sexta-feira, 5 de maio de 2017

O formato de campanha política correto e barato

Existem políticos que tentam, espertamente, desvencilhar-se dos políticos tradicionais, autoconsiderando-se apenas como um "gestor", sem qualquer ideologia na cabeça (seja ela qual for), como é o caso do prefeito eleito de São Paulo, João Dória. Este, com a maior cara de pau, defende a volta do financiamento empresarial de campanhas políticas - mostrando que não passa de um político tradicional, como qualquer outro. Ora, e como deveria ser um modelo moderno de campanha política, correto e barato? Em primeiro lugar, proibir tanto o financiamento empresarial quanto o de pessoas físicas de contribuirem para campanhas políticas. Em segundo lugar, permitir somente propaganda exclusiva do candidato ARGUMENTANDO no rádio e televisão (com financiamento público apenas). Ficaria proibido o uso de imagens de opinião de populares, de musiquinhas, os comícios, contratação de cabos eleitorais, panfletagem. Assim, os candidatos não ganhariam eleições via emoção/marketing político/poder econômico, etc., mas somente com propostas - ou seja, através da palavra racionalizada. Este seria o modelo ideal para escolha do melhor candidato e para campanhas muito baratas e corretas/honestas/racionais.

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