisena

Calda

  • 200g de goiabada picada
  • 1/2 xícara (chá) de água

Modo de preparo

No liquidificador, bata os ovos, o leite condensado, o leite, o cream cheese, o queijo parmesão e a maisena por 2 minutos.

Despeje em uma fôrma de buraco no meio grande, untada com manteiga e polvilhada com açúcar. Leve ao forno médio, preaquecido, em banho-maria, por 45 minutos ou até firmar e dourar.

Retire, deixe esfriar e leve à geladeira por 4 horas. Para a calda, leve ao fogo médio a goiabada e a água, mexendo até dissolver e formar uma mistura homogênea. Desligue e deixe esfriar.

Desenforme o pudim, regue com a calda de goiabada e sirva em seguida.

Trança de goiabada

Trança de goiabada deliciosa | Foto: Guia da Cozinha
Trança de goiabada deliciosa | Foto: Guia da Cozinha
Foto: Guia da Cozinha

Tempo: 1h30 (+1h de descanso)

Rendimento: 16 porções

Dificuldade: média

Ingredientes

  • 3 tabletes de fermento biológico fresco (45g)
  • 6 colheres (sopa) de açúcar
  • 2 xícaras (chá) de leite morno
  • 1/2 xícara (chá) de manteiga amolecida
  • 3 ovos
  • 1 colher (chá) de sal
  • 5 xícaras (chá) de farinha de trigo (aproximadamente)
  • 2 e 1/2 xícaras (chá) de goiabada cremosa
  • Margarina e farinha de trigo para untar
  • 1 gema para pincelar
  • Açúcar cristal para polvilhar
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Modo de preparo

Em uma tigela, misture o fermento, o açúcar e o leite morno até dissolver. Adicione a manteiga, os ovos, o sal e misture. Junte a farinha, aos poucos, até formar uma massa homogênea que desgrude das mãos. Se necessário, acrescente mais farinha.

Sove a massa por 5 minutos, cubra e deixe descansar por 30 minutos. Divida a massa em 6 partes iguais. Abra cada uma com a ajuda de um rolo, formando retângulos.

Divida a goiabada entre as massas e enrole como rocamboles. Trance cada 3 rolinhos, formando dois pães.

Coloque em uma fôrma untada e enfarinhada, deixando espaço entre eles, cubra e deixe descansar por mais 30 minutos. Pincele com a gema e leve ao forno médio (180º C), preaquecido, por 40 minutos ou até dourar. Deixe amornar, polvilhe com açúcar cristal e sirva.

Pão de fubá recheado com goiabada

Pão de fubá recheado com goiabada | Foto: Guia da Cozinha
Pão de fubá recheado com goiabada | Foto: Guia da Cozinha
Foto: Guia da Cozinha

Tempo: 1h (+1h30 de descanso)

Rendimento: 30 unidades

Dificuldade: fácil

Ingredientes 

  • 3 tabletes de fermento biológico fresco (45g)
  • 1 xícara (chá) de leite morno
  • 1/3 de xícara (chá) de manteiga
  • 3 ovos
  • 1/3 de xícara (chá) de açúcar
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 e 1/2 xícara (chá) de fubá
  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo (aproximadamente)
  • Farinha de trigo para enfarinhar
  • 1 xícara (chá) de goiabada cremosa
  • Margarina para untar
  • Açúcar cristal para polvilhar

Modo de preparo

Antes de mais nada, bata no liquidificador o fermento, o leite, a manteiga, 2 ovos, o açúcar, o sal e o fubá até ficar homogêneo. Despeje em uma tigela e junte a farinha, aos poucos, mexendo com uma colher até desgrudar da lateral da tigela.

Em seguida, transfira para uma superfície enfarinhada e sove por 5 minutos ou até obter uma massa lisa e levemente pegajosa. Se necessário, junte mais farinha. Em seguida, modele uma bola, cubra e deixe descansar por 1 hora ou até dobrar de volume.

Divida a massa em 30 porções, abra na mão ou com um rolo e divida a goiabada entre elas. Feche, modelando os pãezinhos. Coloque em uma forma untada, cubra e deixe descansar por 30 minutos.

Pincele com o ovo restante batido, polvilhe com açúcar e leve ao forno médio, preaquecido, por 30 minutos ou até dourar. Por fim, retire e sirva.

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EXTRA: Goiabada caseira

Ficou com água na boca com nossas receitas com goiabada e quer aprender a fazer a legítima goiabada caseira? Veja a receita abaixo!

Tempo: 1h (+1h para esfriar)

Rendimento: 10 porções

Dificuldade: fácil

Ingredientes:

  • 300ml de água
  • 1kg de açúcar

Modo de preparo:

  1. Retire a casca das goiabas e corte-as em pedaços menores.
  2. No liquidificador, adicione os pedaços de goiaba, a água.
  3. Bata até formar um líquido homogêneo.
  4. Coe a mistura para remover as sementes e transfira o líquido para uma panela.
  5. Adicione o açúcar e cozinhe em fogo baixo, mexendo ocasionalmente, até engrossar.
Guia da Cozinha

 

Como guardar verduras pra durarem mais (e evitar desperdício)

     Por: Redação Guia da Cozinha / Guia da Cozinha 

20 jan 2026 


Comprar verduras e ver tudo estragar em poucos dias é frustrante.
Foto: Guia da Cozinha

Folhas murchas, cheiro estranho e textura mole são sinais clássicos de armazenamento errado.
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A boa notícia é que guardar verduras do jeito certo aumenta e, muito, a durabilidade.

Não exige equipamentos caros nem técnicas complicadas.

Na maioria das vezes, basta ajustar umidade, embalagem e local da geladeira.

Reunimos orientações práticas para ajudar você a conservar verduras por mais tempo, manter o sabor e evitar desperdício.
Por que as verduras estragam tão rápido?

Verduras são alimentos vivos.

Mesmo depois de colhidas, elas continuam respirando e perdendo água.

Os principais vilões são:

    excesso de umidade;

    falta de ventilação;

    contato direto com água;

    temperatura inadequada;

    armazenamento todo junto.

Quando esses fatores não estão equilibrados, as folhas apodrecem ou murcham rapidamente.
Onde guardar verduras na geladeira?

O local faz diferença.

E muita gente erra aqui.
O melhor lugar

    gaveta de legumes da geladeira;

    parte mais baixa;

    longe do congelador.

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Esse espaço tem temperatura mais estável e umidade controlada, ideal para verduras.
O que evitar

    porta da geladeira;

    prateleiras muito altas;

    locais com variação constante de temperatura.

Lavar ou não lavar antes de guardar?

Depende da verdura.
Folhas (alface, rúcula, espinafre)

O ideal é lavar antes, mas secar muito bem.

    lave folha por folha;

    retire o excesso de água;

    seque com papel-toalha ou centrífuga de salada.

Umidade em excesso acelera o apodrecimento.
Verduras mais firmes (couve, acelga, repolho)

Podem ser guardadas sem lavar.

Lave apenas na hora de usar.

Isso reduz a exposição à umidade.
A melhor forma de embalar verduras

Embalagem errada é um dos maiores erros.
O que funciona melhor

    papel-toalha;

    pano limpo e seco;

    sacos plásticos perfurados;

    potes com tampa frouxa.

O papel absorve a umidade. O ar evita mofo.
O que evitar

    sacos totalmente fechados;

    verduras soltas e úmidas;

    potes herméticos sem ventilação.

Verdura precisa "respirar".
Como guardar cada tipo de verdura

Nem toda verdura pede o mesmo cuidado.
Folhas delicadas (alface, rúcula, agrião)

Como guardar:

    lave e seque bem;

    envolva em papel-toalha;

    coloque em saco plástico aberto ou pote.

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Duração média:

5 a 7 dias.
Folhas resistentes (couve, acelga)

Como guardar:

    sem lavar;

    envolva em papel ou pano;

    coloque na gaveta de legumes.

Duração média:

até 10 dias.
Ervas frescas (salsa, cebolinha, coentro)

Duas opções funcionam bem.

Opção 1 - geladeira:

    lave e seque;

    enrole em papel-toalha;

    guarde em pote ou saco aberto.

Opção 2 - como buquê:

    coloque os talos em um copo com água;

    cubra levemente com um saco;

    leve à geladeira.

Brócolis, couve-flor e vagem

Como guardar:

    sem lavar;

    em saco perfurado;

    na gaveta da geladeira.

Evite cortar antes da hora.

Cortar acelera a perda de frescor.
Um erro comum: guardar tudo junto

Verduras liberam gases naturais.

Algumas liberam mais do que outras.

Guardar tudo junto pode acelerar o amadurecimento e a deterioração.

Sempre que possível:

    separe folhas de legumes;

    evite misturar verduras com frutas maduras;

    organize por tipo.

Posso congelar verduras?
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Sim, mas com ressalvas.

Verduras congeladas mudam a textura.

São melhores para refogados, sopas e caldos.

Antes de congelar:

    lave;

    higienize;

    faça branqueamento rápido (água quente + água gelada);

    seque bem.

Depois, armazene em porções.
Dicas extras que fazem diferença

    Nunca guarde verduras ainda quentes.

    Retire folhas estragadas assim que notar.

    Não aperte demais ao guardar.

    Revise a gaveta da geladeira a cada dois dias.

Esses cuidados simples prolongam a vida dos alimentos.
Guardar bem é economizar

Verdura jogada fora é dinheiro perdido.

E também tempo e esforço desperdiçados.

Quando você aprende a guardar corretamente:

    reduz desperdício;

    mantém sabor e nutrientes;

    ganha praticidade na rotina.

Com pequenas mudanças, suas verduras duram mais. E sua cozinha funciona melhor.
Guia da Cozinha

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/degusta/receitas/como-guardar-verduras-pra-durarem-mais-e-evitar-desperdicio,f2af4afb7feeb3c8c94e880276393e11uebvcyh9.html?utm_source=clipboard