O meu blog é HOLÍSTICO, ou seja, está aberto a todo tipo de publicação (desde que seja interessante, útil para os leitores). Além disso, trata de divulgar meu trabalho como economista, escritor e compositor. Assim, tem postagens sobre saúde, religião, psicologia, ecologia, astronomia, filosofia, política, sexualidade, economia, música (tanto minhas composições quanto um player que toca músicas de primeira qualidade), comportamento, educação, nutrição, esportes: bom p/ redação Enem
Os benefícios também incluem a redução do risco de morte por doenças neurológicas, segundo novos estudos.
Por:Dominic
Hughes - Repórter de Saúde da BBC News; Lesley Hitchen - Repórter de
Saúde da BBC News; James Govan - Repórter de Saúde da BBC News
3 jun2026
O treinamento baseado em musculação cresceu em popularidade nos últimos anos
Foto: Getty Images / BBC News Brasil
Fazer
entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir
significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova
pesquisa.
Dados reunidos a partir de estudos de longa
duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo
pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por
doenças cardíacas e derrames.
Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.
Especialistas
afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de
força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a
pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.
Kate
Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável
para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do
aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também
reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.
"Quero
ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram
todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular,
músculos, ossos e saúde mental", diz ela.
"Quero
poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder
pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de
independência é muito importante."
Kate Hogarth se exercita regularmente de olho no futuro
Foto: BBC/Lesley Hitchen / BBC News Brasil
Os benefícios do exercício aeróbico — como corrida, ciclismo ou natação — são bem conhecidos.
O
sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a
atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas,
derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a
autoestima.
Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte.
Isso está começando a mudar.
Pesquisadores
que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine
analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres
com mais de 30 anos.
Eles constataram que aqueles
que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas
por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em
13%.
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O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor.
Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.
Os
pesquisadores concluíram que os "menores riscos" foram observados entre
aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico
quanto de treino de força.
Entre essas pessoas mais
ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o
risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%.
No
entanto, os pesquisadores também constataram que fazer mais de duas
horas de treino de força por semana não trouxe benefícios adicionais
significativos.
Bev Wilson é instrutora de musculação
Foto: BBC/Lesley Hitchen / BBC News Brasil
Bev Wilson, da cidade inglesa de Harrogate, é personal trainer e vê os benefícios da musculação no seu cotidiano.
"Quando
treino clientes, especialmente mulheres, percebo que, quando chegam até
mim, estão com problemas de dor nas articulações, ou simplesmente falta
de energia, ou metabolismo lento, estão ganhando peso", diz.
"E
observo que o treino de força realmente ajuda a melhorar, a controlar
os níveis de açúcar no sangue, e ajuda na dor nas articulações, ajuda a
fortalecer os ossos."
E afirma que isso também ajuda na saúde cerebral das pessoas.
"Além
de se sentirem muito mais energéticas e saudáveis, elas percebem
melhorias na função cognitiva. Elas conseguem se concentrar mais no
trabalho e a memória melhora."
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Um exemplo do falso esquerdista é o do deputado federal Paulinho da força sindical, que apresentou o Projeto de Lei da Dosimetria, reduzindo as penas dos baderneiros direitistas de 8 de janeiro de 2026, principalmente do Bolsonaro.
Empreas
alemãs se veem cada vez mais dependentes do mercado chinês, ao mesmo
tempo em que sofrem com concorrência asiática. Para economistas,
complacência alemã das últimas décadas finalmente cobra preço. https://p.dw.com/p/5EgJy
Em abril deste ano, a China forneceu à Alemanha
menos de um quilo do valioso metal germânio. Do gálio, igualmente
importante e de difícil extração, foram exportados apenas três quilos — e
somente para a Malásia. Outros países ficaram completamente de mãos
vazias, segundo dados alfandegários chineses. Os exemplos mostram como a
China exerce seu poder em relação a elementos vitais para a produção de equipamentos tecnológicos de ponta.
Sem o germânio, não haveria transmissão rápida de dados em cabos de
fibra ótica, e os aparelhos de visão noturna não funcionariam, assim
como as células fotovoltaicas de alta eficiência das sondas espaciais e
dos satélites.
E sem compostos de gálio, não haveria internet 5G de alta velocidade,
os carregadores rápidos superaqueceriam e nem mesmo os leitores de
código de barras nos supermercados funcionariam.
Christian Hell, gerente-executivo da Tradium, empresa alemã
especializada na comercialização de minerais críticos, descreve esse
quadro como preocupante: "Se até mesmo a Alemanha, que até agora era
abastecida de forma relativamente confiável, fica de mãos vazias, isso é
um sinal claro".
No final de maio, a ministra da Economia e Energia da Alemanha,
Katherina Reiche, defendeu verbalmente uma concorrência justa para as
empresas alemãs na China e clamou por um abastecimento confiável de
minerais críticos.
O exemplo da Basf
mostra o quanto as empresas alemãs estão envolvidas na China. A gigante
química alemã inaugurou no final de março uma nova grande fábrica em
Zhanjiang, no sul da China ao custo de quase nove bilhões de euros (R$
52 bilhões).
Na nova planta, a Basf produz produtos químicos para a indústria
automotiva e de plásticos da China. Enquanto na fábrica na matriz da
empresa, em Ludwigshafen, na Alemanha, o fim do fornecimento de energia
da Rússia desde 2022 levou ao corte de postos de trabalho e à redução da produção, na China a Basf pode usar sem maiores problemas o petróleo e gás russos a preços favoráveis.
Com a nova unidade, porém, a Basf tem se tornado cada vez mais dependente da boa vontade dos líderes chineses.
É uma dependência que é duramente criticada pelos Estados Unidos,
conforme apontado num documento divulgado em novembro, que delineou a
nova Estratégia de Segurança Nacional americana.
"A Guerra na Ucrânia teve o efeito perverso de aumentar a dependência
externa da Europa — especialmente a da Alemanha. Hoje, empresas químicas
alemãs estão construindo algumas das maiores plantas de processamento
do mundo na China, utilizando gás russo que não conseguem obter em seu
próprio país", diz o texto elaborado pelo governo Donald Trump.
Estações
de carregamento rápido, energia fotovoltaica e mobilidade elétrica
dependem de componentes e minerais críticos controlados pela ChinaFoto: Jochen Tack/picture alliance
Empresas alemãs ajudam a alimentar excesso de capacidade da China
Ao aumentar sua produção na China, empresas alemãs estão contribuindo
para que o excesso de capacidade chinesa inunde o mercado mundial.
Enquanto a economia interna da Alemanha permanece estagnada, a
capacidade de exportação chinesa funciona a todo vapor. A chamada
política de "Dupla circulação", colocada em prática a partir de 2020
pelo líder chinês Xi Jinping,
parece estar rendendo frutos para os chineses: tornar-se independente
das importações, enquanto o mundo se torna cada vez mais dependente de
bens e mercadorias "Made in China".
O fato de a China ter se tornado uma nação industrial em posição de
liderança pegou muitos de surpresa na Alemanha — embora esse
desenvolvimento tenha sido planejado com uma visão de longo prazo.
"Subestimamos a China, como sempre fizemos e ainda fazemos hoje em
muitos setores", diz Manuel Vermeer, um consultor de negócios
especializado em China. "Estamos aprendendo isso agora de forma muito
dolorosa. E ainda reclamamos por não termos sabido disso antes",
acrescenta ele, que há 40 anos assessora empresas alemãs a fazer
negócios na China.
Visão de longo prazo dos chineses
Nos primeiros anos, empresas alemãs se beneficiaram com o
estabelecimento de joint ventures com empresas chinesas e de um acesso
ao mercado do país asiático. Mas, ao mesmo tempo, essas empresas
transmitiram seu know-how, especialmente na indústria automotiva. Hoje,
essa distribuição de papéis se inverteu na maioria dos casos.
"No início da década de 1980, levamos as primeiras empresas alemãs
para a China. Tivemos que criar joint ventures, por exemplo, no setor
automotivo. Os chineses observaram e ouviram com muita atenção e
aprenderam. E, como todos sabemos, eles nos ultrapassaram amplamente,
justamente nesse setor. Eles lançam carros fantásticos no mercado, que
não só têm boa aparência e são econômicos, mas também são realmente
muito, muito bons", afirma Vermeer.
Complacência alemã se volta contra país
"Naquela época, pensávamos: ‘Vamos lá, vamos mostrar aos chineses
como se faz. Eles podem tentar imitar um pouco, se quiserem. Mas, com a
habitual arrogância alemã, partimos do princípio de que eles nunca
conseguiriam fazer isso direito, como os alemães com suas excelentes
habilidades de engenharia", afirma Vermeer.
Mas os chineses não só ouviram e aprenderem, como se preparam para
fazer tudo isso tão bem ou até melhor do que os alemães. "Ninguém [na
Alemanha] nem considerava isso no setor automotivo”, disse Vermeer. No
entanto, o aperfeiçoamento chinês jé se fez sentir cedo. Programas como o
"Made in China 2025", lançado pelo regime chinês em 2015, ou análises
de especialistas já serviam de alerta há anos sobre a crescente pressão
competitiva representada pelos chineses – especialmente sobre a
Alemanha, o Japão e a Coreia do Sul.
De pupilo a mestre
"Nós também lhes ensinamos isso nas joint ventures", afirma Manuel
Vermeer. "Eles copiaram muito de nós, certamente às vezes por meios não
totalmente legais."
No caso da montadora Brilliance, parceira chinesa da BMW, a
estratégia nem tinha disfarces numa uma planta em Shenyang, no nordeste
da China. "De um lado, montava-se o BMW; do outro, o Brilliance. Eles simplesmente copiavam. E com a Volkswagen não foi diferente."
Na semana passada, a ministra alemã Katherina Reiche ficou
visivelmente impressionada em sua primeira viagem à China. Ela parecia
não parar de se surpreender com o rápido desenvolvimento da República
Popular para o papel de potência industrial global de ponta. No entanto,
tudo isso era previsível, conforme se pode ler nos documentos de
planejamento de política industrial publicados pela liderança comunista
do país asiático.
"Há 20 anos, planos quinquenais chineses já mostravam uma aposta na
mobilidade elétrica. Mas, na época, os alemães não levaram isso a sério
ou simplesmente não leram”, diz Manuel Vermeer.
Visita à China sem resultados concretos: a ministra alemã Katherina Reiche com o ministro do Comércio chinês Wang WentaoFoto: Johannes Neudecker/dpa/picture alliance
Chineses se preparam para "jantar" indústria alemã
Em um estudo divulgado na semana passada intitulado O choque chinês 2.0: o custo da complacência alemã,
os economistas Sander Tordoir e Brad Setser apontaram que em nenhum
lugar o novo avanço chinês na indústria de ponta tem sido tão
consequencial quanto na Alemanha. Segundo os economistas, nos anos 2000,
um "primeiro choque chinês" na indústria havia castigado especialmente
os EUA, mas foi por um tempo benéfico para a Alemanha.
"Por muito tempo, Berlim teve dificuldade em enxergar o problema com
clareza. Como a economia superavitária por excelência do mundo, a
Alemanha se via como parte de uma coalizão de nações exportadoras e
resistia ao escrutínio das políticas que sustentavam os grandes
superávits comerciais."
Agora, os pesquisadores do think tank Centre for European
Reform apontam que chegou a vez de a Alemanha sentir a pressão. "O
superávit da China agora ofusca em muito o da Alemanha. [...] A Alemanha
continua hesitante, mesmo com a China já tendo devorado grande parte do
almoço da indústria alemã e se preparando para comer o jantar."
Uma olhada no atual plano quinquenal chinês de 2026-2030
também indica para onde o vento chinês está soprando, com o país
asiático apostando na computação quântica, inteligência artificial,
robótica humanoide e interfaces cérebro-máquina. O rumo é claro: menos
dependência do Ocidente e mais controle sobre as cadeias de
abastecimento globais.
"Uma China que está a caminho de representar 40% da produção
industrial global até 2030, ao mesmo tempo em que aumenta as exportações
e reduz as importações, criará inevitavelmente mais gargalos, como o
controle de terras raras e ingredientes farmacêuticos e produção de chips.
A dependência alemã das cadeias de abastecimento chinesas afetará a
capacidade da Europa de se rearmar, apoiar a Ucrânia e reduzir suas
próprias vulnerabilidades econômicas. Quanto mais a Alemanha esperar,
maior e mais disruptiva a resposta eventual terá que ser", conclui o
estudo dos economistas Sander Tordoir e Brad Setser.
O DNA é normalmente sintetizado através do alongamento das cadeias existentes, guiado por uma molécula-moldeFoto: Kiyoshi Takahase Segundo/PantherMedia
O DNA
nunca é criado do zero. Ele é como uma receita – passada de pais para
filhos ao longo de incontáveis gerações, remontando a cerca de 4 bilhões
de anos, até as formas de vida mais antigas da Terra. Ao longo do caminho, ajustes e mudanças se acumularam, mas sempre a partir da cópia de algo que já existia.
Mas, agora, cientistas encontraram uma proteína que quebra esta
regra. "Foi uma grande surpresa", disse à DW o bioquímico Alex Gao, da
Universidade Stanford, na Califórnia, e co-autor do estudo, publicado em
abril na revista Science.
A equipe dele investigava como bactérias se protegem contra vírus
quando identificou algo inesperado: uma proteína chamada Drt3b, capaz
de construir DNA sem ter nada para copiar. Em vez disso, ela usa a
própria forma como molde para encaixar os blocos de construção corretos.
Mecanismo desconhecido
O DRT3 – o sistema completo estudado pela equipe de Gao – atua em
duas etapas. O DNA é formado por duas fitas, como um zíper, com dois
lados que se encaixam entre si.
Um desses lados é construído de forma conhecida, com uma proteína
chamada Drt3a usando um pequeno fragmento de material genético como
molde para formar uma das fitas.
O outro lado é onde as coisas ficam estranhas. Uma segunda proteína, a
Drt3b, precisa construir a outra metade desse zíper. Mas faz isso sem
um molde.
Em vez disso, partes específicas da própria proteína funcionam como
guia, ligando-se aos blocos de construção do DNA, os nucleotídeos, um a
um, até que a fita esteja completa. E é isso que se acreditava não ser
possível. Pelo menos não dessa forma.
Outras proteínas já haviam feito algo parecido antes, mas apenas em
fragmentos curtos, como escrever uma frase. A Drt3b escreve um parágrafo
inteiro. É a primeira proteína conhecida a produzir uma fita longa e
específica de DNA usando apenas a própria estrutura como guia.
Desdobramentos para a ciência
Cientistas estudam o DNA desde a década de 1950, enquanto bactérias
vêm fazendo silenciosamente algo que ninguém imaginava ser possível.
"A pesquisa é revolucionária", afirmou Philip Kranzusch, bioquímico
da Escola de Medicina de Harvard, que não participou do estudo.
Há também um aspecto prático. Se cientistas conseguirem modificar a
Drt3b para produzir outras sequências de DNA, ela poderia, no futuro,
funcionar como ferramenta para construir moléculas de DNA sob medida,
sem precisar de molde para copiar.
Mas ainda não é o caso. "Ainda não sabemos se ela pode ser
reprogramada ou modificada de forma útil", disse à DW Rafael
Pinilla-Redondo, professor assistente da Seção de Microbiologia da
Universidade de Copenhague, na Dinamarca.
"Dogma da biologia" em xeque?
A descoberta provocou um debate em torno do chamado "dogma central da
biologia". Isto é, a ideia de que a informação genética flui do DNA
para o RNA e, depois, para as proteínas, mas nunca no sentido inverso,
das proteínas para o DNA.
"Eu não diria que o dogma central foi quebrado", afirmou
Pinilla-Redondo. O que o estudo mostra é uma proteína ajudando a
construir uma sequência curta e repetitiva de DNA em um contexto muito
específico – não proteínas, de modo geral, reescrevendo o código
genético.
"A parte empolgante não é que as regras da biologia tenham
desmoronado. É que a evolução encontrou uma maneira muito inesperada de
construir uma molécula de DNA."
Mas o que esse DNA realmente faz, os cientistas ainda não sabem ao
certo. A principal hipótese é que o DNA atue como uma espécie de esponja
molecular, absorvendo componentes essenciais do vírus invasor e
neutralizando-o.
Alex Gao é cauteloso ao defender essa ideia. "Essa é atualmente nossa
principal hipótese, mas estamos certamente abertos a modelos
alternativos", afirmou.
Mistério a ser desvendado
Pinilla-Redondo concorda que o mecanismo ainda está longe de ser
compreendido. "Esse DNA é uma isca, um sinal, uma estrutura de suporte
ou uma molécula tóxica? Esse é o grande mistério", disse. "O campo da
imunidade bacteriana está explodindo."
A pesquisa experimental sobre esses sistemas de defesa bacterianos
está apenas começando, com múltiplos mecanismos sendo revelados e vários
grupos de pesquisa ao redor do mundo fazendo descobertas semelhantes de
forma independente.
"Isso aponta para um vasto reservatório de biologia ainda não
caracterizada dentro da 'matéria escura' microbiana, onde mecanismos
fundamentais provavelmente permanecem desconhecidos", afirmou Gao.
Para a sua equipe, a descoberta é menos um ponto final e mais um
começo. As bactérias passaram bilhões de anos lutando contra vírus,
evoluindo silenciosamente truques moleculares que só agora começam ser a
desvendados.
Para
surpreender a família prepare essa receita de molho branco de queijo
saborosíssima, cremosa, que é de dar água na boca e você não vai se
arrepender
Molho branco de queijo Não perca tempo e siga logo o passo a passo desse molho branco de queijo ensinado pelo canal do
Como fazer molho branco de queijo
Preparar o molho branco de queijo é simples. O modo de preparo do
molho branco de queijo é fácil, primeiro iremos fritar o bacon em
cubinhos. Em seguida, vamos cozinhar o macarrão. Na sequência, iremos
preparar o molho branco. Por fim, vamos despejar o macarrão cozido por
cima desse molho branco e cobrir com o bacon frito e a salsinha
picadinha. E então, vamos nos deliciar com esse magnífico molho branco
de queijo imperdível!
Chefe
de Cozinha, redator e blogueiro apaixonado por culinária. Aprendeu a
cozinhar quando foi morar sozinho e hoje compartilha suas experiências
gastronômicas. Tenho receitas publicadas nos portais Terra, R7 e algumas
dezenas de sites no Brasil e no mundo. Escrevo diariamente no Receita
Toda Hora e Pilotando Fogão. Veja mais
A combinação cremosa de sopa de tomate com
queijo quente ganhou as redes sociais por unir praticidade, sabor e
aquela sensação irresistível de conforto nos dias frios
Por:Isabella Bisordi / Bons Fluidos
2 jun2026
Tem receitas que vão muito além do
sabor. Elas despertam a memória afetiva, trazem sensação de acolhimento
e parecem abraçar a gente nos dias mais cansativos. É exatamente isso
que explica o sucesso da combinação entre sopa de tomate e queijo
quente, que viralizou nas redes sociais nas últimas semanas.
Receita
de sopa de tomate com queijo quente viraliza nas redes sociais e
conquista quem busca um jantar perfeito para noites frias
Simples,
prática e extremamente reconfortante, a dupla virou queridinha
especialmente nas noites frias e chuvosas. O contraste entre a
cremosidade da sopa e a crocância amanteigada do pão com queijo
derretido transforma ingredientes básicos em uma refeição cheia de
conforto.
A receita foi divulgada pelo portal Cláudia e chama atenção justamente pela facilidade no preparo e pelo sabor intenso criado a partir de poucos ingredientes.
O segredo está na simplicidade
Apesar
de parecer sofisticada, a receita aposta em elementos bastante
acessíveis. Os legumes assados ajudam a intensificar naturalmente o
sabor da sopa, enquanto o queijo quente complementa o prato com textura e
cremosidade.
Além disso, o preparo pode
funcionar tanto para um jantar rápido quanto para aqueles momentos em
que tudo o que a gente procura é uma comida mais afetiva e acolhedora. A
seguir, confira o passo a passo completo.
Ingredientes
Sopa
7 tomates;
1 cebola branca;
3 dentes de alho;
2 cubos de caldo de legumes ou caldo de galinha;
1 cenoura pequena;
1 vidro de leite de coco ou 1 caixa de creme de leite (opcional);
3 colheres (sopa) de manteiga sem sal;
Sal, pimenta, azeite e temperos a gosto.
Queijo quente
8 fatias de pão de sua preferência;
2 colheres (sopa) de manteiga;
8 fatias de queijo de sua preferência;
Sal e pimenta a gosto.
Como preparar a sopa
Comece
cortando os tomates ao meio. Depois, pique a cebola e corte a cenoura.
Distribua os ingredientes em uma travessa junto com os dentes de alho,
tempere com sal e pimenta e finalize com azeite. Leve ao forno
preaquecido a 200 °C por cerca de 45 minutos.
Publicidade
Depois
que os ingredientes esfriarem levemente, bata tudo no liquidificador ou
mixer até atingir uma textura cremosa. Em seguida, transfira para uma
panela e acrescente o leite de coco (ou creme de leite), a manteiga e o
caldo escolhido. Finalize com os temperos de sua preferência e deixe
aquecer antes de servir.
Como fazer o queijo quente perfeito
Derreta
a manteiga em uma frigideira em fogo médio. Monte os sanduíches com as
fatias de queijo e deixe dourar dos dois lados em fogo baixo até que o
recheio fique completamente derretido. Sirva ainda quente acompanhado da
sopa.
O conforto emocional das comidas quentes
Mais
do que uma tendência gastronômica, receitas como essa ajudam a explicar
por que certos alimentos despertam uma sensação de bem-estar quase
imediata. Pratos quentes e cremosos costumam ativar memórias afetivas
ligadas à infância, cuidado e acolhimento. Não por acaso, eles ganham
ainda mais espaço em períodos frios, quando o corpo naturalmente busca
sensação de conforto e segurança. E talvez seja justamente por isso que
uma receita tão simples tenha conquistado tanta gente nas redes sociais.