sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Clima extremo afeta o bolso do consumidor no mundo

 


Ondas de calor, secas e incêndios florestais já elevam preços, geram queda de produtividade, reduzem renda e pressionam economias. Entenda os custos invisíveis das mudanças climáticas.     

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Já estamos pagando o preço da queima de combustíveis fósseisFoto: Robin Utrecht/picture alliance

Os últimos 11 anos foram os mais quentes já registrados no planeta. Essa mudança climática se manifesta em eventos extremos, como ondas de calor e incêndios florestais. Mas menos evidentes são os preços mais altos e os salários menores associados a um mundo cada vez mais quente.

Segundo um estudo de 2026 da MIT Sloan School of Management e da UCLA School of Law, as mudanças climáticas já elevaram as despesas médias das famílias americanas em 900 dólares (cerca de R$ 4,6 mil) por ano, chegando a mais de 1,3 mil dólares em um de cada dez condados dos Estados Unidos.

Esses custos não existiriam em um mundo sem mudanças climáticas. Eles incluem o aumento dos seguros residenciais (em média 600 dólares mais caros), a elevação de impostos estaduais e federais devido aos custos de recuperação de desastres ou aos impactos da fumaça dos incêndios florestais sobre a saúde, por exemplo.

"A inação climática não é apenas um fracasso ambiental; ela funciona como um imposto sobre todas as famílias americanas", escreveram os pesquisadores.

Carro queimado ao lado de casas à beira-mar em ruínas.
Uma seca de oito meses na Califórnia desencadeou incêndios florestais catastróficos em 2025Foto: Mike Blake/REUTERS

Como as mudanças climáticas afetam a renda

Um relatório de 2024 do Instituto Potsdam para Pesquisa sobre Impactos Climáticos, na Alemanha, estimou que os danos das mudanças climáticas à agricultura, à infraestrutura e à saúde, bem como as perdas de produtividade, podem custar à economia mundial 38 trilhões de dólares por ano até 2050.

Mas de que forma os eventos climáticos extremos impulsionados pelas mudanças do clima já afetaram salários e orçamentos familiares?

"Se não conseguirmos descobrir quanto as mudanças climáticas já estão nos custando com os dados que temos, projetar o futuro se torna quase impossível", afirmou Derek Lemoine, professor de economia da Universidade do Arizona, que estimou uma redução de 12% na renda dos americanos à medida que as temperaturas globais aumentaram. A comparação é feita com um cenário sem mudanças climáticas.

Lemoine mostra como extremos de temperatura em um condado dos Estados Unidos estão provocando impactos econômicos em cascata em localidades distantes com clima mais ameno, devido à interconexão do comércio e das cadeias de suprimentos.

"Muitos estudos analisam as mudanças climáticas como se elas alterassem o clima em apenas um ano e em um único lugar por vez", disse Lemoine à DW.

Em vez disso, ele busca entender como, se uma onda de calor destruir plantações de milho em todo o território americano, outras indústrias que dependem desse milho, incluindo produtores de gado e de alimentos, serão afetadas à medida que a commodity se tornar mais escassa e mais cara.

Plantações de milho destruídas pela seca na região de Lijevče, na Bósnia e Herzegovina.
Impactos econômicos da agricultura afetada pela seca são acumulativosFoto: Dragan Maksimović/DW

"À medida que os custos [dos produtores afetados em toda a cadeia de suprimentos do milho] aumentam", disse Lemoine, "isso fará com que a renda de todos os que dependem deles diminua".

Os impactos do clima sobre o comércio também já são sentidos na Alemanha, onde os níveis recordes de baixa do rio Reno, a via navegável interior mais movimentada da Europa, podem reduzir em até 0,2% a produção econômica alemã no terceiro trimestre de 2026, observou o Instituto Kiel para a Economia Mundial em julho.

O clima seco prolongado associado às mudanças climáticas é o responsável, já que a capacidade de transporte caiu para apenas 15% em alguns trechos do rio que conecta o maior porto da Europa, em Roterdã, na Holanda, a grande parte do oeste da Alemanha.

Pressão sobre problemas econômicos já existentes

Um estudo australiano também analisa como mudanças climáticas amplas, e não apenas choques locais provocados por eventos extremos isolados, levaram gradualmente à queda da produtividade e da produção econômica.

Timothy Neal, pesquisador do Instituto para Risco e Resposta Climática da Universidade de New South Wales, na Austrália, foi coautor de um relatório que mostra que o aquecimento global reduziu a produção econômica do estado de NSW em cerca de 18% em média, o equivalente a 21.288 dólares australianos (cerca de R$ 80 mil) por pessoa em 2024.

"Os danos já foram bastante severos", disse Neal à DW, acrescentando que, em um cenário sem aquecimento global, os cidadãos teriam "preços mais baixos para os alimentos" e "menos pobreza".

O relatório menciona secas em partes de NSW em meados e no final da década de 2010 que reduziram a produtividade em todo o estado em até 10 bilhões de dólares australianos, devido à queda das colheitas e da renda agrícola, ao aumento dos custos da água e à maior dependência de assistência governamental.

Esses impactos financeiros se acumularam ao longo do tempo em toda a economia do estado, influenciando os custos de alimentos, seguros e manutenção de infraestrutura.

Nas palavras do relatório, esses efeitos também "agravam pressões econômicas já existentes e contribuem para ampliar as disparidades entre regiões", o que significa aumento da desigualdade de renda e riqueza.

Calculadora com "CO₂" indicado na tela, repousada sobre extratos bancários.
Emissões de CO₂ agravam ainda mais a estagnação econômicaFoto: Stefan Ziese/imagebroker/IMAGO

A adaptação climática pode limitar os custos?

"A ação climática não deve ser vista apenas como uma questão ambiental, mas também como uma decisão economicamente sensata", afirmou Frank Jotzo, economista e comissário da Comissão Net Zero de NSW, que trabalha para descarbonizar o estado e encomendou o estudo citado acima.

Ao se referir a "investimentos defensivos contra as mudanças climáticas", como o reforço de estradas, ferrovias e infraestrutura de transporte marítimo para adaptação a um mundo mais quente, Jotzo acrescentou que "se não fosse pelas mudanças climáticas, poderíamos estar investindo esse dinheiro e esse esforço em outras coisas".

No entanto, medidas de adaptação, como a ampliação das áreas verdes nas cidades para reduzir os efeitos das ilhas de calor, serão fundamentais para evitar impactos econômicos muito mais severos no futuro.

As ondas de calor europeias de 2026, por exemplo, já custaram cerca de 180 bilhões de euros (R$ 1,06 trilhão), valor equivalente a todo o crescimento econômico projetado para a União Europeia neste ano, segundo uma análise.

A adaptação também envolverá o fortalecimento do sistemas de saúde e da rede hospitalar para enfrentar os efeitos das ondas de calor, que reduzem a produtividade à medida que trabalhadores submetidos ao estresse térmico se cansam mais rapidamente ou têm dificuldade para dormir, observou Jotzo.

Silhueta de homem trabalhando na terra com uma picareta. Ao fundo, brilha a sol.
Entre os efeitos do calor extremo, está a redução da produtividade no mundo inteiroFoto: Assad Hani/Photoshot/picture alliance

Mas Lemoine afirma que a adaptação ao declínio econômico provocado pelas mudanças climáticas é tão "cara por si só" que pode agravar a perda de renda e ser ineficaz se não for implementada de forma abrangente.

Somente quando "todos os lugares" estiverem protegidos dos eventos climáticos extremos, será possível enfrentar os impactos econômicos em cascata, diz ele.

Ainda assim, tanto a adaptação quanto uma rápida redução das emissões que aquecem o planeta são necessárias para evitar perdas de renda impulsionadas pelas mudanças climáticas, que tendem a se agravar se o aquecimento global ultrapassar as metas estabelecidas pelo Acordo de Paris.

"Mudanças climáticas sem controle criariam um peso permanente sobre os salários e a produtividade", concluiu Jotzo.

LAO-TSÉ sobre a diferença entre compreender os outros e compreender a si mesmo: "Quem conhece os outros é inteligente; quem conhece a si mesmo é esclarecido"

 

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O pensamento de Lao-Tsé no Tao Te Ching destaca a distinção entre a análise do mundo exterior e o desenvolvimento da clareza interior.

18 set 2026  
Resumo
Com base na filosofia de Lao-Tsé, o texto diferencia a inteligência estratégica, focada em decifrar os outros, do verdadeiro esclarecimento, obtido pelo autoconhecimento. Embora julgar o próximo seja uma fuga comum, encarar as próprias sombras e dominar a si mesmo revela a força interior autêntica descrita no Tao Te Ching. Ao cultivar a quietude e aceitar as próprias fraquezas, o indivíduo liberta-se de ilusões, gerando serenidade e relações interpessoais mais empáticas e genuínas.

Muitas pessoas dedicam grande energia tentando decifrar as atitudes dos outros, mas esquecem de investigar os próprios sentimentos. A filosofia milenar chinesa ensina que a verdadeira evolução humana começa quando a clareza interior substitui a necessidade constante de validação, gerando genuíno equilíbrio existencial.

Analisar erros alheios consome menos esforço psicológico do que encarar as próprias falhas cotidianas.
Analisar erros alheios consome menos esforço psicológico do que encarar as próprias falhas cotidianas.
Foto: Imagem gerada por IA / Catraca Livre

Qual é a real distinção entre inteligência e esclarecimento no taoismo?

Compreender as intenções e manobras alheias exige agudeza mental, permitindo navegar pelos desafios sociais com relativa facilidade. No entanto, o pensamento taoista adverte que essa habilidade externa representa apenas uma inteligência estratégica, incapaz de preencher os vazios da alma sem profunda reflexão pessoal.

O indivíduo esclarecido busca desvendar as próprias sombras, medos e motivações ocultas que direcionam suas decisões diárias. Ao alcançar esse estado de consciência lúcida, a pessoa conquista uma sabedoria serena, libertando sua mente das ilusões do ego e construindo verdadeira paz duradoura.

Por que observar o comportamento alheio parece mais fácil do que olhar para dentro?

Julgar o próximo costuma oferecer uma sensação ilusória de controle e superioridade moral que afasta o desconforto interior. Analisar erros alheios consome menos esforço psicológico do que encarar as próprias falhas, tornando esse hábito uma armadilha comum que impede o amadurecimento emocional autêntico.

Mergulhar no próprio íntimo exige coragem para admitir fragilidades, vaidades e contradições que preferimos ignorar no dia a dia. Esse confronto interno desperta inseguranças, mas representa o único caminho viável para libertar a consciência de padrões que limitam a harmonia e o crescimento espiritual.

Abaixo, um vídeo do canal Taoismo Online no YouTube que aprofunda os pontos discutidos neste tema:

Como o capítulo 33 do Tao Te Ching define a verdadeira força interior?

Nos versos do trigésimo terceiro capítulo, o sábio destaca que dominar outras pessoas demonstra força física ou poder social passageiro. Contudo, vencer a si mesmo revela um poder autêntico e inabalável, fundamentado no domínio consciente dos próprios impulsos e no desapego de ambições desmedidas.

A verdadeira soberania individual não depende de riquezas materiais nem de títulos conquistados no mundo exterior perante a multidão. Quem reconhece a suficiência de sua existência encontra a plenitude, transformando a modéstia em um tesouro espiritual capaz de transcender qualquer limitação temporal.

Quais são os passos práticos para desenvolver a clareza sobre si mesmo?

Desenvolver a percepção interior demanda desacelerar o ritmo cotidiano para observar pensamentos e emoções sem julgamentos imediatos ou culpa. Ao reservar momentos regulares de quietude, a pessoa aprende a identificar padrões que sabotam suas metas, conquistando maior foco mental e lucidez diante dos desafios.

Outro aspecto fundamental consiste em aceitar as próprias limitações humanas sem tentar aparentar uma perfeição irreal para a sociedade. Essa postura honesta dissolve cobranças desnecessárias, abrindo espaço para escolhas conscientes que respeitam o ritmo natural da vida e fortalecem a serenidade individual.

A aplicação desse entendimento no cotidiano reflete-se em atitudes essenciais como:

  • Praticar a observação silenciosa antes de reagir a conflitos externos.
  • Reconhecer limites pessoais sem estabelecer comparações com a vida alheia.
  • Reservar pausas diárias para cultivar o silêncio e acalmar a mente.
Dominar a si mesmo revela um poder autêntico fundamentado no controle consciente dos próprios impulsos.
Dominar a si mesmo revela um poder autêntico fundamentado no controle consciente dos próprios impulsos.
Foto: Imagem gerada por IA / Catraca Livre

De que maneira o autoconhecimento transforma as relações humanas cotidianas?

Quando uma pessoa compreende seus medos e anseios mais profundos, ela deixa de projetar expectativas irreais sobre quem está ao redor. Essa clareza interior reduz atritos desnecessários, promovendo uma convivência pautada pela empatia genuína e pelo respeito à individualidade de cada companheiro de jornada.

Em vez de buscar aprovação externa ou tentar controlar opiniões alheias, o indivíduo esclarecido cultiva relacionamentos baseados na verdade e na simplicidade. Assim, a busca pela iluminação interior transforma a convivência social em uma experiência de partilha sincera e profundo acolhimento mútuo.

Catraca Livre

Sobremesa de UVA sem açúcar: cremosa, refrescante e muito fácil de fazer

 

Aprenda a fazer uma sobremesa de uva sem açúcar, fácil e refrescante, preparada com uvas, iogurte e gelatina. Uma opção prática para servir gelada.

17 set 2026  
Resumo
A sobremesa de uva sem açúcar é uma alternativa prática, cremosa e refrescante que dispensa o uso de forno. O preparo consiste em acomodar uvas frescas cortadas em uma travessa e cobri-las com uma mistura homogênea de gelatina de uva dissolvida em água quente com iogurte. Em seguida, basta manter o doce na geladeira por no mínimo quatro horas para firmar, resultando em um prato ideal para ser servido bem gelado após as refeições ou em ocasiões especiais.

A sobremesa de uva sem açúcar é uma opção prática para quem busca um doce refrescante e fácil de preparar. Feita com poucos ingredientes, ela combina o sabor das uvas frescas com a cremosidade do iogurte e a textura firme da gelatina. O preparo é simples, não exige forno e pode ser feito com antecedência, já que precisa de algumas horas na geladeira para firmar. É uma ótima escolha para servir depois das refeições ou em ocasiões especiais.

Confira no vídeo do canal Receitas que Amo:

Sobremesa de uva sem açúcar

Ingredientes

  • 2 caixas de uvas
  • 2 pacotes de gelatina de uva
  • 500 ml de água quente
  • 2 copos de iogurte (340 g)
Aprenda a fazer sobremesa de uva
Aprenda a fazer sobremesa de uva
Foto: Receitas que Amo / Catraca Livre

Modo de preparo

  1. Lave bem as uvas, corte-as ao meio e coloque-as no recipiente em que a sobremesa será servida.
  2. Em um recipiente, dissolva a gelatina na água quente, misturando bem até que fique completamente dissolvida.
  3. Em seguida, adicione o iogurte e misture novamente até obter uma mistura homogênea. Se preferir, você também pode bater tudo no liquidificador.
  4. Despeje a mistura sobre as uvas, cobrindo-as uniformemente.

    Leve à geladeira por pelo menos 4 horas, ou até que a sobremesa esteja firme.

    Depois de firmar, é só servir.

Catraca Livre

VITAMINA proteica caseira: 3 receitas fáceis e saudáveis para o lanche da tarde

 

Aprenda a preparar combinações cremosas com frutas e outros ingredientes que deixam a bebida ainda mais nutritiva

16 set 2026  
Resumo
As vitaminas são opções práticas e nutritivas para o lanche da tarde, ideais para elevar o consumo de proteínas de forma saborosa. Fáceis de preparar no liquidificador, as receitas combinam leite e iogurte com frutas e fontes proteicas: uma versão usa morango e whey protein; outra aposta na mistura de goiaba com kiwi; e a terceira combina abacate, banana e chia. Todas resultam em bebidas cremosas, saudáveis e rápidas, que ajudam a variar o cardápio diário com muito sabor e nutrientes essenciais.

As vitaminas são opções práticas e nutritivas para o lanche da tarde. Preparadas em poucos minutos, podem combinar diferentes frutas e outros ingredientes, ajudando a variar o cardápio. Para quem deseja incluir mais proteínas na alimentação, também é possível acrescentar alimentos ricos nesse nutriente, deixando a bebida mais completa e saborosa.

Vitamina proteica de morango
Vitamina proteica de morango
Foto: Elena Hramova | Shutterstock / Portal EdiCase

A seguir, confira 3 receitas fáceis e saudáveis de vitamina proteica para o lanche da tarde!

1. Vitamina proteica de morango

Ingredientes

  • 1 xícara de chá de morangos picados
  • 100 ml de leite
  • 100 ml de iogurte natural
  • 50 g de whey protein sabor baunilha

Modo de preparo

No liquidificador, coloque os morangos, o leite, o iogurte e o whey protein. Bata até obter uma bebida cremosa e homogênea. Sirva em seguida.

2. Vitamina proteica de mamão com aveia

Ingredientes

  • Polpa de 3 goiabas
  • 200 ml de leite
  • 100 ml de iogurte natural
  • 1 kiwi sem casca

Modo de preparo

No liquidificador, coloque a goiaba, o leite, o iogurte e o kiwi. Bata até obter uma bebida cremosa e homogênea. Sirva em seguida.

Vitamina proteica de abacate com banana e chia
Vitamina proteica de abacate com banana e chia
Foto: New África | Shutterstock / Portal EdiCase

3. Vitamina proteica de abacate com banana e chia

Ingredientes

  • 1 abacate maduro
  • 1 banana madura cortada em pedaços
  • 300 ml de leite
  • 2 colheres de sopa de sementes de chia

Modo de preparo

No liquidificador, coloque o abacate, a banana, o leite e as sementes de chia. Bata até obter uma bebida cremosa e homogênea. Sirva em seguida.

Portal EdiCase

Torta de FRANGO de caneca pronta em 15 minutos: prática e deliciosa

 

17 set 2026  
Resumo
Prática e rápida, a torta de frango de caneca fica pronta em apenas 15 minutos e rende quatro porções individuais feitas no micro-ondas, sendo ideal para quem mora sozinho. O preparo consiste em bater uma massa simples no liquidificador à base de ovos, leite, óleo e trigo, intercalá-la em canecas com um recheio cremoso de frango desfiado com milho e requeijão, polvilhar queijo parmesão e assar por quatro minutos em potência alta, dispensando o uso do fogão.

Já pensou em ter uma torta de frango de caneca prontinha em apenas 15 minutos? Com essa receita é possível! Às vezes, preparar uma torta inteira pode parecer um trabalhão. Por isso, as opções de caneca são ótimas para quem quer porções menores e em menos tempo. 

Foto: Guia da Cozinha

Além disso, essa é a aposta perfeita para quem mora sozinho. Pois é, não é preciso preparar uma torta de frango inteira para matar o desejo desse quitute! Basta ter a receita de caneca perfeita. E claro que a gente tem a melhor aqui para te ajudar.

São ingredientes que você provavelmente tem em casa. E você não vai precisar nem de fogão, apenas de micro-ondas! Quer mais facilidade que isso? Veja a receita completa em seguida e prepare já essa delícia super prática. 

Torta de frango de caneca

Tempo: 15min

Rendimento: 4 unidades

Dificuldade: fácil

Ingredientes:

  • 4 ovos
  • 16 colheres (sopa) de leite
  • 12 colheres (sopa) de óleo
  • 12 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • Sal a gosto
  • 1 e 1/2 colher (chá) de fermento em pó
  • 4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado

Recheio

  • 1 peito de frango cozido e desfiado
  • 3 colheres (sopa) de milho
  • 1 colher (sopa) de cebola ralada
  • 1/2 xícara (chá) de requeijão cremoso
  • Sal, pimenta-do-reino e salsa picada a gosto

Modo de preparo:

  1. Misture os ingredientes do recheio e reserve
  2. Enquanto isso, no liquidificador, bata os ingredientes da massa e coloque 2 dedos de massa em 4 canecas de porcelana com capacidade de 300 ml cada
  3. Distribua o recheio entre as canecas e cubra com a massa restante. Não ultrapasse a metade da caneca!
  4. Polvilhe o queijo parmesão e então leve ao micro-ondas por 4 minutos em potência alta
  5. Sirva em seguida.
Guia da Cozinha

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Como a Alemanha limpou o rio até então mais poluído da Europa

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Clique no link acima para ver e ouvir o vídeo 

SECA de rios globais em 2025 foi uma das piores em 35 anos

 


OMM alerta sobre o declínio contínuo dos recursos hídricos do planeta, com redução das vazões dos rios, retração das geleiras e queda dos níveis de águas subterrâneas.       https://p.dw.com/p/5MkDH


A redução das vazões dos rios e das reservas de água preocupa especialistas diante do avanço das mudanças climáticas.Foto: Vadim Ghirda/AP Photo/dpa/picture alliance

O ciclo global da água está cada vez mais instável, alternando entre escassez e excesso, e um episódio de El Niño considerado sem precedentes pode intensificar essa tendência, alertou a Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da ONU, nesta quinta-feira (17/09).

Segundo o relatório Estado Global dos Recursos Hídricos, 2025 esteve entre os anos mais secos para os rios do planeta nos últimos 35 anos. Mais de um terço das bacias hidrográficas do mundo registrou vazões abaixo da média histórica, enquanto o volume de água que corre pelos rios globais atingiu um dos três menores níveis das últimas três décadas e meia.

Reservas naturais de água em declínio

O documento mostra que os recursos hídricos globais vêm se tornando mais escassos nos últimos anos, com redução das vazões dos rios, retração das geleiras e queda dos níveis de águas subterrâneas em diversas regiões. O armazenamento de água nos continentes, que inclui aquíferos, lagos, solos, vegetação, neve e gelo, está em declínio contínuo há mais de uma década.

A OMM advertiu que essa tendência tem "sérias implicações futuras", pois essas reservas funcionam como uma proteção natural contra períodos prolongados de seca. As  mudanças climáticas provocadas pela atividade humana, o aumento da demanda por água associado ao crescimento da população mundial e a variabilidade natural do clima estão entre os fatores que explicam as alterações observadas nos recursos hídricos, segundo Wayne Jenkinson, diretor da divisão de Hidrologia e Criosfera da organização.

Embora alguns componentes do ciclo hidrológico, como chuvas, vazão dos rios e umidade do solo, respondam rapidamente às condições meteorológicas, outros atuam como reservas de longo prazo. A secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, demonstrou preocupação especial com a redução dessas reservas mais lentas, como as águas subterrâneas e as geleiras.

Rio Reno seco em Colônia, na Alemanha
Seca é global e tem atingido países com força cada vez maiorFoto: Christoph Hardt/Panama Pictures/IMAGO

Segundo ela, esses recursos historicamente ajudavam a evitar que uma estação seca se transformasse rapidamente em uma crise hídrica.

"Estamos esgotando essa conta de poupança", afirmou Saulo. "Estamos consumindo nossas reservas." Em comunicado que acompanhou o relatório, ela destacou que o armazenamento global de água em continentes vem apresentando uma tendência persistente de queda desde o período entre 2014 e 2016.

Águas subterrâneas atingem níveis preocupantes

O quadro das águas subterrâneas é particularmente preocupante. Segundo o relatório, quase dois terços dos poços monitorados no mundo apresentaram, em 2025, níveis de água abaixo da média de longo prazo. A Europa Central e Oriental esteve entre as regiões mais afetadas pela redução dessas reservas, registrando déficits expressivos em comparação com a média observada entre 2014 e 2024. Poucas outras regiões apresentaram uma deterioração tão acentuada. Em contraste, grande parte do norte da Europa registrou níveis de águas subterrâneas superiores à média histórica.

Além da escassez observada em diversas áreas, algumas bacias hidrográficas apresentaram excesso de água, especialmente em partes do sul da Ásia, refletindo um ciclo hidrológico cada vez mais errático e imprevisível, segundo a OMM.

As geleiras também continuam encolhendo em ritmo acelerado. O ano de 2025 marcou o quarto período consecutivo de perda significativa de massa de gelo em todas as regiões monitoradas. A organização alertou que essa tendência poderá aumentar a insegurança hídrica nas próximas décadas.

Entre 2023 e 2025, as geleiras perderam de forma acumulada cerca de 1.400 gigatoneladas de água. Segundo a OMM, esse volume equivale à quantidade necessária para encher aproximadamente 560 milhões de piscinas olímpicas ou a cerca de um terço de toda a retirada anual de água doce realizada no mundo.

El Niño pode agravar secas e enchentes

Saulo destacou que a deterioração das reservas de água ocorre paralelamente ao aumento dos desastres relacionados à água. A secretária-geral citou especialmente o atual episódio de El Niño, que deve ser o mais intenso desde o início das séries comparáveis de registros, há cerca de quatro décadas.    Quando as florestas emitem mais CO2 do que absorvem

06:02

O fenômeno corresponde à fase quente de um ciclo climático natural que ocorre de cada dois a sete anos. Caracteriza-se por temperaturas acima da média na superfície do Oceano Pacífico e provoca alterações nos ventos e nos padrões de chuva em diferentes partes do mundo.

"O fortalecimento do El Niño aumentará o risco de seca em algumas regiões e de inundações em outras", alertou Saulo. Mesmo antes da intensificação do fenômeno, os rios já apresentavam vazões consideradas anormais em várias partes do planeta. A OMM classificou 2025 como um dos três anos mais secos para os rios nos últimos 35 anos.

Pelo sétimo ano consecutivo, as bacias hidrográficas com condições consideradas normais foram minoria. Apenas 36% registraram vazões dentro da média histórica. Outros 36% apresentaram níveis abaixo do normal, enquanto 21% ficaram acima da média.

A organização ressaltou a importância da coleta e do compartilhamento de dados para acompanhar as mudanças no ciclo da água e advertiu que ainda existem lacunas significativas de monitoramento em regiões particularmente afetadas.

"O clima não respeita fronteiras, e isso é especialmente verdadeiro para a água", afirmou Saulo. Ela defendeu a ampliação do intercâmbio de dados, da padronização de informações e dos sistemas de alerta precoce.

"A água que alimenta uma bacia hidrográfica muitas vezes vem de outro país", observou. "E um desastre relacionado a geleiras em um país pode provocar devastação em outro, como vimos recentemente na tragédia envolvendo China e Nepal."

gq/cn (AFP, Reuters, DPA, EFE)

TESTOSTERONA: uso sem indicação médica pode afetar o coração, diz estudo

 Estudo aponta aumento de 51% no risco de eventos cardiovasculares graves entre homens sem deficiência hormonal


17 set 2026 

    Por: Gabrielle Aguiar / Licenciado de Revista Malu

Resumo
Um estudo da eBioMedicine revelou que o uso de testosterona sem indicação clínica eleva em 51% o risco de eventos cardiovasculares graves, como infarto e AVC. O abuso para fins estéticos ou de rendimento causa infertilidade, alterações metabólicas e danos estruturais no coração. O impacto atinge o ápice no esporte de alto rendimento: levantamento no European Heart Journal apontou a morte súbita cardíaca como a maior causa de óbito entre fisiculturistas, sendo cinco vezes mais frequente na elite.
Especialistas detalham os danos causados por doses suprafisiológicas, que vão de alterações hormonais severas ao colapso cardíaco

O uso de testosterona sem indicação médica, muitas vezes associado à busca por aumento de massa muscular, melhora do desempenho físico ou mudanças estéticas, volta a chamar atenção da comunidade científica diante de novos dados sobre seus possíveis impactos à saúde cardiovascular. 
Foto: Revista Malu

Publicado em 2026 na revista científica eBioMedicine, do grupo The Lancet, um estudo identificou um risco significativamente maior de eventos cardiovasculares graves entre homens que iniciaram terapia com testosterona sem evidências de deficiência hormonal. A pesquisa revelou que a administração do hormônio sem necessidade clínica aumenta em 51% o risco de eventos cardiovasculares graves, incluindo infarto, acidente vascular cerebral (AVC), parada cardíaca, insuficiência cardíaca e morte, quando comparada à rotina de pacientes que fazem a reposição por indicação médica devidamente diagnosticada.
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Os riscos do uso da testosterona sem indicação médica

A médica endocrinologista e professora da Afya Ipatinga, Mariana de Souza Furtado, explica que o uso de testosterona em doses suprafisiológicas ou sem indicação médica pode trazer sérios riscos à saúde e desregular o funcionamento natural do sistema endócrino. 

Uma das consequências é a alteração da produção hormonal do próprio organismo. Ao receber testosterona externa, o cérebro identifica a presença elevada do hormônio e reduz os estímulos responsáveis por sua produção natural. Nos homens, esse processo pode levar à atrofia testicular, redução da produção de espermatozoides e infertilidade. Nas mulheres, o excesso pode provocar sinais de virilização, como aumento de pelos, engrossamento da voz, queda de cabelo e hipertrofia do clitóris.

Os impactos também podem atingir o sistema cardiovascular e o metabolismo. O uso inadequado está associado ao aumento do risco de hipertensão, hipertrofia ventricular esquerda, insuficiência cardíaca e infarto. Além de alterações no perfil de colesterol, com redução do HDL e aumento do LDL.

Outro efeito possível é a eritrocitose, caracterizada pelo aumento da concentração de glóbulos vermelhos no sangue. A condição pode elevar a viscosidade sanguínea e, consequentemente, favorecer eventos tromboembólicos. Também estão entre os possíveis efeitos adversos a toxicidade hepática, a hiperplasia prostática benigna e a hiperuricemia.     


Tudo pela estética

Como as autoridades vedam o uso para fins estéticos e de performance, pesquisadores ainda não realizam ensaios clínicos controlados de longo prazo. O uso de diferentes formulações, doses suprafisiológicas e associações torna os riscos ainda mais imprevisíveis.

Outro estudo publicado neste ano na revista científica Clinics, apontou que a prevalência do uso de esteroides anabolizantes entre praticantes brasileiros de atividade física recreativa varia entre 2,1% e 31,6%, dependendo do perfil populacional e da região analisada.

"No caso dos homens, a reposição é indicada no hipogonadismo confirmado, com sintomas como redução da libido e disfunção erétil, associados ou não a queixas como fadiga e alteração de humor. O diagnóstico exige pelo menos duas dosagens matinais de testosterona total alteradas e investigação da causa, que pode ser hipofisária, testicular ou funcional, como nos casos de obesidade e síndrome metabólica. Entre as mulheres, a indicação respaldada por diretrizes é para mulheres na pós-menopausa com Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (TDSH) que permanecem sintomáticas mesmo com terapia hormonal estrogênica adequada. Nesses casos, são utilizadas doses estritamente fisiológicas femininas", complementa a especialista.


Riscos dentro do esporte  

Essa perigosa relação entre o abuso hormonal e o colapso cardíaco atinge proporções ainda mais alarmantes no ambiente do alto rendimento esportivo. Um levantamento publicado em 2025 no European Heart Journal, revelou que a morte súbita cardíaca é a principal causa de morte entre fisiculturistas. 

Ao monitorar 20.286 atletas da Federação Internacional de Fitness e Fisiculturismo (IFBB) entre 2005 e 2020, os cientistas registraram 121 mortes. Das quais 46 (38% do total) foram provocadas por paradas cardíacas repentinas. A cardiologista e professora de Medicina do Esporte da Afya Educação Médica Belo Horizonte, Déborah Prado, faz um alerta durante treinos de alta intensidade. Palpitações, dor no peito, cansaço, falta de ar, dor no estômago, pressão alta, tontura ou batimentos muito acelerados exigem atenção.    

 A conexão da testosterona com o fisiculturismo

"No caso do fisiculturismo, o risco de desenvolver essas complicações pode ser muito maior em pessoas que utilizam hormônios de forma indiscriminada e sem indicação médica precisa. Pode ocorrer um aumento desproporcional do músculo cardíaco, levando a alterações em sua estrutura e ao enrijecimento das paredes. Há também enrijecimento arterial, que pode favorecer o aumento da pressão arterial e de outras doenças secundárias. Além de alterações relacionadas ao envelhecimento de algumas estruturas e à perda de colágeno".

O levantamento concluiu que os fisiculturistas profissionais apresentam um risco de morte cardíaca súbita cinco vezes maior do que praticantes amadores. O que consolida um cenário em que a busca pelo limite corporal ultrapassa os limites da segurança biológica. Isso deixa claro a importância de uma conscientização urgente da sociedade e dos órgãos de saúde pública. 

Revista Malu

    Por: Gabrielle Aguiar / Licenciado de Revista Malu

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/testosterona-uso-sem-indicacao-pode-afetar-o-coracao-diz-estudo,190d4aa5598dfbd0175470461a7b27b6acerz0io.html?utm_source=clipboard


Suco de MELANCIA com LIMÃO: refrescante, leve e pronto em minutos

 

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Suco de melancia com limão refrescante, leve e fácil de fazer. Veja como preparar essa bebida sem açúcar e com poucos ingredientes.

17 set 2026  
Resumo
O suco de melancia com limão é uma opção saudável, refrescante e rápida, pronta em apenas 5 minutos e com rendimento de quatro copos. A receita combina a doçura natural e os nutrientes da melancia, rica em água e vitaminas, com o toque cítrico do limão, dispensando a adição de açúcar quando a fruta está madura. Basta bater os ingredientes no liquidificador, usando água apenas se necessário. O ideal é consumir a bebida fresca na hora, mas ela pode ser mantida sob refrigeração por até 24 horas.

O suco de melancia com limão é daqueles preparos simples que combinam especialmente com dias quentes. A melancia traz doçura natural e bastante água, enquanto o limão deixa a bebida mais aromática e refrescante.

O preparo leva poucos minutos e não exige açúcar para ficar saboroso quando a fruta está madura. Além disso, como a melancia já tem bastante líquido, a água entra apenas se for necessária para ajustar a textura.

Para deixar o resultado ainda melhor, o segredo está em usar a melancia bem gelada e acrescentar o limão aos poucos. Assim, você consegue uma bebida fresca, equilibrada e agradável para servir no almoço, no lanche da tarde ou simplesmente quando quiser algo geladinho.

Suco de melancia com limão: uma bebida saudável, refrescante e fácil de fazer

O suco de melancia com limão é uma opção leve para incluir frutas na rotina e aproveitar a água naturalmente presente na melancia. A fruta também fornece nutrientes como vitamina C e carotenoides, enquanto o limão acrescenta vitamina C e um toque cítrico à bebida.

Dificuldade: fácil Rendimento: 4 copos de aproximadamente 200 ml Tempo de preparo: 5 minutos

Ingredientes na receita

  • 4 xícaras de melancia madura picada, de preferência sem sementes
  • Suco de 1 limão
  • ½ xícara de água gelada, apenas se necessário
  • Gelo a gosto
  • Folhas de hortelã para finalizar, opcional
Suco de melancia com limão.
Suco de melancia com limão.
Foto: SaúdeLAB

Suco de melancia com limão. Imagem: Canva PRO

Modo de preparo do suco de melancia com limão

Corte a melancia em cubos e retire as sementes, caso necessário. Se possível, use a fruta já bem gelada para deixar o suco mais refrescante.

Coloque a melancia picada no liquidificador e acrescente o suco de limão.

Bata por cerca de 1 minuto, até que a melancia esteja completamente triturada e a bebida fique uniforme.

Observe a textura. Como a melancia já libera bastante líquido, a água pode nem ser necessária. Se o suco estiver muito espesso, acrescente a água gelada aos poucos e bata novamente.

Prove a bebida e ajuste a quantidade de limão, se desejar um sabor mais ou menos cítrico. Quando a melancia estiver madura, o suco costuma ficar naturalmente agradável sem necessidade de açúcar.

Distribua o gelo nos copos e despeje o suco imediatamente.

Finalize com folhas de hortelã, se desejar, e sirva em seguida.

Uma dica simples faz diferença no resultado: deixar a melancia na geladeira por algumas horas antes do preparo ajuda a obter uma bebida naturalmente gelada, sem depender de uma grande quantidade de gelo ou água.

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Como deixar essa receita ainda mais saudável

Para manter a bebida sem açúcar adicionado, escolha uma melancia madura e saborosa e evite adoçá-la automaticamente. Se quiser variar, algumas folhas de hortelã podem trazer mais frescor sem alterar significativamente o preparo.

Outra possibilidade é preparar o suco com uma quantidade menor de água, preservando o sabor e a consistência da fruta. Para uma bebida com mais textura, também é possível servi-la sem coar, aproveitando a polpa que permanece no líquido.

Como armazenar o suco de melancia com limão

O melhor é consumir o suco logo após o preparo, quando está mais fresco e saboroso. Se houver sobra, coloque em uma garrafa ou recipiente com tampa e mantenha na geladeira por até 24 horas.

Antes de servir novamente, misture bem, pois pode ocorrer uma separação natural dos componentes da bebida. Para preservar a textura e o sabor, não é necessário congelar o suco.

Gelado, com bastante frescor e sem precisar de açúcar, o suco de melancia com limão é uma alternativa prática para variar as bebidas do dia a dia. É uma receita simples, econômica e fácil de preparar sempre que a vontade for de algo leve e refrescante.

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Fonte: SaúdeLAB