Bruno Boghossian
Jornalista, foi repórter da Sucursal de Brasília. É mestre em ciência política pela Universidade Columbia (EUA).
O meu blog é HOLÍSTICO, ou seja, está aberto a todo tipo de publicação (desde que seja interessante, útil para os leitores). Além disso, trata de divulgar meu trabalho como economista, escritor e compositor. Assim, tem postagens sobre saúde, religião, psicologia, ecologia, astronomia, filosofia, política, sexualidade, economia, música (tanto minhas composições quanto um player que toca músicas de primeira qualidade), comportamento, educação, nutrição, esportes: bom p/ redação Enem
B
Fica difícil resistir a um biscoito de polvilho, né? Principalmente por ser crocante e levinho, essa é uma ótima opção para se deliciar no café da tarde ou em qualquer ocasião. E o melhor de tudo: por ser caseiro, ele fica muito mais gostoso!
Essa também é uma opção ideal para quem quer uma receita que renda bastante, afinal de contas, o biscoito de polvilho especial rende até 70 unidades dessa maravilha. Então, confira a receita do Guia da Cozinha:
Tempo: 1h30
Rendimento: 70 unidades
Dificuldade: fácil
Em primeiro lugar, coloque todos ingredientes em uma tigela — exceto o coco — e misture bem até formar uma massa homogênea. Modele rolinhos de massa e passe no coco. Em seguida, coloque em assadeira untada, um ao lado do outro, e leve ao forno médio, preaquecido, por 25 minutos ou até dourar levemente. Por fim, retire do forno, deixe esfriar e sirva em seguida ou conserve em um pote hermeticamente fechado.
Uma receita que é deliciosa do começo ao fim! Aprenda a preparar uma paçoca recheada com leite em pó, é superfácil de fazer!
Tempo: 50min (+30min de geladeira)
Rendimento: 15 unidades
Dificuldade: fácil
Em uma vasilha, misture o amendoim, o biscoito, o açúcar e o sal. Acrescente a manteiga e misture até ficar homogêneo. Despeje o leite condensado dissolvido na água, em fio, mexendo até obter uma massa homogênea. Unte uma fôrma de 22cm x 30cm e coloque metade da massa, alisando com as mãos. Em uma vasilha, misture o leite em pó, o açúcar e manteiga. Despeje o leite, aos poucos, mexendo até homogeneizar. Espalhe na fôrma alisando com uma espátula. Cubra com o restante da paçoca, alisando. Leve à geladeira por 30 minutos, corte em quadrados e sirva.
(Bloomberg) -- O Japão exigirá que as empresas divulguem a diferença salarial entre homens e mulheres, disse o Nikkei, como parte dos esforços para reduzir uma das maiores disparidades salariais de gênero entre os países ricos.
A medida, parte da plataforma de “novo capitalismo” do primeiro-ministro Fumio Kishida, pode entrar em vigor já este ano, segundo o jornal. A regra será aplicada a empresas com mais de 300 funcionários, independentemente de estarem listadas.
As mulheres japonesas ganham apenas 77,5% do que os homens recebem, muito abaixo da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico de 88,4%. Os apelos do governo para que mais mulheres ocupem cargos de liderança corporativa e política não têm mostrado efeito.
A regra sobre a divulgação da diferença salarial deve ser discutida por um painel do Ministério do Trabalho, disse o Nikkei. Os empregadores não terão que dizer quanto seus trabalhadores ganham, apenas a diferença entre homens e mulheres. Espera-se que mais de 10.000 empresas não listadas sejam obrigadas a fornecer os dados.
As empresas que afirmam existir uma razão válida para diferenças salariais precisarão expor a explicação em seu site ou por outros meios.
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©2022 Bloomberg L.P.
Na hora do café da tarde sempre bate aquela vontade de comer algo delicioso, não é? Se está cansado de bolos e pães, que tal inovar com um biscoito de queijo delicioso? A receita é supersimples e rende muito.
Ou seja, ótima para servir para toda a família, receber amigos e até mesmo vender e conseguir uma graninha extra. Isso que é receita boa, não acha? Veja como fazer!
Tempo: 50min
Rendimento: 40 unidades
Dificuldade: fácil
Em uma tigela, misture o polvilho com a margarina. Junte os ovos, o óleo, o leite, o fermento e a água, mexendo a cada adição. Coloque o sal, o queijo e misture. Modele os biscoitinhos formando bolinhas e apertando com um garfo. Coloque em uma forma e leve ao forno médio, preaquecido, por 20 minutos ou até que esteja assado e levemente dourado. Retire do forno e sirva em seguida.
COLABORAÇÃO: Mirian Soro
Pesquisadores do Cedar-Sinai Medical Center, nos Estados Unidos, afirmam que médicos deveriam prescrever o uso regular de vibradores para suas pacientes mulheres. Em artigo publicado recentemente na revista The Journal of Urology, a equipe concluiu que a prática comprovadamente traz benefícios médicos, como melhora na saúde do assoalho pélvico, redução da dor vulvar e melhorias na saúde.
Diversas pesquisas já haviam indicado os impactos positivos da masturbação feminina frequente na saúde física e mental. Entretanto, haviam poucas informações sobre o uso de vibradores como auxílio à masturbação e se eles têm impactos positivos na saúde. para averiguar essa questão, eles revisaram bancos de dados de estudos sobre o assunto. Foram encontrados 558 artigos, mas apenas 21 foram incluídos no estudo por se adequarem em todos os critérios estabelecidos pelos pesquisadores.
Em sua análise, os pesquisadores encontraram evidências de uma série de benefícios do uso regular do vibrador, incluindo melhora na saúde do assoalho pélvico, redução da dor vulvar e melhorias na saúde sexual geral. Eles também encontraram casos de uso regular de vibradores levando a melhorias na incontinência urinária, juntamente com aumento da força muscular do assoalho pélvico.
De acordo com a equipe, liderada pela pesquisadora Alexandra Dubinskaya, usar vibrador durante a masturbação reduz o tempo que uma mulher leva para atingir o orgasmo e também ajuda a alcançar orgasmos múltiplos, o que contribui para a redução do estresse e melhora na saúde sexual geral, segundo informações de outros estudos.
Diante disso, os pesquisadores concluem que os vibradores podem e devem ser considerados dispositivos terapêuticos, não apenas brinquedos sexuais. Eles sugerem que é hora de especialistas em medicina pélvica feminina, cirurgia reconstrutiva e até mesmo médicos em geral começarem a prescrever vibradores para suas pacientes.
Jornalista, foi repórter da Sucursal de Brasília. É mestre em ciência política pela Universidade Columbia (EUA).
Jair Bolsonaro pegou carona na operação policial que terminou com 25 mortos no Rio. Nas redes, o presidente deu parabéns aos agentes, reclamou da imprensa e dedicou quatro palavras pálidas à inocente que morreu baleada na ação. Foi mais energia do que ele gastou em todo o mandato para desenvolver uma política de segurança para o país.
O capitão vendeu na última eleição a ideia de que teria uma solução mágica para a violência. Entregou um número de ilusionismo que tinha como pontos centrais a liberação de armas e o incentivo à matança. Além de não resolver o problema, o presidente enterrou o debate sobre segurança pública no Brasil.
Era impossível esperar algo diferente. Quando era deputado, Bolsonaro não aprovou nenhum projeto na área de segurança. Em busca de holofotes, usou seus mandatos a favor da barbárie. Em 2014, ele disse que "a única coisa boa do Maranhão é o presídio de Pedrinhas", em referência à penitenciária que registrou uma onda de decapitações.
O presidente preferiu fazer propaganda de uma falsa relação entre a ampliação do acesso a armas de fogo e a redução da violência. Também tentou emplacar, sem sucesso, o excludente de ilicitude —que ele chamava na campanha de "carta branca para policial matar".
Não é surpresa que essa plataforma tenha se tornado a retórica eleitoral dominante no país. Depois da operação na Vila Cruzeiro, o governador do Rio descreveu a ação como uma "demonstração de força". No início do mês, o governador de São Paulo foi atrás de votos da direita e declarou que "bandido que levantar arma vai levar bala da polícia". Os dois são candidatos à reeleição.
(Bloomberg) -- A economia dos EUA precisa de intervenções do lado da oferta, em vez de aumentos de juros que não conseguirão controlar a inflação, disse o economista ganhador do Prêmio Nobel Joseph Stiglitz.
“Aumentar juros não vai resolver o problema da inflação”, disse o professor da Columbia University a Lisa Abramovicz e Tom Keene da Bloomberg Television no Fórum Econômico Mundial em Davos. “Não vai criar mais comida. Vai tornar as coisas mais difíceis porque você não vai conseguir fazer os investimentos.”
Dentro de alguns dias o Fed divulgará a ata de suas últimas deliberações de política monetária, potencialmente lançando mais luz sobre o aperto cada vez mais agressivo que incluiu um aumento de meio ponto percentual no início deste mês. Stiglitz ofereceu uma abordagem alternativa.
“O que você faz são intervenções do lado da oferta”, disse. “Uma das coisas que o presidente Biden tentou fazer é oferecer mais creche e isso significaria mais mulheres na força de trabalho, o que liberaria uma das restrições – a oferta de trabalho”.
O economista insistiu que a produção de alimentos deve ser uma prioridade também, tanto nos EUA quanto no mundo.
“Costumávamos ter excedentes de alimentos nos Estados Unidos – podemos recuperá-los”, disse. “Pelo menos tentar fazer tudo o que pudermos globalmente para aumentar a oferta fará mais para lidar com o problema do que causar uma depressão.”
Ele acrescentou que “matar a economia através do aumento de juros não vai resolver a inflação em nenhum prazo”.
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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 206/2019, que propõe cobrar mensalidade em universidades públicas, deve ser discutida pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados na próxima semana. A inclusão do projeto na pauta desta terça-feira, 23, motivou reações de entidades, intelectuais, políticos e artistas nas redes sociais.
Conforme a Constituição brasileira, as universidades públicas oferecem educação superior gratuita. De um lado, defensores deste formato dizem que frequentar gratuitamente essas instituições de excelência é um direito e eventual cobrança seria excludente. Já os apoiadores da adoção da mensalidade veem injustiça no formato que estudantes com boas condições financeiras vão às universidades sem custo, em cenário de orçamento público restrito.

De autoria do deputado federal General Peternelli (União Brasil-SP), a ideia da PEC é que as instituições usem os recursos captados para despesas de de custeio, como água e luz, e que a gratuidade seja mantida para alunos que não tenham condições socioeconômicas de arcar com os custos. O valor mensal seria definido pelo Ministério da Educação (MEC).
Presidente da Andifes, a associação que reúne os reitores das universidades federais, Marcus Vinicius David diz que a proposta se baseia em uma “tese ultrapassada” de que as universidades públicas são ocupadas apenas por segmentos sociais de maior renda. Pesquisa da Andifes, de 2018, mostra que 70,2% dos alunos estão na faixa de renda mensal familiar de 1,5 salário mínimo per capita.
“A universidade não é uma instituição que forma a pessoa para o seu benefício pessoal, mas formam seus alunos para a sociedade", afirma ele, reitor da Federal de Juiz de Fora (UFJF). Os estudantes formados, destaca, retornam o investimento como prestação de serviços e construção de conhecimento, que melhoram a qualidade de vida da população.
Professor do Insper, Sergio Firpo é favorável ao pagamento de mensalidade por alunos mais abastados, desde que como “uma política que ajude na distribuição de gastos, voltada para a população dos mais pobres”. Ele destaca que esse modelo de financiamento já tem sido utilizado em outros países, como nos Estados Unidos.
Firpo reconhece que políticas públicas, como as cotas, de fato alteraram o perfil socioeconômico dos alunos de instituições de ensino superior públicas. Porém, avalia que “havendo gente que possa pagar não existe razão para não cobrar, dado que é algo que você se beneficia privadamente também”. “Público não é igual à gratuito", defende.
Firpo acredita que, como ponto de partida para fazer verificar quem teria direito, por exemplo, poderíamos usar sistemas já existentes, como o Cadastro Único (CadÚnico) - desde que houvesse atualização mais frequente. Ele também não descarta a possibilidade de bolsas e de financiamento, como o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).

Em relação a problemas orçamentários enfrentados pelas universidades públicas, a cobrança de mensalidade forneceria um alívio, na visão de Firpo, mas não resolveria o problema. “Não existe bala de prata.” Para manter a excelência das instituições, responsáveis pela maior parte da pesquisa nacional, ele defende também uma aproximação mais efetiva com o setor privado. “Os convênios aprovados têm bastante restrição”, diz.
Paulo Meyer Nascimento, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e da Escola de Políticas Públicas e Governo da Fundação Getulio Vargas (FGV), discorda. Ele é contrário à mensalidade: acredita que ela afasta o estudante, principalmente o mais pobre, diante do temor de uma dívida futura.
Mayer Nascimento é favorável a um modelo de cobrança sobre a renda futura, como acontece, segundo ele, na Austrália. O valor a ser cobrado seria moldado conforme o desempenho do profissional no mercado de trabalho.
“De um lado você protege o indivíduo, o pagamento só vai acontecer se a Receita Federal souber que a sua renda está compatível com o pagamento. De um outro lado também cria um mecanismo mais seguro de recolhimento”, fala.
Em nota conjunta, a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) acreditam que a proposta é a “é a porta de entrada para o fim da universidade pública e gratuita”. “Temos convicção que o direito à uma educação pública, gratuita e de qualidade é inalienável.” As entidades defendem que a solução para os problemas das universidades públicas não reside na cobrança de mensalidade nas universidades, mas sim em “um investimento potente do Estado nas mesmas”.
Tempo: 30min
Rendimento: 10 porções
Dificuldade: fácil
Em uma tigela, misture a banana e a maçã com o suco de limão. Acrescente as ameixas, a laranja, o morango, o abacaxi, a cereja e a uva. Coloque o kiwi, a manga, regue com o guaraná e a calda da cereja reservada. Misture delicadamente com uma colher e em taças individuais, monte uma camada com a salada de frutas, cubra com chantilly, faça outra camada com a salada e finalize com o chantilly. Se desejar, coloque na geladeira antes de servir ou sirva em seguida.
"Perdoar é uma decisão que você toma todos os dias, por muito tempo, até que isso se desprenda a um processo em que você perdoe, de fato", define a psiquiatra Malu de Falco. Muito mais do que aceitar um pedido de desculpas, perdoar alguém está associado a um movimento de autoconhecimento, onde é preciso refletir sobre o acontecimento, transformar a mágoa em compreensão e, muitas vezes, perdoar a si mesmo para poder seguir em frente.
Não, não é uma tarefa fácil e, para alguns, pode levar anos até que seja realizada. Mas, uma vez alcançado, o perdão pode transformar a sua vida - e sua saúde. Isso quem diz é a ciência. De acordo com o Journal of Health Psychology, o perdão é associado a vários resultados positivos na saúde mental, incluindo uma diminuição da ansiedade e depressão, além de uma melhora da saúde física em geral, com menores taxas de doenças cardiovasculares, redução da pressão sanguínea e avanço do sistema imunológico.
A psiquiatra explica que o estresse, o rancor e a angústia afetam negativamente nosso corpo, fazendo com que haja uma liberação de cortisol - e quando esse hormônio aumenta, o corpo entende que está prestes a sentir raiva. Isso faz com que aconteça um aumento dos hormônios do estresse, como a adrenalina e a noradrenalina, e consequentemente uma inflamação do corpo. "De repente vem a pressão arterial, a pessoa começa a sentir dores, a ter problemas de saúde", explica Malu.
No caso da arquiteta Baby Abdalla, que aos 17 anos teve de lidar com a separação dos pais e a presença do novo namorado da mãe em casa, as mudanças foram perceptíveis também em seu comportamento. "Muitos amigos me chamavam de 'esquentadinha' porque o que eu estava sentindo afetava a minha forma de agir. Comecei a ser muito séria, muito seca. Mas não era pessoal, eu não atacava as pessoas porque elas mereciam, mas sim porque eu estava machucada", conta. Somente aos 21 anos, depois de muita conversa, reflexão e algumas broncas de amigos, ela conseguiu perdoar a situação.
"Eu fui entendendo, aos poucos, que aquilo estava fazendo mal pra mim. Era eu que estava me isolando, me trancando no quarto", conta. Aos poucos, ela foi se dando conta de que o problema estava afetando seu corpo, inclusive com dores na coluna. "Percebi que a minha mãe estava mais feliz. Demora para a gente entender que ninguém nasceu grudado e que é preciso fazer o que for necessário para ser feliz, mesmo que afete as pessoas ao redor."
Hoje, Baby se sente mais leve em relação ao relacionamento da mãe, e leva o aprendizado desse tempo. "Não tem como eu contar a história da minha vida sem contar essa parte. Foi algo que realmente mudou muito a forma como eu sou. Comecei a observar mais, a julgar menos, a me autoanalisar", diz.
O perdão envolve reparação, por isso não é sinônimo de esquecer. Ele pode ser comparado a um ato de amor, pois diz muito mais a respeito de você do que do outro e exige uma transformação interna. Na verdade, é exatamente assim que o budismo vê essa questão.
"O budismo não fala em perdoar, porque isso é você se colocar numa posição acima do outro. 'Eu perdoo você que errou'. Nós trabalhamos com compaixão. Então é falar: 'eu ser humano, semelhante a você, que conheço dificuldades e problemas que nós possamos ter na vida, me reconheço em você e te compreendo. Eu posso não aceitar aquilo, mas eu não condeno a pessoa, eu condeno o ato", explica Monja Coen.
Ela explica que para chegar a esse nível de compreensão é preciso conhecer profundamente a si mesmo. "Na hora em que você entra no processo de autoconhecimento, você pode fazer escolhas desse ser que não só você conhece, mas em que você está se transformando. O autoconhecimento não é dizer 'eu sou assim'. Mas perceber que tem aspectos em mim que podem ser mudados, e eu vou trabalhar para mudar", explica.
E se o autoconhecimento pede por uma intensa observação interna de ações - incluindo o arrependimento e a transformação - e dos sentimentos sentidos, somente podemos falar do autoperdão. Algo que, para os especialistas, é o primeiro passo do longo e complexo processo de perdoar. "Quando você decide perdoar o outro, algumas características sobre você vêm à tona. Uma questão de autoconhecimento, sobre até onde eu consigo ir pelo outro e de ter conhecimento dos próprios limites", diz Malu.
Isso exige de quem está perdoando um alto grau de empatia, porque é preciso se acolher e entender que se trata de um processo dolorido, que envolve raiva, dor e questionamentos. "É preciso também um entendimento de quais são as suas necessidades físicas e emocionais durante o processo", explica a psiquiatra.
Quando quem está perdoando entende seus processos internos, fica mais fácil analisar a situação. O passo seguinte é refletir: será que um especialista vai ajudar a lidar com outros ressentimentos? "Parece muito simples sentir, mas na verdade é bem complexo. Saber que você está com raiva, entender porque algo a machucou, é essencial para permitir que esse processo aconteça. E quem consegue atingir esse nível de autoperdão tem mais facilidade de oferecer o perdão ao outro", diz a psicóloga Camila Puertas.
"É fácil? Não, mas é um processo. Um processo possível. E é o autoconhecimento que nos liberta", garante Monja Coen.
Pode ser pela escrita, pela meditação, ou com conversas profundas. Criar um processo para entender os sentimentos as consequências dos atos dolorosos para a sua vida e para sua relação com a pessoa que pediu perdão são essenciais. "A gente acredita que o zazen, a prática da meditação sentada, dessa auto-observação, nos faz perceber quais são os mecanismos da mente humana e como podemos usar isso de forma mais adequada", diz Monja Coen.
O tempo é o melhor remédio. A compreensão da situação como um todo exige um olhar mais calmo, mas muitas vezes estamos no meio do furacão. Por isso, paciência e um pouco de distanciamento é ótimo. "Você sabe que perdoou uma situação quando olha para aquilo e não sente algo negativo. Evidente que não vai sumir de um dia para o outro, mas tende a diminuir", diz a psicóloga Camila Puertas.
Para quem machucou o outro, é importante levar em consideração que não adianta somente pedir perdão. O primeiro passo é o arrependimento e a percepção de que houve uma falha. Não se trata de dizer palavras bonitas e seguir em frente. Também é importante entender por que aquele ato foi cometido e o que você pode fazer para se redimir.
Nem sempre é fácil, mas ao decidir perdoar alguém, entender sua cultura, vivência e os motivos que o levaram a fazer algo que merece perdão podem ajudar. "Exigir uma mudança do outro é algo muito sério. Ao se relacionar, é preciso ter a compreensão com o outro", indica a psiquiatra Malu de Falco.
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Entenda a diferenciar o que é uma dificuldade de um transtorno de aprendizagem
Leda Cristina Contreras Martins* Publicado em 23/05/2022

O período da pandemia reforçou uma dúvida de muitos pais: o que fazer quando seu filho não está no nível de aprendizagem da sua turma escolar? Procurar logo um reforço escolar? Antes, é preciso que os cuidadores tenham em mente algumas respostas a questões essenciais.
Primeiro, você sabe diferenciar o que é uma dificuldade de um transtorno de aprendizagem? A dificuldade de aprendizagem é quando a criança não assimila ou compreende o conteúdo escolar. Para este caso, um professor de reforço escolar pode auxiliar.
Já os transtornos de aprendizagem se originam de uma disfunção neurológica. Eles se manifestam de forma mais complexa e afetam a capacidade de compreensão, principalmente das crianças em idade escolar.
Os transtornos normalmente são crônicos e requerem acompanhamento específico. Eles podem ser causados por fatores externos, sociais ou emocionais. Dentre eles, estão: dislexia, discalculia, disgrafia, TDAH, dificuldades em funções executivas e capacidade da memória de trabalho e da agilidade cognitiva.
Para os transtornos de aprendizagem, é preciso profissionais específicos das áreas de fonoaudiologia, psicopedagogia, psicologia e de psiquiatria (este último, apenas para casos mais severos).
Ainda ficou na dúvida? Se você identificar uma dificuldade extrema dos seus filhos com o estudo, marque uma consulta com um psicopedagogo. Ele é o profissional indicado para auxiliar os pais com o diagnóstico e indicar os melhores caminhos.
*Leda Cristina Contreras Martins, pedagoga, psicopedagoga, neuropsicopedagoga e Coordenadora da Clínica ARTE PISCO
Para celebrar o Dia do Pudim, não há nada mais justo do que desfrutar dessa sobremesa deliciosa. Com a finalidade de te ajudar a encontrar a receita perfeita, o Guia separou algumas opções incríveis e diferentes de pudim de leite condensado para preparar para toda a sua família. Você com certeza encontrará a receita certa para comemorar o Dia do Pudim, olha só:
Tempo: 1h30 (+4h de geladeira)
Rendimento: 8 porções
Dificuldade: fácil
Leve uma panela ao fogo médio com o açúcar e a água até dissolver e formar uma calda dourada. Despeje em uma fôrma de 26cm de diâmetro de buraco no meio e deixe amornar.
Bata no liquidificador o leite condensado, o leite, o leite de coco, os ovos e a maisena até homogeneizar. Misture o coco com uma colher e despeje na fôrma caramelizada.
Leve ao forno médio, preaquecido, em banho-maria, por 50 minutos ou até firmar. Deixe esfriar e leve à geladeira por 4 horas. Desenforme e sirva.
Tempo: 1h (+4h de geladeira)
Rendimento: 8
Dificuldade: fácil
Leve ao fogo alto o açúcar, mexendo, até derreter e virar caramelo. Retire do fogo e espalhe em uma fôrma de buraco no meio com tampa que caiba dentro da panela de pressão.
No liquidificador, bata o leite condensado, os ovos, a maisena e o leite. Despeje na fôrma caramelada, tampe e coloque na panela de pressão. Acrescente água até a metade da fôrma, tampe a panela e leve ao fogo alto até ferver. Cozinhe por 40 minutos, após iniciada a pressão.
Retire do fogo e retire a pressão. Destampe a panela, retire a fôrma com cuidado para não se queimar, leve à geladeira por 4 horas, desenforme e sirva.
Dica: Se não tiver fôrma de pudim com tampa, utilize a fôrma de buraco no meio com uma tampa de inox ou ferro que encaixe.
Tempo: 15min (+4h de geladeira)
Rendimento: 8 porções
Dificuldade: fácil
Em uma tigela, dissolva o pó de maria-mole na água fervente e espere esfriar.
Adicione o leite condensado, o creme de leite e o leite, misturando sempre.
Despeje em uma fôrma decorada de buraco no meio de 22cm de diâmetro, umedecida com água gelada, e leve à geladeira por 4 horas.
Desenforme e regue com a glucose antes de servir.
Tempo: 1h15 (+6h de geladeira)
Rendimento: 8 porções
Dificuldade: fácil
Para a calda, dissolva o açúcar na água e despeje em uma panela. Leve ao fogo baixo, sem mexer, por 15 minutos ou até obter um caramelo dourado.
Espalhe em uma fôrma de buraco no meio de 20cm de diâmetro e gire para untar a lateral. Bata no liquidificador o leite condensado, o leite, os ovos e o queijo até ficar homogêneo.
Coloque na fôrma e leve ao forno médio, preaquecido, em banho-maria, por 50 minutos ou até firmar e dourar levemente. Deixe esfriar completamente e leve à geladeira por 6 horas.
Desenforme e sirva.
Tempo: 1h20 (+2h de geladeira)
Rendimento: 6 porções
Dificuldade: fácil
Bata no liquidificador o leite condensado, o leite e os ovos até ficar uniforme. Despeje em uma fôrma média de buraco no meio de untada com manteiga e polvilhada com açúcar. Leve ao forno médio, preaquecido, em banho-maria, por 50 minutos ou até firmar.
Desligue, deixe amornar, leve à geladeira por 2 horas e desenforme. Para a calda, misture em uma tigela os morangos, o suco de limão, o açúcar e amasse com um garfo até obter uma calda grossa. Despeje sobre o pudim antes de servir.
Tempo: 1h (+4h de geladeira)
Rendimento: 8 porções
Dificuldade: fácil
Em uma panela, coloque o açúcar, 1/2 lata de suco de laranja e leve ao fogo médio. Deixe ferver até que fique com cor de caramelo e retire do fogo.
Espalhe em uma fôrma grande de buraco no meio e reserve.
No liquidificador, bata o leite condensado, o suco de laranja restante, os ovos e a maisena até ficar homogêneo.
Despeje na fôrma caramelada e leve ao forno médio, preaquecido, em banho-maria, por 40 minutos ou até firmar. Retire do forno, deixe esfriar e leve à geladeira por 4 horas.
Tempo: 40min (+2h de geladeira)
Rendimento: 8 porções
Dificuldade: fácil
Para a calda, coloque os ingredientes em uma panela e leve ao fogo médio até obter um caramelo dourado. Espalhe em um refratário médio e deixe esfriar. Para o pudim, prepare a gelatina conforme as instruções da embalagem e bata no liquidificador com o restante dos ingredientes até ficar homogêneo. Despeje no refratário caramelizado e leve à geladeira por 2 horas. Ao retirar da geladeira, coloque o refratário em uma fôrma e leve diretamente à boca do fogão, em banho-maria, por 2 minutos, somente para amolecer a calda. Desenforme e sirva em seguida.