O meu blog é HOLÍSTICO, ou seja, está aberto a todo tipo de publicação (desde que seja interessante, útil para os leitores). Além disso, trata de divulgar meu trabalho como economista, escritor e compositor. Assim, tem postagens sobre saúde, religião, psicologia, ecologia, astronomia, filosofia, política, sexualidade, economia, música (tanto minhas composições quanto um player que toca músicas de primeira qualidade), comportamento, educação, nutrição, esportes: bom p/ redação Enem
Conseguir um bife macio,
suculento e cheio de sabor parece algo simples, mas muita gente sabe
que nem sempre o resultado sai como esperado. Às vezes a carne fica
dura, sem graça ou ressecada, mesmo quando usamos bons temperos.
O que pouca gente imagina é que existe um
truque bastante simples que pode mudar completamente o resultado. Um
ingrediente comum da cozinha, que muita gente já tem em casa, pode
ajudar a deixar o bife mais macio e ainda realçar o sabor da carne.
Um ingrediente inesperado para deixar o bife mais macio
O segredo está no chá preto. Apesar de parecer inusitado usá-lo no preparo de carnes, ele pode funcionar muito bem como marinada.
Isso
acontece porque o chá preto é rico em taninos, compostos naturais que
ajudam a quebrar parte das proteínas da carne. Esse processo age como um
amaciante natural, contribuindo para que o bife fique mais macio e
agradável na hora de comer. É um efeito parecido com o que acontece
quando a carne é marinada com vinho.
Além
disso, o chá preto tem um sabor levemente intenso e um toque discreto
que lembra notas defumadas. Esse detalhe acaba trazendo uma camada extra
de sabor para a carne, mesmo quando o tempero é simples.
Como preparar a marinada com chá preto
Fazer essa marinada é muito fácil. Primeiro, prepare o chá preto normalmente e espere que ele esfrie completamente.
Depois,
coloque os bifes em um recipiente e despeje o chá frio até cobrir toda a
carne. Se quiser, adicione apenas um pouco de sal para temperar. Em
seguida, leve o recipiente à geladeira e deixe marinando por pelo menos 2
horas. Para um efeito mais intenso, o tempo pode chegar a até 8 horas.
Você pode usar tanto chá preto feito com
folhas quanto os sachês vendidos no mercado. Basta seguir as instruções
de preparo da embalagem e aguardar que o líquido esfrie antes de colocar
na carne.
Depois desse tempo de
marinada, é só preparar o bife como de costume, na frigideira ou na
grelha. O resultado costuma surpreender: carne mais macia, suculenta e
com um sabor diferente que faz toda a diferença no prato.
Essa é a sobremesa perfeita para o almoço com a família
Por:Elissandra Silva / Minha Vida
11 mar2026
Romualdo Crissi/GettyImages
Foto: Minha Vida
O pudim
é uma das sobremesas mais queridas do Brasil — presença garantida nos
almoços de domingo e nas reuniões em família. Tradicionalmente, ele é
preparado em banho-maria, técnica que garante o cozimento uniforme e a
textura cremosa característica.
Mas o que pouca
gente sabe é que dá para fazer um pudim igualmente saboroso sem essa
etapa. E o melhor: é mais rápido e prático. Com a proporção certa de
ingredientes e alguns cuidados simples, o resultado é um pudim lisinho,
leve e com aquele sabor de sempre.
2 caixinhas de leite (use a mesma medida do leite condensado)
Como preparar
1 - Prepare a calda
Em
uma panela, derreta o açúcar até formar um caramelo dourado. Adicione a
água aos poucos, mexendo com cuidado, até a calda ficar lisa e
brilhante. Despeje a calda em uma forma de pudim com furo no meio e
reserve.
2 - Faça a massa
No
liquidificador, bata bem os ovos até ficarem completamente dissolvidos,
isso ajuda a evitar o cheiro forte e garante uma textura uniforme.
Acrescente o leite e o leite condensado, batendo por mais 3 minutos.
Despeje a mistura na forma caramelizada e cubra com papel-alumínio.
Células morrendo em uma área lesionada do cérebro aparecem em
cor-de-rosa, enquanto células gliais ativadas, que produzem proteínas
antioxidantes protetoras, aparecem em verde. [Imagem: Carolina Alves]
Equilíbrio, sempre o equilíbrio
O estresse oxidativo é uma consequência direta do excesso dos
chamados radicais livres, moléculas reativas e instáveis que contêm
oxigênio.
Os radicais livres são subprodutos metabólicos normais, essenciais,
eliminando as células velhas e doentes, além de também ajudarem a
transmitir sinais no corpo. É o seu excesso que define o estresse
oxidativo, o que pode ser causado por fatores de estilo de vida,
ambientais e biológicos, como tabagismo, alto consumo de álcool, má
alimentação, estresse, poluição, radiação, químicos industriais e
inflamação crônica.
Quando isso ocorre, cria-se um desequilíbrio entre a produção de
radicais livres e as defesas antioxidantes do corpo, responsáveis pela
sua neutralização. Ou seja, em condições normais, precisamos tanto dos
radicais livres quanto dos antioxidantes, já que um controla o outro.
Quando ouvimos falar de "estresse oxidativo" no cérebro, quase sempre
interpretamos isso como uma má notícia, associada ao envelhecimento, à
doença de Alzheimer e a outras doenças neurodegenerativas. Mas também
aqui há movimentos benéficos, com o segredo estando no equilíbrio.
Um novo estudo experimental, realizado por uma equipe da Fundação
Champalimaud (Portugal), mostrou agora que um breve e bem controlado
pulso de estresse oxidativo, logo após uma lesão, pode na verdade ajudar
o cérebro a se reparar.
Faísca oxidativa
Os experimentos mostraram que, após uma pequena lesão no cérebro - os
experimentos foram feitos em animais - um grupo específico de células
de suporte cerebral, conhecidas como glia, libera rapidamente um pulso
de formas quimicamente reativas de oxigênio, que incluem o peróxido de
hidrogênio (contido na água oxigenada).
Essa "faísca oxidativa" controlada faz duas coisas ao mesmo tempo:
Ativa processos antioxidantes protetores na glia e, o que é crucial, age
como um sinal de ativação de células que normalmente estão inativas,
levando-as a se dividir e a substituir o tecido perdido.
Os cientistas identificaram também a responsável por este pulso de
radicais livres: Uma enzima chamada Duox, presente na membrana das
células gliais, que produz peróxido de hidrogênio fora das células.
"Isso foi surpreendente, pois inicialmente pensávamos que as
mitocôndrias - as minúsculas baterias das células - seriam as principais
geradoras de estresse oxidativo no cérebro lesionado," explicou a
pesquisadora Carolina Alves.
Quando a atividade da Duox foi reduzida geneticamente, ou quando a
quantidade de oxigênio reativo foi atenuada com tratamentos
antioxidantes, o cérebro lesionado produziu menos células novas e a
resposta regenerativa foi substancialmente menor. Em contrapartida,
estimular a glia para aumentar a atividade da Duox foi suficiente para
desencadear divisões celulares adicionais, mesmo na ausência de lesão.
Novas estratégias
Isto significa que, em particular, o peróxido de hidrogênio derivado da glia é um poderoso motor de plasticidade cerebral.
Estes resultados desafiam a ideia simplista de que o estresse
oxidativo no cérebro é sempre prejudicial, e podem ajudar a explicar por
que as terapias antioxidantes de amplo espectro não conseguem, em
grande parte, melhorar a recuperação cerebral nos doentes após uma lesão
- elas acabam inibindo os radicais livres em um momento em que eles são
essenciais.
A expectativa agora é que estas descobertas levem ao desenvolvimento
de estratégias mais direcionadas, que atenuem o estresse oxidativo
crônico prejudicial preservando - ou mesmo aproveitando - esses sinais
oxidativos de curta duração, abrindo novos caminhos para promover a
reparação cerebral.
As oito posturas do baduanjin, uma prática mente-corpo suave, mas tão eficaz quanto medicamentos e exercícios intensivos. [Imagem: Jilai Xu et al. - 10.1007/s00520-023-08194-4]
Baduanjin
Uma prática tradicional de corpo e mente,
que combina movimentos lentos e estruturados, respiração profunda e
foco meditativo reduz a pressão arterial de modo tão eficaz quanto
práticas de caminhada acelerada.
Além disso, em um grande estudo clínico randomizado, as reduções na
pressão arterial foram observadas após três meses e mantidas por um ano.
As diretrizes clínicas recomendam atividade física regular para quem tem pressão alta,
um dos principais fatores de risco evitáveis para doenças cardíacas. No
entanto, a adesão a longo prazo a programas de exercícios é um desafio
para muitas pessoas, principalmente quando as rotinas exigem
equipamentos, espaço dedicado, matrículas em academias ou supervisão
constante.
A prática do baduanjin consiste em uma sequência padronizada e suave
de oito movimentos, integrando componentes aeróbicos, isométricos, de
flexibilidade e de corpo e mente.
Praticada há séculos e comumente realizada em comunidades por toda a
China, a atividade tem duração de 10 a 15 minutos e não requer
equipamentos, apenas instruções iniciais mínimas, permitindo que seja
realizada em diversos ambientes. Por ser de intensidade baixa a
moderada, é considerada segura e acessível para a maioria dos adultos.
"Dada a sua simplicidade, segurança e facilidade de adesão a longo
prazo, o baduanjin pode ser implementado como uma intervenção de estilo
de vida eficaz, acessível e escalável para indivíduos que buscam reduzir
a pressão arterial," afirmou o professor Jing Li, que fez a pesquisa
com colegas da Universidade de Yale (EUA) e do Centro Nacional de
Doenças Cardiovasculares de Pequim (China).
Controle da hipertensão sem medicamentos
Neste primeiro grande estudo multicêntrico randomizado para analisar o
impacto do baduanjin na pressão arterial, os pesquisadores acompanharam
216 participantes em sete comunidades para determinar as alterações na
pressão arterial sistólica de 24 horas, do início do estudo até as 12 e
52 semanas. Os participantes tinham 40 anos ou mais e pressão arterial
sistólica entre 130 e 139 mmHg. Eles foram aleatoriamente designados
para um dos três grupos: Baduanjin, exercícios físicos individuais ou
caminhada rápida durante as 52 semanas de intervenção.
Em comparação com exercícios individuais, a prática de baduanjin
cinco dias por semana reduziu a pressão arterial sistólica de 24 horas
em aproximadamente 3 mg-Hg e a pressão arterial sistólica aferida no
consultório em 5 mg-Hg, tanto aos três meses quanto após um ano. Esses
resultados são comparáveis às reduções observadas com alguns
medicamentos de primeira linha. O baduanjin apresentou resultados e
perfil de segurança semelhantes aos da caminhada rápida após um ano.
Notavelmente, os benefícios foram mantidos mesmo sem monitoramento
contínuo, um desafio crucial para muitas intervenções no estilo de vida
que têm dificuldade em manter a adesão a longo prazo fora de programas
estruturados.
"O baduanjin é praticado na China há mais de 800 anos, e este estudo
demonstra como abordagens ancestrais, acessíveis e de baixo custo podem
ser validadas por meio de pesquisas randomizadas de alta qualidade,"
afirmou o professor Harlan Krumholz, da Universidade de Yale. "A
magnitude do efeito na pressão arterial é semelhante à observada em
estudos clínicos de medicamentos de referência, mas alcançada sem
medicamentos, custos ou efeitos colaterais. Isso torna a prática
altamente escalável para prevenção em nível comunitário, inclusive em
contextos com recursos limitados."
Tecnologia usa comando de voz para gerar receitas rapidamente e reduzir burocracia
Por:Redação / Saúde em Dia
9 mar2026
A inteligência artificial começa a
transformar a rotina dos consultórios no Brasil. Novas ferramentas
permitem gerar prescrições médicas em poucos segundos, reduzindo tarefas
administrativas e agilizando o atendimento.
Ferramentas com inteligência artificial prometem agilizar consultas e registros médicos
Foto: Divulgaçãoi / Saúde em Dia
A proposta é simples: durante a consulta,
o médico informa o medicamento e a posologia por comando de voz. O
sistema organiza automaticamente as informações e gera a receita digital
pronta para envio ao paciente.
A tecnologia surge em um momento em que a burocracia ainda ocupa grande parte do tempo de trabalho dos profissionais de saúde.
O que muda na rotina médica
A consulta médica costuma envolver várias tarefas administrativas além do atendimento clínico.
Entre elas estão:
registro de prontuários.
elaboração de prescrições.
preenchimento de formulários.
organização de documentos médicos.
Essas atividades podem consumir grande parte do
tempo do profissional. Em alguns casos, o tempo dedicado à burocracia
pode superar o período de contato direto com o paciente.
Com sistemas automatizados, parte dessas tarefas passa a ser realizada pela inteligência artificial.
Prescrição em menos de 30 segundos
Uma das funções mais frequentes no consultório é a emissão de receitas médicas.
Com o uso de IA,
esse processo pode ser feito rapidamente. Durante a consulta, o médico
informa o medicamento e as orientações de uso, enquanto o sistema
registra os dados e gera o documento digital.
A receita pode ser estruturada automaticamente e assinada digitalmente, permitindo envio imediato ao paciente.
Automação de tarefas administrativas
A aplicação da inteligência artificial na saúde tem se concentrado principalmente em tarefas administrativas.
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Entre os processos que podem ser automatizados estão:
A
receita de hoje é uma deliciosa e prática torta de espinafre, perfeita
para um lanche ou acompanhamento. Com ingredientes simples e um preparo
rápido, você vai surpreender a todos com esse prato saboroso e
nutritivo. Vamos colocar a mão na massa?
Para
preparar a torta de espinafre, comece cozinhando o espinafre e
misturando-o com a farinha de trigo, o pó Royal, o ovo e temperos a
gosto. Após formar uma massa homogênea, despeje na forma untada e asse
em forno preaquecido a 180°C por cerca de 30 minutos. Assim que estiver
dourada, retire do forno, desenforme e sirva.
Ingredientes
1 xícara de chá de farinha de trigo
1/2 colher de sopa de pó Royal
1 ovo
1/2 maço de espinafre cozido e picado
Oregano a gosto
Pimenta do reino a gosto
Sal a gosto
Modo de preparo
Comece cozinhando o espinafre em água fervente por cerca de 5 minutos. Após o cozimento, escorra e pique bem.
Em
uma tigela, adicione a farinha de trigo, o pó Royal, o ovo, o espinafre
picado, o orégano, a pimenta do reino e o sal. Misture bem até formar
uma massa homogênea.
Preaqueça o forno a 180°C.
Unte uma forma com manteiga ou óleo e despeje a massa na forma, espalhando uniformemente.
Leve ao forno preaquecido e asse por aproximadamente 30 minutos ou até que a superfície esteja dourada e firme ao toque.
Retire do forno, deixe esfriar um pouco e desenforme. Sirva quente ou em temperatura ambiente.
Observações
Rendimento: 4 porções. Tempo de preparo: 10 minutos. Tempo de cozimento: 30 minutos.
Jornalista
com mais de 9 anos de experiência, estudou na faculdade ESACM, e
trabalhou no jornal impressos O Democrata, com circulação na região de
São Roque, interior de São Paulo, bem como trabalhou na televisão, na
REDETV em Osasco, sendo produtor do RedeTV News, trabalhou por um
período no São Roque Notícias em 2011, e fundou o popular jornal Correio
do Interior em 2016. Em 2020 tornou-se correspondente do Metrópoles no
interior de São Paulo. Ainda em 2020 foi convidado pelo Google Brasil a
participar do Google News Initiative (GNI) para aprimorar-se em boas
práticas do jornalismo digital. Como jornalista é especialista em
assuntos de vagas de trabalho, noticias locais e conteúdos de editoria
regional e policial.
Já imaginou poder saborear num chá ou café da tarde uma rosca doce
quentinha, recém saindo do forno, que fica com um visual lindíssimo e
uma textura que desmancha na boca? Essa receita do canal Kdelícia cozinha Ana Cláudia é tudo o que você tem de fazer, só faz!
Como fazer rosca doce
Para fazer rosca doce iremos precisar para a massa de, farinha de
trigo sem fermento, leite morno, óleo, açúcar, fermento biológico seco, 1
ovo e sal. Para o creme iremos utilizar 1 gema, essência de baunilha,
maisena, corante amarelo e leite condensado. Para a decoração, vamos
precisar de cerejas em calda, ameixa seca sem caroço e goiabada. Iremos
preparar a massa, o creme, e a montagem da rosca seguindo as instruções.
Em seguida vamos colocar numa forma de furo central untada e
enfarinhada, pincelar com gema + leite, decorar conforme o passo a
passo, polvilhar açúcar cristal, deixar crescer por 60 minutos, assar
por 30 minutos a 180 graus, retirar do forno, deixar amornar,
desenformar e se deliciar!
Numa vasilha coloque o fermento biológico, o leite morno, misture bem para dissolver.
Adicione o óleo, o ovo, o açúcar, o sal, mexa bem para agregar,
coloque a farinha de trigo, me misture bem até o ponto de amassar com as
mãos na bancada.
Sove bem por alguns minutos até obter uma massa lisa, homogênea e que não grude nas mãos.
Modele uma bola com a massa, coloque na vasilha, cubra com plástico filme e deixe descansar por 30-40 minutos.
Do creme
Numa panela coloque o leite condensado, a maisena e misture bem para dissolver totalmente.
Adicione a essência de baunilha, a gema, o corante amarelo, misture para agregar.
Leve em fogo médio, mexendo sempre, até ferver e engrossar, deixe cozinhar por mais 2 minutos, retire do fogo e deixe esfriar.
Coloque num saquinho de confeitar.
Montagem
Pressione a massa levemente para retirar o ar, modele um rolo
comprido e divida em 3 tiras, sem cortar a base. Trance essas tiras para
formar a trança da rosca.
Disponha essa trança numa forma ( 23 cm de diâmetro) de furo central
untada e enfarinhada e pincele com a mistura de gema + leite.
Corte a pontinha do saquinho de confeitar com o creme, e disponha fios do creme em todas as dobrinhas da trança.
Decore com as cerejas, as ameixas e tirinhas de goiabada a gosto.
Polvilhe açúcar cristal e deixe descansar por cerca de 60 minutos.
Após esse tempo asse em forno pré-aquecido a 180 graus por 30 minutos.
Retire do forno, deixe amornar, desenforme e sirva essa linda rosca doce!
Gostou? Siga o @receitatodahora.com.br no Instagram. Lá tem receitinhas como essa todos os dias.
Chefe
de Cozinha, redator e blogueiro apaixonado por culinária. Aprendeu a
cozinhar quando foi morar sozinho e hoje compartilha suas experiências
gastronômicas. Tenho receitas publicadas nos portais Terra, R7 e algumas
dezenas de sites no Brasil e no mundo. Escrevo diariamente no Receita
Toda Hora e Pilotando Fogão. Veja mais
Essa versão de salada refrescante, que o canal receitas Dona Dirce
está nos ensinando, além de ficar extremamente deliciosa, fica muito
leve, colorida e cheia de sabor e textura. Confira o passo a passo dessa
delicia e faça, você vai amar o resultado lindo e imperdível!
Como fazer salada refrescante
Para fazer salada refrescante vamos precisar de iogurte natural,
maçã, abobrinha italiana, azeite, hortelã, suco de ½ limão, sal e
pimenta do reino. Primeiramente iremos preparar o molho de iogurte
seguindo as instruções. Em seguida vamos colocar a abobrinha ralada, a
maçã em cubinhos, adicionar o molho de iogurte e misturar bem para
envolver totalmente todos os ingredientes. Depois disso é só saborear
essa maravilha!
Chefe
de Cozinha, redator e blogueiro apaixonado por culinária. Aprendeu a
cozinhar quando foi morar sozinho e hoje compartilha suas experiências
gastronômicas. Tenho receitas publicadas nos portais Terra, R7 e algumas
dezenas de sites no Brasil e no mundo. Escrevo diariamente no Receita
Toda Hora e Pilotando Fogão. Veja mais
Veja como preparar opções deliciosas e surpreender para toda a família
Por:Redação EdiCase / Portal EdiCase
8 mar2026
Domingo é dia de caprichar no almoço. E
nada deixa a refeição mais gostosa do que um peixe assado saindo
quentinho do forno. Seja inteiro, em filés ou em postas, ele sempre
garante sabor e aquele toque especial que transforma o momento em algo
único. Além disso, é uma ótima escolha para o prato principal, pois é
nutritivo, rico em proteínas e ômega 3 que fortalecem a saúde de forma
natural.
Filé de salmão assado
Foto: Karl Allgaeuer | Shutterstock / Portal EdiCase
A seguir, confira 3 receitas fáceis de peixe assado no forno!
Ramos de tomilho, sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Em uma tigela, misture o
mel, o chili em pó, a páprica, o azeite, o alho, o sal, a
pimenta-do-reino e o suco de limão até formar uma marinada homogênea.
Passe essa mistura cuidadosamente sobre todo o filé, garantindo que ele
fique bem coberto, e reserve. Para os legumes, disponha as batatas, a cebola, os tomates-cereja e as pimentas dedo-de-moça em uma assadeira grande.
Regue
tudo com azeite, tempere com sal, pimenta-do-reino e distribua ramos de
tomilho por cima. Em seguida, coloque o filé de salmão sobre os
legumes, deixando que parte da marinada escorra e envolva os vegetais.
Leve ao forno preaquecido a 200 °C por cerca de 25 a 30 minutos, até que
o salmão esteja dourado por cima e macio por dentro, enquanto os
legumes ficam levemente caramelizados. Sirva em seguida.
Em um recipiente, tempere
as postas de truta com o sal, a pimenta-do-reino, o alho e o suco de
limão, deixando que absorvam os sabores por 15 minutos. Unte uma
assadeira com um fio de azeite e coloque as postas na assadeira.
Distribua as raspas de limão-siciliano, garantindo que cada posta fique
aromática. Leve ao forno preaquecido a 100 °C por cerca de 20 a 25
minutos, até que a superfície esteja levemente dourada e a carne, macia e
suculenta por dentro. Retire do forno e sirva.
3. Tilápia assada com batata
Ingredientes
500 g de filé de tilápia
4 batatas descascadas e cortadas em rodelas
2 tomates picados
1/2 pimentão cortado em tiras
1 cebola cortada em cubos
1 colher de sopa de alcaparras
2 dentes de alho espremidos
Azeite, sal e cheiro-verde picado a gosto
Modo de preparo
Em um recipiente, tempere
os filés de tilápia com sal e alho, deixando que absorvam os sabores
enquanto prepara os vegetais. Em uma tigela, misture o tomate, a cebola,
o pimentão e as alcaparras. Depois, acrescente o cheiro-verde e
reserve.
Unte um refratário com azeite e forre o fundo com as batatas,
formando uma camada uniforme. Sobre elas, coloque os filés de tilápia e
distribua por cima a mistura de vegetais, regando generosamente com
azeite. Leve ao forno preaquecido a 180°C por cerca de 30 a 40 minutos,
até que o líquido que se forma no fundo do refratário evapore e a
superfície fique dourada e apetitosa. Sirva quente.
Para Douglas Rushkoff, inteligência artificial está trazendo uma nova era do capitalismo ao amplificar a lógica das plataformas
Por:Lucas Agrela
8 mar2026
Para o escritor Douglas Rushkoff, conhecido por livros que falam sobre os impactos das tecnologias, ainteligência artificial(IA) traz mais riscos do que benefícios e pode estimular a exploração de recursos naturais e humanos de forma predatória.
"A
inteligência artificial está trazendo uma nova era do capitalismo ao
amplificar a lógica das plataformas. Se você olhar de cima, o que é a
IA? É uma nova desculpa para extrair minerais do solo, escravizar
crianças na África, obtendo esses minerais para monopolizar a energia e o
lençol freático, contando com uma enorme força de trabalho terceirizada
de pessoas que estão etiquetando todos os dados", afirma.
A
fala se refere à busca por mão de obra barata para manter o controle
absoluto dos minerais necessários para o processamento de dados de
soluções baseadas em IA. Ao deter os recursos, os bilionários da
tecnologia conseguiriam manter sua hegemonia na nova era trazida pela
IA.
Palestrante do festival São Paulo Innovation Week,
que será realizado em maio na Mercado Livre Arena Pacaembu e na Faap,
Rushkoff aponta o ano de 1993 como o momento no qual a tecnologia deixou
de ser moldada pelos humanos e passou a nos moldar. O motivo, segundo
ele, é que foi por volta desse ano que as empresas perceberam que as
novas tecnologias eram uma mina de ouro, colocando-as para moldar
comportamentos da população para lucrar.
O escritor
afirma ainda que os bilionários da tecnologia têm medo do restante da
população pelo mal que seus negócios têm causado ao mundo e fantasiam em
escapar das consequências de seus atos construindo bunkers ou criando
projetos para colonização espacial.
O São Paulo Innovation Week, uma parceria entre o Estadão e a Base eventos, será realizado entre os dias 13 e 15 de maio. Os ingressos já estão à venda, e assinantes do Estadãotêm desconto.
Leia os principais trechos da entrevista a seguir.
O
sr. diz que somos programados por plataformas digitais. Em que momento
perdemos a capacidade de moldar a tecnologia e começamos a ser moldados
por ela?
Como dizia (o acadêmico de mídia)
John Culkin, nós criamos nossas tecnologias e, depois disso, elas nos
criam. Desde o fogo, passamos a cozinhar alimentos, e nossos dentes
mudaram por causa disso. Quando nos tornamos mais programados pela
tecnologia e menos capazes de programá-la nós mesmos? Isso aconteceu por
volta de 1993, quando as empresas acreditaram que poderiam lucrar com a
internet e as tecnologias digitais. Antes disso, elas achavam que essas
eram ferramentas inúteis para os negócios. A AT&T, uma corporação
americana, recebeu uma oferta pela internet por um valor irrisório,
quase de graça, e recusou porque não queria ser responsável por algo tão
pouco lucrativo. Em 1993, a revista Wired anunciou que havia uma
maneira de ganhar dinheiro com essas tecnologias. Quando as empresas
apostam em uma tecnologia, elas não querem mais que ela sirva para
aprimorar o potencial criativo da humanidade. Elas querem que ela sirva
para aumentar a probabilidade de os seres humanos agirem de certas
maneiras. Então, em vez de abrir mais possibilidades para os seres
humanos programarem a nossa realidade, começamos a programar os seres
humanos para serem mais previsíveis para o mercado.
A internet nasceu com um discurso descentralizador. O que deu errado e nos levou a ver tamanha concentração de poder hoje?
De
forma simples, foi o capitalismo. A internet era uma plataforma de
mídia bastante descentralizada, porque ela foi construída sobre recursos
compartilhados. A razão pela qual temos redes de computadores é porque
essas máquinas costumavam consistir em um computador e vários terminais
conectados a ele. Então, compartilhávamos recursos. Mas é mais difícil
ganhar dinheiro quando as coisas são descentralizadas, quando as pessoas
são donas das coisas. Você não quer que as pessoas sejam donas do
processamento computacional, mas que paguem um aluguel por ele. Por
isso, a internet caminhou para plataformas muito mais centralizadas. É o
que Peter Thiel (cofundador do PayPal) chama de ir de zero a um(título de seu livro).
Você tem todos competindo em um nível. Então você sobe um nível e tenta
comprar os meios, a plataforma, os protocolos pelos quais todos os
outros competem, em vez de competir com eles.
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O sr. vê a IA como uma ferramenta para ampliar a criatividade humana ou como um instrumento para reduzir a autonomia?
A
IA pode ser as duas coisas, se não considerarmos 99% do impacto da IA.
Ou seja, se não pensarmos na IA em termos de destruição do planeta,
consumo excessivo de energia ou morte de pessoas. Se pensarmos na IA
apenas como a ferramenta que usamos quando digitamos ou conversamos com
nossos computadores, claro que ela pode ampliar a criatividade humana,
desde que seja usada de forma iterativa e generativa, como parte de uma
investigação, não como a resposta. Não sei se a IA reduz tanto a sua
autonomia, mas sim reduz tudo. Ela nos remove da equação. Mas se você a
usa para gerar perguntas melhores, então, ela certamente pode ampliar
sua criatividade.
O escritor Douglas Rushkoff diz que IA só é benéfica se ignorarmos 99% dos problemas que ela causa
Foto: Divulgação/Douglas Rushkoff / Estadão
A inteligência artificial amplifica a lógica das plataformas ou inaugura uma nova fase do capitalismo digital?
As
duas coisas. A inteligência artificial está trazendo uma nova era do
capitalismo ao amplificar a lógica das plataformas. Se você olhar de
cima, o que é a IA? É uma nova desculpa para extrair minerais do solo,
escravizar crianças na África, obtendo esses minerais para monopolizar a
energia e o lençol freático, contando com uma enorme força de trabalho
terceirizada de pessoas que estão etiquetando todos os dados. Então, eu
diria que é a mesma coisa, só que mais intensa. Ainda não estamos vendo
nada de muito descentralizado. Em áreas criativas, vemos pessoas que
conseguem, com menos dinheiro, criar coisas visualmente atraentes. O que
isso significa para elas, em termos de geração de valor próprio, ainda
está por ser visto.
Costuma-se dizer que o problema não é a
tecnologia em si, mas o modelo de negócios das empresas de tecnologia.
Que modelo alternativo seria economicamente viável hoje?
Eu
nem acho que o modelo de negócios que as empresas de tecnologia estão
usando seja economicamente viável hoje. A maioria das pessoas — pessoas
comuns, economistas, empresários — está preocupada com o fato de que o
emprego não é um modelo sustentável para o futuro da distribuição de
recursos e dinheiro. A única coisa genuinamente sustentável é as pessoas
desacelerarem, em vez de otimizarem nossa economia para a extração. Ao
otimizarmos nossa economia para extração e acumulação, precisamos
começar a otimizá-la para o tempo livre, para o lazer. Eu sei que parece
loucura, mas foi assim que a economia foi otimizada em muitos outros
períodos da história. Conforme a produtividade aumenta, em vez de as
pessoas produzirem mais coisas que ninguém precisa, elas trabalham menos
e ficam mais saudáveis ??e felizes. Ser saudável e feliz não deveria
ser um problema para a economia.
No livro 'A Sobrevivência dos
Mais Ricos', o sr. descreve o que chama de mentalidade dos bilionários
da tecnologia. Esse comportamento é resultado da personalidade dessas
pessoas ou é incentivado pelo sistema econômico?
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Depende.
Por muitos anos, pensei que era o capitalismo o responsável. A
tecnologia e as pessoas são, de certa forma, puras e divertidas. Elas
querem se divertir e, sob as regras do capitalismo, são forçadas a
competir, mas aceitam a competição e a escassez como condições dadas do
universo. Então, o comportamento delas começa a mudar. Mas o fator pode
ser ainda maior do que o capitalismo. Isso pode remontar ao Iluminismo
ou à própria Era Axial (800-200 a.C), aos primórdios da escrita,
quando adotamos uma visão histórica do mundo, desejando um futuro melhor
do que o presente e estando dispostos a fazer o que fosse necessário
para alcançá-lo. Foi isso que inventou a conquista, o colonialismo e a
tomada de poder. Quando temos acesso às ferramentas digitais, vemos
novas e ainda mais poderosas maneiras de crescer, expandir, tomar mais e
buscar maior domínio sobre esta realidade. Portanto, acredito que a
tecnologia digital amplificou as tendências já existentes de dominação e
controle.
Muitos desses empreendedores investem em projetos como
bunkers, colonização espacial e biotecnologia para prolongamento da
vida. O sr. interpreta isso como uma estratégia racional ou como um
sintoma de distanciamento social?
Eles querem
escapar das causas de seus próprios atos. Não é uma estratégia racional
porque nenhuma dessas coisas vai funcionar de verdade. São experimentos
divertidos, mas não vão funcionar durante a vida dessas pessoas. São
fantasias. É por isso que o subtítulo do livro A Sobrevivência do Mais Rico é 'Fantasias de fuga dos bilionários da tecnologia'. Elas não vão funcionar de verdade.
Por quê?
Primeiro,
porque eles são completamente materialistas. Eles não acreditam em nada
além da matéria, mas aceitam as coisas como são. Então, não importa o
quanto falem sobre a nuvem ou outras dimensões, eles estão realmente
presos a este mundo, sendo eles mesmos, nada mais — e isso é uma pena. O
outro fator é que eles têm medo de nós. Eles têm medo das pessoas. Eles
têm medo do karma, das repercussões de seus próprios atos, e querem
escapar disso. Eles têm uma mentalidade muito limitada. Não acreditam
que haja recursos suficientes no planeta para todos nós. Na visão deles,
precisam que o resto de nós morra ou seja deixado para trás para que
eles sobrevivam.
O discurso de que a tecnologia resolverá tudo serve como justificativa para evitar mudanças estruturais mais profundas?
Em
vez de deixar as pessoas comprarem apenas o que precisam, ou deixar as
pessoas compartilharem coisas, foi preciso criar uma sociedade onde as
pessoas não compartilhem coisas para que a economia possa crescer. Se
você descobrir uma maneira de usar menos fertilizante e menos inseticida
na sua plantação, isso é ruim porque significa que não precisamos
comprar tanta coisa. Você vicia o solo e a plantação em certos produtos
químicos e esgota os nutrientes do solo, de modo que precisamos de um
novo produto químico para restaurar esses nutrientes. Então, as únicas
soluções compatíveis com essa forma de capitalismo são as que custam
mais dinheiro.
A concentração de riqueza nas mãos dos fundadores
de empresas como Tesla, Amazon e Meta Platforms é um efeito colateral
inevitável da inovação ou resultado de falhas regulatórias?
Não
é um efeito colateral inevitável da inovação. Pode ser um efeito
colateral inevitável de um certo tipo de inovação. A Tesla não se trata
tanto de trazer inovação para o automóvel, mas sim de monopolizar o
mercado de carros elétricos. Na Amazon, qual é a inovação? Não é a
tecnologia. A inovação da Amazon é o que chamamos de monopólio. Um
monopólio é quando alguém controla tanto o consumidor quanto o produtor.
A inovação é ser a nova camada entre todos os outros. As inovações da
Meta foram realmente sobre adquirir empresas e manter o monopólio sobre
as mídias sociais. Então, na verdade, são as falhas regulatórias.
Certamente, se tivéssemos regulamentação, isso poderia ajudar. Mas
também significaria inovar de maneiras diferentes. Poderíamos ter
valores diferentes.
O sr. acredita que esses bilionários realmente se veem como salvadores da humanidade?
Eles
se veem como salvadores da humanidade. Mas a definição de humanidade
deles é muito diferente da sua ou da minha. Para mim, humanidade são os
seres humanos. Para eles, a humanidade pode ser apenas o nosso DNA. Pode
ser apenas o nosso código, pode ser apenas a semente deles. Elon Musk
não está olhando para você e para mim como a humanidade que precisa ser
salva. Ele entende muito mais como código do que como nós, seres de
carne e osso.
Será que estamos deixando decisões demais nas mãos dos algoritmos?
Eu
me preocupo menos com as pessoas delegando tarefas ou decisões a
algoritmos do que com as pessoas não entendendo nada sobre os algoritmos
que estão usando. Se um juiz usa um algoritmo digital proprietário, que
é trancado em uma caixa preta, para decidir sobre as diretrizes de
sentença para um prisioneiro, ele nem vai perceber quais vieses, qual
racismo pode estar embutido nesse algoritmo. Isso é o que mais me
preocupa.
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Onde estaria o limite ético para delegar decisões a algoritmos?
Já
ultrapassamos o limite ético de tudo hoje em dia. As pessoas precisam
ser capazes de ajustar seus próprios algoritmos, e a maioria não permite
que você faça isso. Para mim, qualquer algoritmo que você use sem saber
quais são seus vieses é antiético.