domingo, 4 de setembro de 2016

O Talmud e o racismo judaico

Introdução

Não sei que misteriosa poção de titica as pessoas tomaram para repudiar qualquer denúncia contra ações de judeus ou algumas de suas crenças imundas como sendo crime racial, antissemitismo. Talvez, mais pareça como crime racial da parte de seus críticos porque vemos a maioria dos judeus agindo como se fossem um só corpo, onde quer que estejam. Assim, toda crítica a um judeu parece tomar a aparência de discriminação a todos os judeus. Mas, se tal judeu fosse um criminoso, seria prudente não acusá-lo? Tal comportamento sincrônico da maioria dos judeus seria fruto de alguma ortodoxia religiosa, solidariedade em prol de sua sobrevivência ou de simples desprezo xenófobo pelos goyim (não-judeus)?
Após o “Holocausto” judeu na Segunda Guerra Mundial, muito pouca gente ousou falar um “ai” contra as ações de quaisquer judeus, por medo de ser acusada, covardemente, de apologista do ódio racial. Os objetivos de Hitler acabaram servindo muito mais aos sionistas, propugnadores do roubo da Palestina, do que, propriamente, ao alegado extermínio de judeus.
Hoje, mesmo nunca tendo sido comprovada através de estritas provas técnicas, a teoria histórica do Holocausto continua a conferir poder ao Estado Sionista de Israel, rendendo bilhões em indenizações a tantos quantos se declarem judeus e vítimas do Nazismo, fazendo propaganda livre do Sionismo, dos bancos escolares ao cinema, bem como usando apenas de testemunhos, fotos duvidosas e chantagem emocional barata. O julgamento de Nuremberg baseou suas condenações, basicamente, em relatos de “sobreviventes”, tais como os de Elie Wiesel, não em provas forenses.
Nenhuma negação a esse relatos era tolerada, mostrando o grau de “imparcialidade” daqueles inquéritos. Nenhuma prova técnica foi exigida para que fossem declaradas como verossímeis as crônicas das Câmaras de Gás, mormente as de Auschwitz. Bastaria você dizer que vira, sofrera, fugira ou soubera (mesmo se fosse de ouvir apenas) de alguma daquelas “atrocidades” para que você fosse admitido como testemunha idônea e ajudasse a enviar para a forca algum imundo nazista. Dessa forma, você estaria contribuindo, não para o fim das perseguições às minorias desprotegidas, mas para o fortalecimento de um regime político, o Sionismo, baseado em disseminação de ódio, racismo (paradoxalmente) e esmagamento de todos os povos que se oponham às elites financeiras judaicas. Tudo isso como pontos-chave de uma coletânea muito antiga de imundícies, chamada de Talmud.
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O que é o Talmud?

Talmud é o livro mais sagrado do Judaísmo (na realidade, uma coletânea de livros). Sua autoridade toma precedência sobre o Antigo Testamento no Judaísmo. Evidência disso pode ser encontrada no próprio Talmud, Erubin 21b (Edição Soncino): “Meu filho, seja mais cuidadoso na observância dos Escribas do que nas palavras da Torah (Antigo Testamento).”
Assim, sendo a Torah mundialmente conhecida como a base ortodoxa da Fé israelita, atribuída a Moisés, o Judaísmo, baseado no Talmud, não passa de uma heresia de origem babilônica, misturada a outras impurezas ideológicas e religiosas. Sim, boa parte do que você conhece hoje por Talmud e Cabala forma parte de uma herança ocultista babilônica, nada mais. Deus suscitou o exílio dos israelitas na Babilônia no séc. VI a.C., por terem se contaminado com cultos diabólicos pagãos, como o prestado a Moloch, durante o qual incinerava-se, em uma fogueira ritual, todos os meninos primogênitos recém-nascidos. E, de lá, da Babilônia, regressaram a Jerusalém com as mais bizarras das prescrições, notadamente incoerentes com a Torah.
Some a isso inúmeras imundícies, perversões, ideais totalitários, racistas e de exploração desumana contra todos os povos não-judeus, planejados pelos rabinos e passados de geração a geração, onde quer que estivessem. Obviamente, para que todos esses ideais pudessem passar despercebidos, precisariam de uma cortina de fumaça coitadista que imunizasse todos os seus imundos chefes e cabeças de quaisquer acusações, imputando todas as críticas e denúncias a um antissemitismo injustificado, por serem infiéis todos os povos e eles o “Povo Eleito”.
Veremos, a seguir, alguns exemplos de ensinamentos milenares talmúdicos que todo judeu deve aprender em seus anos de estudos.
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Talmud e racismo

Discurso de Menechem Begin, Primeiro-ministro de Israel:


A nossa raça é superior. Nós somos deuses divinos neste planeta. Nós somos diferentes das raças inferiores porque elas vieram dos insetos. De fato, comparados à nossa raça, outras raças são bestas e animais, gado, no máximo. Outras raças são consideradas excremento humano. Nosso destino é controlar as raças inferiores. Nosso reino terrestre [o planeta Terra], será controlado por nosso líder com mão-de-ferro. As massas gentias irão lamber nossos pés e nos servir como escravos” (Menechem Begin).
Digam-me se um povo pode falar em igualdade entre todos os povos se avalia os futuros genros ou noras pela etnia? Melhor: o que você diria se um judeu impedisse seu filho ou filha de casar-se com um não-judeu pelo simples fato de ser um não judeu (ou não-judia)? Creditaríamos isso aos costumes ou tradições judaicas? Não é isso uma forma de preconceito racial?
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Mas o racismo e xenofobia judaicos, tão pouco destacados na mídia, vão bem mais além do que o casamento restrito de judeus com judias, mero sintoma do desprezo que nutrem pelos goyim(não-judeus), ainda que muitas vezes em segredo e por pura conveniência. Obviamente, esse comportamento não se verifica em todos os israelitas ou judeus convertidos, já que sempre há um bom e alentador número de exceções às regras mais imundas, quais luzes no meio do insalubre pântano.
DENÚNCIA: Negros do Sudão são impedidos de aterrissar em Israel. Racismo em ação!
Judeu defende a liberdade da Palestina. Resultado: é espancado e preso!
Quando digo que o racismo judaico (a despeito do Sionismo pseudo-libertário) vai além da discriminação dos casamentos, em que o noivo ou noiva deve se converter obrigatoriamente ao Judaísmo, estou falando a respeito dos ensinamentos religiosos e sociais contidos no Talmud, tido como foco de unidade cultural entre os judeus do mundo inteiro, principalmente no que tange nas relações dos judeus com outros povos.
Citando diretamente os livros que formam o corpo do Talmud, vejamos alguns exemplos do que todo judeu deve aprender, guardar e praticamente, sem questionar:
  • Enganar não-judeus é lícito: “Judeus não precisam pagar aos gentios os salários devidos ao seu trabalho” (Sanhedrin, 57a).
  • Judeus podem roubar de gentios (não-judeus): “Se um judeu encontrar um objeto perdido por um gentio, ele não precisa devolvê-lo” (Baba Mezia, 24a; Baba Kamma, 113b). // “Deus não terá misericórdia de um judeu que casar sua filha com um homem velho, tomar uma pessoa como seu filho pequeno ou devolver um objeto perdido a um Cuteano (o mesmo que não-judeu ou idólatra, saiba mais aqui) (Sanhedrin, 76a).
  • Judeus podem roubar e matar gentios (não-judeus): “Quando um judeu mata um gentio (cuteano), não haverá qualquer pena de morte. O que um judeu rouba de um gentio, ele pode guardar” (Sanhedrin, 57a).
  • A riqueza dos gentios pode ser usurpada por judeus: Os gentios estão fora da proteção da Lei. Assim, Deus expôs toda a riqueza dos gentios a Israel” (Baba Kamma, 37b).
  • Não há problema algum em um judeu enganar um gentio: “Judeus podem usar de mentiras para iludir ou enganar um gentio” (Baba Kamma, 113a).
  • Crianças gentias (filhas de não-judeus) são sub-humanas: “Todas as crianças gentias são animais” (Yebamoth, 98a). // “Meninas gentias estão em estado de niddah (imundície) desde o nascimento” (Abodah Zarah, 36a).
  • Apologia ao estupro de crianças: “Um judeu pode casar-se com uma menina de [no mínimo] 3 anos e um dia de idade” (Sanhedrin, 55b). // “Um judeu pode manter relações sexuais com uma criança, desde que ela tenha menos de nove anos de idade” (Sanhedrin, 54b).
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Talmud e o ódio contra não-judeus

Nos Tratados Menores, Sofetim, XV, regra 10, o idolatrado rabino Shimon Bar Yochai diz: “Mesmo o melhor dentre os gentios deveria ser morto”. Em hebraico transliterado: “Tov shebe goyiyim harog“.
Essa passagem é do original Hebraico do Talmud Babilônico, conforme citado pela Enciclopédia Judaica, The Jewish Encyclopaedia,  de 1907, publicada por Funk e Wagnalls e compilada por Isidore Singer, sob a entrada, “Gentio” (p. 617).
Essa passagem original do Talmud foi escondida (camuflada) na tradução. A Enciclopédia Judaica declara que, “…nas várias versões o comentário tem sido alterado para ‘o melhor entre os Egípcios’, a título de substituição não declarada“. Na versão Soncino: “o melhor dos pagãos” (Tratados Menores, Soferim 41a-b].
Israelenses anualmente tomam parte em uma peregrinação nacional à sepultura de Simon ben Yohai, para honrar esse rabi que defendeu o extermínio dos não-judeus. (Jewish Press, 9 de Junho de 1989, p. 56b).
No Purim de 25 de Fevereiro de 1994, o oficial do exército de Israel Baruch Goldstein, um Judeu ortodoxo do Brooklyn, massacrou 40 civis palestinos, incluindo crianças, enquanto eles ajoelhavam-se em reza em uma mesquita. Goldstein foi um discípulo do último Rabi do Brooklyn, Meir Kahane, que contou a CBS News que “seu ensinamento de que os Árabes são como cachorros é derivado do Talmud.” (CBS 60 Minutes, “Kahane”).

Militares israelenses com camisetas racistas. Na camiseta verde, vemos uma mulher palestina grávida e, abaixo, os dizeres: “Um tiro, dois mortos”.

O Prof. Ehud Sprinzak, da Universidade de Jerusalém, descreveu a filosofia de Kahane e Goldstein: “Eles acreditam que é vontade de Deus que eles cometam violência contra goyim, um termo hebraico para não-judeus.” (NY Daily News, 26 de Fevereiro de 1994, p. 5).
Rabi Yitzhak Ginsburg declarou, “Nós temos que reconhecer que o sangue judaico e o sangue de um goy [não-judeu] não são a mesma coisa“. (New York Times, 06 de Junho de 1989, p. 5).
Rabbi Yaacov Perrin disse: “Um milhão de árabes não valem a unha de um judeu“. (New York Daily News, 28 de Fevereiro de 1994, p. 6).
Todo judeu que faz jorrar o sangue dos sem-Deus (não-judeus), está fazendo o mesmo que um sacrifício a Deus” (Talmud: Bammidber Raba, c 21; Jalkut 772).


Sderot cinema. Israelis bringing chairs 2 hilltop in sderot 2 watch latest from Gaza. Clapping when blasts are heard.
Muitas provas textuais e referências de publicações confiáveis podem ainda não serem suficientes para os mais céticos e doutrinados. Assim, cabe uma reflexão sincera a respeito das atitudes elencadas nos vídeos abaixo e se perguntarem se esse Estado Sionista, baseado nesse tipo de ideologia xenofóbica e racista, merece alguma credibilidade. Vejamos alguns deles:
Judeus assistem, de modo sádico e de camarote, o bombardeio a Gaza
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Como judeus tratam os cristãos em Israel?
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Cristãos são os mais odiados por judeus
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Rabi Ovadia Yosef: Não-judeus existem apenas para servir os judeus
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Talmud e ódio anticristão

Os ensinamentos judaicos dizem que Deus criou duas naturezas: uma boa e outra má, ou seja, uma natureza dividida em duas partes: uma pura e outra impura. Da parte impura, chamada deQliphah — couro ou parte externa suja —, afirmam que provêm as almas dos cristãos.
No Zohar (I, 131 a) diz-se:
Os povos idَóltaras, desde que existem, sujam o mundo, pois suas almas provêm da parte impura“.
E no Emek Ha-Melech (23 d) está escrito:
As almas dos ímpios provêm de Qliphah, que é a morte e a sombra da morte“.
No Zohar (I, 46 b, 47 a), continua a ser demonstrado que esta parte impura é a do lado esquerdo, de onde provêm as almas dos cristãos:
E Ele {Deus] criou todo o ser vivente, ou seja, os israelitas, porque eles são filhos de Deus, o Altíssimo, e suas almas sagradas provêm d’Ele. Porém, de onde provêm as almas dos gentios? E o rabino Eliezer disse: do lado esquerdo, o que faz com que suas almas sejam impuras. Portanto eles são impuros e tudo que tiver contato com eles fica contaminado“.
Em Ioredea (148,12 Haga), lê-se assim:
Portanto, se entras em uma cidade e os encontras (os gentios) celebrando uma festa, podes fingir que te alegras e divertes com eles, afim de ocultar teu َódio. Aqueles, porém, que se preocupam com a salvação de suas almas, devem manter distância destas celebraçُões. Deves deixar bem claro que te aborreces ao festejar com eles, sempre que possa fazê-lo sem incorrer na sua inimizade“.
Iore dea (151,14) diz:
Não se permite a ninguém falar ou dizer:”que bom é este akum (cristão)!”. Muito menos falar sobre o que fazem, ou relatar qualquer coisa sobre eles que possa redundar em sua glَória. Entrementes, se enquanto o elogias, deres graças a Deus por criar criaturas, ou gentios, tão parecidos conosco, então sim, será permitido fazê-lo“.
No Iore dea (151,11) lê-se:
Está proibido dar presentes gratuitos a um akum, mesmo que se o trate familiarmente“.
Todavia, o Talmud permite que um judeu dê presentes aos gentios, seus conhecidos, desde que com o fito de conseguir alguma vantagem futuramente.
A vida do goy [não-judeu] e todas suas faculdades e poderes físicos pertencem ao judeu“. (In Die Polen, A. Rohl, p.20).
Em Babha Bathra (54 b), lê-se o seguinte:
Todas as coisas pertencente aos goyim [não-judeus] são como o deserto: a primeira pessoa que chega e as leva, tem o direito de considerá-las como suas“.
No Choschem Ham (266,1), lê-se:
Um judeu pode conservar (para si) qualquer coisa que encontre e que pertença a um akum, porque está escrito: devolve a teu irmão o que está perdido (Deuteronômio, XXII,3). Porque aquele que devolve pertences extraviados (aos cristãos) peca contra a Lei, por haver aumentado o poder dos transgressores da Lei. Mesmo assim é digno de elogios devolver os pertences extraviados, se for feito para honrar o nome de Deus, ou seja, se agindo assim, os cristãos elogiarem os judeus e passarem a olhá-los como gente honrada“.
No Baba Kama (113 a), estل escrito:
Nossa instrução é a seguinte: quando um judeu e umgoy comparecerem diante uma corte de juízo, absolva o judeu, se puderes, de acordo com as leis de Israel. Se o goy for o vencedor, diga que foi de acordo com as leis dos gentios, absolva-o e diga ao não-judeu (gentio) que isso ocorre por intermédio das leis dele. Se não puder ser encaminhado desta maneira, proceda duramente contra o goy, conforme conselho do rabino Ischmael. O rabino Akiba, mesmo assim, confirma que não é fraude atuar desta maneira, a não ser que profane o nome de Deus, e o judeu seja encarcerado por perjْúrio“.
No Zohar (I, 160 a) diz o seguinte:
O rabino Yehuda disse ao rabino Chezka: ‘Deve ser louvado aquele que pode livrar-se dos inimigos de Israel; devem ser muito louvados os justos que se libertarem deles e lutarem contra eles’. O rabino Chezka perguntou: ‘Como devemos lutar contra eles?’. O rabino Yehuda respondeu: ‘Através de sábios conselheiros declararás a guerra contra eles’. (Provérbios, Cap. 24,6). ‘Qual classe de guerra?’ ‘A classe que todo o filho do homem deve combater contra seus inimigos; a que Jacَó utilizou contra Esaْú mediante trapaça e traição, onde for possível. Devem ser combatidos (os cristãos), sem trégua, até que a ordem seja restaurada. Assim é que, com satisfação, digo que devemos nos livrar deles (dos cristãos)”.
No Iore dea (158, 1), diz assim:
Os akum (cristãos) não devem ser curados, nem sequer por dinheiro, mesmo se for atrair, assim, a sua inimizade“.
E no Iore dea (158,1), ainda se lê o seguinte:
Aos akum [cristãos] que não sejam nossos inimigos diretos, não os devemos matar diretamente. Mesmo assim, não devemos salvá-los de um perigo de morte. Por exemplo: se vês algum deles cair dentro do mar, não o tires de lá, a menos que ele te prometa dinheiro“.
O rabino Maimônides, nas Hilkhoth Teshuvah (III, 8) fornece a lista dos que são considerados fora-da-lei:
Existem três classes de pessoas que negam a Lei da Torah: 1) Aqueles que dizem que a Torah não nos foi dada por Deus: mesmo que seja um verso, uma palavra do mesmo, e que afirmam que foi a obra de Moisés; 2) Aqueles que rechaçam a explicação da Torah, ou seja, a Lei Oral daMishnah, não reconhecendo a autoridade dos Doutores da Lei, como os seguidores de Tsadoq (saduceus) e os Baithos; e 3) Aqueles que dizem que Deus trocou a Lei por outra Nova Lei e que a Torah não tem nenhum valor, mesmo que não neguem que tenha sido dada por Deus, como creem os cristãos e os turcos. Todos estes negam a Lei de Torah”.
Em seguida, a condenação aos que negam a Torah e a primazia dos Escribas. No Choschen Ham (425,5), diz-se igualmente assim:
Merecem o nome de epicureus (adeptos ao prazer da carne e da mesa) os judeus que se convertem em epicureus, que se entregam à adoração das estrelas e dos planetas e pecam com malícia; também aqueles que comem carne de animais feridos, ou que se vestem com roupas frívolas; igualmente, aqueles que negam a Torah e os profetas de Israel. A lei ordena que se deve matá-los a todos; e os que detêm o poder sobre a vida e a morte devem matá-los; e se isso for impossível, deve-se conduzí-los à morte por meio de métodos sutis“.
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