O meu blog é HOLÍSTICO, ou seja, está aberto a todo tipo de publicação (desde que seja interessante, útil para os leitores). Além disso, trata de divulgar meu trabalho como economista, escritor e compositor. Assim, tem postagens sobre saúde, religião, psicologia, ecologia, astronomia, filosofia, política, sexualidade, economia, música (tanto minhas composições quanto um player que toca músicas de primeira qualidade), comportamento, educação, nutrição, esportes: bom p/ redação Enem
Jornalista, foi editor de Opinião. É autor de "Pensando Bem…".
É só o próprio indivíduo que pode dizer se está levando ou não uma vida que vale a pena ser vivida
Em 2016, o Canadá aprovou uma lei de morte
auxiliada por médicos (Maid, no acrônimo inglês), que inclui tanto a
eutanásia como o suicídio assistido, e, desde então, a vem emendando
para abarcar mais situações. A lei canadense é hoje considerada a mais abrangente do mundo.
Em princípio, basta que o paciente padeça de doença, deficiência ou
condição de declínio que ele próprio considere inaceitável para
qualificar-se para o procedimento.
A demanda respondeu. Em 2016, 1.018 pessoas fizeram uso da Maid; em
2021, foram 10.064. Críticos da lei vêm dizendo que ela é liberal demais
e converteu-se num "slippery slope" (ladeira escorregadia) para várias
formas de abuso. Casos controversos, como o do paciente eutanasiado por
sofrer de perda auditiva, alimentam a polêmica e trouxeram associações
de deficientes para o lado dos que se opõem à Maid.
Eutanásia e suicídio assistido são fenômenos relativamente novos para a lei
- Unsplash
Não sou eu quem vai negar a complexidade do debate,
especialmente quando envolve menores e casos de transtorno mental. Há
ainda dilemas impossíveis na regulação. A família do paciente deve ser
informada quando ele pede para morrer? Não creio que existam soluções
plenamente satisfatórias. A bioética é essencialmente um conjunto de
arrazoados e respostas subótimos para situações de partir o coração.
Eutanásia e suicídio assistido são fenômenos relativamente novos para
a lei. Penso que há muito a aprender em termos de regulação. Não
devemos ter medo nem de avançar nem de voltar atrás. Mas, como bom
liberal, considero a ideia central da Maid inatacável. É só o próprio
indivíduo que pode dizer se está levando ou não uma vida que vale a pena
ser vivida. E é a ele que cabe estabelecer seus limites. Não existe
meia autonomia.
Ainda que o livre-arbítrio não passe de uma ilusão cognitiva, é uma
que funda muitos de nossos avanços civilizacionais, do direito à
democracia, passando pelas criações artísticas e desenvolvimentos
científicos.
A torta mousse de maracujá com bis é sem dúvida alguma uma maravilha
tão deliciosa, que só de imaginar a textura da mousse unida à crocância
do chocolate bis, dá muita água na boca. Confira o passo a passo da
receita de torta mousse de maracujá do canal Culinária Caseira e faça agora mesmo!
Como fazer torta mousse de maracujá
Para fazer torta mousse de maracujá com bis, vamos precisar de suco
concentrado de maracujá, creme de leite, leite condensado, polpa de
maracujá, gelatina incolor e água. Vamos bater tudo no liquidificador
lembrando de hidratar e dissolver a gelatina conforme instruções da
embalagem. Dispor o bis em toda a lateral de uma forma de fundo
removível, despejar o creme da torta mousse de maracujá com bis no
centro e levar para gelar por 2 horas. Retirar da geladeira, decorar com
2 bis no centro pra ficar bem lindo, e servir em seguida essa torta
mousse de maracujá com bis digna de muitos aplausos!
Ingredientes da torta mousse de maracujá
200 ml de suco concentrado de maracujá
2 caixinhas de creme de leite
2 caixinhas de leite condensado
polpa de 1 maracujá
2 envelopes de gelatina incolor sem sabor
10 colheres (sopa) de água para a gelatina
1 ½ pacote de bis preto
Modo de preparo
Numa tigelinha, hidrate a gelatina com a água e dissolva conforme instruções da embalagem. Reserve.
Coloque
no liquidificador, o leite condensado, o creme de leite, o suco de
maracujá, e a polpa de maracujá e a gelatina dissolvida.
Bata muito bem por 3 minutos até obter um creme homogêneo.
Forre
toda a lateral de uma forma (22 cm de diâmetro) de fundo removível, com
o bis, lembrando de colocar o lado lisinho contra o alumínio.
Despeje a mousse dentro da forma e espalhe para ficar uniforme. Leve para gelar por 2 horas até ficar firme.
Retire da geladeira, decore com 2 bis no centro, para dar um charme.
E uma maravilhosa torta mousse de maracujá ficou pronta. Aproveite!
Que tal trocar o pão tradicional de todos os dias pelo delicioso pão
de tapioca, que não contém glúten, é levinho e saudável? Extremamente
fácil, rápido e prático de preparar, esse pão econômico é perfeito para
servir no seu café da manhã ou lanche da tarde. Confira a receita e faça
hoje mesmo o sensacional pão de tapioca, que terá que fazer sempre,
pois será um sucesso em sua casa!
Como fazer pão de tapioca
Para o preparo da receita do pão de tapioca, os ingredientes
necessários são: muçarela, ovo, leite, manteiga, goma de mandioca fresca
ou beiju e sal. Iremos, primeiramente, levar a goma de mandioca ou o
beiju ao forno, por uns 10 minutinhos, para desidratá-la. Vamos pegar
uma tigela e partir em pedacinhos a goma de tapioca desidratada,
misturando-a com a muçarela ralada. Em seguida, iremos bater no
liquidificador o ovo, o leite, a manteiga e o sal e misturar à goma de
mandioca já desmanchada que está misturada com a muçarela. Na sequência
iremos modelar os pãezinhos, distribuí-los em uma forma untada e
enfarinhada e levar para assar no forno pré-aquecido a 220°C por
aproximadamente 20 minutos. Pronto, sirva e aproveite seu delicioso pão
de tapioca, que fica divino!
Ingredientes da receita de pão de tapioca
1 colher (sopa) de manteiga
200g de muçarela ralada
800g de goma de mandioca fresca ou beiju
1 ovo inteiro
1 colher (café) de sal
150 ml de leite integral
Modo de preparo
Primeiramente forme 2 tapiocas. Para isso, distribua a goma de tapioca em duas assadeiras de tamanho grande.
Será
preciso que as tapiocas comecem a rachar, então leve-as ao forno médio
pré-aquecido, por aproximadamente 10 minutinhos, até que desidratando, a
goma de mandioca comece a ficar rachada.
Em seguida, retire do forno e, utilizando as mãos, parta a goma de tapioca em pedaços pequenos.
Pegue uma tigela, adicione os pedaços de goma e a muçarela ralada, misture e reserve.
Coloque no liquidificador e bata: o leite,o ovo, a manteiga e o sal.
Transfira
essa mistura batida do liquidificador para a tigela onde está a goma
de tapioca e a muçarela, e amasse com as mãos até obter uma massa
homogênea, mas que esteja ainda úmida.
Na sequência, modele os pães dando-lhes o formato de sua preferência e distribua-os em uma forma untada e enfarinhada.
Leve para assar em forno pré-aquecido a 220°C por aproximadamente 20 minutos.
Sirva e saboreie seu espetacular pão de tapioca, bom apetite!
Neste caso, os cinco dedos podem representar os cinco preceitos do
Budismo, enquanto o sinalizador representa a sabedoria derivada de cinco
meditações baseadas em preceitos. [Imagem: Tinakon Wongpakaran/Sriprom Wongpakaran/Creativecommons]
Cinco Preceitos do Budismo
Pessoas que observam os Cinco Preceitos do Budismo - um sistema de
ética fundamental para os seguidores da religião - podem se proteger de
altos níveis de estresse e neuroticismo, um traço de personalidade caracterizado pela suscetibilidade a emoções negativas.
Os Cinco Preceitos do Budismo orientam os seguidores a:
Não matar.
Não roubar.
Não se envolver em má conduta sexual.
Não contar mentiras mal-intencionadas.
Não usar drogas.
Pesquisas anteriores indicaram que observar os Cinco Preceitos pode
aumentar o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas em geral,
incluindo seguidores não sérios do budismo.
No entanto, as conclusões não eram tão diretas se a prática dos
preceitos poderia aliviar sintomas específicos, como aqueles
apresentados por pessoas com alto risco de depressão.
Para responder a essa questão, Nahathai Wongpakaran e colegas da
Universidade de Chiang Mai, na Tailândia, focaram nas ligações
conhecidas entre neuroticismo, estresse e depressão. Já se sabe que um
maior neuroticismo está associado a um maior risco de depressão, tanto
direta quanto indiretamente, por meio do estresse percebido - como as
pessoas pensam e se sentem após eventos estressantes da vida.
Proteção contra depressão
A pesquisa mostrou que observar os Cinco Preceitos em alto grau -
tê-los como guia de vida e pensar neles constantemente - amortece a
influência do estresse percebido na depressão.
Os resultados indicam que pessoas com altos níveis de neuroticismo e
estresse podem ter menos probabilidade de desenvolver sintomas
depressivos quando seguem os Cinco Preceitos de perto.
Os pesquisadores observam que, embora o estudo sugira benefícios
potenciais para os Cinco Preceitos no contexto da depressão, estes
experimentos especificamente não permitem confirmar uma relação de causa
e efeito. Grande parte dos participantes era do sexo feminino e vivia
sozinha, e o envolvimento religioso dos participantes foi autorrelatado,
com 93,3% afirmando serem budistas.
A equipe pretende a seguir idealizar novas pesquisas para determinar
se estes resultados podem se estender à população em geral, sobretudo
entre aos não-budistas.
"A prática dos Cinco Preceitos faz com que as pessoas se sintam
seguras, já que todos esses comportamentos são inofensivos e
potencialmente fornecem ao praticante estressado um amortecedor contra a
depressão," concluíram os pesquisadores em seu artigo.
(Bloomberg)
-- Os principais bancos centrais sinalizaram esta semana sua disposição
de tolerar uma recessão global em 2023 e prometeram subir juros ainda
mais na luta contra a inflação.
Após cada um dos aumentos de meio
ponto percentual, os chefes do Federal Reserve, Banco Central Europeu e
Banco da Inglaterra disseram que mais aumentos são prováveis no ano que
vem, mesmo reconhecendo que suas economias estão enfraquecendo.
O
risco crescente é que um aperto monetário ainda maior após o maior
arrocho em quatro décadas prejudicará tanto a demanda e as contratações
que afundará a economia mundial em uma contração no ano que vem, logo
após a crise causada pela pandemia.
“Estamos à beira de uma recessão global”, disse Ethan Harris, chefe de pesquisa de economia global do Bank of America.
A
taxa de inflação mais rápida desde a década de 1980 alterou o que os
economistas chamam de “função de reação” dos formuladores de política
monetária, incluindo o presidente do Fed Jerome Powell. Normalmente,
espera-se que eles afrouxem o crédito à medida que as economias
desmoronam para limitar os danos às famílias e às empresas.
Mas
com a alta de preços bem acima de suas metas de 2%, as autoridades dos
principais BCs se movem na direção oposta, mesmo diante dos riscos
econômicos. E eles insistem que os juros permanecerão mais altas por
mais tempo para acabar com a inflação — embora muitos investidores
apostem que essa postura não persistirá à medida que as economias cedem e
o desemprego aumenta.
“Há uma sensação crescente entre os bancos
centrais de que é preferível pecar pelo excesso”, disse Harris. “Eles
não querem fazer de menos e depois ter que voltar a subir juros mais
adiante.”
O perigo é que eles cometam o erro oposto ao do ano passado.
Em
2021, eles subestimaram os perigos das crescentes pressões de preços
com economias que ainda sofriam o impacto da pandemia. Isso permitiu que
a inflação saísse do controle, levando à rápida reversão deste ano com
enormes aumentos de juros.
Depois de serem criticados, as
autoridades monetárias agora prometem manter sua luta contra a inflação,
embora as pressões de preços possam estar começando a diminuir,
especialmente para bens, à medida que as economias desaceleram e as
cadeias de suprimentos se desobstruem.
Eles continuam
particularmente preocupados com o risco de que expectativas de inflação e
pressões elevadas se cristalizem, como aconteceu na década de 70.
“Quanto
mais tempo durar o atual surto de inflação alta, maior a chance de que
as expectativas de inflação mais alta se consolidem”, disse Powell na
quarta-feira.
--Com a colaboração de Zoe Schneeweiss e James Hirai.
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O mundo precisa de profissionais que não estão
sendo preparados pela escola tradicional. Esta, repito qual mantra, se
preocupa com o "decoreba". Prioriza a capacidade de memorização, como se
isso bastasse para formar um indivíduo equilibrado, criativo,
empreendedor e adaptável aos desafios que se intensificam, diante de
profundas mutações tecnológicas.
O grande perigo que ronda a
humanidade é o aquecimento global. Ele resulta da emissão de gases
venenosos, causadores do efeito-estufa. Por isso, o foco da sociedade
brasileira deve ser a criação de empregos ligados à transição
energética. A matriz energética tupiniquim registra quase cinquenta por
cento já resultante de energia renovável. Hoje, o Brasil já responde por
dez por cento de todos os empregos verdes no mundo. É o segundo maior
empregador da indústria de biocombustíveis, solar, hidrelétrica e
eólica, só atrás da China.
O programa de transição energética é
ambicioso. Espera-se que até 2030, as energias renováveis respondam por
quase quarenta milhões de empregos no planeta. O Brasil tem uma
vantagem, pois suas Universidades públicas investem na pesquisa do
hidrogênio verde, área em que tem condições de se tornar líder mundial.
Esta
promissora potência verde, que - se Deus quiser, vai renegar o título
recentemente adquirido de "Pária Ambiental" - detém condições especiais
para enverdecer sua economia. Isso em virtude do potencial de
crescimento das fontes renováveis, ao contrário do que acontece em
outras partes do planeta, é ainda muito elevado no Brasil.
O
potencial de investimento na economia verde é superior a duzentos
bilhões de dólares nos próximos anos. Para exemplificar, só no município
de Pecém, no Ceará, três empresas já anunciaram investimentos de
catorze bilhões de dólares em planta de hidrogênio verde. Na área do
crédito de carbono, a consultoria McKinsey estima que, para cada dólar
proveniente dos benefícios da ação climática, a comunidade local recebe
um retorno socioambiental líquido de um a quatro dólares, em termos de
criação de empregos, desenvolvimento local e serviços de ecossistema.
A
juventude precisa estar atenta às possibilidades abertas com essa
alternativa muito mais atraente do que as velhas profissões que já não
seduzem os nativos digitais e que, além disso, estão em vias de
extinção.
Cerca de oitocentos mil empregos líquidos por ano
surgirão por força de projetos de restauração, agroflorestas e REDD+
(incentivo para compensar países em desenvolvimento por medidas de
redução de emissões).
Tudo isso necessitará de capacitação, algo
que ainda não está na oferta das escolas convencionais. É necessário
atentar para as possibilidades abertas aos jovens que se interessem por
"enverdecer". Como assim? Interessar-se por sustentabilidade. Conhecer
mais e procurar um caminho para a preocupação de descarbonizar a
economia, em todos os setores que ainda são insustentáveis.
Um bom
início é aprender o que significa ESG. É uma sigla que tem condições de
transformar o mundo. Não interessa tanto aprender o conceito, que
significa tratar simultaneamente o ambiente, o social e a governança
corporativa, mas atuar praticamente em favor dessa cultura.
É
urgente a mudança de mentalidade e de postura nos negócios, algo que
ainda é incipiente, mas tende a crescer, de acordo com o Relatório Anual
de Sustentabilidade. Os pequenos empresários são os mais favorecidos
com a adoção de uma agenda sustentável. Cinco resultados foram
detectados como benéficos a quem se interessa por e efetivamente pratica
ESG. O primeiro é o crescimento da receita; depois, a redução de
custos. Em terceiro, redução das intervenções regulatórias e legais. Em
quarto, vem o aumento de produtividade dos funcionários e, por fim,
adotar o ESG otimiza os ativos e investimentos.
Os jovens
brasileiros precisam se interessar pelo tema, com vistas ao seu futuro.
Algo que os moços americanos já fazem, por iniciativa de grandes
Universidades como Harvard. Embora ainda se prestigie a escola de Milton
Friedman, o padroeiro dos acionistas, há grande procura pelo novo
capitalismo. Espera-se que os empresários reconsiderem suas
responsabilidades sociais. As empresas devem exercer algum papel no
combate às mais assustadoras ameaças planetárias, dentre as quais o
aquecimento do planeta.
O assunto é o mais sério e o mais
abrangente. Para já, é procurar empregos verdes ou "enverdecer"
profissões tradicionais. Para adiante, comover a sociedade inteira a
adotar a agenda ESG e a perseguir a consecução dos ODS - Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável da ONU.
*José Renato Nalini é reitor da Uniregistral, docente do Programa de Pós-graduação da Uninove e autor de Ética Ambiental e outros livros
Maioria das tarifas impostas por Trump acabou, mas as contra a China continuam em vigor
The New York Times
Lembra quando as guerras comerciais de Donald Trump
eram notícia de primeira página? Nesta altura, as preocupações com a
política tarifária de Trump parecem quase estranhas: quem se importa se
um insurrecionista também é protecionista?
Mas algumas das tarifas impostas por Trump ainda estão em vigor, e na sexta-feira (9) a OMC (Organização Mundial do Comércio),
que deveria impor regras para o comércio global, declarou que a
justificativa oficial para essas tarifas –que são necessárias para
proteger a segurança nacional dos EUA– é ilegítima.
E o governo Biden, por sua vez, disse à OMC –em linguagem surpreendentemente direta– para dar um passeio.
Biden discursa durante cerimônia em Washington
- Brendan Smialowski - 8.dez.2022/AFP
Esse é um assunto muito importante, muito maior que as crises
tarifárias de Trump. O governo Biden se tornou notavelmente duro no
comércio, de maneiras que fazem sentido dada a situação do mundo, mas
também me deixam muito nervoso. Trump pode ter arfado e bufado, mas
Biden está silenciosamente mudando os fundamentos básicos da ordem
econômica mundial.
Desde 1948, o comércio entre as economias de mercado é regido pelo
Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT na sigla em inglês), que
estabelece certas regras básicas para... tarifas e comércio. Em 1994, o
GATT foi incorporado às regras da OMC.
O sistema GATT/OMC não impõe nenhum nível específico de tarifas. No
entanto, proíbe os países de imporem novas tarifas ou outras restrições
ao comércio internacional –na verdade, bloqueia os resultados de acordos
comerciais anteriores– exceto sob certas condições específicas. Uma
dessas condições, estabelecida no Artigo 21, diz que um país pode tomar
medidas "que considere necessárias para a proteção de seus interesses
essenciais de segurança".
Se isso soa impreciso, é porque é. E Trump claramente abusou do
privilégio, alegando que precisávamos de tarifas sobre aço e alumínio
para nos protegermos da grave ameaça das… importações do Canadá.
Acontece que as tarifas sobre os metais canadenses terminaram, assim
como a maioria das tarifas semelhantes na Europa (embora o acordo de lá
não chegue ao livre comércio total). Mas as tarifas para a China
continuam em vigor. Mais importante, o governo Biden declarou que a OMC
não tem jurisdição no assunto: cabe aos Estados Unidos determinar se
suas ações comerciais são necessárias para a segurança nacional, e uma
organização internacional não tem o direito de questionar essa
avaliação.
Espere, o quê? De acordo com a direita, Biden e companhia são globalistas, moles com a China e sem vontade de defender os EUA. Por que eles ficaram tão duros?
Parte da resposta é que os formuladores de políticas americanos estão
mais conscientes do que nunca das ameaças que os regimes autocráticos
podem representar para as democracias do mundo. A invasão da Ucrânia pela Rússia mostrou que os ditadores às vezes recorrem à força militar mesmo quando isso não faz sentido racional, e a tentativa de Vladimir Putin de punir a Europa cortando o fluxo de gás natural salienta o risco de chantagem econômica.
Entenda a guerra comercial entre EUA e China
A China não é a Rússia, mas também é uma autocracia (e parece
estar se tornando mais, e não menos, autocrática com o tempo). E o
governo Biden está tentando limitar a capacidade da China de causar
danos, com foco especial nos semicondutores, que desempenham um papel tão central no mundo moderno.
De um lado, os Estados Unidos agora estão subsidiando a produção
doméstica de semicondutores, visando reduzir a dependência da China
entre outros fornecedores. Ainda mais drasticamente, os EUA impuseram
novas regras destinadas a limitar o acesso da China à tecnologia
avançada de semicondutores –ou seja, estamos tentando deliberadamente
prejudicar a capacidade tecnológica chinesa. Isso é bastante draconiano;
você pode ver por que estou um pouco nervoso.
O problema é que é fácil imaginar a China apelando para a OMC,
argumentando que essas ações violam as regras do comércio internacional.
Mas os Estados Unidos já sinalizaram de antemão que isso não importa,
que consideram essas políticas fora da jurisdição da OMC.
Mas espere, tem mais. A maior conquista política do governo Biden até agora é a aprovação da Lei de Redução da Inflação, que apesar de seu nome trata basicamente do combate às mudanças climáticas.
Ela o faz principalmente subsidiando a energia limpa, o que é bom. Mas
os subsídios têm um forte aspecto nacionalista –por exemplo, créditos
fiscais para carros elétricos são restritos a veículos montados na
América do Norte.
Quase com certeza, esse nacionalismo econômico –que permite que os
ativistas climáticos apontem para todos os empregos criados pelos
subsídios à energia verde– foi essencial para a aprovação do projeto de
lei. Mas ele viola as regras comerciais? Não tenho certeza de como o
governo Biden defenderá essa política se for contestado, mas pode dizer
que proteger o meio ambiente é uma questão de segurança nacional.
Essa também pode ser a defesa oferecida para uma proposta de acordo
EUA-Europa para impor "tarifas baseadas no clima" sobre o aço chinês.
Mas se os Estados Unidos, que essencialmente criaram o sistema
comercial do pós-guerra, estão dispostos a burlar as regras para
perseguir seus objetivos estratégicos, isso não apresenta o risco de
fazer o protecionismo crescer mundialmente? Sim.
No entanto, acho que o governo Biden está fazendo a coisa certa. O
GATT é importante, mas não mais importante do que proteger a democracia e
salvar o planeta.
Errar no preparo desta receita agora é
coisa do passado! Confira aqui seis truques para preparar acertar sempre
que quiser comer uma omelete
Redação
12 dez2022
Omelete perfeita dicas
Foto: Shutterstock / Alto Astral
A omelete é um prato francês, que
ficou bastante popular no Brasil e no mundo. Graças a sua
versatilidade, ela é um sucesso. E não importa a ocasião, a receita cai
bem tanto no café da manhã, como no almoço e no jantar!
Originalmente,
a omelete leva ovos batidos, manteiga, pimenta-do-reino branca,
cebolinha e salsinha. Contudo, existem hoje diferentes versões que
incluem queijos, embutidos, legumes, entre outros ingredientes.
Mas mesmo sendo uma receita fácil, é possível errar bastante, viu? Então para você fazer uma omelete perfeita e deliciosa, separamos alguns truques infalíveis que vão te ajudar muito na hora do preparo. Confira o passo a passo:
1 - Tenha uma boa frigideira
É
necessário se atentar a panela que você vai usar na hora de preparar
sua omelete, pois isso será fundamental para que ela fique inteira. É
recomendável usar uma frigideira antiaderente, já que ela ajudará a moldar a mistura de ovos.
2 - A qualidade dos ovos
Use
de 2 a 3 ovos por pessoa na hora de preparar a omelete, pois isso
ajudará na saciedade e também na apresentação do prato. Além disso,
quebre os ovos em um recipiente e depois os tempere com sal e
pimenta-do-reino, mexendo suavemente até que os temperos sejam
incorporados.
3 - Use bastante manteiga
A manteiga é fundamental para se ter uma omelete perfeita, isso porque é ela que trará a gordura necessária para que a receita fique molhadinha e macia. Coloque bastante manteiga na frigideira e deixe derreter em fogo baixo, observando se ela não vai mudar de cor ou queimar.
4 - Cuidado ao mexer a mistura
Use
uma colher pequena e bata levemente os ovos e os temperos, apenas o
suficiente para que a gema e a clara se unam — evite usar garfo ou o
fouet. Para a omelete ficar perfeita, nesta etapa não se pode criar
espuma ou quebrar a liga da clara.
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5 - Como fritar a omelete?
Antes
de colocar os ovos, coloque a mão rente a frigideira, com cuidado para
não se queimar, e quando sentir um bafo quente vindo da mesma, ela está
pronta para ser usada. Em seguida, despeje a mistura na frigideira e
faça alguns movimentos circulares. Depois, acrescente as ervas e com a
ajuda de uma colher de pau, puxe os ovos já cozidos para a beirada e
deixe a mistura crua em contato com a frigideira para que ela cozinhe.
Por fim, volte a mexer a frigideira e repita o processo.
6 - Retire a omelete do fogo
Quando
perceber que a omelete está ficando consistente, pare de separar a
mistura. Caso seja necessário, ajuste o sal e a pimenta. Em seguida,
incline a frigideira e junte os ovos na borda da panela, aproveitando a
curva para moldá-la. Depois, retire ela do fogo e coloque em um prato.
Passe um pouco de manteiga por cima para deixá-la brilhante.
Nem todas as frutas são boas opções para serem congeladas; confira.
13 dez2022
Essas dicas vão te ajudar a congelar frutas em casa – Foto: Shutterstock
Foto: Guia da Cozinha
Congelar frutas facilita a sua vida no dia a dia e ainda te ajuda aevitar desperdícios.
Mas você sabe o porquê disso? Quando você prepara tudo direitinho e
guarda no congelador, preserva nutrientes e consegue conservar os
alimentos por mais tempo!
Como as frutas têm a
tendência de amadurecer muito rápido, a gente pode perdê-las se não
prestar atenção. Além disso, não fazemos compras todos os dias, né?
Então precisamos sempre encontrar formas de conservar os alimentos frescos para que eles não estraguem em um curto período de tempo.
Outro benefício de se congelar frutas é a praticidade.
Afinal, nos dias quentes, você já tem um ingrediente principal pronto
para receitas geladinhas. Seja para um sorvete, shake ou suco, fica tudo
bem mais fácil com uma polpa de fruta já preparada no congelador.
No entanto, é importante ter em mente que nem todas as frutas são boas opções para serem congeladas. Algumas não suportam baixas temperaturas, por exemplo, enquanto outras servem apenas para sucos após congeladas. É o caso das frutas formadas em grande parte por água.
Existem
preparos diferentes para frutas diferentes. Aqui, a gente te ensina 5
dicas para congelar frutas, todas elas de jeitos distintos. Afinal, são
tantas frutas que cada uma tem um modo especial para ser conservada!
Como congelar frutas do jeito certo? Confira dicas:
Essas dicas vão te ajudar a congelar frutas em casa – Foto: Shutterstock
Foto: Guia da Cozinha
Polpa de frutas
Existem frutas que são
facilmente congeladas quando transformadas em polpa. Ou seja, é
essencial bater! Não dá para guardar no congelador inteira nem em
pedaços. É o caso de cajá, goiaba e abacate, por
exemplo. Para as primeiras, basta bater com água no liquidificador e
passar por uma peneira. Já para o abacate, você pode passá-lo na peneira
com limão e congelar esse "creme".
Fruta inteira
Para ter ainda mais facilidade, não há prejuízo nenhum se congelarmos essas frutas inteiras! Ameixa, amora, caju, framboesa, morango e uva são
perfeitas para se ter no congelador. Você só vai precisar lavar e secar
ao natural antes de congelar. Ah, e quer ainda mais praticidade? A jabuticaba não precisa nem mesmo ser lavada antes de congelar. Pois é! Só não se esqueça de lavá-la quando for consumir depois.
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Em pedaços
Ainda é fácil, vai. Congelar frutas em pedaços pode ser uma mão na roda para quem quer preparar receitas fáceis em casa. Abacaxi e manga podem ser cortados e armazenados do congelador de imediato. Assim como a melancia, mas ela fica apenas para sucos. Enquanto isso, o melão precisa de um pouquinho de açúcar e a maçã, de limão, para o congelamento.
Cozidas
A pêra nacional
não pode ser congelada crua! Você vai precisar descascá-la, tirar as
sementes e cortá-la, levando para cozinhar rapidamente em calda. Outro
alimento que pode passar por esse processo antes do congelamento é o pinhão. Mas não é essencial cozinhá-lo com sal antes, viu? Dá para armazená-lo no freezer cru do mesmo jeito.
Casos específicos
Já pensou em como congelar coco? Pois é, para isso é preciso ralá-lo ou cortá-lo em pedaços antes de congelá-lo in natura. Já no caso do maracujá, por exemplo, retire a polpa e as sementes da casca e ele estará pronto para ser conservado.
Enquanto isso, a banana
é versátil! Ela pode ser congelada inteira, em pedaços, rodelas e até
mesmo em purê. Dá para fazer um pré-congelamento, deixando-a no
congelador por algumas horas em um recipiente aberto antes de guardá-la
de fato em saquinhos ou potes herméticos. Não é essencial, mas ajuda a
não deixar tudo grudadinho no freezer.
Num cenário autoritário, a dívida pública tende a ser menor em função de que os políticos não passam pelo crivo dos eleitores e não se preocupam em oferecer benesses aos mesmos. Já num cenário democrático, a dívida pública tende a ser maior devido à expansão de direitos aos eleitores.
Mulheres empreendedoras do agronegócio estão transformando as etapas de produção dos alimentos do campo à mesa. Desde a implementação de hortas hidropônicas até o uso de tecnologia para conectar pequenos produtores aos supermercados, startups atuam no combate à fome, ao desperdício de comida e à má distribuição de alimentos no Brasil.
Hoje
cerca de 33 milhões de pessoas não têm o que comer no Brasil, de acordo
com a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar
(Rede Penssan). No Norte e Nordeste, quatro em cada dez famílias
relataram redução parcial ou severa no consumo de alimentos.
“É
a questão do propósito que a gente opera: atenuar problemas reais de
formas reais”, diz Liliane Vicente dos Santos, uma das fundadoras da
Amitis, criada em julho de 2021. A jovem de 25 anos, estudante de
administração da Universidade Federal de Alagoas, viu em um projeto
universitário o potencial para combater a má distribuição de alimentos.
O negócio alagoano busca implementar hortas hidropônicas em meios urbanos e desenvolver redes de microagricultorespara democratizar o acesso a alimentos saudáveis
e contribuir para a geração de renda. A empresa quer formar o primeiro
centro de distribuição com a instalação de cinco hortas em Alagoas e uma
outra que já está em funcionamento.
Liliane Vicente, Allana Christine e Lilian Vicente são as fundadoras da Amitis, startup de hortas hidropônicas Foto: Marina Pascoalino
A Amitis trabalha com dois modelos de horta: um para produção maior, a Amitis Farm,
cujo custo de implementação é de R$ 4.975; e a Amitis Home, uma horta
menor para produção de temperos dentro de casa, que tem o custo de R$
218. Para baratear a implementação do modelo de cultivo, uma unidade da
horta hidropônica reutiliza 448 unidades de garrafas PET e economiza até
1.344 litros de água por mês.
Com o slogan de ‘plantamos
sementes, colhemos sonhos’, a cada quatro hortas vendidas, uma completa é
doada pela Amitis para uma pessoa em situação de vulnerabilidade
social. Para o próximo ano, a empresa já conta com a expansão dos
serviços para o Paraná.
É a dinamização da
economia local com a geração de renda para o pequeno produtor e a oferta
de alimentos saudáveis para a população urbana, destaca o pesquisador
da Embrapa Alimentos e Territórios Gustavo Porpino. “Esses negócios de
empreendedorismo de impacto social cresceram muito durante a pandemia
para para conectar melhor os elos da cadeia produtiva”, ressalta.
Para
ele, é preciso implementar políticas públicas multisetoriais com
participação da sociedade civil para combater o problema da insegurança
alimentar. “Políticas públicas devem ser de Estado, ou seja, permanentes
e passadas de um governo para o outro. Percebemos que não há uma boa
integração entre os diferentes níveis de governo do Brasil (federal,
estadual e municipal), isso diz respeito à governança do sistema
alimentar e que também afeta a capacidade do Brasil de enfrentar a
insegurança alimentar”, afirma Porpino.
”High tech e high touch”
Depois
de pedir demissão de um cargo elevado em uma empresa do terceiro setor,
Priscilla Veras decidiu que queria empreender. Em 2019, junto com a
sócia, Laís Xavier, ela fundou a Muda Meu Mundo, uma
plataforma que conecta produtores e agricultores familiares a redes de
supermercados e atua em 90 cidades. “O que resolve o problema do
produtor é a constância do processo de comercialização.”
E os
números comprovam. Só em 2020, a empresa cearense cresceu 450%, se
comparado ao ano de 2019 (durante a pandemia os pequenos produtores
perderam os principais pontos de comercialização). “Eles não podiam sair
para fazer feira, não tinham mais os programas de compra pública que
levam os alimentos para escolas e hospitais públicos, eles ficaram sem
nenhuma alternativa para escoar a produção.”
Priscilla Veras e Laís Xavier, da Muda Meu Mundo Foto: Fernando Souza
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Nos últimos anos, o Alimenta Brasil,
antigo PAA (Programa de Aquisição de Alimentos), a principal política
pública que incentiva a agricultura familiar no País, teve o orçamento
reduzido. Para 2023, está previsto um corte de 97% de investimentos
destinados ao programa no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), de
acordo com a Consultoria de Orçamentos do Senado.
“Buscamos olhar para todas as dores do pequeno agricultor”, ressalta Veras. E a fome é outra delas. Segundo a Rede Penssan,
cerca de 38% dos lares de agricultores familiares e pequenos produtores
rurais convivem diariamente com as formas mais severas de insegurança
alimentar.
Em busca de mudar esse panorama, com uma equipe de 21
pessoas, divididas em duas áreas, operação e tecnologia, a Muda Meu
Mundo desenvolve uma conexão rápida entre o pequeno produtor e grandes
redes de supermercados. “A gente encontra o ‘match’ (combinação)
perfeito entre o que o produtor tem disponível, a precificação, a
qualidade e a localização dele e o que o supermercado precisa com
qualidade e precificação.”
No início de 2022, a empresa contava
com 100 produtores, hoje, são 600 cadastrados. E só neste ano, foram
cerca de R$ 2 milhões de reais em venda direta do produtor.
A Muda
Meu Mundo atua em cerca de 90 cidades no País, nos Estados do Ceará,
São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro. Ao todo, cerca de 50
marcas de supermercados e startups são clientes da empresa cearense.
Além disso, o negócio conta com monitoramento de indicadores ESG
(ambiental, social e de governança) para levar mais transparência aos
supermercados e aos consumidores finais.
Sem centro de
distribuição e nem estoque, a Muda Meu Mundo tem parceiros de logística
para atuar na distribuição. “O produto sai da casa do agricultor e vai
para o supermercado sem nenhum intermediário. É uma relação direta entre
as duas pontas”, afirma Veras.
Além da logística, a Muda Meu
Mundo disponibiliza aplicativo com aulas e orientações para pequenos
agricultores, assistência técnica, tradução da ficha técnica de
supermercados, emissão de nota fiscal, adiantamento de recebíveis e
microcrédito.
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Para
explicar o crescimento do negócio, Priscilla Veras destaca: a empresa é
um negócio “high tech e high touch” – alta tecnologia e alta
sensibilidade. “Conseguimos ser humanizado o suficiente para engajar um
produtor simples, mas tecnológico o suficiente para que a gente só tenha
duas pessoas comercializando – o produtor e o supermercado”, diz.
Como principal ferramenta de comunicação, a empresa utiliza o WhatsApp
para captar os dados dos alimentos do produtor e o e-mail para as
informações do supermercado e a plataforma da Muda Meu Mundo processa
todos os dados. “É a robustez do nosso sistema que leva simplicidade
para as duas pontas”, finaliza.
Prestes a completar 1 ano de idade, seu filho já
está mais do que pronto para comer a mesma comida da família - desde
que, obviamente, esteja disponível em tamanhos adequados para evitar
engasgos, contenha os nutrientes adequados para a criança e não tenha
muito sal.
Foto: BabyHome
É fundamental colocar os alimentos separados no prato, para que
a criança aprenda a reconhecer os diferentes sabores e fique
interessada no colorido da comida. Uma atitude que deve ser evitada é
preparar pratos muito repetitivos ou repeti-los por mais de dois dias.
Se
você tem dúvidas sobre os tipos e as quantidades de alimentos, saiba
que a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda a proporção de
medidas de colher (sopa) de 3:1:1:1, com sugestões de variações.
Funciona assim:
3 colheres (sopa) de cereais ou tubérculos: arroz, milho, macarrão, batata, mandioca, cará, inhame.
1 colher (sopa) de leguminosas: feijão, soja, lentilha, ervilha, grão-de-bico.
1 colher (sopa) de hortaliças: legumes (cenoura, chuchu, beterraba, abóbora, vagem) e verduras (agrião, alface, espinafre, acelga, almeirão).
Uma
maneira interessante de incentivar seu filho a experimentar novos
sabores é colocá-lo para comer na companhia de outras crianças da mesma
faixa etária, ou de uma idade próxima, caso ele ainda não frequente a
escola. Ah, não se esqueça de fazer a higiene bucal adequada na criança a
cada refeição.