domingo, 30 de outubro de 2016

RECADO A QUEM QUEIRA ASSASSINAR-ME

PRIMEIRO PONTO: quais seriam os principais interessados? A dobradinha judeus-muçulmanos. Judeus, porque estou processando na justiça brasileira, em estágio avançado, a filha do banqueiro judeu Joseph Safra, que tem todo o interesse na minha morte (pois nesta hipótese consumada interrompe-se o processo que corre contra ela), sendo que, inclusive a mesma já tentou envenenar-me covardemente (usando colegas de trabalho pilantras). Muçulmanos, porque trata-se de uma elite que paga assassinos para matarem quem denuncia a mais poderosa das máfias: a "máfia" do livro "sagrado", a mais maquiavélica de todas pois ultraja/profana/envergonha o verdadeiro criador (ao atribuir a ele maquinações estudadas para enganar, coisa que não é da sua estirpe ou interesse ou índole e muito menos ele mandou alguém escrever tais coisas em seu nome). E, ainda, os kardecistas (que são mentirosos e demoníacos)

SEGUNDO PONTO: não tenho medo da morte pois até hoje a vida só me deu porradas e a minha morte, além de um descanso óbvio, seria um alívio para mim.

TERCEIRO PONTO:  por um mundo VERDADEIRO, decente, justo, digno e de alto nível humano, estou disposto a perder a minha vida em troca da consequente decadência ou até extinção das religiões políticas profanadoras do criador.

QUARTO PONTO: tais religiões específicas são "mafiosas", digamos assim, pois têm uma estrutura bem organizada para a dissimulação sofisticada que engana justamente quem mais precisa de proteção: os pobres - pois estão a serviço dos lobos ou ricos, seus criadores/escritores. Assim, trata-se de uma "máfia" não da ilegalidade, mas da enganação.

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