domingo, 8 de janeiro de 2017

Desculpem-me pelo meu erro

Primeiro erro: a minha posição favorável à pena de morte (que já foi devidamente corrigida onde aparecia no blog quanto em dois de meus livros). Errei feio. Cometi um erro grave, não por má intenção mas por imprudência. Basicamente, o meu grande erro foi equiparar uma erva daninha a um SER HUMANO. Há muita diferença entre ambos. Eu mesmo já fui tratado como objeto pela minha família (aliás, estou processando criminalmente um irmão, o qual será devidamente perdoado depois de dar-lhe uma pequena lição, depois de sujar a sua biografia - além do mais, ele apenas foi corrompido pela ambição desmesurada mas trata bem a esposa dele, jamais seria tão mau a ponto de tentar matar-me e, finalmente, devo a ele o fato de o mesmo ter feito minha cabeça para estudar economia e não outro curso, sei ser grato, justo, apesar de ache que também existe a hora certa para perdoá-lo e voltar a conviver com ele) e pela filha do senhor Joseph Safra e sei o quanto isto provoca sofrimento, dói. Amadureci e percebi que o ser humano é o que mais parece com Deus dentre todos os seres da criação, de forma que deve ser tratado com compaixão pois ninguém nasce mau por natureza. Os desvios de comportamento ou caráter são explicados por uma sequência de disfunções sociais acumuladas ao longo da vida, ou seja, o meio social interfere no livre arbítrio e deve ser levado em conta. Estou reconhecendo meu erro pois quando alguém cria um blog deve ter muito cuidado para não deseducar. É que, por ser um ser humano, também estou sujeito ao erro.

Segundo erro: acho que não devia ter colocado aquele post ensinando uma coisa imoral como a invasão da privacidade alheia, como fazem aqueles que desenvolvem a telepatia. Aliás, se Deus me deixasse conhecer a sua intimidade mental eu não teria nenhum interesse em fazê-lo. A intimidade é sagrada é deve ser respeitada. Aliás, corrigindo o erro, já exclui o post do meu blog. Eu publiquei o post apenas para mostrar que quando se referia a ela no meu livro LAPSO FATAL não estava com paranóia ou suposta "mania de perseguição", enfim, que ela é real mesmo.

Terceiro erro: fui injusto, muito injusto, irresponsável, imprudente... não por maldade, mas por imaturidade.. quando fiz uma crítica a um senhor estrangeiro que defendia os direitos humanos aos presos do mundo. O que importa, agora, é que aprendi a lição e vou pensar um milhão de vezes antes de desafiar um especialista numa área em que não sou especialista.

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