
O meu blog é HOLÍSTICO, ou seja, está aberto a todo tipo de publicação (desde que seja interessante, útil para os leitores). Além disso, trata de divulgar meu trabalho como economista, escritor e compositor. Assim, tem postagens sobre saúde, religião, psicologia, ecologia, astronomia, filosofia, política, sexualidade, economia, música (tanto minhas composições quanto um player que toca músicas de primeira qualidade), comportamento, educação, nutrição, esportes: bom p/ redação Enem
30/01/2024

Saúde da mulher
Mulheres que consomem maiores quantidades de proteínas, especialmente proteínas provenientes de fontes vegetais, desenvolvem menos doenças crônicas e têm maior probabilidade de serem mais saudáveis à medida que envelhecem.
Analisando dados autorrelatados de mais de 48.000 mulheres, pesquisadores observaram notavelmente menos doenças cardíacas, câncer e diabetes, menor declínio cognitivo e melhor saúde mental naquelas que incluíam na sua alimentação mais proteínas provenientes de fontes como frutas, vegetais, pão, feijões, legumes e massas.
As mulheres tinham entre 38 e 59 anos no início do estudo e eram consideradas com boa saúde física e mental. As comparações foram feitas entre mulheres que consumiam as proteínas, mas em quantidades diferentes.
"O consumo de proteínas na meia-idade está associado à promoção de uma boa saúde na fase idosa," disse o Dr. Andres Korat, da Universidade Tufts, nos EUA. "Também descobrimos que a fonte de proteína é importante. Obter a maior parte da proteína de fontes vegetais na meia-idade, além de uma pequena quantidade de proteína animal, parece ser propício para uma boa saúde e uma boa sobrevivência em idades mais avançadas."
Proteínas vegetais
A ingestão de quantidades maiores de proteína animal mostrou-se apenas modestamente associada a menos limitações físicas na idade avançada, mas a proteína vegetal teve uma correlação mais forte e mais consistente em todos os modelos observados, e esteve mais intimamente ligada a uma boa saúde mental mais tarde na vida.
Para as doenças cardíacas em particular, o maior consumo de proteína vegetal resultou em níveis mais baixos de colesterol LDL (colesterol "ruim"), pressão arterial e sensibilidade à insulina, enquanto a maior ingestão de proteína animal mostrou-se ligada a níveis mais elevados, juntamente com aumento do fator de crescimento semelhante à insulina, detectado em vários tipos de câncer.
A proteína láctea por si só (principalmente leite, queijo, pizza, iogurte e sorvete) não foi significativamente associada a um melhor estado de saúde na idade adulta.
Mas os pesquisadores reconhecem que os benefícios da proteína vegetal podem derivar de componentes dos alimentos vegetais, e não da proteína em si - em comparação com os alimentos de origem animal, as plantas contêm uma proporção maior de fibra alimentar, micronutrientes e compostos benéficos chamados polifenóis que estão presentes nas plantas.
"A ingestão de proteínas na dieta, especialmente proteínas vegetais, na meia-idade desempenha um papel importante na promoção do envelhecimento saudável e na manutenção de um estado de saúde positivo em idades mais avançadas," concluiu o professor Korat.

Receita de bolo na taça de morango tradicional é uma das mais gostosas que você conseguirá provar em toda a sua vida. É simplesmente sensacional. Super prático. O morango garante uma série de benefícios para a saúde, possui ação antioxidante. Deste modo, melhora a circulação do sangue e deixa a saúde da pele lá em cima. Uma vantagem proporcionada pela fruta, além disso, é o efeito anti inflamatório. 🍰
O esmutab deixa a massa muito mais macia. Se quiser que fique molhadinha, acrescente leite.
😀 OLHA: Bolo de Taça com Morango
A sobremesa conhecida como “bolo na taça de morango com leite ninho” é uma deliciosa combinação de sabores e texturas que encanta paladares. Para prepará-la com perfeição, é importante conhecer alguns segredos:
Escolha dos ingredientes
Opte por morangos frescos e maduros para garantir o sabor natural e doce. Quanto ao leite ninho, use uma marca de qualidade para um sabor mais rico.
Montagem em camadas
A beleza dessa sobremesa está nas camadas. Monte cuidadosamente, alternando bolo esfarelado, morangos picados e o creme de leite ninho.
Uso de leite condensado
Para um toque extra de doçura, algumas versões incluem leite condensado nas camadas. A quantidade pode ser ajustada ao gosto pessoal.
Creme de leite fresco
Use creme de leite fresco e gelado para o creme de leite ninho, batendo até obter uma consistência leve e aerada.
Tempo de geladeira
Deixe a sobremesa na geladeira por algumas horas ou de um dia para o outro para que os sabores se integrem e a sobremesa fique mais firme.
Decoração final
Finalize com morangos inteiros, raspas de chocolate branco ou leite ninho peneirado para uma apresentação elegante.
Em nosso blog, contamos com várias receitas que a levam na composição e que super vale a pena você fazer em sua casa para testar e deixar todos com a boca aberta.

O merengue de morango leva poucos ingredientes e tem aquele suspiro que te levará ao céu. É uma sobremesa antiga, super tradicional com um sabor exótico que os adultos amam, principalmente nos jantares a dois.
E, de bebida, também indicamos a mais perfeita caipirinha de morango, uma aposta para beber nas saídas com os amigos ou sábado de lanche.
Também indicamos receita de bolo de baunilha com morango.
Mais alguma dúvida de como preparar bolo na taça de morango tradicional?
Pesquisadores descobriram uma nova classe de antibióticos capaz de matar bactérias multirresistentes a drogas, um problema de saúde global que preocupa autoridades de saúde.
A resistência a antibióticos ocorre quando cepas de microrganismos que antes respondiam a tratamentos com os antimicrobianos passam a não ser mais suscetíveis, prolongando as infecções, causando novas hospitalizações e aumentando o risco de transmissão.
Por essa razão, a descoberta da nova classe de medicamentos com potencial clínico traz esperança para médicos, autoridades de saúde e pacientes em todo o mundo.
O grupo faz parte dos chamados MPCs (peptídeos macrocíclicos), moléculas de tamanho maior do que a maioria dos antibióticos conhecidos e que apresentam uma atividade antimicrobiana promissora, inclusive combatendo cepas multirresistentes a drogas.
Em um banco de dados com cerca de 45 mil moléculas, os cientistas encontraram a nova substância, chamada zosurabalpina (zosurabalpin, em inglês), e descrita pela primeira vez em um artigo na edição desta quarta-feira (3) da revista Nature por Claudia Zampaloni, Patrizio Mattei, Konrad Bleicher e demais colegas da empresa farmacêutica Grupo Roche (Suíça) e da Universidade de Harvard (EUA), dentre outros.
O grupo de antibióticos possui ação contra bactérias gram-negativas e gram-positivas, mas a zosurabalpina foi eficaz principalmente contra a CRAB (Acinetobacter baumannii carbapenêmico-resistente, na sigla em inglês). A droga foi testada em placas de laboratório infectadas com a bactéria e em camundongos, onde conseguiu inibir o crescimento bacteriano.
A A. baumannii é uma bactéria gram-negativa listada entre os microrganismos de prioridade máxima para a OMS (Organização Mundial da Saúde) devido à resistência antimicrobiana. Segundo um estudo publicado na revista The Lancet, aproximadamente 1,3 milhão de mortes por ano em todo mundo são causadas por bactérias resistentes.
A descoberta é, assim, um marco para o desenvolvimento e pesquisa de novos fármacos capazes de combater microrganismos. "Faz mais de 50 anos desde o lançamento da última classe de antibióticos capaz de tratar infecções causadas por bactérias gram-negativas, e há hoje resistência aos medicamentos de praticamente todas as classes existentes. Qualquer nova classe de antibióticos que tenha a capacidade de tratar infecções causadas por bactérias resistentes, como a CRAB, é um avanço significativo", disse à Folha Kenneth Bradley, autor correspondente do estudo e chefe global de descoberta de doenças infecciosas da Roche.
No estudo, os autores afirmam que novos antibióticos descritos nos últimos anos são, em sua maioria, derivados de substâncias já existentes, e que encontrar novas classes de drogas é extremamente raro.
Em um estudo complementar também publicado nesta quarta (3) na Nature, Daniel Kahne e colegas da Universidade de Harvard descrevem o mecanismo de ação da substância.
Funciona assim: a bactéria A. baumannii resistente possui várias moléculas de lipopolissacarídeos (LPS) na membrana externa que impedem a penetração do antibiótico na célula. Pense como se fosse uma película protetora. Os especialistas encontraram duas maneiras de impedir essa proteção: bloquear a síntese dos LPS ou interromper o seu transporte até a membrana externa, evitando assim a formação da película, tornando a bactéria suscetível novamente a alguns antibióticos. A nova droga age da segunda forma.
Ao ligar a um complexo de proteínas (LptB2FGC) entre as duas camadas da membrana celular (interna e externa), a zosurabalpina bloqueia a via de transporte do LPS. Essas moléculas acabam se acumulando na membrana interna da bactéria, impedindo outras trocas da bactéria com o meio externo. Sem o transporte, ocorre a morte celular.
Um fato curioso do modo de ação da zorusabalpina é que ela não chega a interagir com o citoplasma, o que dificulta a aquisição de resistência microbiana no longo prazo.
"A membrana externa é importante para as bactérias porque as ajuda a sobreviver em condições adversas e a resistir aos mecanismos de defesa imunológica. O LPS é produzido dentro da célula bacteriana, mas precisa ser transportado para a membrana externa, um processo cuidadosamente controlado por estes microrganismos. Sem a membrana com LPS, as bactérias têm dificuldade em estabelecer infecções. Mesmo para bactérias raras que podem sobreviver sem membranas externas, o sistema de transporte é tóxico para elas, levando-as à morte", afirmou Bradley.
Como ele é altamente específico por se ligar a um complexo de proteína da A. baumannii, o risco de surgirem cepas resistentes pelo processo de mutação ou transferência horizontal —a aquisição de genes mutados de outras bactérias para a que se tenta combater— é baixo.
Os autores do estudo concluem que a nova molécula supera os mecanismos de resistência a medicamentos existentes, cujos antibióticos atualmente disponíveis são incapazes de superar.
"Com essa descoberta significativa, a zosurabalpina tem o potencial de atender a uma grande necessidade não atendida na luta contra a resistência antimicrobiana", completam.
Um estudo recente promete ajudar adultos a cuidarem dos bebês de maneira mais precisa e atenciosa. Pesquisadores do Hospital Clínico de Barcelona, em colaboração com o L'Institut d'Investigacions Biomèdiques August Pi i Sunyer (IDIBAPS), estudaram o motivo de cada tipo de choro de um bebê.
Conforme informações do site Infobae, a Clínic-IDIBAPS, em parceria com a startup suíço-catalã Zoundream AG, realizou o estudo com o objetivo de ajudar os pais e tutores a compreenderem melhor seus bebês, destacando que a falta de compreensão do choro pode levar à frustração.
Essa situação, segundo o estudo, pode resultar em "sentimentos de ansiedade, depressão, impotência, raiva e frustração", prejudicando o vínculo emocional com a criança.
Publicado na Elsevier, o estudo analisou o choro de 38 recém-nascidos, revelando que, em média, um bebê chora entre uma e três horas por dia.
Caracterizado por choros prolongados, monótonos e com uma melodia decadente, evidenciando uma diminuição gradual da intensidade.
Este choro é um pouco mais rouco do que o choro por ansiedade, devido à tensão exercida nas cordas vocais.
De acordo com os pesquisadores, esse tipo de choro parece ser "mais um lamento do que um choro real".
De acordo com os pesquisadores, esse tipo de choro parece ser "mais um lamento do que um choro real".
Este tipo de choro é "constante, rítmico, de curta duração, intenso e alto". Geralmente, é um pouco mais grave e é acompanhado por expressões faciais e movimentos corporais variados para chamar a atenção.
Os pesquisadores descrevem esse choro como tendo "poucas pausas, sendo inconstante e mais agudo".
Entre tantas opções de métodos contraceptivos, um tem despertado a curiosidade de algumas mulheres: o implante anticoncepcional, popularmente conhecido como Implanon. Segundo o ginecologista César Patez, trata-se de um "anticoncepcional" em forma de bastonete que é inserido sob a pele da mulher. O motivo do interesse das possíveis adeptas é a taxa de eficácia: ultrapassa os 99%, além de ter uma aplicação tranquila.
"A aplicação do implante contraceptivo é bem rápida e prática, quase indolor, mas, em alguns casos, é recomendado o uso de anestesia local para garantir o conforto do paciente. Após inserido no braço da mulher, ele libera o hormônio sintético 'etonogestrel', que é derivado da progesterona. Em seguida, ele é absorvido pela corrente sanguínea, passando a agir com o bloqueio da ovulação e alterando o muco cervical, o que impede a gravidez", explicou o médico.
A seguir, confira 4 pontos que merecem ser considerados:
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©JLco - Julia Amaral de Getty Images via Canva.com[/caption]
Superando os 99%, a taxa de eficácia do implante é comparada à da laqueadura, já que ambos possuem falha de apenas 0,05%.
Patez detalha que o método tem durabilidade de três anos e que começa a fazer efeito contraceptivo a partir dos sete dias de aplicação. Entretanto, ele diz que, após sua retirada, a fertilidade da mulher costuma voltar ao normal já no primeiro mês.
Excetuando-se casos em que a paciente tenha alergia ao 'etonogestrel' ou possua trombose, é indicado para mulheres de qualquer idade: "É muito usado para pacientes no início da vida reprodutiva por combater os sintomas da TPM e ajudar no controle do ciclo", pontua o médico.
Patez explica que, maioria, age como o implante: "Quase todos atuam como bloqueadores da ovulação, mas o DIU de cobre, por exemplo, atua como um método de barreira, já que ele libera íons e dificulta a mobilidade dos espermatozoides, além de também agir dificultando a implantação do óvulo, caso o primeiro quesito falhe. Mas isso não quer dizer que não seja eficaz, assim como o DIU hormonal, que libera baixas doses de progesterona e deixa a camada do útero fina, o que altera o muco e a motilidade tubária, tornando-o também bastante eficaz", completa.

Celebre o Natal com uma explosão de sabores com essa torta de morango de Natal. Com uma massa incrível e um recheio de dar água na boca, essa receita vai ser o sucesso na sua ceia. Confira o passo a passo.
Sim, você pode fazer da sua torta de morango de natal uma receita sem lactose.
Para isso, substitua os ingredientes que contém lactose, como o leite condensado e o leite, por versões dos mesmos sem lactose.
Outra substituição que também deixa a receita sem lactose é usar ingredientes sem origem animal, como leite de soja ou amêndoas e leite condensado vegano.

No entanto, a última substituição pode alterar o sabor final da sua torta, sendo assim, a melhor maneira de manter o resultado final é usando a primeira opção de substituição.
Além disso, essa torta pode ser modificada de mais formas para agradar ainda mais seu paladar.
Uma modificação comum e que costuma agradar muito as pessoas é trocar o creme dessa receita pelo creme belga que adiciona mais sabores à sua torta.
Você sabia que a dieta mediterrânea reduz risco de Alzheimer em até 53%? É o que aponta uma pesquisa realizada pela National University Bangladesh, no sul da Ásia. Veja abaixo como os cientistas chegaram à essa conclusão e, além disso, o que é necessário para seguir esse tipo de alimentação.
O método desta pesquisa foi o levantamento de artigos disponíveis no Scopus, PubMed e Google Scholar, que verificassem as relações entre as dietas, mal de Alzheimer e condições socioeconômicas em estudos preventivos da doença de Alzheimer.
Dessa forma, a equipe constatou que o ômega-6 encontrado em nozes e peixes desempenha a maior parte das funções na depuração de Aβ, a transtirretina, e que a vitamina D inibe a apoptose Aβ fibrilar induzida.
Assim, a alegação dessa turma é que a dieta mediterrânea reduz o risco de Alzheimer de 35% até 53% para pessoas que cumprem moderadamente e, também, que os indivíduos com adesão longa a essa dieta lidam com risco de 39% a 54% menor de desenvolver Alzheimer;
A única ressalva da pesquisa é que o alto custo dos ingredientes dessa dieta ainda levantam dúvidas sobre a eficácia da prevenção da Doença de Alzheimer por meio de dietas leves.
Os estudiosos que lideraram a análise foram Nusrat Zahan Bhuiyan, Md. Kamrul Hasan, Zimam Mahmud, Md. Sabbir Hossain e Atiqur Rahman.
A principal característica da dieta mediterrânea é o consumo de alimentos frescos e naturais, alguns exemplos: legumes, vegetais, frutas, grãos e oleaginosas. Carne vermelha em pequena quantidade, peixes ricos em ácidos graxos e frango também integram esse plano alimentar.
"Os pesquisadores elencam três tipos de dietas e dividem o estudo em primária e prevenção secundária para as doenças de Alzheimer. Além da mediterrânea, uma outra dieta é a dieta Dash, que é meio que uma dieta aprovada para diminuição e modulação da hipertensão. Envolve como se fosse uma diretriz para minimizar as doenças neurodegenerativas", comenta o professor universitário e nutricionista esportivo da Integralmédica Jean Silvestre.
Na busca por opções mais saudáveis, as receitas sem glúten ganham destaque, especialmente durante celebrações festivas como o Natal. Seja para quem é intolerante ao glúten ou por opção, oferecer sobremesas adaptadas pode ser uma maneira deliciosa de atender a diversas preferências alimentares. Nesse sentido, confira três sobremesas sem glúten deliciosas para você experimentar!
Massa
Recheio
Em uma tigela, misture as farinhas, o sal, o óleo de coco e o ovo até obter uma massa homogênea. Em seguida, coloque a massa em uma forma de fundo removível e cubra o fundo e as laterais. Reserve. Em outro recipiente, misture as maçãs com o suco de limão, o açúcar mascavo, a canela e a noz-moscada. Logo após, coloque o recheio sobre a massa na forma. Leve ao forno preaquecido a 180°C por 45 minutos, ou até que as maçãs estejam macias e a massa esteja dourada.
Em uma batedeira grande, misture o chocolate derretido, o açúcar e o extrato de baunilha até ficar homogêneo. Adicione as gemas uma de cada vez, batendo bem após cada adição. Após, acrescente as claras em neve com cuidado na mistura de chocolate, mexendo delicadamente com uma espátula. Coloque o creme de leite e mexa até ficar homogêneo. Despeje a mousse em taças individuais e leve à geladeira por pelo menos 4 horas, ou até firmar. Retire da geladeira e sirva com as amêndoas picadas.
Em uma tigela grande, misture as farinhas, o bicarbonato de sódio, o sal, a canela e a noz-moscada. Em outro recipiente, bata os ovos até ficar homogêneo. Adicione o mel, o óleo de coco, o purê de abóbora e o extrato de baunilha e misture. Depois, adicione os ingredientes líquidos aos secos e misture até obter uma massa homogênea. Após, despeje a massa em uma forma untada com manteiga e enfarinhada com farinha de amêndoas e leve ao forno preaquecido a 180°C por 40 minutos. Deixe o bolo esfriar antes de desenformar e sirva em seguida.