sexta-feira, 23 de novembro de 2018

SEXO: 9 benefícios para o bem-estar físico e mental

Fazer sexo, segundo

estudos, 

rejuvenesce e melhora a memória. 

Conheça outros benefícios que a prática

pode proporcionar

23 NOV2018

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O sexo pode trazer diversas sensações prazerosas e faz muito bem para o nosso corpo. Mas saiba que a prática tem outras vantagens além das mais conhecidas que você nem imagina. Abaixo, confira 9 benefícios do sexo para a sua saúde:
9 benefícios do sexo para o bem-estar físico e mental
9 benefícios do sexo para o bem-estar físico e mental
Foto: Shutterstock.com / Sport Life

1. Reduz o estresse

Estudo feito na Escócia constatou que aqueles que tinham uma vida sexual satisfatória se saíam melhor em atividades geralmente estressantes, como falar em público. "Sexo, de fato, pode trazer um bem-estar geral na vida das pessoas e relaxar. Desde que se tenha vontade de praticá-lo. Se vira preocupação ou obrigação, não é legal", esclarece Laura Muller, psicóloga especializada em sexualidade.

2. Previne gripes e resfriados

Pesquisa da Universidade Wilkes, nos Estados Unidos, apontou que pessoas que transam uma ou duas vezes por semana têm 30% menos chances de ficarem gripadas. Acredita-se que um dos benefícios do sexo seja aumentar a produção de uma substância chamada imunoglobina que, como o nome indica, fortalece o sistema imunológico (de defesa).

3. Fortalece o coração

"Sexo não deixa de ser um exercício. Mexe com a musculatura e promove o condicionamento cardiorrespiratório", explica a psiquiatra Carmita Abdo. Isso significa fortalecer o coração, o mesmo benefício que a corrida e o ciclismo, por exemplo, promovem. Segundo um estudo britânico, transar pelo menos três vezes por semana reduz pela metade o risco de um homem ter um ataque do coração.
Foto: GettyPremium.com / Sport Life   

4. Protege a próstata

Esse mesmo estudo também revelou que o sexo reduz em 50% os riscos de câncer de próstata. Mais: homens entre 45 e 59 anos que ejaculam pelo menos duas vezes por semana vivem dez anos mais que aqueles que chegam ao clímax menos de uma vez ao mês.

5. Rejuvenesce

Um curioso estudo feito na Escócia mostrou que aqueles que se dizem sexualmente satisfeitos aparentam ter entre sete e 12 anos menos do que eles realmente têm. Segundo os autores da pesquisa, sexo rejuvenesce por relaxar e fazer com que as pessoas durmam melhor.

6. Emagrece

Um dos benefícios do sexo é que você pode incinerar pelo menos 100 calorias em meia hora. Em outras palavras, transar também ajuda a deixar o corpo mais enxuto. Se você tem fôlego e disposição para encarar até uma hora de sexo, o efeito é quase o mesmo do promovido por uma partida de squash.
Foto: GettyPremium.com / Sport Life

7. Acaba com a dor

Há estudos que relacionam o alívio de dores de cabeça e da lombar ao sexo casual. Bastaria, portanto, transar poucos minutos durante a semana para se beneficiar. O orgasmo liberaria substâncias que interferem nos mecanismos que disparam o gatilho da dor. "Não há nenhum problema caso você se sinta realizado em transar sem compromisso. Não abrindo mão da famosa rapidinha, ou até em se masturbar.", afirma Glaury Coelho. psicóloga e terapeuta sexual.

8. Controla compulsões

Você é viciado em doces e por isso engorda a olhos vistos? Não consegue se livrar do cigarro? "Não é regra, mas é possível transferir para o sexo o prazer que você deposita excessivamente na comida ou no cigarro", responde Laura Muller. Faz sentido: se você tem vontade de transar e isso causa um relaxamento natural do corpo. Você controla a ansiedade que pode levá-lo a atacar a geladeira ou a tragar.

9. Melhora a memória

Estudo recente da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, feito em animais levantou a hipótese de que o sexo aumenta o número de neurônios em uma das áreas do cérebro responsável pela memorização.
Tenha mais energia e disposição com o Viva Leve. A gente garante: seu corpo e bolso agradecem!
Texto e entrevistas: Gabriel Gameiro/Colaborador - Edição: Giovane Rocha
Consultorias: Carmita Abdo, psiquiatra; Glaury Coelho, psicóloga e terapeuta sexual; Laura Muller, psicóloga especializada em sexualidade

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

EMOÇÕES: 4 dicas de como ser uma pessoa mais calma e equilibrada



 Publicado em: 24/07/2017  Por: Equipe SBie
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Para ser uma pessoa mais calma e equilibrada emocionalmente, é muito importante refletir
como você lida com as emoções, desenvolver sua empatia, reclamar menos e respirar.
O equilíbrio emocional é a peça-chave para ter mais qualidade de vida e bem-estar. Ao manter a 
calma diante dos problemas e controlar as reações emocionais, é possível manter mente e corpo
saudáveis, se relacionar de maneira positiva com as outras pessoas e direcionar a energia para
ações que tragam realização e desenvolvimento pessoal e profissional.
Você já parou para pensar o quanto de energia é desperdiçada em explosões de raiva, por exemplo?
Em contrapartida, é fundamental entender que todos os tipos de sensações emocionais precisam ser
liberados em algum momento e, quando reprimimos e bloqueamos nossas emoções, elas irão
encontrar um meio de se expressar — seja por padrões de comportamentos ou doenças físicas.
Ao trabalhar o equilíbrio emocional, é possível perceber as emoções e as mensagens que elas nos
passam e, assim, direcioná-las de forma consciente e construtiva. A raiva não precisa ser
necessariamente uma emoção negativa. Com uma natureza expansiva, ela pode impulsionar o
indivíduo para a ação e, quando bem canalizada, pode ser responsável por acabar com algo que
esteja causando incômodo.
Porém, quando falta equilíbrio, esse sentimento pode se tornar perigoso e ser levado ao extremo,
criando problemas ainda maiores. O primeiro passo para manter a calma é reconhecer essa emoção
e aceitá-la, encontrando meios para direcioná-la da melhor maneira.

Dicas de Inteligência Emocional para ser mais calmo e

equilibrado

Reflita sobre como você lida com as emoções

Quando emoções como o medo, a raiva e a tristeza surgem, de que maneira você costuma lidar
com elas? Você reprime o que pensa e não diz o que sente ou reage imediatamente de maneira
impulsiva? Entender como cada emoção interfere nas suas ações e relacionamentos é o primeiro
passo para ter uma consciência maior de como é o seu próprio funcionamento. Fazer um exercício
de autoconhecimento é fundamental para encontrar um caminho intermediário — sem reprimir suas
emoções e também sem reagir de maneira impulsiva e inconsequente.

Desenvolva sua empatia

Os seres humanos possuem bagagens emocionais e histórias de vida distintas e, por esse motivo, 
pensam, sentem e agem de formas diferentes. Desenvolver a empatia, ou seja, aprender como se
colocar no lugar do outro e respeitar as diferenças é uma excelente maneira de aliviar conflitos,
evitar desentendimentos e melhorar consideravelmente o equilíbrio emocional.

Reclame menos

Quando sentir vontade de reclamar, faça o oposto: lembre-se de quantas coisas boas você já 
conquistou na sua vida e seja grato por todas elas. Toda vez que você reclama, tira o foco de
realizações e oportunidades positivas e expande as coisas negativas. Esse hábito pode fazer com
que você se torne uma pessoa irritadiça, ansiosa e depressiva. Faça um exercício consciente para
encontrar algo positivo em todas as situações.

Respire

Respirar é uma ação vital e um movimento automático do organismo, porém, quando não colocamos
atenção na respiração, ela se torna superficial e prejudica o fornecimento de oxigênio para o corpo. 
Quando estamos nervosos e irritados, a tendência é que a respiração seja mais rápida e curta. Então,
ao perceber que você está com raiva ou ansioso, leve sua consciência para a respiração e inspire e
expire de forma mais longa e profunda. Ao usar essa técnica, é possível alterar seu estado
emocional e o tornar mais consciente.

VOSSA EXCELÊNCIA...

... BOLSOnaro? BOLSOnar... BOLSOna... BOLSOn... BOLSO...

Ué?! Porque só sobrou o Bolso?

Porque é um poste, um pau-mandado, uma marionete, um fantoche, um bobo da corte!

Pois... na verdade... ele foi colocado no BOLSO... pelo.... PAULO GUEDES...

Este, sim, o verdadeiro... PRESIDENTE DO BRASIL!

Mas, tem mais: tem alguém por trás do Paulo Guedes....

Ora... OS JUDEUS CHEIOS DE DINHEIRO DO MUNDO TODO!

Ora... O SIONISMO II... O SIONISMO LATINO!

POBRE DO BRASIL... COLÔNIA DE JUDEUS!



QUEM MANDOU VOTAR EM PARLAMENTAR DE HISTÓRIA M E D Í O C R E?

Só nos resta, então: tirá-lo do poder... ou mantê-lo e continuar ENGOLINDO SAPOS!

MANTIDOS NO CABRESTO dos judeus: É esta alternativa ao PT que almejávamos????

Não somos como uma Austrália que, de prisão de ingleses, se transformou em...

PAÍS DE PRIMEIRO MUNDO!

POBRES DE NÓS: DE COLÔNIA DE PORTUGAL À COLÔNIA DE J U D E U S!

A coisa MAIS... MAIS... MAIS... IMPORTANTE... do mundo

Simples: ter uma... CALMA... CALMA... CALMA...

E S T A B I L I Z A D A....

P E T R I F I C A D A...
.
I N A B A L Á V E L... I N A B A L Á V E L... I N A B A L Á V E L... I N A B A L Á V E L!!



Explicando: digamos que o potencial de alguém seja de 100 (não importa o que)

Ora, isto só é atingido quando se tem uma super calma, uma calma inabalável!

Quando se tem um misto de    OTIMISMO... AUTOCONFIANÇA... CORAGEM   ==>  FÉ! 

Como o Chile pode ser um modelo para os países vizinhos?

Internacional

América Latina

por AFP — publicado 21/11/2018 18h35, última modificação 21/11/2018 18h49
"É um erro falar do modelo chileno, como se desde Pinochet até hoje houvesse as mesmas políticas econômicas", diz o economista Ricardo Ffrench-Davis
Martin Bernetti / AFP
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Os presidentes Sebastian Piñera e Michel Temer se encontraram em Santiago para fechar acordo de livre-comércio entre os dois países
Por Ana Fernandez
Estabilidade política, níveis baixos de corrupção e um dinamismo econômico iniciado na ditadura (1973-1990) baseado em um Estado menor e mais exportações tornaram o Chile um modelo que líderes como Jair Bolsonaro desejam imitar.
Existe modelo chileno? "É um erro falar do modelo chileno, como se desde (Augusto) Pinochet até o atual presidente Sebastián Piñera houvesse as mesmas políticas econômicas", disse o economista Ricardo Ffrench-Davis.
"Há coisas em comum que se mantêm ao longo do tempo e padrões, mas há mudanças substanciais, tanto de políticas, quanto de reformas", disse à AFP o economista, autor do livro "Reformas económicas en Chile, 1973-2017" e professor da Universidade do Chile.
Desde que, em 1975, Pinochet recorreu aos "Chicago boys", alunos do economista ultraliberal norte-americano Milton Friedman, para elaborar um modelo que rompesse com o projeto socialista de seu antecessor Salvador Allende, contra quem deu um golpe de Estado militar em 11 de setembro de 1973, o país foi adaptando suas políticas à realidade social.
O modelo é marcado por um Estado reduzido ao mínimo, pela venda de empresas públicas e pela privatização de serviços básicos - como saúde, educação e principalmente previdência, com a introdução à época de um sistema de de capitalização individual copiado por vários países da região e que, hoje, com a primeira geração de aposentados, mostra suas limitações. 
Nos últimos anos, as pressões de estudantes exigindo educação gratuita e - mais recentemente - o clamor popular para reformar o sistema previdenciário, que hoje entrega aposentarias baixíssimas, forçaram os governos a dedicar maiores recursos do Estado.
Apenas as Forças Armadas - hoje em plena crise por casos de corrupção e abusos de poder - ficaram de fora da febre privatizadora da política de choque da época, e se beneficiam de um regime de aposentadorias e saúde garantido pelo Estado.
Em 1989, um ano antes de entregar o poder ao social-democrata Patricio Aylwin à frente da Concertación, coalizão de centro-esquerda que governou o país durante duas décadas, o poder de compra real do salário mínimo era inferior ao de 20 anos antes.
"O Chile está muito longe de ser um país desenvolvido, mas cresceu muito mais na democracia do que na ditadura", explica Ffrench-Davis, também aluno da Universidade de Chicago, onde Paulo Guedes, futuro ministro da Economia brasileiro, fez mestrado e doutorado.
Guedes, que morou no Chile no começo dos anos 1980, quer levar ao Brasil algumas das receitas aplicadas pelo Chile: menos Estado, menos proteção social e menos impostos, um programa ambicioso, levando em conta que o governo não tem maioria na Câmara dos Deputados.
Transparência é a chave
Acostumado a se reconstruir a cada vez que um terremoto lhe destrói, o Chile hoje se tornou o país com mais acordos comerciais - o último, assinado nesta quarta-feira, justamente com o Brasil - e um dos principais defensores do livre-comércio, contrário ao protecionismo impulsionado por Donald Trump e Bolsonaro.
"Nos opomos a toda forma de protecionismo e de práticas desleais em matéria de comércio e queremos fortalecer e promover com muita força a economia digital, a inclusão e nossa incorporação à quarta revolução tecnológica", lembrou Piñera, no Fórum Ásia Pacífico (APEC) em Papua Nova Guiné.
Leia também:

Contudo, alcançar a maior renda per capita da América Latina e aspirar a se transformar, em menos de uma década, em um país desenvolvido, não teria sido possível sem a probidade dos políticos que governaram o país durante o período democrático.
"A impressão que tínhamos nos anos 1990 era que as pessoas que estavam no governo eram ultrahonestas. Os cargos eram por mérito e não por militância. Trabalharam muito, embora tenha havido um processo gradual de deterioração, mas não de grande escala", diz Ffrench-Davis, lembrando que, quando os mandatários deixavam o governo, "voltavam para casa" onde sempre viveram.
Diferentemente dos países vizinhos, não há nenhum político no Chile envolvido no escândalo de corrupção da empreiteira brasileira Odebrecht, embora a imagem da classe econômica chilena tenha sido machada nos últimos anos por vários escândalos.
*Leia mais em AFP

GENÉTICA: 5 vantagens que poucos têm e a maioria não tem


22 NOV2018

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A ficção científica está cheia de super-heróis mutantes com dons especiais e habilidades extraordinárias. Mas, no mundo real, algumas pessoas comuns também possuem "poderes" especiais passados por seus genes.



Representação artística de uma fita de DNA
Representação artística de uma fita de DNA
Foto: iStock / BBC News Brasil
Há algumas vantagens genéticas que atingem uma proporção muito pequena da população. Surgiram graças a mutações espontâneas, um processo natural que fica registrado no DNA das pessoas atingidas.
Da mesma forma que alguns herdam doenças genéticas, outros herdam genes que lhes dão capacidades inusitadas.
Conheça abaixo cinco exemplos de "superpoderes" que algumas pessoas possuem graças à genética.

1. Visão submarina perfeita

A maioria das pessoas fica com a visão embaçada ao abrir os olhos debaixo d'água. Isto não ocorre porque a água danifica nossos olhos de alguma forma, e sim por um problema físico: a densidade da água é parecida com a do tecido que forma nossos olhos. Por isto, a luz chega de forma diferente à retina.
É por isto que a maioria dos humanos só consegue enxergar direito no ar.
Mas há uma exceção: o povo moken, que habita a região do Mar de Andaman, na costa da Tailândia. A tribo é chamada de "ciganos do mar", por passar a maior parte do ano vivendo em balsas e botes. Só vão à terra firme para reabastecimento de alguns suprimentos.
Se você tivesse genes moken, poderia enxergar perfeitamente debaixo d'água.



A não ser que você tenha genética moken, provavelmente não enxergará claramente debaixo d'água
A não ser que você tenha genética moken, provavelmente não enxergará claramente debaixo d'água
Foto: iStock / BBC News Brasil    Acredita-se que esta mutação foi selecionada graças ao estilo de vida da tribo, que envolve longas pescarias submarinas com arpão.
Uma pesquisa publicada em 2003 na revista científica Current Biologymostrou que a mutação genética dos moken faz com que seus olhos mudem de formato ligeiramente debaixo d'água.
Isto permite que a luz se distribua de forma correta ao ser captada pelos olhos - tornando possível que eles enxerguem de forma nítida, mesmo a mais de 20 metros de profundidade.

2. Tolerância ao frio

Outra vantagem genética observada em alguns povos tradicionais é a resistência a baixas temperaturas.



A maioria de nós não duraria muito tempo dentro de um Iglu
A maioria de nós não duraria muito tempo dentro de um Iglu
Foto: Getty Images / BBC News Brasil
A temperatura do corpo humano saudável oscila entre 36,5° C e 37,5° C. É por isto que a maioria de nós está mais apta a lidar com climas quentes do que com o frio.
Um corpo humano normal não pode resistir ao frio extremo, mas algumas populações humanas têm esta capacidade, graças a seus genes.
Tribos como os inuits, que habitam o Ártico, e os nenets, que vivem no norte da Rússia, se adaptaram às baixas temperaturas.
Seus corpos respondem de maneira diferente ao frio porque possuem uma constituição diferente daquela dos demais humanos.
Por exemplo: eles não tremem de frio como o resto de nós. Têm menos glândulas sudoríparas (que produzem suor); suas peles são mais espessas que o normal; e seu metabolismo é mais rápido que o das demais pessoas.
Estas são características genéticas: mesmo que você se mude para o meio do Polo Norte e viva lá durante décadas, não adquirirá as mesmas mutações genéticas deste povo.

3. Menos horas de sono

Uma característica que você pode ter, mesmo sem pertencer a nenhum grupo étnico específico, é a de funcionar bem mesmo com menos horas de sono que a média das pessoas.
Vários estudos científicos já mostraram que a maioria das pessoas precisam dormir entre 7 e 9 horas por noite para terem a sensação de corpo e mente descansados.



Os especialistas recomendam ao menos 8 horas de sono diárias, a menos que você tenha uma mutação genética rara
Os especialistas recomendam ao menos 8 horas de sono diárias, a menos que você tenha uma mutação genética rara
Foto: iStock / BBC News Brasil
Dormir menos que o necessário pode causar problemas de saúde e também males psicológicos, como falta de concentração.
Apesar disso, um estudo científico publicado em 2014 com gêmeos não idênticos permitiu à Academia Norte-Americana de Medicina do Sono identificar uma mutação genética que permite a algumas pessoas necessitar de menos horas de sono.
Pessoas com uma mutação no gene DEC2 têm uma fase de sono REM (sono profundo) mais intensa, o que faz com que seu descanso seja mais efetivo.
Com seis horas de sono ou menos, estas pessoas já se sentem completamente descansadas e prontas para encarar o dia seguinte.
De toda forma, os pesquisadores destacaram que esta é uma mutação que afeta uma proporção muito pequena da população mundial - menos de 1% daqueles que dizem dormir pouco.
4. Ossos mais densos
Eis uma vantagem genética que parece saída de uma história de super-heróis.
Na maioria das pessoas, os ossos vão perdendo densidade e massa à medida que envelhecemos. O problema é conhecido como osteoporose, e pode gerar fraturas e deformações nos ossos. 



Tirando alguns sortudos, todos nós precisamos nos cuidar para prevenir a osteoporose ao envelhecer
Tirando alguns sortudos, todos nós precisamos nos cuidar para prevenir a osteoporose ao envelhecer
Foto: iStock / BBC News Brasil
Mas algumas pessoas possuem uma mutação em um gene chamado SOST, que regula a produção de uma proteína chamada esclerotina. Esta é a proteína que controla a produção e o crescimento dos ossos.
Um estudo conduzido por pesquisadores de Washington (EUA) encontrou evidências de que existem algumas pessoas com mutações no gene SOST, e que por causa delas não perdem massa óssea à medida que envelhecem.
Seus ossos continuam ganhando massa e se tornando mais densos ao longo de toda a vida, dando-lhes um esqueleto que se parece com o de uma pessoa muito mais jovem.
Esta mutação no gene SOST foi encontrada em algumas pessoas de origem africâner (que é como são conhecidos os descendentes dos antigos colonizadores holandeses da África do Sul).
Agora, os pesquisadores buscam formas de replicar os efeitos desta mutação, para permitir que outras pessoas consigam os mesmos benefícios.

5. Adaptação às alturas

As comunidades andinas têm uma palavra para a falta de ar sentida pelas pessoas em grandes altitudes: soroche. Quem já sentiu este mal certamente não esquecerá a palavra.
O soroche, ou mal das alturas, costuma causar náuseas, pressão baixa, dor de cabeça e problemas respiratórios.
Há muitos truques para minimizar os efeitos: mover-se devagar, comer pouco, não fazer grandes esforços físicos e mascar folha de coca. Algumas pessoas também usam medicamentos. Mesmo assim, muitos continuam sofrendo.



Enquanto você 'morre' para subir a montanha, um sherpa carregado de malas passa correndo como se não fosse nada
Enquanto você 'morre' para subir a montanha, um sherpa carregado de malas passa correndo como se não fosse nada
Foto: Getty Images / BBC News Brasil
Mas o "mal da montanha" não afeta as populações tradicionais dos altiplanos.
Estudos realizados com o povo quéchua (dos Andes) e com tibetanos do Himalaia mostraram que eles possuem adaptações selecionadas geneticamente para viver nestes ambientes.
Possuem uma caixa toráxica maior que a média e possuem maior capacidade pulmonar, o que lhes permite absorver mais oxigênio a cada respiração.
Além disso, enquanto a maioria das pessoas passa a produzir mais hemácias (células vermelhas do sangue que transportam oxigênio) nestas condições de pouco oxigênio, eles produzem menos.
Estas características permanecem mesmo quando um integrante destas populações se muda para um local de menor altitude, pois está inscrita em seu DNA.
Estas mutações não os transformam em "super-heróis". Mas alguém pode pensar que estes nativos têm superpoderes ao vê-los subir uma montanha correndo, enquanto bandos de turistas se arrastam lentamente em direção ao cume.