O meu blog é HOLÍSTICO, ou seja, está aberto a todo tipo de publicação (desde que seja interessante, útil para os leitores). Além disso, trata de divulgar meu trabalho como economista, escritor e compositor. Assim, tem postagens sobre saúde, religião, psicologia, ecologia, astronomia, filosofia, política, sexualidade, economia, música (tanto minhas composições quanto um player que toca músicas de primeira qualidade), comportamento, educação, nutrição, esportes: bom p/ redação Enem
Às vezes, o segredo para melhorar o mau hálito está em algumas mudanças simples de hábito
5 jan2023
Adote novos hábitos e se livre do mau hálito
Foto: Pexels
Às vezes, o segredo para melhorar o mau hálito,
problema que atinge uma grande parcela da população, está em algumas
mudanças simples de hábito. O jeito de se alimentar, os rituais de
higiene e até o tipo de produto que é usado para fazer essa higienização
podem fazer toda a diferença.
Por isso, separamos cinco dicas infalíveis para combater o problema. Confira:
1- Primeiro o café da manhã, depois a escova de dentes
Após
esses rituais matinais e noturnos, não coma nada por 30 minutos. Ou
seja, de manhã é importante tomar o café da manhã primeiro e depois
fazer a higiene bucal.
2.- Tenha sempre um chiclete na bolsa
Sempre
que sentir a boca seca, recorra a mecanismos que aumentam o fluxo
salivar, como mascar chicletes (sem açúcar) ou borrachas de silicones
próprias para incentivar a salivação (a saliva ajuda a manter a boca
limpa e livre de germes e bactérias). Essas borrachas são atóxicas e
inodoras. Além disso, elas auxiliam no combate à cárie. Para quem tem
problemas frequentes de boca seca, o ideal é mastigá-las três vezes ao
dia.
3- Alimentos detergentes para limpar a boca
Sempre
que possível coma alimentos duros e fibrosos. Esses “alimentos
detergentes” têm maior ação de limpeza, pois são capazes de fazer uma
raspagem nos dentes evitando o acúmulo de bactérias em sua superfície.
Exemplos: maçã, pepino, cenoura e aipo crus ou com casca.
4- Controle a ansiedade e pare de morder os lábios
Evite
morder os lábios ou as bochechas, esse hábito descama a mucosa bucal
fazendo com que células mortas se depositem na língua formando a saburra
lingual, uma das principais causas do mau hálito.
5- Fique atento a doenças mais sérias
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Como
algumas causas da halitose são doenças sistêmicas, é bom procurar
médicos especializados para ter certeza que o mau hálito não existe por
causa de amidalites, intestino preso, diabetes mal controlada, entre
outras.
Você tem um mecanismo automático "de fábrica" para lhe indicar quanta água tomar. [Imagem: Freepik]
Nosso corpo fabrica água
O corpo humano é composto por cerca de 60% a 70% de água e, por isso, ela é imprescindível para a manutenção de uma boa saúde.
Desde a troca de CO2 por O2 na respiração até a digestão, a água é essencial.
"Ela transporta nutrientes e oxigênio pela corrente sanguínea, mantém
a concentração correta para a manutenção do equilíbrio eletrolítico e
ácido-base, regula a temperatura corporal, mantém a estrutura celular,
incluindo a membrana celular e a estrutura das proteínas e dos ácidos
nucleicos (DNA) e é vital para a excreção de substâncias tóxicas pela
urina e fezes. A água é tão crítica para a vida que, se você perder mais
que 4% da água corporal total, os sintomas de desidratação irão surgir
e, se houver uma perda maior que 15%, ela pode ser fatal," explica o
professor Eduardo Barbosa Coelho, da USP de Ribeirão Preto (SP).
Logo, repor a água que consumimos ou perdemos é essencial. Contudo, a
quantidade que deve ser ingerida ainda é um tema controverso mesmo
entre médicos e cientistas.
Uma questão pouco conhecida do público é que nosso corpo também fabrica sua própria água.
"Nossas células, no processo de respiração celular, convertem os
nutrientes e o oxigênio que chegam pela corrente sanguínea em gás
carbônico (CO2) e água. Assim, um adulto de cerca de 70 kg
fabrica aproximadamente 700 mL de água por dia. As perdas de água
ocorrem de três maneiras: uma parte corresponde à produção de secreções
(saliva, suco gástrico e suor, por exemplo), a outra parte é eliminada
na respiração e uma última parte está presente na urina e nas fezes,"
detalha o professor Eduardo.
Como gastamos mais do que perdemos, precisar então repor a água. O
estudo mais recente sobre essa reposição, que acaba de ser publicado
pela revista Science, reuniu nada menos do que 83 cientistas, liderados
por uma equipe do Instituto Nacional de Saúde e Nutrição do Japão.
Segundo a equipe, o volume para consumo diário de água é determinado
por diversos fatores, como sexo, idade, aspectos físicos, umidade do ar,
temperatura e até mesmo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Assim,
não existe uma quantidade ideal de água - nada que justifique a famosa
recomendação "Tome dois litros de água por dia" - já que a influência de
múltiplos pontos modifica a necessidade de cada indivíduo.
Assim, os valores publicados nos artigos científicos devem ser vistos
sempre como médias. Para um adulto com uma alimentação saudável padrão,
cerca de 1 a 1,5 litros de água serão suficientes para manter o balanço
hídrico.
Porém, esse valor dependerá do metabolismo individual, da idade, da
distribuição de gordura corporal, das condições ambientais, da atividade
física e de outros fatores que afetam a perda de água, logo variando de
um dia para o outro mesmo para cada indivíduo.
E lembrando que temos um mecanismo de funcionamento automático que
nos indica todas as vezes que precisamos de água: A sede. Siga-a e, caso
não tenha nenhum problema de saúde, você terá pouco risco.
Por outro lado, certos grupos de pessoas devem ficar mais atentos à quantidade de água que ingerem:
"Alguns grupos costumam ser encorajados a manter um certo nível de
consumo, em geral algo próximo aos famosos dois litros/dia, para
aumentar o fluxo urinário. Os exemplos são: indivíduos com infecção
urinária ou com tendência a desenvolvê-la: embora não haja evidências
conclusivas, firmou-se o conceito, muito razoável, de que um fluxo
urinário alto dificulta a fixação de bactérias à via urinária; outro
grupo que pode se beneficiar de um consumo mais alto de fluidos é
constituído de pessoas com propensão a formar cálculos urinários - as
'pedras nos rins'.
"Na ausência de tais condições, não há fundamento para o conceito de
que o hábito de consumir altas quantidades de água sirva para 'limpar o
organismo' ou traga qualquer outro benefício," explicou o professor
Roberto Zatz, também da USP.
O hábito de beber água recorrentemente só se faz necessário, do ponto
de vista biológico, quando há a indicação de que o corpo está começando
a ficar desidratado, ou seja, quando a sede aparece.
"Habitualmente já ingerimos mais do que o suficiente - quando comemos
ou bebemos outros tipos de líquidos -, e se por qualquer motivo
deixarmos de fazê-lo, o mecanismo da sede nos obrigará a corrigir
eventuais desequilíbrios. A sede é uma espécie de rede de proteção que
garante que as perdas de água nunca superem os ganhos, evitando assim
que o indivíduo se desidrate," complementou o Dr. Roberto.
Overdose de água
Mas há também o extremo oposto: Embora muito raro, um excesso de consumo de água pode vir a ser perigoso. É a chamada "intoxicação por água".
"Os rins têm uma grande capacidade de eliminar excessos de água, o
que permite uma ingestão máxima superior a 15 litros por dia. Isso
significa que, em geral, beber mais líquidos do que o necessário não
causa grandes problemas. Afinal, dificilmente alguém deseja ou consegue
beber 15 litros de água - equivalentes a 60 copos ou um copo a cada 15
minutos em um só dia.
"No entanto, existem algumas situações de intoxicação hídrica, uma
espécie de 'overdose de água'. Essa condição pode resultar de um consumo
superior a 15 litros por dia ou de uma ingestão tão rápida, por
exemplo, cinco litros em meia hora, que não há tempo para que os rins
eliminem o excesso. Um acúmulo excessivo de água no organismo causa
diluição de solutos e, em consequência, edema (inchaço) cerebral e um
quadro neurológico grave que pode ter desfecho fatal," explicou o Dr.
Roberto.
Também existem grupos de risco para a overdose de água, como alguns
cânceres, que produzem anormalmente um hormônio que dificulta a excreção
de água pelos rins, sendo a intoxicação hídrica uma das prováveis
primeiras manifestações da doença. A doença renal crônica, conhecida
também como insuficiência renal crônica, é uma condição em que ocorre a
perda lenta dos rins, seja por hipertensão, diabetes ou processos
inflamatórios na maioria dos casos. Em fases avançadas, a capacidade de
eliminar excessos de água é comprometida.
Recheio com pêssego bem fácil para seus bolos ficarem mais deliciosos
10 min
1 Porção
Médio
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Esse recheio de pêssego é uma das coisas mais fáceis do mundo para ser preparado e ser utilizado nos bolos.
A sua base utiliza o famoso chantilly caseiro com creme de leite, além de pêssegos enlatados que, posteriormente, devem ser batidos no liquidificador.
O pêssego é uma fruta rica em
vitaminas do complexo B, responsáveis especialmente pela boa formação e
desenvolvimento da pele, garantindo que este órgão fique mais macio e
hidratado.
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Além disso, não é tão doce e possui o
índice glicêmico de médio a baixo, sendo uma alternativa para quem está
de dieta e deseja consumir frutas com maior quantidade de fibras.
Indicamos que utilize o emustab na
sobremesa, para auxiliar a dar mais liga e consistência para a massa.
Uma pequena colher já é o suficiente.
E então, quer saber mais sobre o
passo a passo para preparar esta maravilha? Demora menos de 20 minutos e
ficará simplesmente sensacional, vem com o Receitinhas.
Como fazer recheio de pêssego?
Adicione pêssego em cubos para ficar um recheio bem pedaçudo!
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Ingredientes
1 lata de creme de leite sem soro
4 colheres de açúcar
1 lata de pêssego enlatado (retire o líquido e deixe apenas o pêssego)
½ xícara de leite condensado
1 colher de emustab
Modo de preparo
Em uma batedeira, bata o creme de leite, açúcar e emustab por alguns minutos até ficar em ponto de chantilly.
Bata o pêssego com o leite condensado no liquidificador, posteriormente, adicione no chantilly e incorpore levemente.
Leve para a geladeira por 1 hora e, posteriormente, utilize para rechear o seu bolo.
Dicas
O esmutab serve para dar mais liga e consistência ao creme.
Os benefícios da natureza à saúde já foram comprovados por estudos em dezenas de países. [Imagem: CC0 Public Domain/Pixabay]
Terapia da natureza
No final de 2020, médicos canadenses viraram manchete em todo o mundo por "receitar natureza",
fazendo recomendações de tempo que os pacientes deviam ficar ao ar
livre, com base em pesquisas que mostram que pessoas que passaram duas
ou mais horas por semana na natureza melhoraram sua saúde e bem-estar.
Na verdade, têm sido tantos estudos mostrando que a natureza faz bem à saúde,
que pesquisadores noruegueses decidiram fazer uma revisão de todos
eles, verificando a qualidade dos estudos, a metodologia utilizada e
tentando colocar os resultados na mesma base.
O professor Simone Grassini e seus colegas da Universidade Norueguesa
de Ciência e Tecnologia selecionaram todos os estudos em que os
pesquisadores incluíram um grupo que fazia caminhadas em regiões com
árvores e um grupo de controle que não fazia caminhadas em áreas
arborizadas - em ambos os tipos de estudo, os voluntários eram pacientes
com registros de ansiedade ou de depressão.
Quando os resultados foram colocados na mesma base, todos os estudos
dizem a mesma coisa: Uma caminhada na floresta realmente ajuda contra a
ansiedade e a depressão.
"Essas caminhadas são um método eficaz e simples para esses
problemas, contra os quais tantas pessoas se defrontam," disse Grassini.
É o próprio exercício que desata nossos nós mentais? Ou será a
natureza, com a quietude e o farfalhar das folhas? Será que funcionaria
tão bem apenas sentar em um tronco e ficar olhando a floresta? Ou é a
combinação de exercício e natureza que faz o efeito? Um pequeno passeio é
suficiente ou são necessárias viagens regulares à floresta?
Não é simples obter essas respostas, pelo menos do ponto de vista
científico. "Ninguém fez uma análise sistemática dessas porque, como
sabemos, toda pesquisa custa dinheiro," disse Grassini.
Mas o pesquisador acredita que já temos algumas peças do quebra-cabeças.
Estudos de laboratório mostram que mesmo exposições curtas a imagens e
vídeos da natureza levam a uma mudança na atividade cerebral
relacionada ao relaxamento e ao bem-estar. Enquanto isso, outras
pesquisas mostraram que o exercício em si tem um efeito positivo na
experiência de bem-estar.
"Estudos realizados ao ar livre mostraram que mesmo uma curta
exposição a um ambiente de floresta leva a menos atividade no centro do
medo do cérebro," acrescenta Grassini.
Ele lembra ainda que, embora o poder curativo da natureza não tenha
sido ainda analisado integralmente por meio de métodos padronizados,
isto é algo sobre o qual muitos filósofos têm nos dado recomendações há
milênios.
As mulheres, em média, são melhores do que os homens em se colocar no
lugar dos outros e imaginar o que a outra pessoa está pensando ou
sentindo.
Colocar-se no lugar de outra pessoa, imaginar os pensamentos e
sentimentos de outra pessoa, é uma parte fundamental da interação social
humana. Isso é conhecido como "teoria da mente" ou "empatia cognitiva".
Há décadas, pesquisadores têm aplicado essa teoria da mente em
voluntários, desde a infância até a velhice. Um dos testes mais
amplamente usados é conhecido como "Lendo a mente nos olhos", ou "Teste
dos Olhos", para abreviar. Nele, os participantes devem escolher qual
palavra melhor descreve o que uma pessoa vista em uma foto estaria
pensando ou sentindo - as fotos só mostram a região dos olhos.
Uma vez após outra, os estudos feitos por diferentes equipes têm
mostrado que as mulheres, em média, pontuam mais alto que os homens
nesses testes, mostrando maior empatia. No entanto, a maioria desses
experimentos limitou-se a amostras relativamente pequenas, sem muita
diversidade geográfica, cultural ou etária.
Para resolver essas deficiências, David Greenberg e colegas da
Universidade de Cambridge (Reino Unido) fizeram o maior estudo da teoria
da mente já realizado até hoje, analisando mais de 300.000 pessoas em
57 países.
As mulheres obtiveram, em média, pontuações significativamente mais
altas do que os homens em 36 países, ou semelhantes aos homens em 21
países. É importante ressaltar que não houve nenhum país onde os homens
obtiveram, em média, pontuações significativamente mais altas do que as
mulheres no Teste dos Olhos.
A diferença média entre os sexos foi observada ao longo da vida, dos
16 aos 70 anos de idade. A equipe também confirmou essa diferença média
entre os sexos em três conjuntos de dados independentes e em versões do
Teste dos Olhos abrangendo oito idiomas.
Infelizmente o estudo não foi projetado para discernir a causa dessa
diferença média entre os sexos, mas os cientistas sugerem que isso pode
ser resultado tanto de fatores biológicos quanto de fatores sociais.
O que os mais pobres consumirão a mais não se compara com o excesso de consumo dos ricos, dizem os cientistas. [Imagem: Engin Akyurt/Pixabay]
Ricos devem diminuir consumo
Garantir que todos tenham acesso à alimentação, serviços mínimos e
dignidade humana e, ao mesmo tempo, proteger a estabilidade do meio
ambiente da Terra, requer uma transformação social drástica, dizem
cientistas.
Dado que nosso sistema econômico tem-se comportado de modo
predatório, extraído mais recursos do que seria razoável e "distribuído"
os benefícios disso de forma extremamente desigual, Crelis Rammelt e
uma equipe multi-institucional queriam investigar em detalhes quais
seriam os impactos ambientais da eliminação da pobreza.
Eles concluíram que é fundamental fazer mudanças drásticas na
sociedade para garantir o acesso universal das pessoas às necessidades
básicas sem mais degradação ambiental.
E essas transformações necessárias incluem diminuir o consumo das
pessoas mais ricas e garantir maior sustentabilidade geral da água, dos
alimentos, da infraestrutura e da energia.
E fazer isso, conclui a equipe, não envolve conversar com os pobres, mas com os ricos.
"Centenas de milhões de pessoas no mundo vivem em extrema pobreza e
não têm dinheiro, terra ou acesso a recursos suficientes para viver uma
vida digna, muito menos escapar da pobreza," explica a professora Diana
Liverman, da Universidade do Arizona (EUA). "O grande desafio é
erradicar a pobreza de forma sustentável e sem aumentar os impactos
sobre o meio ambiente. Por outro lado, algumas medidas de proteção
ambiental podem ter impactos negativos sobre os pobres."
Por exemplo, explica a pesquisadora, deixar de lado grandes áreas
protegidas de florestas pode prejudicar os povos pobres e indígenas que
dependem dessas terras para obter recursos para sua sobrevivência.
Realocação do consumo
Considerando a situação e os dados de 2018, a equipe estimou as
pressões adicionais sobre o sistema terrestre se medidas de justiça
social fossem tomadas para permitir que o terço mais pobre da humanidade
tivesse acesso mínimo a alimentos, água, energia e infraestrutura.
A análise mostra que, se os mais pobres obtivessem acesso adequado
aos recursos, as emissões de gases de efeito estufa poderiam aumentar de
15 a 26%. Também pode haver um aumento de 2 a 5% no uso da água e da
terra, bem como a poluição por fertilizantes como o fósforo.
No entanto, essas pressões são modestas em comparação com os impactos
do consumo no sistema terrestre pelos 5% mais ricos da população
global. Portanto, argumentam os pesquisadores, para atingir as metas
sociais e ambientais, os consumidores que usam a maior parte dos
recursos e ecossistemas da Terra - os mais ricos - são os que devem
fazer mudanças.
Assim, uma das principais formas de atingir as metas sociais e ambientais seria o que a equipe chama de "realocação do consumo".
"Você pode fazer isso de várias maneiras," disse Rammelt, da
Universidade de Amsterdã (Países Baixos). "Por exemplo, você pode
implementar um imposto sobre o consumo elevado ou promover tecnologias
sustentáveis. Nós podemos mudar como e onde investimos e parar de focar
no lucro acima de tudo. Os formuladores de políticas, empresas e
indivíduos, todos podem trabalhar para reduzir as pressões sobre o
planeta, ao mesmo tempo em que lidam com a justiça considerando as
necessidades dos pobres. Na verdade, essa é a base dos Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável acordados internacionalmente."
A equipe recomenda que a ênfase deve estar na promoção de
transformações sistemáticas que aumentem as oportunidades para aqueles
que vivem na pobreza "em vez de pedir aos países pobres do mundo que
apertem os cintos ainda mais" ou que continuem pobres.
Comecemos
o novo-ano falando de futuro. Liderada por mulheres, uma iniciativa
quer transformar a forma como governos medem o progresso. O tema não é
lá exatamente novo, mas segue atual. Sabemos: o que a gente mede define o
que a gente faz.
O Produto Interno Bruto (PIB)
tem problemas conhecidos há um tempo: de uma era industrial, não
mensura tão bem a economia de serviços – em particular, a digital. Não é
sensível à preservação ambiental diante da urgência climática. Não
capta atividades não monetizadas, várias fundamentais para a saúde mental
(pense uma meditação, uma caminhada no parque). É omisso quanto à
desigualdade, sendo mais influenciado pela prosperidade dos mais ricos
do que dos mais pobres.
Indicadores ambientais são urgentes diante da emergência climática. Foto: Fabio Motta/Estadão
Mas
ele segue amplamente utilizado, permitindo comparações no tempo e entre
territórios. Mais ou menos como o teclado em que digito esta coluna: o
padrão QWERTY não é considerado o mais eficiente, mas substituir as
teclas por uma ordem nova é muito difícil depois que o mundo já adotou
por décadas o padrão antigo.
A “parceria da economia bem-estar” é
uma nova tentativa de mudar. É capitaneada pelas chefes de governo de
Nova Zelândia, Finlândia, Islândia e Escócia.
Entre as novidades, a
Islândia já acompanha periodicamente dados de voluntariado, nível de
confiança entre os cidadãos, satisfação no emprego e sensação de
insegurança. A Nova Zelândia é mais detalhista, chega a olhar para
indicadores de cultura, interação com amigos, atividade física e sentido
de propósito na vida.
É preciso alguma cautela, porém. Em algum
momento, informação demais, em vez de ajudar, deve atrapalhar a
capacidade de um novo indicador permitir diagnósticos da sociedade e,
consequentemente, de se traçar estratégias de políticas públicas.
O
Brasil está bem vocacionado para embarcar na iniciativa. Pode ser por
meio de umas lideranças femininas do novo governo, que estão em número
recorde. Não há ainda países emergentes na aliança, que têm “lugar de
fala” para questionar o PIB e seus rankings.
Temos ainda uma tradição de boa burocracia na área: o IBGE, orgulho nacional, além do Ipea, tem técnicos qualificados para tratar da necessidade e limites de um novo modelo de indicadores.
A
pegada conservacionista e anticonsumista do projeto também faz sentido
para nosso País, que pretende se reposicionar como potência verde.
Pode-se explorar ainda um certo estereótipo de país conhecido
mundialmente pelo Pelé, pelo “joga bonito”, que deve ter algo a dizer sobre como viver bem.
A teoria atual sobre o universo não aceita nada viajando acima da velocidade da luz,
mas um novo estudo propõe uma abordagem que poderia mudar o cenário: um
observador poderia viajar mais rápido que a luz e enxergar o universo
de um jeito bem estranho.
Albert Einstein
formulou sua Teoria da Relatividade Geral sob alicerces invioláveis,
sendo um deles a velocidade constante da luz no vácuo. Os físico
consideram que nada supera os 299 792,458 km/s, mas será que isso
reflete a realidade?
Para alguns físicos teóricos, poderiam, sim,
existir coisas mais rápidas que os fótons de luz, como partículas
hipotética conhecidas como táquions. Elas poderiam viajar tão rápido que seria necessário muito esforço e energia para diminuir suas velocidades.
Trabalhando
com essas possibilidades, uma equipe de cientistas publicou um estudo
demonstrando que viajar mais rápido que a luz poderia revelar um
universo completamente diferente. Isso permitiria desenvolver uma nova
teoria que unificaria a relatividade geral e a mecânica quântica.
Se
pudéssemos viajar em velocidades superluminais (mais rápido que a luz),
veríamos fenômenos acontecendo espontaneamente, sem uma causa
determinística. Além disso, graças à natureza quântica de superposição
de estados das partículas, poderíamos observá-las viajando
simultaneamente por vários caminhos.
Outro efeito bizarro seria a
transformação do espaço-tempo — descrito por Albert Einstein como um
espaço tridimensional associado com uma dimensão temporal — em um
universo com três dimensões de tempo e uma dimensão espacial.
Os fótons podem viajar à velocidade de 300 mil km/h por não possuírem massa (Imagem: Reprodução/twenty20photos/Envato)
Com
isso, a equipe “descarta a dinâmica convencional de partículas
mecânicas semelhantes a pontos e força a pessoa a usar uma estrutura
teórica de campo”. Se as partículas não podem ser descritas como
“pontos”, a teoria de campo quântico se torna “uma consequência direta
da relatividade especial estendida”, escreveram os autores.
A
ideia não parece tão exótica se considerarmos que as partículas, de
fato, podem não ser nada parecidas com pontos no universo, embora essa
seja talvez a melhor descrição que nossa perspectiva tridimensional
permite.
Por fim, uma partícula ou objeto superluminal só poderia
viajar em uma única dimensão espacial, mas observaria as partículas
sub-luminais em três dimensões temporais, “envelhecendo”
independentemente em cada um dos três tempos.
Se viajássemos acima
da velocidade da luz, as partículas mais lentas pareceriam ter um
movimento simultâneo em todas as direções do espaço, muito parecido com a
propagação de uma onda quântica esférica associada a uma partícula.
Essas
consequências poderiam ser teoricamente descritas em uma linguagem
semelhante à da teoria de campos quânticos, permitindo assim a
conciliação entre a teoria do universo macroscópico (relatividade geral)
com o universo microscópico (mecânica quântica).
O mais animador
para a equipe é que nenhum desses resultados violaria os princípios da
Relatividade Geral, ou seja, a hipótese da velocidade superluminal neste
novo espaço-tempo seria apenas uma adição às teorias de Einstein, e não
uma substituição. E, ainda assim, daria uma nova percepção incrível
sobre o universo.
A pesquisa foi publicada no New Journal of Physics.
O Homem na Estrada, história contada em música pelos Racionais MC's,
retrata a vida de não apenas um, mas de milhares de brasileiros
privados de liberdade que vislumbram um recomeço longe do mundo do
crime. No Rio Grande do Sul,
iniciativas envolvendo a Superintendência de Serviços Penitenciários
(Susepe) e municípios têm criado oportunidades de trabalho prisional
como forma de ressocialização dessas pessoas.
Na área de abrangência da 8ª DPR (Delegacia Penitenciária Regional), o
investimento e qualificação do eixo de tratamento penal é uma das
prioridades. Além das possibilidades de qualificação e de atividade
laboral dentro dos presídios, convênios com prefeituras vêm ganhando
cada vez mais adesão e admiração não somente dos gestores públicos, mas
também da comunidade.
O apenado Lucio (nome fictício), 46 anos, varre praças em Venâncio
Aires (RS); ele esperou 1 ano e 8 meses para ter a oportunidade de
trabalhar, o que considera um recomeço
- Alencar da Rosa
Os presídios femininos dos municípios de Lajeado e Rio Pardo,
os presídios masculinos de Venâncio Aires, Santa Cruz do Sul e Lajeado e
o Instituto Penal de Monitoramento Eletrônico possuem, ao todo, 905
apenados exercendo algum tipo de atividade laboral. Representam 56% do
total.
O trabalho pode ser desde uma simples atividade de limpeza e
conservação da casa prisional até serviços gerais do município, com
recebimento de salário. Ambas as alternativas são realizadas após
autorização judicial.
Conforme dados do Depen (Departamento Penitenciário Nacional), o
número total de custodiados no Brasil é de 661.915 em celas físicas e
175.528 em prisão domiciliar.
"Os presos em celas físicas são aqueles que, independentemente de
saídas para trabalhar e estudar, dormem no estabelecimento prisional. Já
os presos em prisão domiciliar são os que cumprem pena em casa e podem
ou não usar equipamentos de monitoração eletrônica", explica a
assessoria de comunicação do Departamento.
Quanto ao número de apenados em atividade laboral, são 161.247 presos
que estão em celas físicas e 7.778 que estão em prisão domiciliar,
totalizando 169.025 —20% trabalham. O Rio Grande do Sul é o segundo
estado com maior número de apenados em trabalho prisional, com 25.807,
perdendo apenas para São Paulo, que tem 35.296.
A psicóloga e coordenadora técnica da 8ª DPR, Pauline Schwarzbold,
explica que as prefeituras que possuem interesse em utilizar mão de obra
prisional assinam convênio com o Estado.
"Estipula-se número de pessoas que irão trabalhar e valor do salário a
ser pago. A carga não pode ser superior a oito horas diárias", diz.
"A cada três dias trabalhados, um dia remido", explica Pauline.
Normalmente, os apenados passam por treinamento. "Alguns já possuem o
conhecimento prático ou habilidade para a função, outros precisam
aprender."
Segundo Pauline, normalmente, quem está vinculado aos convênios de
trabalho assinados entre prefeituras e estado está em regime semiaberto,
pois facilita o deslocamento entre o presídio e o local de trabalho, já
que não precisam estar escoltados.
Quanto às pessoas em monitoramento eletrônico, todos que possuem
emprego comprovado têm direito a deslocar-se para o trabalho. "O
monitorado precisa manter atualizado seu endereço e seguir a rota de
deslocamento informada, além dos horários."
A oportunidade do trabalho prisional faz parte do grupo de políticas
públicas que busca garantir direitos às pessoas em cumprimento de pena e
proporcionar a eles condições de uma reinserção social que evite
reincidência.
"É uma oportunidade de serem produtivos, de ocuparem o seu tempo e
também de se organizarem para a saída, tendo aprendido algo a mais que
lhes possibilite conseguir um emprego", declara a psicóloga.
Além disso, no trabalho realizado durante o cumprimento das penas,
muitos acabam desenvolvendo habilidades que sequer sabiam que tinham,
aumentando a autoestima.
Com a utilização de tornozeleira eletrônica, Lucio (os nomes dos
apenas são fictícios para preservá-los), 46, de regime aberto da
Penitenciária Estadual de Venâncio Aires, trabalha com serviços de
limpeza e manutenção de praças no Centro de Venâncio Aires, a 130 km de
Porto Alegre.
A nova etapa, tendo esperado um ano e oito meses pela oportunidade,
chegou também com o interesse de estudar. A volta às lições do ensino
médio, segundo ele, é uma forma de recuperar um pouco do tempo perdido.
Também atuando em serviços gerais em outra praça pública da cidade
está José, 47. Foram pouco mais de 17 anos em regime fechado. Agora, ele
cumpre pena no semiaberto, com monitoramento eletrônico. O salário que
recebe, após um ano e três meses procurando serviço, dá para ele pagar
aluguel, luz e água.
A tornozeleira eletrônica impõe um limite, em metros, para que o
apenado se locomova. Quando ele realiza um trabalho fora dessa
"fronteira", o mapa é aberto, mas ele tem horário monitorado para chegar
em casa.
O secretário do Meio Ambiente de Venâncio Aires, Nilson Lehmen, pasta
responsável pelo convênio, afirma que a iniciativa tem sido muito
satisfatória e bem vista pela comunidade. "O trabalho que ele desenvolve
no setor público acaba refletindo na sua própria vida, uma vez que já
está inserido no convívio social."
Pacto pela paz
Em Santa Cruz do Sul (RS), o incentivo ao trabalho prisional vem ao
encontro do Programa Pacto Santa Cruz pela Paz, projeto que fomenta dois
eixos: repressão ao crime e prevenção.
O secretário municipal de Governança e Relações Institucionais de
Santa Cruz, coronel Everton Oltramari, defende o trabalho de apenados.
"Ao contrário do que muitos pensam e dizem, que bandido bom é bandido
morto, ou que bandido tem que apodrecer na cadeia, no Brasil não existe
pena de prisão perpétua nem de morte. Essas pessoas que cometeram um
deslize em algum momento da vida devem cumprir suas penas de forma
rigorosa, mas também digna, e elas vão acabar voltando para o convívio
social em algum momento."
Em 2021, foi feito o primeiro convênio para utilizar a mão de obra prisional em parques, praças, pinturas de vias, entre outros.
"Fizemos um evento teste, escolhemos alguns para trabalhar na
recuperação das casinhas típicas da Oktoberfest e ficou muito legal.
Vimos que dá certo e agora, a partir do próximo ano, vamos ampliar."
Em novembro deste ano, foi assinado também um convênio com o Poder
Judiciário para receber pessoas que são condenadas com prestação de
serviços à comunidade.
"A partir do ano que vem, vamos ajudar a construir mais duas salas de
aulas, uma biblioteca nova e mais um pavilhão de trabalho. E vamos
também fazer parcerias com o Sistema S para oferecer cursos de
qualificação para os apenados", diz o secretário.
Chegar ao orgasmo ainda é um tabu
para diversas mulheres no Brasil. A pesquisa Mosaico 2.0, feita pelo
Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de
Medicina da USP, revelou que 55% das mulheres brasileiras têm
dificuldades de chegar ao orgasmo intenso. Ainda assim, todas nós já
ouvimos dicas genéricas sobre como chegar ao orgasmo durante o sexo ou a
masturbação: relaxe, concentre-se nas preliminares, pegue um pouco de
lubrificante. Todos eficazes.
Quantos tipos você já experimentou?
Foto: malvestida/unsplash/ / Boa Forma
Mas quando se trata do orgasmo de uma mulher, não
existem apenas o ponto G e o clitóris. Existem muitos tipos diferentes
de orgasmo.
"Toda
mulher é única e ninguém vai te entender melhor do que você mesma. Não
há uma regra pronta que mostre onde cada mulher deve ser estimulada para
atingir o orgasmo . Portanto, uma maneira muito interessante para
saber como funcionam as regiões de prazer do seu corpo é se tocar. A
masturbação e o prazer feminino ainda são cercados de muitos tabus, mas
aposte nessa rotina de auto prazer para ampliar sua capacidade de
gozar", explica Isabela Cerqueira, fundadora e CEO da Good Vibes.
Pronto para ampliar seus horizontes orgásticos? Abaixo, nós te explicamos os 12 tipos de orgasmos para você explorar suas zonas erógenas.
Orgasmo clitoriano
O
orgasmo clitoriano vem, claro, da estimulação do clitóris. Para a
maioria das pessoas, essa é a maneira mais fácil de chegar ao orgasmo
durante o sexo.
O clitóris não é apenas a
protuberância externa que geralmente pensamos que é. Essa é apenas a
ponta do iceberg. Na realidade, o clitóris é uma estrutura complexa em
forma de fúrcula que envolve a abertura vaginal como parênteses de
prazer. Estimule toda a área para um orgasmo intenso.
Orgasmo do Ponto G
Embora
o indescritível ponto G tenha entrado e saído de moda na pesquisa
sexual ao longo dos anos, a realidade é que é muito bom quando damos
atenção a ele. A estimulação do ponto G, se feita corretamente, pode
levar a esguichos, também conhecidos como ejaculação feminina.
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Esse ponto oferece bastante lubrificação /
Foto: undefined undefined/Getty Images / Boa Forma
Ele fica na parede rugosa localizada cerca de uma
polegada dentro do canal vaginal (para cima em direção ao umbigo) e é
como o centro de comando do clitóris interno.
Se você
realmente quer entrar lá e explorar seu ponto G, abra naturalmente sua
vagina colocando alguns travesseiros sob seus quadris e abrindo suas
pernas. Então, vá devagar.
Antes de inserir os dedos
para explorar sua zona G, pense primeiro em se excitar estimulando sua
segunda zona erógena e a glande do clitóris. Quanto mais excitada você
estiver, maiores serão suas chances de experimentar sensações prazerosas
na zona G. Uma vez excitada, insira um ou dois dedos. A excitação
sexual faz com que a vagina fique mais longa e larga. Esse fenômeno é
conhecido como tenda vaginal.
Orgasmo do Ponto A
Os
orgasmos do ponto A são raros por alguns motivos: a maioria das pessoas
não sabe que o ponto A está lá e ainda há confusão sobre o que é
exatamente. Enquanto algumas pessoas pensam que o ponto A é a abreviação
de "anal", o ponto A na verdade se refere à zona erógena do fórnice
anterior, localizada além do ponto G, mais acima na parede vaginal. Ou
seja: não é no ânus.
Para explorar seu ponto A,
geralmente em torno de 10 a 15 centímetros dentro da abertura vaginal,
recomenda-se usar um brinquedo sexual projetado para a zona G. Tocar
nessa zona com os dedos pode ser um pouco difícil, a menos que você
tenha dedos longos e uma vagina curta. Ah, e a posição de quatro dá mais
alcance a essa área.
Relatos sugerem que esta área
está associada à lubrificação rápida e pode ser muito sensível à
pressão, então você pode querer esperar até ficar muito excitada antes
de tocar nesta área.
Semelhante a atingir um orgasmo no ponto G, você deve manter em mente o movimento de vai-e-vem.
Orgasmo Cervical
Nem
sempre é fácil dizer a diferença entre orgasmos cervicais, vaginais,
clitorianos e de ponto G. Embora acredite-se que diferentes nervos se
comuniquem com o cérebro, dependendo de qual área é estimulada, pode ser
difícil isolar uma região exclusivamente durante o sexo.
Um orgasmo cervical ocorre quando a pressão é aplicada ao colo do útero por meio de penetração profunda.
Use um vibrador para experimentar profundidade e pressão por conta própria antes de envolver um/a parceiro/a.
Orgasmo do Ponto U
Se
o ponto U faz você pensar em urina, você não está longe. O ponto U está
localizado no vestíbulo vulvar em uma posição de U de cabeça para baixo
ao redor da uretra. Basicamente, é o tecido ao redor do buraco de onde
você faz xixi. Algumas pessoas gostam de brincar com essa área em
conjunto com o jogo do ponto G.
A estimulação com as mãos é ótima para explorar essa área
Foto: Alexmia/Getty Images / Boa Forma
Estimule o ponto U esfregando o dedo indicador e o
dedo médio em ambos os lados da abertura uretral ao longo do vestíbulo.
Esfregar a "ponta cônica" com um brinquedo em movimentos circulares
também pode ajudar a ativar o orgasmo.
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Coregasmo
Se
você nunca ouviu falar de um coregasmo, prepare-se para algumas
notícias muito emocionantes. Um coregasmo é um orgasmo que você
experimenta enquanto exercita seu core, ou seja, o abdômen e músculos
adjacentes.
De acordo com um estudo de 2011 com 530
mulheres, 370 experimentaram orgasmo induzido por exercícios enquanto
faziam exercícios abdominais ou levantando pesos. Na maioria desses
casos, aquelas que experimentavam o coregasmo nem sequer tinham
pensamentos sexuais, tornando esses tipos de orgasmos "anomalias", de
acordo com a pesquisa.
Para estimular esse tipo de
orgasmo, primeiro você precisa conhecer o seu músculo pubococcígeo. Ele é
o músculo que, além de se contrair durante o orgasmo, também se
encarrega de fazer xixi ou cocô. Quando você faz seus exercícios de
Kegel, esses são os músculos que você está trabalhando. Se você contrair
e liberar esses músculos - em outras palavras, fizer Kegels - durante
um treino, aumentará suas chances de experimentar um coregasmo.
Orgasmo misto
Também conhecido como orgasmo combinado, um orgasmo misto resulta da simulação de várias áreas simultaneamente.
Para
conseguir chegar nele, recomenda-se usar um vibrador interno do tipo
que tem um gancho para fora, estimulando tanto a parte interna como a
glande do clitóris.
Orgasmo Oral
Fiel ao seu nome, o orgasmo oral é induzido pela boca, ou seja, no sexo oral.
Não
existe uma rota direta para um orgasmo oral. Algumas pessoas gostam de
sucção constante e outras preferem uma boa massagem com a língua.
Portanto, converse com seu/sua parceiro/s. Diga a eles o que é bom e o
que não funciona para você.
Orgasmo do mamilo
Não
há como negar que os mamilos são uma importante zona erógena e, para
alguns, são tão sensíveis que a quantidade certa de excitação e
estimulação pode desencadear um orgasmo.
O mamilo é uma área com muitas terminações nervosas /
Foto: Larry Washburn/Getty Images / Boa Forma
Os pesquisadores da Rutgers University usaram
tecnologia de ressonância magnética para obter uma melhor compreensão
dessa experiência e descobriram algumas atividades cerebrais
interessantes por meio da estimulação do mamilo: o córtex sensorial
genital, que é a mesma região afetada pela estimulação da vagina e do
clitóris, é ativado por meio de brincadeiras com os mamilos. Os
cientistas levantam a hipótese de que esses neurônios compartilhados
liberam oxitocina, que induz prazer, relaxamento e atinge níveis máximos
pouco antes do orgasmo.
Para ter um orgasmo nos
mamilos, você deve estimulá-los com a mesma atenção com que estimularia
seu clitóris - algumas massagens rápidas não resolverão o problema.
Orgasmo do Ponto O
Se
você conseguiu encontrar seu ponto G, localizar seu ponto O vai ser
fácil: ele é um pouco mais profundo que o ponto G, mas do lado oposto -
na parede posterior da vagina. Você saberá que o alcançou quando estiver
esponjoso ao toque. Os nervos que passam por aqui são os mesmos que são
estimulados durante o sexo anal.
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Como
estamos indo fundo e na parte de trás da parede vaginal, é uma boa
ideia ter algum equipamento para ajudá-lo. A melhor maneira de realizar
essa técnica é usar um brinquedo sexual projetado para a zona G. Para
acessar o ponto O sozinha, deite-se de bruços e insira o brinquedo da
zona G na vagina com a ponta do brinquedo sexual virada par ao lado
oposto do seu abdômen.
Orgasmo Anal
Um
orgasmo anal é o resultado do sexo anal, claro. Se você quiser
experimentá-lo, não se esqueça de estimular outros pontos erógenos.
Brincar com seu clitóris ou mamilos, por exemplo, ajudará a trazer o
fluxo sanguíneo para as zonas erógenas e amplificar a sensação.
E não se esqueça do lubrificante, já que essa área não tem uma lubrificação natural.
Orgasmo Múltiplo
Assim como o nome sugere, um orgasmo múltiplo é mais do que um orgasmo na mesma sessão.
Para
que isso aconteça, você só precisa continuar após o primeiro orgasmo.
Depois de atingir o orgasmo, pegue seus dedos ou vibrador e continue a
explorar. Você ficará surpresa com a rapidez com que sua energia começa a
crescer novamente.
Com essa receita, vamos aprender a fazer um maravilhoso camarão ao
creme de leite, que é muito bem temperado, além de ter também
extremamente cremoso. Essa receita de camarão ao creme de leite é um pra
muito saboroso, fácil de preparar e versátil, pois combina com diversas
outras preparações.
Como fazer camarão ao creme de leite
Essa receita é muito simples e sem segredos. Para nosso preparo,
utilizaremos os seguintes ingredientes: camarões limpos, sal,
açafrão-da-terra, alho, azeite, cebola, pimenta de cheiro, tomate,
cheiro-verde, água e creme de leite. Com os ingredientes devidamente
separados, vamos começar temperando os camarões com alho, sal e o
açafrão-da-terra, que dará uma cor mais viva aos crustáceos. Numa panela
com azeite, vamos refogar cebola e pimenta de cheiro até dourar, para
então adicionarmos os camarões, deixamos dourar, e finalizamos com
tomate, cheiro-verde, um pouquinho de água e creme de leite.
Ingredientes da receita de camarão ao creme de leite
1kg de camarões limpos
sal a gosto
açafrão-da-terra a gosto
2 dentes de alho picados
1 fio de azeite
1 cebola bem picada
1 pimenta de cheiro picada
1 tomate em cubinhos
1 maço de cheiro-verde picado
½ xícara de chá de água
1 caixinha de creme de leite
Modo de preparo
Tempere os camarões com sal, açafrão-da-terra e alho. Reserve.
Em uma com um fio de azeite, refogue a cebola e a pimenta.
Entre com os camarões e cozinhe por poucos minutos, até dourar.
Adicione os tomates e o cheiro-verde e deixe refogar por alguns instantes.
Acrescente a água e aguarde reduzir.
Junte o creme de leite e misture bem.
Ajuste o sal e sirva seu maravilhoso camarão ao creme de leite! Bom apetite!