domingo, 8 de janeiro de 2017

Um pouco da minha pessoa

Antes de mais nada, gostaria de ressalvar que não sou vaidoso ou narcisista. Não preciso fazer autopromoção. Apenas acho que quem me admira e me segue tem o direito de conhecer um pouco da minha intimidade, pois é imprudente seguir pessoas totalmente estranhas.
Pois bem, completei 50 anos em 2016, nunca namorei, sou virgem (não por opção mas por vontade de Deus). E esse cenário começou a se formar em 1989, quando tive a infelicidade ou azar de ser seduzido pela filha do banqueiro judeu Joseph Safra. Para quem não sabe, os judeus cultivam uma cultura bem racista ao ser um clubeco fechado em que eles só se relacionam entre si (tal qual as sociedades secretas). Esta regra só é quebrada por um motivo bem especial. No meu caso, os judeus descobriram que eu tinha QI muito alto. Por uma questão de economia de espaço vou ocultar os detalhes. Mas podem confiar em mim, pois tudo que afirmo é baseado em fatos. Desde que a filha de tal banqueiro entrou na minha vida, passei a conhecer na pele o que é o verdadeiro inferno. Fui humilhado por ela, agredido por um delegado que tinha ligações com ela (quando tentava processá-la pela primeira vez, somente por assédio sexual, numa instituição pública voltada para o atendimento de pessoas pobres). Não tenho mais dúvida sobre sua opção sexual (lesbianismo). Ela nunca me amou (alíás, mandei várias cartas a ela e numa dessas perguntei-lhe se me amava, a qual nunca foi respondida). Depois que entrei com pedido de investigação contra ela numa instituição pública séria, o Ministério Público Federal, e a investigação, batizada pela Polícia Federal de OPERAÇÃO ANACONDA, em 2002, virou processo, ela passou a retaliar-me, perseguir-me ferozmente. Não consigo entender o comportamento da elite judaica. Eles fazem coisas muito loucas, irresponsáveis. Acho que pelo fato de terem muito dinheiro  eles pensam que podem fazer de TUDO. Aliás, vejam senhores, como o excesso dinheiro pode criar monstros humanos, como pode estragar o ser humano. Aliás, numa das cartas que escrevi a ela, pedi-lhe que largasse o dinheiro. Vejam também como Buda era muito sábio, iluminado, um anjo, um ser de luz. Continuando, ela, percebendo que eu jamais faria acordo com a mesma, em troca de fortuna altíssima, chegou ao cúmulo de atentar contra a minha vida, por várias vezes. Só estou teclando estas palavras em meu computador porque sou muito esperto e me safei de todas as suas tentativas, não deixando que ela me matasse. O processo que movo contra ela está em estágio final. Quando ele se encerrar o mundo inteiro ficará sabendo de todo seu teor, de todos os seus detalhes. Gostaria de observar que o livro LAPSO FATAL já descreve uma parte dos fatos, sempre utilizando nomes fictícios e deixando a parte mais pesada de fora. Antes de encerrar este post quero deixar bem claro que não quero passar por coitadinho, vítima. Apenas deixar um recado de amigo: fujam do apego ao dinheiro. Preocupem-se em ter apenas o suficiente para levar uma vida digna e confortável. Fiquem com Deus!

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