O que você diria do negro que não namora negras, mas, sim, brancas?
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O meu blog é HOLÍSTICO, ou seja, está aberto a todo tipo de publicação (desde que seja interessante, útil para os leitores). Além disso, trata de divulgar meu trabalho como economista, escritor e compositor. Assim, tem postagens sobre saúde, religião, psicologia, ecologia, astronomia, filosofia, política, sexualidade, economia, música (tanto minhas composições quanto um player que toca músicas de primeira qualidade), comportamento, educação, nutrição, esportes: bom p/ redação Enem
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Almoço sem carne: 5 receitas práticas para a Quaresma
Veja como tornar as suas refeições mais saborosas e variadas para este período
- Por: Redação EdiCase / Portal EdiCase
Durante a Quaresma, muitas pessoas optam por reduzir o consumo de carne, buscando refeições mais simples e conscientes. Com combinações equilibradas de legumes, verduras, grãos e proteínas vegetais, é possível preparar um almoço saboroso, nutritivo e prático, valorizando ingredientes acessíveis e trazendo mais leveza ao dia a dia.
A seguir, veja 5 receitas práticas sem carne para o almoço na Quaresma!
1. Lasanha de tofu com cogumelo
Ingredientes
- 500 g de massa para lasanha
- 400 g de tofu firme amassado
- 2 xícaras de chá de cogumelo paris picado
- 3 xícaras de chá de molho de tomate
- 1 xícara de chá de tomate picado
- 1 xícara de chá de cebola picada
- 3 dentes de alho picados
- 1 xícara de chá de leite
- 1 colher de sopa de farinha de trigo
- 1 colher de sopa de queijo parmesão ralado
- 1 colher de chá de orégano
- 1/2 xícara de chá de manjericão fresco
- Azeite, sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em uma panela, aqueça um fio de azeite em fogo médio e refogue a cebola até ficar transparente. Acrescente o alho e refogue rapidamente. Adicione o cogumelo e cozinhe até que esteja macio e levemente dourado. Junte o tofu e misture bem. Tempere com sal, pimenta-do-reino e orégano. Acrescente o tomate e cozinhe por alguns minutos até incorporar. Reserve.
Em outra panela, aqueça um fio de azeite em fogo médio, adicione a farinha de trigo e mexa por cerca de 1 minuto. Acrescente o leite aos poucos, mexendo sempre para não empelotar, e cozinhe em fogo médio até engrossar. Tempere com sal e pimenta-do-reino e misture o queijo ralado. Reserve.
Em um refratário, espalhe uma camada de molho de tomate no fundo. Cubra com uma camada de massa para lasanha, distribua parte do refogado de tofu com cogumelo e espalhe um pouco do creme. Repita as camadas até finalizar os ingredientes, terminando com molho de tomate por cima. Leve ao forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 35 a 40 minutos, até a massa ficar macia e a superfície levemente dourada. Finalize com manjericão fresco e deixe descansar por 10 minutos. Sirva em seguida.
2. Escondidinho de lentilha
Ingredientes
Recheio
- 2 xícaras de chá de lentilha
- 4 xícaras de chá de água
- 1 xícara de chá de cebola picada
- 2 dentes de alho picados
- 1 xícara de chá de tomate picado
- 2 colheres de sopa de azeite
- 1 colher de chá de páprica
- Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Purê
- 1 kg de mandioca descascada e cortada em pedaços
- 1 xícara de chá de leite
- 1 colher de sopa de manteiga
- Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
- Água para cozinhar
Modo de preparo
Recheio
Em uma panela, cozinhe a lentilha com a água em fogo médio até ficar macia e a maior parte do líquido evaporar. Escorra, se necessário, e reserve. Em uma panela, aqueça o azeite em fogo médio e refogue a cebola até ficar transparente. Acrescente o alho e refogue rapidamente. Junte a lentilha cozida, o tomate e a páprica. Misture bem e cozinhe até formar um refogado úmido e bem incorporado. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Reserve.
Purê
Em uma panela, cozinhe a mandioca em água em fogo médio até ficar bem macia. Escorra e amasse ainda quente. Em uma panela, leve a mandioca amassada ao fogo baixo, acrescente o leite e a manteiga, mexendo até obter um purê cremoso. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Em um refratário, espalhe o refogado de lentilha e cubra com o purê de mandioca, alisando a superfície. Leve ao forno preaquecido a 180 °C por cerca de 20 a 25 minutos, até aquecer bem e dourar levemente por cima. Sirva em seguida.
3. Quinoa com legumes assados
Ingredientes
- 1 xícara de chá de quinoa
- 2 xícaras de chá de água
- 1 xícara de chá de cenoura cortada em cubos
- 1 xícara de chá de abobrinha cortada em cubos
- 1 xícara de chá de berinjela cortada em cubos
- 1 xícara de chá de pimentão cortado em tiras
- 1 xícara de chá de cebola cortada em tiras
- 3 colheres de sopa de azeite
- 1 colher de chá de páprica
- 1 colher de chá de orégano
- 1/4 de xícara de chá de salsinha picada
- Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em uma panela, coloque a quinoa e a água e leve ao fogo médio até ferver. Reduza para fogo baixo, tampe parcialmente a panela e cozinhe até a água secar e a quinoa ficar macia. Desligue o fogo, deixe descansar por 5 minutos e solte os grãos com um garfo. Reserve.
Em uma assadeira, distribua a cenoura, a abobrinha, a berinjela, o pimentão e a cebola. Regue com 2 colheres de sopa de azeite e tempere com a páprica, o orégano, o sal e a pimenta-do-reino. Misture bem para envolver todos os legumes.
Leve ao forno preaquecido a 200 °C por cerca de 25 a 30 minutos, até os legumes ficarem macios e levemente dourados. Em uma tigela grande, misture a quinoa cozida com os legumes assados. Regue com 1 colher de sopa de azeite, acrescente a salsinha e sirva em seguida.
4. Risoto de abóbora com cogumelo
Ingredientes
- 1 xícara de chá de arroz arbóreo
- 1 xícara de chá de abóbora-moranga descascada e cortada em cubos pequenos
- 1 xícara de chá de cogumelo paris fatiado
- 1 xícara de chá de cebola picada
- 2 dentes de alho picados
- 4 xícaras de chá de caldo de legumes quente
- 1/2 xícara de chá de vinho branco seco
- 2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
- 2 colheres de sopa de azeite
- 1 colher de chá de tomilho fresco
- Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em uma panela, aqueça 1 colher de sopa de azeite em fogo médio e refogue a cebola até ficar transparente. Acrescente o alho e refogue rapidamente. Adicione o arroz arbóreo e mexa por cerca de 1 minuto para envolver bem nos temperos. Acrescente o vinho branco seco e cozinhe em fogo médio até evaporar. Adicione o caldo de legumes quente aos poucos, cerca de 1 concha por vez, mexendo sempre e deixando absorver antes de acrescentar mais. Mantenha o cozimento em fogo médio.
Em outra panela, aqueça 1 colher de sopa de azeite em fogo médio e refogue a abóbora-moranga até ficar macia e levemente dourada. Acrescente o cogumelo e cozinhe até ficar macio. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Quando o arroz arbóreo estiver cremoso e al dente, incorpore a abóbora-moranga com cogumelo ao risoto e misture bem. Acrescente o queijo e ajuste o tempero se necessário. Finalize com o tomilho e sirva em seguida.
5. Curry de legumes com leite de coco
Ingredientes
- 1 xícara de chá de cenoura cortada em cubos
- 1 xícara de chá de batata cortada em cubos
- 1 xícara de chá de abobrinha cortada em cubos
- 1 xícara de chá de brócolis cortado em floretes
- 1 xícara de chá de cebola picada
- 2 dentes de alho picados
- 1 colher de sopa de gengibre ralado
- 1 colher de sopa de curry em pó
- 1 xícara de chá de tomate picado
- 1 xícara de chá de leite de coco
- 1 xícara de chá de água
- 2 colheres de sopa de azeite
- 1/4 de xícara de chá de coentro picado
- Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em uma panela grande, aqueça o azeite em fogo médio e refogue a cebola até ficar macia. Acrescente o alho e o gengibre e refogue rapidamente para liberar o aroma. Adicione o curry em pó e misture. Junte a cenoura e a batata e misture bem. Acrescente o tomate, o leite de coco e a água. Tampe parcialmente a panela e cozinhe em fogo médio até que a cenoura e a batata estejam quase macias. Adicione a abobrinha e o brócolis e cozinhe em fogo médio até todos os legumes ficarem macios, mas ainda firmes. Tempere com sal e pimenta-do-reino, misture bem e finalize com coentro. Sirva em seguida.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
consequência da passagem de UMfinitas criações para inflnitas criações divinas
Ocorre a relativização da criação, ou seja, a diminuição da perfeição ou da abrangência (que deixa de ser absoluta para ser relativa).
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
Alimentação antiinflamatória
- Peixes de águas frias: Ricos em ômega-3, como salmão, sardinha, atum e cavala.
- Frutas e Vegetais Coloridos:
- Frutas vermelhas: Mirtilo, morango, cereja e amora (antocianinas).
- Folhas verdes: Espinafre, couve e acelga (vitamina K e E).
- Tomates: Fonte de licopeno.
- Gorduras Saudáveis: Azeite de oliva extravirgem, abacate e oleaginosas (nozes, amêndoas e castanhas).
- Grãos Integrais: Aveia, arroz integral e quinoa (ricos em fibras).
- Especiarias e Ervas: Cúrcuma (açafrão), gengibre, alho e alecrim.
- Sementes: Chia e linhaça.
- Ultraprocessados: Comidas congeladas, macarrão instantâneo e salgadinhos.
- Açúcares refinados: Doces, refrigerantes e sucos de caixinha.
- Gorduras Trans e Saturadas em excesso: Margarina e carnes processadas (salsicha, bacon).
- Farinhas brancas: Pão branco, massas e bolachas.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
China: o colapso POPULACIONAL avança. E agora?
Dez anos antes da definição da "política do filho único" na China (1979), o economista e professor brasileiro Paul Singer, em seu livro "Dinâmica Populacional e Desenvolvimento" afirmava que "a oportunidade de crescimento natural acelerado da população aparentemente não se oferece mais que uma vez em cada país, que é quando o decréscimo da mortalidade não é acompanhado de uma redução da fertilidade." Na sequência, alertava: "A transformação cultural da qual resulta a queda da fertilidade tende a ser irreversível, em certa medida, e por isso é aconselhável que a racionalidade econômica de qualquer política populacional seja cuidadosamente verificada antes que se tente sua aplicação." (Introdução – População e Desenvolvimento Econômico, pág. 20)
Reli esse trecho do livro de Paul Singer na terça-feira (19) após saber, por vários sites de notícias, que o Escritório Nacional de Estatísticas da China informou ter havido 7,9 milhões de nascimentos no país em 2025 – a quarta queda sucessiva da quantidade de nascimentos, desde 2022. Essa nova queda, agora de 1,6 milhão em relação a 2024, comprova que não deram certo as iniciativas do governo para animar jovens a terem filhos(as): um valor anual de 3.500 Renminbi (RMB) por criança, para ajudar nas despesas; tributação de anticoncepcionais para ficarem mais caros; eliminar taxas de creches públicas; e, obviamente, propaganda. Tratamos da crise populacional na China aqui em "Conexão Ásia" três vezes nos últimos anos – em outubro de 2023, novembro de 2022 e em junho de 2021 – no qual ousadamente asseguramos que "a situação demográfica da China não tem volta".
Agora, com a diminuição de 3,4 milhões de habitantes ocorrida em 2025, resultante da diferença entre as 11,3 milhões de mortes e os 7,9 milhões de nascimentos, a população da China teria voltado a 1,4 bilhão, quantidade existente em 2018. Lembrando que a "virada" ocorreu em 2022, quando o saldo populacional foi negativo pela primeira vez em 60 anos. Tantos nascimentos a menos e tantas mortes a mais, de 2022 a 2025, parecem confirmar as previsões mais drásticas para a população chinesa, primeiro da revista The Lancet, publicada em julho de 2020, e agora (2025) da Divisão de População das Nações Unidas, em sua publicação "World Population Prospects 2024 – Summary of Results" (pág. 53): sair dos atuais 1,4 bilhão de habitantes para 1,22 bilhão, em 2054, e inacreditáveis 638,7 milhões em 2100.
Nessa perspectiva, faz sentido que a tendência, daqui pra frente, seja de aumento constante da diferença entre mortes e nascimentos, conforme avance o envelhecimento e aumentem as quantidades de jovens que não querem ter filho(a); ou aceitem ter, mas apenas um(a) – quantidade que não altera em nada a situação atual. Após 45 anos do início da "política do filho único", a China encontra-se no dilema oposto ao de 1980 – como continuar desenvolvendo o país com a população diminuindo? Nesse ritmo, é possível que dentro de 50 anos a quantidade de habitantes volte ao 1 bilhão que havia em 1981, o que significará 400 milhões a menos do que hoje. Com tanta gente a menos, como ficará a ocupação dos imóveis no país e quais os impactos nos mercados imobiliário, da construção civil e de móveis? Como lidar com 30% de ociosidade nos espaços de todas as estruturas, inclusive universidades? Talvez ainda não haja respostas para essas questões.
O que já existe, desde quando ficou evidente (em 2015) o "dano colateral" da redução populacional, causada pela política do filho único, é um enorme esforço tecnológico para substituir humanos em atividades produtivas em todos os setores da economia. Por isso, a China é a campeã de robôs no mundo, com dois milhões industriais em fábricas, dos quais 295 mil incorporados em 2024 – de um total mundial de 542 mil naquele ano. Japão e Coreia do Sul, também em marcha acelerada para colapso populacional, instalaram 44,5 mil e 30,6 mil, respectivamente; os Estados Unidos 34,2 mil; e a Índia apenas 9,1 mil robôs. Essas e outras informações sobre o avanço da robótica no mundo estão disponíveis no relatório "World Robotics 2025", da Federação Internacional de Robótica (IFR), de setembro de 2025.
Evidentemente, a possibilidade concreta de colapso populacional na China até 2100 requer ações objetivas urgentes, de caráter estrutural e em grande escala, dos governos e do conjunto da sociedade chinesa, que vão muito além das iniciativas já tomadas e do aumento da automação e da robótica no país. E com certeza, uma campanha por mais crianças é incomparavelmente melhor de se fazer do que a anterior, para ter apenas uma.
Revolução para evitar o colapso
Será
necessária uma verdadeira revolução na China, a partir de agora, para
que o país consiga reduzir a velocidade com que caminha para o colapso
populacional, e até mesmo tentar reverter o fenômeno, com políticas
efetivas, para: 1) reduzir muito os preços dos aluguéis e de venda de
apartamentos; 2) apoiar financeiramente jovens famílias, com os gastos
adicionais da gestação até a universidade; 3) acesso a creches públicas;
e 4) um conjunto de outras ações facilitadoras, a serem identificadas
rapidamente com pesquisas de opinião.
É possível que haja resistência nos governos a tantas "ajudas" a jovens mães e pais para que tenham filhos. E é compreensível também, afinal de contas são quase meio século com uma lógica que agora será necessário inverter – e ir além, porque não bastam duas crianças por casal para sair da crise atual, são necessárias três crianças para haver esperança de rejuvenescer a população chinesa, que deverá ter 400 milhões de pessoas idosas (60 anos de idade e mais) até 2035.
Esse é o desafio, impensável há dez anos: três filhos(as) por casal de 20 anos de idade (adiar para 30-35 anos de idade a primeira criança significa adiar por 10-15 anos o início da possível solução). Desafio também porque esse universo, de eventuais futuros pais e mães, é constituído, em grande parte, por jovens que são filhos(as) únicos(as) e, portanto, não têm o hábito de cuidar de crianças, de conviver em casa com bebês a adolescentes. Será um choque cultural de grandes proporções, sem dúvida. Outro aspecto importante é que na China boa parte das crianças pequenas são cuidadas por avós e avôs. E cuidar de uma criança pequena é uma coisa; outra coisa, bem diferente (quase impossível), é cuidar ao mesmo tempo de três, com idades e ritmos diferentes.
Uma coisa é certa: sem alterar radicalmente as questões objetivas que impedem ou dificultam muito ter filho(a) na China, o país continuará na direção do colapso populacional previsto para 2100. Ainda que mais de 600 milhões de habitantes continue sendo uma população enorme, é importante ter presente que a proporção de pessoas idosas na época deverá ser superior a 50%. E nenhum país no mundo tem a experiência de lidar – e sustentar – tanta gente idosa (e tão idosa: haverá milhões na faixa de 90 anos de idade e com 100 anos e mais).
Conhecendo-se a capacidade da China em resolver problemas de grandes proporções, a exemplo da redução da pobreza, que beneficiou 800 milhões de pessoas, é possível que o país consiga realizar as alterações necessárias, e, dentro de dez anos, retome os nascimentos no patamar de 16 milhões a 18 milhões anuais, para obter um saldo positivo de dois a quatro milhões, que lhes permita, até 2054, reduzir a queda e estabilizar em 1,2 bilhão, chegando em 2100 com 800 a 900 milhões. Quaisquer que sejam os efeitos das políticas, recursos (financeiros e humanos) e propaganda para enfrentar esse gigantesco desafio populacional da China, uma coisa é certa: impactarão o Brasil, a curto prazo, por redução das demandas alimentares e de recursos naturais. E, hipótese que não deve ser descartada, também por eventual atração de jovens descendentes de chineses, para mudarem e viverem no país de seus ancestrais.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
Quais os riscos do IMPLANTE DENTÁRIO e quando ele não é indicado?
O implante dentário é um dos tratamentos mais utilizados para substituir dentes perdidos, pois oferece uma solução fixa e de longa duração.
- Por: Jonasmoura* *com uso de inteligência artificial / Giro 10
O implante dentário é um dos tratamentos mais utilizados para substituir dentes perdidos, pois oferece uma solução fixa e de longa duração. Contudo, o procedimento envolve riscos e nem sempre representa a melhor alternativa para todos os pacientes. Por isso, o paciente precisa entender em quais situações o implante se mostra indicado, quais problemas podem surgir e em quais casos deve evitar essa opção. Dessa forma, a tomada de decisão se torna mais segura e consciente.
A palavra-chave "riscos do implante dentário" aparece com frequência nas pesquisas de pacientes. Essas pessoas desejam saber o que pode acontecer antes, durante e depois da cirurgia. De maneira geral, o procedimento apresenta boa previsibilidade quando o profissional realiza um planejamento adequado. Ainda assim, fatores como saúde geral, hábitos de vida e condições da boca interferem diretamente no resultado. Além disso, alguns casos específicos não permitem o uso de implantes dentários. Nessas situações, o profissional pode indicar alternativas, como próteses removíveis ou próteses fixas apoiadas em dentes naturais.
Quais são os principais riscos do implante dentário?
Os riscos do implante dentário se dividem em complicações cirúrgicas, problemas pós-operatórios imediatos e falhas tardias. Na fase da cirurgia, o paciente pode apresentar sangramentos mais intensos. Além disso, o dentista pode lesar estruturas anatômicas próximas ou enfrentar dificuldades para fixar o implante em ossos muito finos ou frágeis. Embora essas situações apareçam com menor frequência, elas fazem parte dos cuidados que o cirurgião-dentista precisa antecipar no planejamento.
Após a colocação do implante, os riscos mais comuns incluem dor persistente, inchaço prolongado e infecção na região. Os profissionais chamam essa infecção de perimplantite. Essa inflamação ao redor do implante provoca perda óssea e, em casos mais graves, obriga o dentista a remover a peça. A falta de higiene adequada, o tabagismo e doenças sem controle aumentam muito a chance de complicações. Por isso, o paciente precisa manter o acompanhamento profissional e seguir rigorosamente as orientações de limpeza.
Quando o implante dentário não é indicado?
Algumas situações clínicas impedem a indicação imediata do implante dentário ou exigem adiamento do procedimento. Pacientes com doenças sistêmicas descompensadas, como diabetes sem controle ou hipertensão não tratada, apresentam maior risco de infecção. Além disso, essas pessoas cicatrizam lentamente e podem sofrer falhas na osseointegração. Nessas condições, o dentista e o médico priorizam a estabilização da saúde geral antes de considerar o implante.
Algumas condições de saúde oral também limitam a indicação. Perda óssea avançada, infecções ativas na boca, periodontite sem tratamento e higiene bucal deficiente reduzem muito as chances de sucesso. Em pacientes muito jovens, o crescimento ósseo ainda não terminou. Nesses casos, o profissional geralmente adia o implante, pois o desenvolvimento facial continua e a peça de titânio não acompanha esse crescimento. Da mesma forma, pessoas que fazem uso intenso de tabaco ou álcool apresentam maior probabilidade de falhas e complicações.
- Doenças sistêmicas sem controle adequado;
- Infecções bucais ativas ou gengivites severas;
- Perda óssea significativa sem possibilidade de enxerto;
- Higiene oral insuficiente ou falta de adesão a cuidados diários;
- Pacientes em fase de crescimento ósseo;
- Uso crônico e intenso de tabaco.
Quais complicações podem surgir a longo prazo no implante dentário?
Mesmo após um pós-operatório tranquilo, alguns problemas podem surgir meses ou anos depois da instalação do implante dentário. Um dos mais conhecidos é a reabsorção óssea ao redor da área, que reduz o suporte e provoca mobilidade do implante. A perimplantite crônica, associada ao acúmulo de placa bacteriana, causa com frequência essa perda óssea. Esse quadro aparece principalmente em pacientes que não mantêm consultas periódicas de manutenção.
Outras complicações tardias incluem afrouxamento ou fratura de parafusos, além de desgaste ou quebra da coroa protética. Também podem surgir alterações estéticas, como retração da gengiva ao redor do implante. Em alguns casos, o paciente relata desconforto ao mastigar ou sensação de pressão na região. Nessa situação, o dentista precisa avaliar se ocorreu alguma alteração na mordida. Esses riscos do implante dentário, mesmo quando aparecem tardiamente, geralmente permitem manejo com ajustes ou troca de componentes. Em última instância, o profissional pode optar pela remoção do implante comprometido.
- Reabsorção óssea ao redor do implante;
- Perimplantite e inflamação crônica;
- Afrouxamento de parafusos ou componentes;
- Fratura da coroa ou do próprio implante;
- Alterações estéticas na gengiva e no sorriso.
Como reduzir os riscos do implante dentário?
A redução dos riscos do implante dentário começa antes da cirurgia, com uma avaliação completa da saúde geral e bucal do paciente. O dentista realiza exames clínicos e radiográficos, analisa a qualidade óssea e investiga o histórico médico. Esses passos ajudam a definir se o implante representa a melhor opção de tratamento. Em alguns casos, o profissional precisa realizar enxertos ósseos ou tratamento periodontal antes da cirurgia. Além disso, o dentista pode solicitar ajustes em medicações de uso contínuo, sempre em integração com o médico responsável.
Depois da colocação do implante, os cuidados diários assumem papel central na durabilidade do tratamento. O paciente deve realizar escovação adequada, usar fio dental e, quando necessário, recursos específicos para implantes. Além disso, consultas regulares de manutenção ajudam a controlar a placa bacteriana e a identificar sinais iniciais de inflamação. Os profissionais reforçam constantemente que a disciplina com a higiene e o abandono de hábitos como fumar influenciam diretamente a estabilidade do implante a longo prazo.
Assim, quando o paciente entende em quais situações o implante dentário se mostra indicado, ele faz escolhas mais seguras. Além disso, reconhecer quando deve evitar o procedimento e conhecer os possíveis riscos permite um planejamento mais cuidadoso. A combinação de avaliação criteriosa, execução técnica adequada e cuidados diários consistentes aumenta significativamente a taxa de sucesso desse tratamento. Desse modo, o implante oferece reposição dentária estável, funcional e esteticamente satisfatória para diferentes perfis de pacientes.
6 vilões da cozinha: alimentos que não devem ir à geladeira
Guardar tudo na geladeira parece a solução mais segura, mas nem sempre é. Alguns alimentos perdem sabor, textura e qualidade quando refrigerados. Outros estragam mais rápido no frio.
Conhecer esses vilões ajuda a conservar melhor os ingredientes e evitar desperdício na cozinha.
1. Tomate
O frio interrompe o amadurecimento natural do tomate e compromete o sabor.
Na geladeira, ele:
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Fica farinhento.
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Perde doçura.
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Dura menos após sair do frio.
Como evitar:
Guarde tomates em temperatura ambiente, longe da luz direta, com o cabinho para baixo.
2. Pão
Colocar pão na geladeira resseca o miolo e deixa a casca borrachuda.
O frio acelera:
-
A perda de maciez.
-
A alteração da textura.
Como evitar:
Consuma em até dois dias fora da geladeira ou congele em fatias, bem embaladas.
3. Batata
A geladeira transforma o amido da batata em açúcar, alterando sabor e preparo.
Isso pode causar:
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Gosto adocicado.
-
Escurecimento ao cozinhar.
Como evitar:
Armazene em local fresco, seco e escuro, longe de cebola.
4. Cebola
A umidade da geladeira amolece a cebola e favorece mofo.
Além disso:
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O cheiro se espalha.
-
A textura se perde rapidamente.
Como evitar:
Guarde em local arejado, seco e separado de outros vegetais.
5. Alho
O alho não gosta de frio. Na geladeira, ele brota e perde potência.
Os efeitos mais comuns:
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Sabor mais fraco.
-
Textura emborrachada.
Como evitar:
Mantenha em recipiente ventilado, longe de umidade e luz.
6. Café
O café absorve odores e a geladeira acelera a oxidação.
Isso resulta em:
-
Aroma comprometido.
-
Sabor apagado.
Como evitar:
Guarde em pote hermético, longe de calor e luz, fora da geladeira.
Por que a geladeira nem sempre ajuda?
A geladeira é ótima para alimentos perecíveis, mas o frio excessivo e a umidade alteram reações naturais de muitos ingredientes. Entender o armazenamento correto preserva sabor e aumenta a durabilidade.
Resumo rápido: onde guardar cada um
-
Tomate: fora da geladeira.
-
Pão: fora ou no freezer.
-
Batata: local seco e escuro.
-
Cebola: ambiente ventilado.
-
Alho: recipiente arejado.
-
Café: pote fechado, fora do frio.
Cozinha organizada começa no armazenamento
Guardar melhor é cozinhar melhor. Pequenas mudanças evitam desperdício, melhoram o sabor das receitas e facilitam o dia a dia.
Antes de colocar tudo na geladeira, vale pensar: esse alimento realmente precisa de frio?
MANGA: 3 sobremesas leves e refrescantes para incluir na dieta
Confira receitas fáceis de preparar, ideais para aproveitar a fruta em dias de calor
- Por: Redação EdiCase / Portal EdiCase
A manga é uma fruta muito querida devido ao sabor doce, à textura macia e à facilidade de uso em várias receitas. Ela combina bem com preparos simples e com versões mais caprichadas, sendo uma ótima escolha para quem busca algo gostoso sem pesar na rotina alimentar, principalmente durante o verão. Isso porque, com ela, é possível preparar sobremesas leves e refrescantes. Confira!
1. Picolé de manga
Ingredientes
- 2 mangas maduras descascadas e picadas
- 200 ml de água gelada
- 1 colher de sopa de suco de limão
- 1 colher de sopa de mel
- Folhas de hortelã a gosto
Modo de preparo
No liquidificador, coloque as mangas, a água, o suco de limão, o mel e as folhas de hortelã. Bata até obter uma mistura lisa e homogênea. Distribua o preparo em formas próprias para picolé, encaixe os palitos e leve ao congelador por aproximadamente 6 horas ou até ficarem firmes. Retire das formas e sirva em seguida.
2. Musse de manga
Ingredientes
- 2 mangas maduras descascadas e picadas
- 1 colher de sopa de suco de limão
- 200 g de iogurte natural sem açúcar
- 100 ml de leite de coco
- Folhas de hortelã e cubos de manga a gosto
- 1 colher de sopa de açúcar demerara
Modo de preparo
No liquidificador, bata as mangas com o suco de limão até obter um purê liso e espesso. Distribua esse creme no fundo de copos ou taças individuais. Leve à geladeira. No liquidificador, coloque o iogurte natural, o leite de coco e o açúcar demerara. Bata até formar um creme claro e homogêneo. Com cuidado, despeje essa mistura sobre a camada de manga já gelada, usando uma colher para não misturar as cores. Leve à geladeira por aproximadamente 2 horas. Antes de servir, finalize com cubos de manga fresca e folhas de hortelã.
3. Manga assada com especiarias e creme gelado de iogurte
Ingredientes
- 2 mangas firmes descascadas e cortadas em fatias grossas
- 1 colher de chá de canela em pó
- 1 colher de chá de mel
- 200 g de iogurte natural gelado
- 1 colher de sopa de suco de limão
Modo de preparo
Disponha as fatias de manga em uma assadeira, polvilhe a canela e o mel e leve ao forno preaquecido a 200 °C por cerca de 15 minutos, até ficarem macias e levemente douradas. Retire do forno e deixe esfriar. Em um recipiente, misture o iogurte com o suco de limão até ficar cremoso. Sirva a manga assada fria acompanhada do creme gelado de iogurte.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
Carnaval e BEIJO NA BOCA: o que você precisa saber sobre os riscos à saúde
Por entre blocos lotados, confete no ar e hits que grudam na cabeça, o Carnaval brasileiro também é a temporada oficial do beijo entre os solteiros. A pergunta que volta todo ano é simples: beijar na boca faz mal? Quais são os riscos?
"Como infectologista, com base na prática clínica e nas diretrizes brasileiras em infectologia, é importante esclarecer que o beijo na boca pode, sim, ser uma via de transmissão de algumas doenças, especialmente quando há presença de feridas na cavidade oral", diz Dr. Guenael Freire.
O médico infectologista conta que entre as infecções mais conhecidas está a mononucleose infecciosa, causada pelo vírus Epstein-Barr, popularmente chamada de “doença do beijo”. "Que se transmite facilmente pela saliva e pode provocar sintomas como febre, dor de garganta e cansaço prolongado".
O herpes simples, tipos 1 e 2, responsável pelas lesões conhecidas como herpes labial, também pode ser transmitido pelo beijo, inclusive quando não há feridas visíveis, já que pode ocorrer eliminação viral mesmo sem lesões aparentes.
"Além disso, vírus respiratórios, como os da gripe, do resfriado comum e da Covid-19, podem ser transmitidos pelo beijo, devido ao contato direto com secreções respiratórias. Outros agentes, como o citomegalovírus, também podem ser transmitidos pela saliva, e algumas bactérias da cavidade oral podem causar infecções de garganta e, em casos mais raros, até meningite", alerta.
Em situações mais específicas, doenças como a sífilis e o condiloma causado pelo HPV podem ser transmitidas pelo beijo, embora essa forma de transmissão seja menos comum.
Durante o Carnaval, período marcado por maior contato físico e beijos frequentes, alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de infecções. "O principal deles é evitar beijar muitas pessoas. Mesmo sem sinais claros de infecção, ainda há chance de transmissão. Manter uma boa higiene oral, com escovação regular e uso de fio dental, contribui para a saúde da mucosa e reduz a quantidade de microrganismos na boca", recomenda.
Além disso, o médico alerta para nunca compartilhar copos, garrafas, canudos ou outros objetos que tenham contato com a boca de outras pessoas como medida simples e eficaz. "Caso, após o Carnaval, surjam sintomas como febre persistente, dor intensa na garganta ou lesões na boca, a orientação é procurar avaliação médica para diagnóstico e tratamento adequados", conclui.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Estudo revela que seis fatores do estilo de vida influenciam o risco de ALZHEIMER
Segundo especialistas suecos, a descoberta permite ajustar práticas do dia a dia para reduzir os impactos no cérebro e a probabilidade de desenvolver demências
- Por: Maria Clara Pinheiro / Bons Fluidos
A idade e a predisposição genética são os principais elementos citados quando se trata do diagnóstico de Alzheimer e outras demências. Um novo estudo publicado no The Journal of Prevention of Alzheimer's Disease, contudo, aponta que a condição pode estar associada a seis fatores do estilo de vida que, a longo prazo, afetam o cérebro e provocam o declínio cognitivo.
Relação entre os hábitos e o Alzheimer
Os pesquisadores analisaram 17 práticas, como tabagismo, consumo de álcool e uso de medicamentos para o coração, a fim de identificar elementos responsáveis por aumentar o risco da doença. Para isso, eles contaram com o auxílio de 494 residentes na Suécia, com idade média de 65 anos. Os participantes responderam a questionários sobre seus hábitos e realizaram exames genéticos.
Além disso, passaram por testes específicos capazes de medir, por exemplo, o colesterol, a pressão arterial e o IMC. Com foco nas questões do sistema nervoso, também foram coletadas amostras do líquido cefalorraquidiano, substância que circula entre cérebro e a medula espinhal. A análise desse componente possibilita detectar biomarcadores da doença de Alzheimer.
Dessa forma, os resultados, reunidos durante quatro anos, mostraram que 45% dos casos de demência estão relacionados a elementos do estilo de vida. Entre os principais fatores estão o consumo excessivo de álcool, a falta de exercícios físicos, o tabagismo, o colesterol alto, a pressão elevada e as doenças cardiovasculares.
De acordo com o estudo da Universidade de Lund, isso ocorre porque práticas e condições médicas danificam os vasos sanguíneos do cérebro, impedindo a chegada adequada de sangue e oxigênio. Como consequência, afetam áreas do cérebro responsáveis pela cognição. Ademais, alguns desses elementos favorecem o acúmulo da proteína beta-amiloide na região, o que pode desencadear o Alzheimer.
Na avaliação dos pesquisadores, as conclusões são positivas, pois permitem a adoção de mudanças no estilo de vida para reduzir o risco de demência. "No entanto, essas descobertas precisam ser investigadas mais a fundo e validadas em estudos futuros", afirmou o autor do estudo, Sebastian Palmqvist, em comunicado.