sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

5 dicas infalíves para combater o mau hálito

Às vezes, o segredo para melhorar o mau hálito está em algumas mudanças simples de hábito

5 jan 2023 
Adote novos hábitos e se livre do mau hálito
Adote novos hábitos e se livre do mau hálito
Foto: Pexels

Às vezes, o segredo para melhorar o mau hálito, problema que atinge uma grande parcela da população, está em algumas mudanças simples de hábito. O jeito de se alimentar, os rituais de higiene e até o tipo de produto que é usado para fazer essa higienização podem fazer toda a diferença.

Por isso, separamos cinco dicas infalíveis para combater o problema. Confira:

1- Primeiro o café da manhã, depois a escova de dentes

Após esses rituais matinais e noturnos, não coma nada por 30 minutos. Ou seja, de manhã é importante tomar o café da manhã primeiro e depois fazer a higiene bucal. 

2.- Tenha sempre um chiclete na bolsa

Sempre que sentir a boca seca, recorra a mecanismos que aumentam o fluxo salivar, como mascar chicletes (sem açúcar) ou borrachas de silicones próprias para incentivar a salivação (a saliva ajuda a manter a boca limpa e livre de germes e bactérias). Essas borrachas são atóxicas e inodoras. Além disso, elas auxiliam no combate à cárie. Para quem tem problemas frequentes de boca seca, o ideal é mastigá-las três vezes ao dia. 

3- Alimentos detergentes para limpar a boca

Sempre que possível coma alimentos duros e fibrosos. Esses “alimentos detergentes” têm maior ação de limpeza, pois são capazes de fazer uma raspagem nos dentes evitando o acúmulo de bactérias em sua superfície. Exemplos: maçã, pepino, cenoura e aipo crus ou com casca. 

4- Controle a ansiedade e pare de morder os lábios

Evite morder os lábios ou as bochechas, esse hábito descama a mucosa bucal fazendo com que células mortas se depositem na língua formando a saburra lingual, uma das principais causas do mau hálito.  

5- Fique atento a doenças mais sérias

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Como algumas causas da halitose são doenças sistêmicas, é bom procurar médicos especializados para ter certeza que o mau hálito não existe por causa de amidalites, intestino preso, diabetes mal controlada, entre outras.

 

Beber ÁGUA é importante, mas dois litros por dia não é a regra

Com informações do Jornal da USP
Beber água é importante, mas dois litros por dia não é regra
Você tem um mecanismo automático "de fábrica" para lhe indicar quanta água tomar.
[Imagem: Freepik]

Nosso corpo fabrica água

O corpo humano é composto por cerca de 60% a 70% de água e, por isso, ela é imprescindível para a manutenção de uma boa saúde.

Desde a troca de CO2 por O2 na respiração até a digestão, a água é essencial.

"Ela transporta nutrientes e oxigênio pela corrente sanguínea, mantém a concentração correta para a manutenção do equilíbrio eletrolítico e ácido-base, regula a temperatura corporal, mantém a estrutura celular, incluindo a membrana celular e a estrutura das proteínas e dos ácidos nucleicos (DNA) e é vital para a excreção de substâncias tóxicas pela urina e fezes. A água é tão crítica para a vida que, se você perder mais que 4% da água corporal total, os sintomas de desidratação irão surgir e, se houver uma perda maior que 15%, ela pode ser fatal," explica o professor Eduardo Barbosa Coelho, da USP de Ribeirão Preto (SP).

Logo, repor a água que consumimos ou perdemos é essencial. Contudo, a quantidade que deve ser ingerida ainda é um tema controverso mesmo entre médicos e cientistas.

Uma questão pouco conhecida do público é que nosso corpo também fabrica sua própria água.

"Nossas células, no processo de respiração celular, convertem os nutrientes e o oxigênio que chegam pela corrente sanguínea em gás carbônico (CO2) e água. Assim, um adulto de cerca de 70 kg fabrica aproximadamente 700 mL de água por dia. As perdas de água ocorrem de três maneiras: uma parte corresponde à produção de secreções (saliva, suco gástrico e suor, por exemplo), a outra parte é eliminada na respiração e uma última parte está presente na urina e nas fezes," detalha o professor Eduardo.

Beber água é importante, mas dois litros por dia não é regra
Quanta água devemos tomar por dia é uma pergunta que não tem uma resposta única.
[Imagem: congerdesign/Pixabay]

Quanta água beber por dia

Como gastamos mais do que perdemos, precisar então repor a água. O estudo mais recente sobre essa reposição, que acaba de ser publicado pela revista Science, reuniu nada menos do que 83 cientistas, liderados por uma equipe do Instituto Nacional de Saúde e Nutrição do Japão.

Segundo a equipe, o volume para consumo diário de água é determinado por diversos fatores, como sexo, idade, aspectos físicos, umidade do ar, temperatura e até mesmo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Assim, não existe uma quantidade ideal de água - nada que justifique a famosa recomendação "Tome dois litros de água por dia" - já que a influência de múltiplos pontos modifica a necessidade de cada indivíduo. 

Assim, os valores publicados nos artigos científicos devem ser vistos sempre como médias. Para um adulto com uma alimentação saudável padrão, cerca de 1 a 1,5 litros de água serão suficientes para manter o balanço hídrico.

Porém, esse valor dependerá do metabolismo individual, da idade, da distribuição de gordura corporal, das condições ambientais, da atividade física e de outros fatores que afetam a perda de água, logo variando de um dia para o outro mesmo para cada indivíduo.

E lembrando que temos um mecanismo de funcionamento automático que nos indica todas as vezes que precisamos de água: A sede. Siga-a e, caso não tenha nenhum problema de saúde, você terá pouco risco.

Beber água é importante, mas dois litros por dia não é regra
Também os atletas só devem ingerir líquidos quando tiverem sede. Já os idosos têm a ganhar com o acompanhamento para garantir uma quantidade mínima de água diária.
[Imagem: Monash University]

Quem deve se preocupar com a quantidade de água

Por outro lado, certos grupos de pessoas devem ficar mais atentos à quantidade de água que ingerem:

"Alguns grupos costumam ser encorajados a manter um certo nível de consumo, em geral algo próximo aos famosos dois litros/dia, para aumentar o fluxo urinário. Os exemplos são: indivíduos com infecção urinária ou com tendência a desenvolvê-la: embora não haja evidências conclusivas, firmou-se o conceito, muito razoável, de que um fluxo urinário alto dificulta a fixação de bactérias à via urinária; outro grupo que pode se beneficiar de um consumo mais alto de fluidos é constituído de pessoas com propensão a formar cálculos urinários - as 'pedras nos rins'.

"Na ausência de tais condições, não há fundamento para o conceito de que o hábito de consumir altas quantidades de água sirva para 'limpar o organismo' ou traga qualquer outro benefício," explicou o professor Roberto Zatz, também da USP. 

O hábito de beber água recorrentemente só se faz necessário, do ponto de vista biológico, quando há a indicação de que o corpo está começando a ficar desidratado, ou seja, quando a sede aparece.

"Habitualmente já ingerimos mais do que o suficiente - quando comemos ou bebemos outros tipos de líquidos -, e se por qualquer motivo deixarmos de fazê-lo, o mecanismo da sede nos obrigará a corrigir eventuais desequilíbrios. A sede é uma espécie de rede de proteção que garante que as perdas de água nunca superem os ganhos, evitando assim que o indivíduo se desidrate," complementou o Dr. Roberto.

Overdose de água

Mas há também o extremo oposto: Embora muito raro, um excesso de consumo de água pode vir a ser perigoso. É a chamada "intoxicação por água".

"Os rins têm uma grande capacidade de eliminar excessos de água, o que permite uma ingestão máxima superior a 15 litros por dia. Isso significa que, em geral, beber mais líquidos do que o necessário não causa grandes problemas. Afinal, dificilmente alguém deseja ou consegue beber 15 litros de água - equivalentes a 60 copos ou um copo a cada 15 minutos em um só dia.

"No entanto, existem algumas situações de intoxicação hídrica, uma espécie de 'overdose de água'. Essa condição pode resultar de um consumo superior a 15 litros por dia ou de uma ingestão tão rápida, por exemplo, cinco litros em meia hora, que não há tempo para que os rins eliminem o excesso. Um acúmulo excessivo de água no organismo causa diluição de solutos e, em consequência, edema (inchaço) cerebral e um quadro neurológico grave que pode ter desfecho fatal," explicou o Dr. Roberto.

Também existem grupos de risco para a overdose de água, como alguns cânceres, que produzem anormalmente um hormônio que dificulta a excreção de água pelos rins, sendo a intoxicação hídrica uma das prováveis primeiras manifestações da doença. A doença renal crônica, conhecida também como insuficiência renal crônica, é uma condição em que ocorre a perda lenta dos rins, seja por hipertensão, diabetes ou processos inflamatórios na maioria dos casos. Em fases avançadas, a capacidade de eliminar excessos de água é comprometida.

 

Recheio com pêssego

Recheio de pêssego bem fácil para seus bolos ficarem mais deliciosos
Recheio com pêssego bem fácil para seus bolos ficarem mais deliciosos
10 min
1 Porção
Médio
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Esse recheio de pêssego é uma das coisas mais fáceis do mundo para ser preparado e ser utilizado nos bolos. 

A sua base utiliza o famoso chantilly caseiro com creme de leite, além de pêssegos enlatados que, posteriormente, devem ser batidos no liquidificador. 

O pêssego é uma fruta rica em vitaminas do complexo B, responsáveis especialmente pela boa formação e desenvolvimento da pele, garantindo que este órgão fique mais macio e hidratado.

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Além disso, não é tão doce e possui o índice glicêmico de médio a baixo, sendo uma alternativa para quem está de dieta e deseja consumir frutas com maior quantidade de fibras. 

Indicamos que utilize o emustab na sobremesa, para auxiliar a dar mais liga e consistência para a massa. Uma pequena colher já é o suficiente. 

E então, quer saber mais sobre o passo a passo para preparar esta maravilha? Demora menos de 20 minutos e ficará simplesmente sensacional, vem com o Receitinhas.

Como fazer recheio de pêssego?

Como fazer recheio de pêssego?
Adicione pêssego em cubos para ficar um recheio bem pedaçudo!
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Ingredientes

  • 1 lata de creme de leite sem soro

  • 4 colheres de açúcar

  • 1 lata de pêssego enlatado (retire o líquido e deixe apenas o pêssego)

  • ½ xícara de leite condensado

    • 1 colher de emustab
    Modo de preparo

  • Em uma batedeira, bata o creme de leite, açúcar e emustab por alguns minutos até ficar em ponto de chantilly.

  • Bata o pêssego com o leite condensado no liquidificador, posteriormente, adicione no chantilly e incorpore levemente.

    • Leve para a geladeira por 1 hora e, posteriormente, utilize para rechear o seu bolo.
    Dicas

    O esmutab serve para dar mais liga e consistência ao creme.

    Receita enviada por Em formação em jornalismo pela Uniasselvi. Amante, desde o ano de 2017, pela produção de conteúdos, notícias e redação em geral.

     

    quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

    Caminhada na floresta ajuda contra a ansiedade e a depressão


      

    03/01/2023
     
    Redação do Diário da Saúde
    Sim, é verdade: Caminhada na floresta ajuda com ansiedade e depressão
    Os benefícios da natureza à saúde já foram comprovados por estudos em dezenas de países.
    [Imagem: CC0 Public Domain/Pixabay]

    Terapia da natureza

    No final de 2020, médicos canadenses viraram manchete em todo o mundo por "receitar natureza", fazendo recomendações de tempo que os pacientes deviam ficar ao ar livre, com base em pesquisas que mostram que pessoas que passaram duas ou mais horas por semana na natureza melhoraram sua saúde e bem-estar.

    Na verdade, têm sido tantos estudos mostrando que a natureza faz bem à saúde, que pesquisadores noruegueses decidiram fazer uma revisão de todos eles, verificando a qualidade dos estudos, a metodologia utilizada e tentando colocar os resultados na mesma base.

    O professor Simone Grassini e seus colegas da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia selecionaram todos os estudos em que os pesquisadores incluíram um grupo que fazia caminhadas em regiões com árvores e um grupo de controle que não fazia caminhadas em áreas arborizadas - em ambos os tipos de estudo, os voluntários eram pacientes com registros de ansiedade ou de depressão.

    Quando os resultados foram colocados na mesma base, todos os estudos dizem a mesma coisa: Uma caminhada na floresta realmente ajuda contra a ansiedade e a depressão.

    "Essas caminhadas são um método eficaz e simples para esses problemas, contra os quais tantas pessoas se defrontam," disse Grassini.

    É a natureza ou o exercício?

    Mas ainda restam questões a serem respondidas.

    É o próprio exercício que desata nossos nós mentais? Ou será a natureza, com a quietude e o farfalhar das folhas? Será que funcionaria tão bem apenas sentar em um tronco e ficar olhando a floresta? Ou é a combinação de exercício e natureza que faz o efeito? Um pequeno passeio é suficiente ou são necessárias viagens regulares à floresta?

    Não é simples obter essas respostas, pelo menos do ponto de vista científico. "Ninguém fez uma análise sistemática dessas porque, como sabemos, toda pesquisa custa dinheiro," disse Grassini.

    Mas o pesquisador acredita que já temos algumas peças do quebra-cabeças.

    Estudos de laboratório mostram que mesmo exposições curtas a imagens e vídeos da natureza levam a uma mudança na atividade cerebral relacionada ao relaxamento e ao bem-estar. Enquanto isso, outras pesquisas mostraram que o exercício em si tem um efeito positivo na experiência de bem-estar.

    "Estudos realizados ao ar livre mostraram que mesmo uma curta exposição a um ambiente de floresta leva a menos atividade no centro do medo do cérebro," acrescenta Grassini.

    Ele lembra ainda que, embora o poder curativo da natureza não tenha sido ainda analisado integralmente por meio de métodos padronizados, isto é algo sobre o qual muitos filósofos têm nos dado recomendações há milênios.

     

    Dados de 57 países confirmam: mulheres têm mais EMPATIA que os homens


    02/01/2023
    Redação do Diário da Saúde
    Dados de 57 países confirmam: Mulheres têm mais empatia que os homens
    Parece haver uma bilateralidade dos laços sociais e do comportamento empático.
    [Imagem: KyotoU/Global Comms]

    Teste de empatia

    As mulheres, em média, são melhores do que os homens em se colocar no lugar dos outros e imaginar o que a outra pessoa está pensando ou sentindo.

    Colocar-se no lugar de outra pessoa, imaginar os pensamentos e sentimentos de outra pessoa, é uma parte fundamental da interação social humana. Isso é conhecido como "teoria da mente" ou "empatia cognitiva".

    Há décadas, pesquisadores têm aplicado essa teoria da mente em voluntários, desde a infância até a velhice. Um dos testes mais amplamente usados é conhecido como "Lendo a mente nos olhos", ou "Teste dos Olhos", para abreviar. Nele, os participantes devem escolher qual palavra melhor descreve o que uma pessoa vista em uma foto estaria pensando ou sentindo - as fotos só mostram a região dos olhos.

    Uma vez após outra, os estudos feitos por diferentes equipes têm mostrado que as mulheres, em média, pontuam mais alto que os homens nesses testes, mostrando maior empatia. No entanto, a maioria desses experimentos limitou-se a amostras relativamente pequenas, sem muita diversidade geográfica, cultural ou etária.

    Para resolver essas deficiências, David Greenberg e colegas da Universidade de Cambridge (Reino Unido) fizeram o maior estudo da teoria da mente já realizado até hoje, analisando mais de 300.000 pessoas em 57 países.

    Dados de 57 países confirmam: Mulheres têm mais empatia que os homens
    Experimentos desse tipo turvam a fronteira entre empatia, telepatia e leitura da mente.
    [Imagem: Eleanor Ward et al. - 10.1016/j.cub.2019.01.046]

    Mulheres têm mais empatia que os homens

    As mulheres obtiveram, em média, pontuações significativamente mais altas do que os homens em 36 países, ou semelhantes aos homens em 21 países. É importante ressaltar que não houve nenhum país onde os homens obtiveram, em média, pontuações significativamente mais altas do que as mulheres no Teste dos Olhos.

    A diferença média entre os sexos foi observada ao longo da vida, dos 16 aos 70 anos de idade. A equipe também confirmou essa diferença média entre os sexos em três conjuntos de dados independentes e em versões do Teste dos Olhos abrangendo oito idiomas.

    Infelizmente o estudo não foi projetado para discernir a causa dessa diferença média entre os sexos, mas os cientistas sugerem que isso pode ser resultado tanto de fatores biológicos quanto de fatores sociais.

     

    Sustentabilidade deve começar com os ricos, não com os pobres


      

    02/01/2023

    Redação do Diário da Saúde
    Sustentabilidade deve começar com os ricos, não com os pobres
    O que os mais pobres consumirão a mais não se compara com o excesso de consumo dos ricos, dizem os cientistas.
    [Imagem: Engin Akyurt/Pixabay]

    Ricos devem diminuir consumo

    Garantir que todos tenham acesso à alimentação, serviços mínimos e dignidade humana e, ao mesmo tempo, proteger a estabilidade do meio ambiente da Terra, requer uma transformação social drástica, dizem cientistas.

    Dado que nosso sistema econômico tem-se comportado de modo predatório, extraído mais recursos do que seria razoável e "distribuído" os benefícios disso de forma extremamente desigual, Crelis Rammelt e uma equipe multi-institucional queriam investigar em detalhes quais seriam os impactos ambientais da eliminação da pobreza.

    Eles concluíram que é fundamental fazer mudanças drásticas na sociedade para garantir o acesso universal das pessoas às necessidades básicas sem mais degradação ambiental.

    E essas transformações necessárias incluem diminuir o consumo das pessoas mais ricas e garantir maior sustentabilidade geral da água, dos alimentos, da infraestrutura e da energia.

    E fazer isso, conclui a equipe, não envolve conversar com os pobres, mas com os ricos.

    "Centenas de milhões de pessoas no mundo vivem em extrema pobreza e não têm dinheiro, terra ou acesso a recursos suficientes para viver uma vida digna, muito menos escapar da pobreza," explica a professora Diana Liverman, da Universidade do Arizona (EUA). "O grande desafio é erradicar a pobreza de forma sustentável e sem aumentar os impactos sobre o meio ambiente. Por outro lado, algumas medidas de proteção ambiental podem ter impactos negativos sobre os pobres."

    Por exemplo, explica a pesquisadora, deixar de lado grandes áreas protegidas de florestas pode prejudicar os povos pobres e indígenas que dependem dessas terras para obter recursos para sua sobrevivência.

    Realocação do consumo

    Considerando a situação e os dados de 2018, a equipe estimou as pressões adicionais sobre o sistema terrestre se medidas de justiça social fossem tomadas para permitir que o terço mais pobre da humanidade tivesse acesso mínimo a alimentos, água, energia e infraestrutura.

    A análise mostra que, se os mais pobres obtivessem acesso adequado aos recursos, as emissões de gases de efeito estufa poderiam aumentar de 15 a 26%. Também pode haver um aumento de 2 a 5% no uso da água e da terra, bem como a poluição por fertilizantes como o fósforo.

    No entanto, essas pressões são modestas em comparação com os impactos do consumo no sistema terrestre pelos 5% mais ricos da população global. Portanto, argumentam os pesquisadores, para atingir as metas sociais e ambientais, os consumidores que usam a maior parte dos recursos e ecossistemas da Terra - os mais ricos - são os que devem fazer mudanças.

    Assim, uma das principais formas de atingir as metas sociais e ambientais seria o que a equipe chama de "realocação do consumo".

    "Você pode fazer isso de várias maneiras," disse Rammelt, da Universidade de Amsterdã (Países Baixos). "Por exemplo, você pode implementar um imposto sobre o consumo elevado ou promover tecnologias sustentáveis. Nós podemos mudar como e onde investimos e parar de focar no lucro acima de tudo. Os formuladores de políticas, empresas e indivíduos, todos podem trabalhar para reduzir as pressões sobre o planeta, ao mesmo tempo em que lidam com a justiça considerando as necessidades dos pobres. Na verdade, essa é a base dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável acordados internacionalmente."

    A equipe recomenda que a ênfase deve estar na promoção de transformações sistemáticas que aumentem as oportunidades para aqueles que vivem na pobreza "em vez de pedir aos países pobres do mundo que apertem os cintos ainda mais" ou que continuem pobres.

     

    Países implementam novos indicadores que vão além da medição do PIB

    O Produto Interno Bruto (PIB) tem problemas conhecidos há um tempo: de uma era industrial, não mensura tão bem a economia de serviços – em particular, a digital. Não é sensível à preservação ambiental diante da urgência climática. Não capta atividades não monetizadas, várias fundamentais para a saúde mental (pense uma meditação, uma caminhada no parque). É omisso quanto à desigualdade, sendo mais influenciado pela prosperidade dos mais ricos do que dos mais pobres.

    Indicadores ambientais são urgentes diante da emergência climática. Foto: Fabio Motta/Estadão
    Indicadores ambientais são urgentes diante da emergência climática. Foto: Fabio Motta/Estadão 

    Mas ele segue amplamente utilizado, permitindo comparações no tempo e entre territórios. Mais ou menos como o teclado em que digito esta coluna: o padrão QWERTY não é considerado o mais eficiente, mas substituir as teclas por uma ordem nova é muito difícil depois que o mundo já adotou por décadas o padrão antigo.

    A “parceria da economia bem-estar” é uma nova tentativa de mudar. É capitaneada pelas chefes de governo de Nova Zelândia, Finlândia, Islândia e Escócia.

    Entre as novidades, a Islândia já acompanha periodicamente dados de voluntariado, nível de confiança entre os cidadãos, satisfação no emprego e sensação de insegurança. A Nova Zelândia é mais detalhista, chega a olhar para indicadores de cultura, interação com amigos, atividade física e sentido de propósito na vida.

    É preciso alguma cautela, porém. Em algum momento, informação demais, em vez de ajudar, deve atrapalhar a capacidade de um novo indicador permitir diagnósticos da sociedade e, consequentemente, de se traçar estratégias de políticas públicas.

    O Brasil está bem vocacionado para embarcar na iniciativa. Pode ser por meio de umas lideranças femininas do novo governo, que estão em número recorde. Não há ainda países emergentes na aliança, que têm “lugar de fala” para questionar o PIB e seus rankings.

    Temos ainda uma tradição de boa burocracia na área: o IBGE, orgulho nacional, além do Ipea, tem técnicos qualificados para tratar da necessidade e limites de um novo modelo de indicadores.

    A pegada conservacionista e anticonsumista do projeto também faz sentido para nosso País, que pretende se reposicionar como potência verde. Pode-se explorar ainda um certo estereótipo de país conhecido mundialmente pelo Pelé, pelo “joga bonito”, que deve ter algo a dizer sobre como viver bem.

     

    terça-feira, 3 de janeiro de 2023

    Velocidade da luz poderia ser superada com três dimensões de tempo

    A teoria atual sobre o universo não aceita nada viajando acima da velocidade da luz, mas um novo estudo propõe uma abordagem que poderia mudar o cenário: um observador poderia viajar mais rápido que a luz e enxergar o universo de um jeito bem estranho.

    Albert Einstein formulou sua Teoria da Relatividade Geral sob alicerces invioláveis, sendo um deles a velocidade constante da luz no vácuo. Os físico consideram que nada supera os 299 792,458 km/s, mas será que isso reflete a realidade?

    Para alguns físicos teóricos, poderiam, sim, existir coisas mais rápidas que os fótons de luz, como partículas hipotética conhecidas como táquions. Elas poderiam viajar tão rápido que seria necessário muito esforço e energia para diminuir suas velocidades.

    Trabalhando com essas possibilidades, uma equipe de cientistas publicou um estudo demonstrando que viajar mais rápido que a luz poderia revelar um universo completamente diferente. Isso permitiria desenvolver uma nova teoria que unificaria a relatividade geral e a mecânica quântica.

    Se pudéssemos viajar em velocidades superluminais (mais rápido que a luz), veríamos fenômenos acontecendo espontaneamente, sem uma causa determinística. Além disso, graças à natureza quântica de superposição de estados das partículas, poderíamos observá-las viajando simultaneamente por vários caminhos.

    Outro efeito bizarro seria a transformação do espaço-tempo — descrito por Albert Einstein como um espaço tridimensional associado com uma dimensão temporal — em um universo com três dimensões de tempo e uma dimensão espacial.

    Os fótons podem viajar à velocidade de 300 mil km/h por não possuírem massa (Imagem: Reprodução/twenty20photos/Envato)
    Os fótons podem viajar à velocidade de 300 mil km/h por não possuírem massa (Imagem: Reprodução/twenty20photos/Envato)

    Com isso, a equipe “descarta a dinâmica convencional de partículas mecânicas semelhantes a pontos e força a pessoa a usar uma estrutura teórica de campo”. Se as partículas não podem ser descritas como “pontos”, a teoria de campo quântico se torna “uma consequência direta da relatividade especial estendida”, escreveram os autores.

    A ideia não parece tão exótica se considerarmos que as partículas, de fato, podem não ser nada parecidas com pontos no universo, embora essa seja talvez a melhor descrição que nossa perspectiva tridimensional permite.

    Por fim, uma partícula ou objeto superluminal só poderia viajar em uma única dimensão espacial, mas observaria as partículas sub-luminais em três dimensões temporais, “envelhecendo” independentemente em cada um dos três tempos.

    Se viajássemos acima da velocidade da luz, as partículas mais lentas pareceriam ter um movimento simultâneo em todas as direções do espaço, muito parecido com a propagação de uma onda quântica esférica associada a uma partícula.

    Essas consequências poderiam ser teoricamente descritas em uma linguagem semelhante à da teoria de campos quânticos, permitindo assim a conciliação entre a teoria do universo macroscópico (relatividade geral) com o universo microscópico (mecânica quântica).

    O mais animador para a equipe é que nenhum desses resultados violaria os princípios da Relatividade Geral, ou seja, a hipótese da velocidade superluminal neste novo espaço-tempo seria apenas uma adição às teorias de Einstein, e não uma substituição. E, ainda assim, daria uma nova percepção incrível sobre o universo.

    A pesquisa foi publicada no New Journal of Physics.

    Fonte: Canaltech

     

    Interior do RS dá trabalho para mais da metade de seus presos

      Convênios com prefeituras vêm ganhando cada vez mais adesão; detentos recebem salário e remição de pena

      Santa Cruz do Sul (RS)

      O Homem na Estrada, história contada em música pelos Racionais MC's, retrata a vida de não apenas um, mas de milhares de brasileiros privados de liberdade que vislumbram um recomeço longe do mundo do crime. No Rio Grande do Sul, iniciativas envolvendo a Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) e municípios têm criado oportunidades de trabalho prisional como forma de ressocialização dessas pessoas.

      Na área de abrangência da 8ª DPR (Delegacia Penitenciária Regional), o investimento e qualificação do eixo de tratamento penal é uma das prioridades. Além das possibilidades de qualificação e de atividade laboral dentro dos presídios, convênios com prefeituras vêm ganhando cada vez mais adesão e admiração não somente dos gestores públicos, mas também da comunidade.

      Homem de costas usa colete azul, calça jeans e boné vermelho enquanto varre uma rua no ninterior do Rio Grande do Sul
      O apenado Lucio (nome fictício), 46 anos, varre praças em Venâncio Aires (RS); ele esperou 1 ano e 8 meses para ter a oportunidade de trabalhar, o que considera um recomeço - Alencar da Rosa

      Os presídios femininos dos municípios de Lajeado e Rio Pardo, os presídios masculinos de Venâncio Aires, Santa Cruz do Sul e Lajeado e o Instituto Penal de Monitoramento Eletrônico possuem, ao todo, 905 apenados exercendo algum tipo de atividade laboral. Representam 56% do total.

      O trabalho pode ser desde uma simples atividade de limpeza e conservação da casa prisional até serviços gerais do município, com recebimento de salário. Ambas as alternativas são realizadas após autorização judicial.

      Conforme dados do Depen (Departamento Penitenciário Nacional), o número total de custodiados no Brasil é de 661.915 em celas físicas e 175.528 em prisão domiciliar.

      "Os presos em celas físicas são aqueles que, independentemente de saídas para trabalhar e estudar, dormem no estabelecimento prisional. Já os presos em prisão domiciliar são os que cumprem pena em casa e podem ou não usar equipamentos de monitoração eletrônica", explica a assessoria de comunicação do Departamento.

      Quanto ao número de apenados em atividade laboral, são 161.247 presos que estão em celas físicas e 7.778 que estão em prisão domiciliar, totalizando 169.025 —20% trabalham. O Rio Grande do Sul é o segundo estado com maior número de apenados em trabalho prisional, com 25.807, perdendo apenas para São Paulo, que tem 35.296.

      A psicóloga e coordenadora técnica da 8ª DPR, Pauline Schwarzbold, explica que as prefeituras que possuem interesse em utilizar mão de obra prisional assinam convênio com o Estado.

      "Estipula-se número de pessoas que irão trabalhar e valor do salário a ser pago. A carga não pode ser superior a oito horas diárias", diz.

      "A cada três dias trabalhados, um dia remido", explica Pauline. Normalmente, os apenados passam por treinamento. "Alguns já possuem o conhecimento prático ou habilidade para a função, outros precisam aprender."

      Segundo Pauline, normalmente, quem está vinculado aos convênios de trabalho assinados entre prefeituras e estado está em regime semiaberto, pois facilita o deslocamento entre o presídio e o local de trabalho, já que não precisam estar escoltados.

      Quanto às pessoas em monitoramento eletrônico, todos que possuem emprego comprovado têm direito a deslocar-se para o trabalho. "O monitorado precisa manter atualizado seu endereço e seguir a rota de deslocamento informada, além dos horários."

      A oportunidade do trabalho prisional faz parte do grupo de políticas públicas que busca garantir direitos às pessoas em cumprimento de pena e proporcionar a eles condições de uma reinserção social que evite reincidência.

      "É uma oportunidade de serem produtivos, de ocuparem o seu tempo e também de se organizarem para a saída, tendo aprendido algo a mais que lhes possibilite conseguir um emprego", declara a psicóloga.

      Além disso, no trabalho realizado durante o cumprimento das penas, muitos acabam desenvolvendo habilidades que sequer sabiam que tinham, aumentando a autoestima.

      Com a utilização de tornozeleira eletrônica, Lucio (os nomes dos apenas são fictícios para preservá-los), 46, de regime aberto da Penitenciária Estadual de Venâncio Aires, trabalha com serviços de limpeza e manutenção de praças no Centro de Venâncio Aires, a 130 km de Porto Alegre.

      A nova etapa, tendo esperado um ano e oito meses pela oportunidade, chegou também com o interesse de estudar. A volta às lições do ensino médio, segundo ele, é uma forma de recuperar um pouco do tempo perdido.

      Também atuando em serviços gerais em outra praça pública da cidade está José, 47. Foram pouco mais de 17 anos em regime fechado. Agora, ele cumpre pena no semiaberto, com monitoramento eletrônico. O salário que recebe, após um ano e três meses procurando serviço, dá para ele pagar aluguel, luz e água.

      A tornozeleira eletrônica impõe um limite, em metros, para que o apenado se locomova. Quando ele realiza um trabalho fora dessa "fronteira", o mapa é aberto, mas ele tem horário monitorado para chegar em casa.

      O secretário do Meio Ambiente de Venâncio Aires, Nilson Lehmen, pasta responsável pelo convênio, afirma que a iniciativa tem sido muito satisfatória e bem vista pela comunidade. "O trabalho que ele desenvolve no setor público acaba refletindo na sua própria vida, uma vez que já está inserido no convívio social."

      Pacto pela paz

      Em Santa Cruz do Sul (RS), o incentivo ao trabalho prisional vem ao encontro do Programa Pacto Santa Cruz pela Paz, projeto que fomenta dois eixos: repressão ao crime e prevenção.

      O secretário municipal de Governança e Relações Institucionais de Santa Cruz, coronel Everton Oltramari, defende o trabalho de apenados.

      "Ao contrário do que muitos pensam e dizem, que bandido bom é bandido morto, ou que bandido tem que apodrecer na cadeia, no Brasil não existe pena de prisão perpétua nem de morte. Essas pessoas que cometeram um deslize em algum momento da vida devem cumprir suas penas de forma rigorosa, mas também digna, e elas vão acabar voltando para o convívio social em algum momento."

      Em 2021, foi feito o primeiro convênio para utilizar a mão de obra prisional em parques, praças, pinturas de vias, entre outros.

      "Fizemos um evento teste, escolhemos alguns para trabalhar na recuperação das casinhas típicas da Oktoberfest e ficou muito legal. Vimos que dá certo e agora, a partir do próximo ano, vamos ampliar."

      Em novembro deste ano, foi assinado também um convênio com o Poder Judiciário para receber pessoas que são condenadas com prestação de serviços à comunidade.

      "A partir do ano que vem, vamos ajudar a construir mais duas salas de aulas, uma biblioteca nova e mais um pavilhão de trabalho. E vamos também fazer parcerias com o Sistema S para oferecer cursos de qualificação para os apenados", diz o secretário.

    segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

    12 tipos de orgasmos e como atingi-los

    Há um vasto mundo de orgasmos para explorar

    2 jan 2023 

    Chegar ao orgasmo  ainda é um tabu para diversas mulheres no Brasil. A  pesquisa Mosaico 2.0, feita pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, revelou que 55% das mulheres brasileiras têm dificuldades de chegar ao  orgasmo intenso. Ainda assim, todas nós já ouvimos dicas genéricas sobre como chegar ao orgasmo durante o sexo ou a masturbação: relaxe, concentre-se nas preliminares, pegue um pouco de lubrificante. Todos eficazes.

    Quantos tipos você já experimentou?
    Quantos tipos você já experimentou?
    Foto: malvestida/unsplash/ / Boa Forma

    Mas quando se trata do orgasmo de uma mulher, não existem apenas o ponto G e o clitóris. Existem muitos tipos diferentes de orgasmo.

    "Toda mulher é única e ninguém vai te entender melhor do que você mesma. Não há uma regra pronta que mostre onde cada mulher deve ser estimulada para atingir o   orgasmo . Portanto, uma maneira muito interessante para saber como funcionam as regiões de prazer do seu corpo é se tocar. A masturbação e o prazer feminino ainda são cercados de muitos tabus, mas aposte nessa rotina de auto prazer para ampliar sua capacidade de gozar", explica Isabela Cerqueira, fundadora e CEO da Good Vibes.

    Pronto para ampliar seus horizontes orgásticos? Abaixo, nós te explicamos os 12 tipos de orgasmos para você explorar suas zonas erógenas.

    Orgasmo clitoriano

    O orgasmo clitoriano vem, claro, da estimulação do clitóris. Para a maioria das pessoas, essa é a maneira mais fácil de chegar ao orgasmo durante o sexo.

    O clitóris não é apenas a protuberância externa que geralmente pensamos que é. Essa é apenas a ponta do iceberg. Na realidade, o clitóris é uma estrutura complexa em forma de fúrcula que envolve a abertura vaginal como parênteses de prazer. Estimule toda a área para um orgasmo intenso.

    Orgasmo do Ponto G

    Embora o indescritível ponto G tenha entrado e saído de moda na pesquisa sexual ao longo dos anos, a realidade é que é muito bom quando damos atenção a ele. A estimulação do ponto G, se feita corretamente, pode levar a esguichos, também conhecidos como ejaculação feminina.

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    Esse ponto oferece bastante lubrificação /
    Esse ponto oferece bastante lubrificação /
    Foto: undefined undefined/Getty Images / Boa Forma

    Ele fica na parede rugosa localizada cerca de uma polegada dentro do canal vaginal (para cima em direção ao umbigo) e é como o centro de comando do clitóris interno.

    Se você realmente quer entrar lá e explorar seu ponto G, abra naturalmente sua vagina colocando alguns travesseiros sob seus quadris e abrindo suas pernas. Então, vá devagar.

    Antes de inserir os dedos para explorar sua zona G, pense primeiro em se excitar estimulando sua segunda zona erógena e a glande do clitóris. Quanto mais excitada você estiver, maiores serão suas chances de experimentar sensações prazerosas na zona G. Uma vez excitada, insira um ou dois dedos. A excitação sexual faz com que a vagina fique mais longa e larga. Esse fenômeno é conhecido como tenda vaginal.

    Orgasmo do Ponto A

    Os orgasmos do ponto A são raros por alguns motivos: a maioria das pessoas não sabe que o ponto A está lá e ainda há confusão sobre o que é exatamente. Enquanto algumas pessoas pensam que o ponto A é a abreviação de "anal", o ponto A na verdade se refere à zona erógena do fórnice anterior, localizada além do ponto G, mais acima na parede vaginal. Ou seja: não é no ânus.

    Para explorar seu ponto A, geralmente em torno de 10 a 15 centímetros dentro da abertura vaginal, recomenda-se usar um brinquedo sexual projetado para a zona G. Tocar nessa zona com os dedos pode ser um pouco difícil, a menos que você tenha dedos longos e uma vagina curta. Ah, e a posição de quatro dá mais alcance a essa área.

    Relatos sugerem que esta área está associada à lubrificação rápida e pode ser muito sensível à pressão, então você pode querer esperar até ficar muito excitada antes de tocar nesta área.

    Semelhante a atingir um orgasmo no ponto G, você deve manter em mente o movimento de vai-e-vem.

    Orgasmo Cervical

    Nem sempre é fácil dizer a diferença entre orgasmos cervicais, vaginais, clitorianos e de ponto G. Embora acredite-se que diferentes nervos se comuniquem com o cérebro, dependendo de qual área é estimulada, pode ser difícil isolar uma região exclusivamente durante o sexo.

    Um orgasmo cervical ocorre quando a pressão é aplicada ao colo do útero por meio de penetração profunda.

    Use um vibrador para experimentar profundidade e pressão por conta própria antes de envolver um/a parceiro/a.

    Orgasmo do Ponto U

    Se o ponto U faz você pensar em urina, você não está longe. O ponto U está localizado no vestíbulo vulvar em uma posição de U de cabeça para baixo ao redor da uretra. Basicamente, é o tecido ao redor do buraco de onde você faz xixi. Algumas pessoas gostam de brincar com essa área em conjunto com o jogo do ponto G.

    A estimulação com as mãos é ótima para explorar essa área
    A estimulação com as mãos é ótima para explorar essa área
    Foto: Alexmia/Getty Images / Boa Forma

    Estimule o ponto U esfregando o dedo indicador e o dedo médio em ambos os lados da abertura uretral ao longo do vestíbulo. Esfregar a "ponta cônica" com um brinquedo em movimentos circulares também pode ajudar a ativar o orgasmo.

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    Coregasmo

    Se você nunca ouviu falar de um coregasmo, prepare-se para algumas notícias muito emocionantes. Um coregasmo é um orgasmo que você experimenta enquanto exercita seu core, ou seja, o abdômen e músculos adjacentes.

    De acordo com um estudo de 2011 com 530 mulheres, 370 experimentaram orgasmo induzido por exercícios enquanto faziam exercícios abdominais ou levantando pesos. Na maioria desses casos, aquelas que experimentavam o coregasmo nem sequer tinham pensamentos sexuais, tornando esses tipos de orgasmos "anomalias", de acordo com a pesquisa.

    Para estimular esse tipo de orgasmo, primeiro você precisa conhecer o seu músculo pubococcígeo. Ele é o músculo que, além de se contrair durante o orgasmo, também se encarrega de fazer xixi ou cocô. Quando você faz seus exercícios de Kegel, esses são os músculos que você está trabalhando. Se você contrair e liberar esses músculos - em outras palavras, fizer Kegels - durante um treino, aumentará suas chances de experimentar um coregasmo.

    Orgasmo misto

    Também conhecido como orgasmo combinado, um orgasmo misto resulta da simulação de várias áreas simultaneamente.

    Para conseguir chegar nele, recomenda-se usar um vibrador interno do tipo que tem um gancho para fora, estimulando tanto a parte interna como a glande do clitóris.

    Orgasmo Oral

    Fiel ao seu nome, o orgasmo oral é induzido pela boca, ou seja, no sexo oral.

    Não existe uma rota direta para um orgasmo oral. Algumas pessoas gostam de sucção constante e outras preferem uma boa massagem com a língua. Portanto, converse com seu/sua parceiro/s. Diga a eles o que é bom e o que não funciona para você.

    Orgasmo do mamilo

    Não há como negar que os mamilos são uma importante zona erógena e, para alguns, são tão sensíveis que a quantidade certa de excitação e estimulação pode desencadear um orgasmo.

    O mamilo é uma área com muitas terminações nervosas /
    O mamilo é uma área com muitas terminações nervosas /
    Foto: Larry Washburn/Getty Images / Boa Forma

    Os pesquisadores da Rutgers University usaram tecnologia de ressonância magnética para obter uma melhor compreensão dessa experiência e descobriram algumas atividades cerebrais interessantes por meio da estimulação do mamilo: o córtex sensorial genital, que é a mesma região afetada pela estimulação da vagina e do clitóris, é ativado por meio de brincadeiras com os mamilos. Os cientistas levantam a hipótese de que esses neurônios compartilhados liberam oxitocina, que induz prazer, relaxamento e atinge níveis máximos pouco antes do orgasmo.

    Para ter um orgasmo nos mamilos, você deve estimulá-los com a mesma atenção com que estimularia seu clitóris - algumas massagens rápidas não resolverão o problema.

    Orgasmo do Ponto O

    Se você conseguiu encontrar seu ponto G, localizar seu ponto O vai ser fácil: ele é um pouco mais profundo que o ponto G, mas do lado oposto - na parede posterior da vagina. Você saberá que o alcançou quando estiver esponjoso ao toque. Os nervos que passam por aqui são os mesmos que são estimulados durante o sexo anal.

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    Como estamos indo fundo e na parte de trás da parede vaginal, é uma boa ideia ter algum equipamento para ajudá-lo. A melhor maneira de realizar essa técnica é usar um brinquedo sexual projetado para a zona G. Para acessar o ponto O sozinha, deite-se de bruços e insira o brinquedo da zona G na vagina com a ponta do brinquedo sexual virada par ao lado oposto do seu abdômen.

    Orgasmo Anal

    Um orgasmo anal é o resultado do sexo anal, claro. Se você quiser experimentá-lo, não se esqueça de estimular outros pontos erógenos. Brincar com seu clitóris ou mamilos, por exemplo, ajudará a trazer o fluxo sanguíneo para as zonas erógenas e amplificar a sensação.

    E não se esqueça do lubrificante, já que essa área não tem uma lubrificação natural.

    Orgasmo Múltiplo

    Assim como o nome sugere, um orgasmo múltiplo é mais do que um orgasmo na mesma sessão.

    Para que isso aconteça, você só precisa continuar após o primeiro orgasmo. Depois de atingir o orgasmo, pegue seus dedos ou vibrador e continue a explorar. Você ficará surpresa com a rapidez com que sua energia começa a crescer novamente.

     

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    domingo, 1 de janeiro de 2023

    Camarão ao creme de leite

    Camarão Ao Creme De Leite
    camarão ao creme de leite 

    Com essa receita, vamos aprender a fazer um maravilhoso camarão ao creme de leite, que é muito bem temperado, além de ter também extremamente cremoso. Essa receita de camarão ao creme de leite é um pra muito saboroso, fácil de preparar e versátil, pois combina com diversas outras preparações. 

    Como fazer camarão ao creme de leite 

    Essa receita é muito simples e sem segredos. Para nosso preparo, utilizaremos os seguintes ingredientes: camarões limpos, sal, açafrão-da-terra, alho, azeite, cebola, pimenta de cheiro, tomate, cheiro-verde, água e creme de leite. Com os ingredientes devidamente separados, vamos começar temperando os camarões com alho, sal e o açafrão-da-terra, que dará uma cor mais viva aos crustáceos. Numa panela com azeite, vamos refogar cebola e pimenta de cheiro até dourar, para então adicionarmos os camarões, deixamos dourar, e finalizamos com tomate, cheiro-verde, um pouquinho de água e creme de leite. 

    Ingredientes da receita de camarão ao creme de leite 

    • 1kg de camarões limpos
    • sal a gosto
    • açafrão-da-terra a gosto
    • 2 dentes de alho picados
    • 1 fio de azeite
    • 1 cebola bem picada
    • 1 pimenta de cheiro picada
    • 1 tomate em cubinhos
    • 1 maço de cheiro-verde picado
    • ½ xícara de chá de água
    • 1 caixinha de creme de leite

    Modo de preparo

    1. Tempere os camarões com sal, açafrão-da-terra e alho. Reserve.
    2. Em uma com um fio de azeite, refogue a cebola e a pimenta.
    3. Entre com os camarões e cozinhe por poucos minutos, até dourar. 
    4. Adicione os tomates e o cheiro-verde e deixe refogar por alguns instantes.
    5. Acrescente a água e aguarde reduzir.
    6. Junte o creme de leite e misture bem.
    7. Ajuste o sal e sirva seu maravilhoso camarão ao creme de leite! Bom apetite!

     

    REFORMA POLÍTICA

     1) Existência de no máximo dois partidos políticos: liberal e conservador

    2) proibição de coligações antes da eleição

    3) dinheiro público e privado (sem exagero)

    4) proibição de marketing político 

    5) fim do coeficiente eleitoral

    6) os candidatos dos partidos  serão poucos e os melhores  e  apresentarão      no mínimo   2      projetos  de lei durante a eleição 

    7) fim da reeleição