O meu blog é HOLÍSTICO, ou seja, está aberto a todo tipo de publicação (desde que seja interessante, útil para os leitores). Além disso, trata de divulgar meu trabalho como economista, escritor e compositor. Assim, tem postagens sobre saúde, religião, psicologia, ecologia, astronomia, filosofia, política, sexualidade, economia, música (tanto minhas composições quanto um player que toca músicas de primeira qualidade), comportamento, educação, nutrição, esportes: bom p/ redação Enem
Manter
o coração saudável é uma preocupação primordial para todos nós, mas
isso nem sempre é uma tarefa fácil de fazer. Apesar de termos uma maior
compreensão dos perigos da doença cardíaca, essa enfermidade
ainda continua sendo a maior causa de morte no mundo ocidental, sendo
responsável por uma em cada quatro mortes de adultos no Brasil a cada
ano. Por esta razão, os cientistas continuam procurando novas formas de
tratar e prevenir esse problema. Alguns desses estudos chegaram à
conclusão de que a chave para a prevenção desse mal pode ser
encontrada na cozinha, não no armário de medicamentos. E agora,
uma pesquisa recente sugeriu que uma super fruta vermelhinha pode
prevenir e até mesmo ajudar a reverter a taxa de ácidos graxos
acumulados nas artérias, uma causa comum de ataques cardíacos e
derrames. Veja como a romã pode ser a sua nova melhor defesa contra doenças cardíacas.
As artérias são vasos
sanguíneos que transportam o sangue do coração para outras partes do
corpo, como parte do sistema circulatório. Elas são vitais para
sustentar a vida, e o corpo humano não pode funcionar se elas não
estiverem em boas condições. No entanto, ao longo do tempo, nossas
artérias podem ficar obstruídas com o colesterol, gordura e outros
materiais que começam a revestir as paredes dos vasos.
Quando esta camada de material
torna-se mais espessa, também começa a endurecer. Esta combinação torna
as artérias mais estreitas, o que significa que o sangue não pode passar
tão facilmente como antes. Essa situação acaba colocando mais estresse
sobre o coração, que tem que bombear com bastante dificuldade e se
esforçar mais para que o sangue passe corretamente. Se você não fizer um
tratamento, esses bloqueios podem fechar as artérias, causando um
ataque cardíaco.
Como a Romã Pode Ajudar?
Estudos recentes têm sugerido
que romãs têm uma capacidade notável de reduzir o espessamento
progressivo das artérias coronárias causada por esses ácidos
graxos. Vamos dar uma olhada nos resultados, bem como alguns outros
benefícios desta super fruta!
A
romã é uma das frutas mais antigas e conhecidas no mundo e está
presente em obras literárias de muitas culturas e religiões dos nossos
ancestrais. É uma fruta vermelha, com uma casca exterior dura e
contém uma série de sementes vermelhas que podem ser comidas in natura
ou transformadas em suco ou xarope. Elas têm uma vida útil longa e
podem durar até dois meses na geladeira, se estiverem embaladas
corretamente, mas o mais importante de tudo é que as romãs são
absolutamente ricas em nutrientes. As romãs foram reverenciadas por
muitas culturas como um símbolo de saúde, fertilidade e vida e, nos dias
de hoje, as pesquisas sugerem que essa reputação é bem merecida!
Estudos de laboratórios
analisaram ratinhos geneticamente propensos a bloqueios das artérias e
que receberam o sumo da romã na sua água, durante um período de duas
semanas. Embora eles descobriram inicialmente que o tratamento aumentou
os níveis de colesterol, associado com a obstrução da artéria, foi
também visivelmente reduzido o tamanho dos bloqueios nocivos do seio
aórtico. O seio aórtico é uma abertura acima da válvula da aorta, que
permite a saída de sangue do coração. A pesquisa também mostrou uma
significativa redução do número de artérias coronárias, que tinham
acumulado as placas e os bloqueios que causam problemas cardíacos.
Ao
usar tecnologia para melhorar processos e automatizar análise de dados,
profissional de saúde tem mais tempo para estar mais próximo do
paciente; startup Cloudia ajuda com assistente virtual inteligente
Maure Pessanha
21 de maio de 2020 | 13h15
No livro Inteligência Artificial, o ex-presidente da Google China, Kai-Fu Lee – um dos maiores especialistas globais em inovação tecnológica
–, descreve como o diagnóstico de um câncer em estágio avançado, em
2013, o guiou em uma jornada de profundo questionamento sobre a “ética
quase fanática” que norteava a própria relação com o trabalho, pensou sobre o legado que deixaria e os rumos da inteligência artificial em um futuro próximo.
Nessa reflexão, ele se perguntou sobre como a tecnologia poderia ser utilizada para resolver alguns dos maiores problemas sociais: a desigualdade, a miséria e a dificuldade de acesso equânime à educação
de qualidade. As epifanias desencadeadas com esse confronto pessoal
trouxeram novas percepções de como os seres humanos podem coexistir com
os avanços tecnológicos, como a aplicação da IA na saúde, por exemplo, pode levar o setor a um outro patamar.
Um
dos indícios desse potencial está expresso nos resultados da pesquisa
conduzida pelo MIT Technology Review Insights em parceria com GE
Healthcare – com mais de 900 profissionais de instituições de
assistência médica dos Estados Unidos e Reino Unido. O levantamento The AI effect: How artificial intelligence is making health care more human
(O efeito IA: como a inteligência artificial está fazendo os cuidados
com a saúde serem mais humanos, em livre tradução) aponta que a
inteligência artificial está tornando os cuidados de saúde mais humanos à
medida que os profissionais da área estão usando a tecnologia para
melhorar processos, além de automatizar a análise de dados e o
aprimoramento de diagnósticos e do fluxo hospitalar.
Entre
os entrevistados, a maioria afirmou que, por ter um gerenciamento de
cronograma otimizado por essa tecnologia, sobra mais tempo do dia para
se tornar um profissional mais eficiente, as máquinas criam
oportunidades para desenvolver um trabalho mais próximo do paciente.
Felipe Miranda Costa, presidente da Cloudia. Foto: Marco Torelli
Diante da pandemia do novo coronavírus,
que atinge de maneira desigual e devastadora a população de menor
renda, como a inteligência artificial pode ser um instrumento acessível
de apoio ao combate à disseminação da doença? Uma das empresas que têm
respondido ao desafio ao apoiar organizações com essa tecnologia é a Cloudia, que tem oferecido apoio gratuito a ONGs e entidades médicas filantrópicas.
Na prática, a healthtech desenvolveu uma assistente virtual inteligente – um chatbot
– para consultórios, clínicas e hospitais. A ferramenta automatiza o
atendimento a pacientes (para marcar consultas, tirar dúvidas e enviar
lembretes). Em tempos de pandemia, o negócio disponibilizou um chat que
esclarece dúvidas da população sobre o novo coronavírus, baseado nas
informações oficiais fornecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Um
conteúdo adicional da Cloudia compartilha dicas sobre o que fazer na
quarentena com materiais gratuitos sobre cursos, séries de exercícios
físicos, receitas, brincadeiras para fazer com as crianças, meditação, orientações sobre onde buscar ajuda psicológica, entre outros. Liderado por Felipe Miranda Costa, a empresa é uma das parceiras das startups Colab e Epitrack na iniciativa Brasil sem Corona,
movimento criado para diminuir a disseminação da covid-19 nas cidades,
mapeando os casos e as regiões com maior risco de surtos.
Para
finalizar, remonto, novamente, a Kai-Fu Lee: “Apesar de todo o poder do
mercado privado e das boas intenções dos empreendedores sociais, muitas
pessoas ainda vão cair pelas rachaduras. Não precisamos procurar além da
enorme desigualdade e da pobreza indigentes em grande parte do mundo de
hoje para reconhecer que os mercados e os imperativos morais não são
suficientes”.
No momento em que vivemos, é preciso que os governos sejam ágeis e impulsionem inovações – como a telemedicina –, colocando as reais necessidades da sociedade em primeiro lugar.
Receba no seu e-mail as principais notícias do dia sobre o coronavírus. Clique aqui.
*
Maure Pessanha é empreendedora e diretora-executiva da Artemisia,
organização pioneira no fomento e na disseminação de negócios de impacto
social no Brasil.
Com as temperaturas diminuindo em várias partes do país, nada melhor do que um prato quentinho, certo?Confira então a deliciosa receita de caldo de tomate com manjericão, sopa debrócoliscom creme de curry e outras que escolhemos para você!
Abuso sexual de meninos ainda é tabu; em
2014, 13 meninos foram abusados por dia no Brasil, segundo Disque
Denúncia. Foto: Thinkstock
Rafael
estava brincando no fliperama com um primo quando sentiu um homem
estranho se aproximar demais. O menino ficou incomodado – o desconhecido
estava com o pênis ereto e o esfregou nele. Rafael empurrou o primo
para o lado e saiu – tinha 10 anos.
Marcelo* costumava ficar sob supervisão
da vizinha quando a mãe não tinha com quem deixá-lo. Ele tinha 11 anos,
mas ela insistia em lhe dar banhos que duravam mais do que o normal. O
menino achava esquisito.
João Vitor* sempre brincava de “lutinha”
com o pai. Depois de um tempo, porém, começou a perceber que a
brincadeira tinha alguns toques por baixo do shorts que ele não gostava.
Depois de muito tempo sendo abusado e
ameaçado pelo vizinho da família, Daniel* teve problemas de saúde e
precisou recorrer à mãe. Ele foi para o hospital e, aos 12 anos, se
descobriu com uma DST (doença sexualmente transmissível).
A BBC Brasil decidiu abordar o tema do
assédio e violência sexual contra meninos após pedido de leitores em
mídias sociais. “Vamos falar também das vítimas masculinas?”, pediu um
internauta no Facebook em discussões sobre a repercussão da campanha
criada sob a hastag #primeiroassedio.
Em meio aos milhares de depoimentos de
mulheres, em número bem menor, homens também revelaram episódios de
assédio e violência sofridos no passado como os reunidos pela reportagem
da BBC Brasil. Em outros casos, mulheres revelaram a violência sofrida
por homens próximos. “Namorei um cara que tinha sido abusado sexualmente
quando criança e vi o quanto isso tinha transformado ele”, disse.
Proporção semelhante se encontra nos
dados oficiais, que mostram um número bem inferior de vítimas
masculinas. Mas essa é apenas uma das razões pelas quais o tema ganha
menos espaço.
Segundo especialistas ouvidos pela BBC
Brasil, há uma tendência a se subestimar o problema da violência sexual
contra meninos pelo fato de o tema ser visto como um grande tabu na
sociedade.
Especialistas ressaltam a importância de
campanhas para quebrar o tabu sobre o abuso sexual de meninos e meninas.
Foto: Thinkstock
“É algo que precisa realmente ser mais
investigado. Nas pesquisas sobre o abuso sexual de meninos, eles notam
que esses casos são mais subnotificados ainda do que o de meninas”,
disse à BBC Brasil Flávio Debique, gerente técnico de proteção infantil
da ONG Plan International Brasil, que lida com direitos das crianças.
“Essa dificuldade de falar sobre esse
tema tem a ver com nossa cultura machista e patriarcal de considerar que
isso para os meninos significaria a ‘perda’ de sua condição de homem.”
Um estudo feito nos Estados Unidos
revelou recentemente que um em cada seis homens sofreu algum tipo de
abuso antes dos 16 anos no país. No Brasil, há poucos dados sobre o
assunto; mas o Disque Denúncia (o Disque 100, serviço nacional de
denúncia de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes)
registrou em 2014 uma média diária de 13 denúncias de abusos de meninos.
O número ainda representa menos de 30% dos casos com meninas, mas de acordo com especialistas, também é alarmante.
“O número de meninos abusados é bastante
subnotificado, e isso se deve à nossa cultura. O caso de meninos
assediados não vem à tona por conta do constrangimento em assumir que
eles passaram por isso”, disse à BBC Irene Pires Antonio, psicóloga
judiciária da Coordenadoria da Infância e Juventude do Tribunal de
Justiça do Estado de São Paulo.
Desde 2012, Irene atende meninos e
meninas que passaram por experiências de abuso sexual. “Tanto os meninos
quanto as meninas têm bastante dificuldade de falar sobre isso. Mas os
meninos chegam aqui muito mais constrangidos, apreensivos. Vivemos em
uma cultura que ‘homem não chora’ e ‘sabe se defender sozinho’. Admitir
uma fraqueza é difícil.”
Em 2014, foram 22.450 denúncias feitas
de abuso sexual de crianças e adolescentes – uma média de 61,5 por dia.
Dessas, 17.630 fora abusos envolvendo meninas e 4.820 envolvendo
meninos.
Fazer a denúncia já é, segundo
especialistas, uma experiência traumática para crianças de ambos os
sexos. Mas no caso dos meninos, o processo é ainda mais complexo.
Enquanto meninas que sofrem crimes sexuais recorrem à Delegacia da
Mulher (delegacia especializada para tratar casos de violência contra a
mulher), os meninos precisam ir a delegacias comuns para relatar os
casos de abuso.
Dos 71 casos de abuso infantil que chegaram
ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo desde 2012, 73% eram de
meninas e 27% eram de meninos; entre os abusadores, 97% eram pessoas
conhecidas, 0,4% eram mulheres. Foto: Thinkstock
“O mesmo delegado que está ali ouvindo o
caso de roubo, de assassinato, é o que vai ouvir o caso de abuso do
menino”, explicou Irene.
Em algumas cidades, existem Ambulatórios
de Atendimento para Violência Sexual Contra a Mulher, mas quando a
vítima é um menino, não há local específico para que ele possa fazer
esse atendimento.
“Não existe Ambulatório de Violência
Sexual, existe um Ambulatório de Violência Sexual contra a Mulher. Lá,
são apenas ginecologistas atendendo. São macas ginecológicas. O lugar
não é preparado para receber meninos. Ele vai entrar em um ambiente
exclusivamente feminino”, disse Irene.
“É muito possível que os meninos tenham
mais dificuldade pra enfrentar isso porque a própria sociedade não está
pronta para receber os casos.”
Alguns Estados implementaram um esquema
para reduzir o constrangimento da criança ao denunciar uma situação de
abuso ou violência sexual.
Antes disso, o procedimento padrão no
tratamento de casos de abuso infantil previa que a criança ou
adolescente tivesse de repetir várias vezes sua história, passando pelo
delegado, IML (Instituto Médico Legal, onde se faz o exame de corpo de
delito para detectar as provas do abuso), juiz, etc.
Mas o “Depoimento Especial” mudou isso,
segundo Irene. “Antes, a criança tinha que falar sobre o abuso na frente
do juiz, sozinha. Hoje, nesse método, ela precisa contar o que sofreu
apenas 2 vezes e o depoimento é feito para a psicóloga, com o juiz
assistindo fora da sala. O que melhorou bastante, porque antes era um
constrangimento muito grande”, diz ela.
“Nós fazemos um atendimento psicológico
com essa criança e com a família dela, procuramos descobrir de onde veio
o abuso, qual é a situação atual e tratar esse problema.”
Na raiz da dificuldade de um menino para
relatar casos em que sofreram assédio ou abuso está o temor do
preconceito que pode surgir quanto a sua orientação sexual, segundo os
especialistas.
“A ‘pior’ condenação que um menino pode
ter na sociedade machista em que vivemos é ser gay”, explica Flávio
Debique. “Aqui o homem precisa ser macho. Então se ele for abusado por
uma mulher e reclamar disso, será ‘tachado’ de gay, e se for abusado por
um homem e denunciar, também pode ser considerado gay.”
Casos de abuso de meninos acontecem em times
de futebol, por exemplo; segundo psicóloga,
são ocorrências em que o
menino acaba ‘seduzido’ quando se encontra em uma
situação vulnerável.
Foto: Thinkstock
“Se a mulher aborda um homem, ainda que ele seja criança ou adolescente, espera-se que ele esteja pronto para isso.”
Para Debique, a “cultura machista é a
grande vilã” na maior parte dos casos de assédio ou abuso sexual de
crianças, porque é ela que estabelece o “poder” do homem com relação à
mulher e que determina que o homem não pode assumir a condição de
vítima, ele precisa ser “durão”.
A psicóloga do Tribunal de Justiça de
São Paulo, no entanto, destaca um outro elemento na questão também
cercado por um tabu: o papel muitas vezes ativo de mulheres como autoras
da violência.
“Os cuidados maternais podem encobrir
muita coisa, por exemplo. A mulher fica com o papel de dar banho, de
levar ao banheiro. E às vezes o abuso acontece aí, seja pela mãe ou por
uma conhecida que está tomando conta da criança”, disse Irene,
acrescentando, no entanto, que o número de casos é muito pequeno: 0,4%
do total de casos que chegaram ao tribunal.
Segundo Debique, uma das soluções para a
questão seria a de dar mais peso ao ensino de igualdade de gênero.
“Tudo começa na forma como a gente assume o que é ser homem e o que é
ser mulher, a desvantagem que as meninas têm, e as aparentes vantagens
que os homens têm. As desigualdades de gênero afetam as pessoas de
maneira diferente, mas todos saem perdendo.”
Irene aponta também a importância de
falar mais sobre o abuso sexual de meninos e meninas. Campanhas de
prevenção e conscientização ajudam a chamar a atenção para o caso. “Toda
vez que começa uma campanha ou que sai uma matéria sobre isso no
jornal, aumenta muito o número de denúncias. Isso prova a importância de
falar sobre o tema e acabar com o tabu”, concluiu.
Nos
altos e baixos da vida, todos nós temos aqueles momentos em que
precisamos parar, descansar da jornada e refletirmos um pouco sobre quem
somos, o que queremos e o sentido disso tudo. Nessas horas, é sempre
bom ter como inspiração algumas frases e pensamentos como os que
oferecemos a seguir. Confira.
Lao-Tsé era um filósofo e poeta da China antiga, mais conhecido por ser o renomado autor do Tao Te Ching
e fundador do taoismo filosófico, além de ser venerado como divindade
em religiões tradicionais chinesas. Uma figura lendária, sua obras
são datadas em torno do século 6 a.C . e acredita-se que foi um
contemporâneo de Confúcio. Aqui estão algumas das melhores frases do pensador, para um momento de reflexão.