sábado, 3 de setembro de 2016

MAÇONARIA E JUDAÍSMO: UMA RELAÇÃO CARNAL

“O mundo é governado por personagens muito diferentes dos que imaginam os indivíduos cujo olhar não penetra nos bastidores” – D’Israeli
“O mundo está suficientemente preparado para se submeter a um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite de intelectuais e de banqueiros mundiais, seguramente é preferível à autodeterminação nacional.” – David Rockfeller
“Para saber quem domina o mundo, você deve saber qual grupo não se pode criticar” – Kevin Alfred Strom
Maçonaria e Judaísmo: uma relação carnal
Em “La Verite Israelite”, periódico judaico, de 1861, pg. 64:
“Todo o espírito da Maçonaria é o mesmo do judaísmo, em suas crenças mais elementares, suas idéias, sua linguagem e principalmente em sua organização. A esperança que ilumina e suporta a Maçonaria é a mesma que ilumina e suporta Israel. Seu remate será esta maravilhosa casa de pregaria, da qual Jerusalém será o centro triunfante e símbolo”.
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Citação de Rudolf Klein, judeu e maçom, em “Latonia”, Nº 78, de 1928:
“Nosso rito é judaico, do princípio ao fim. O público deve chegar a uma conclusão: a de que temos conexões atuais com o judaísmo”.
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Panfleto distribuído impresso e através da Internet, elaborado pela comunidade judaico-maçônica B’nai B’rith. A propaganda sionista não se limitou apenas a propagar mentiras sobre o Presidente do Irã, como incitou os brasileiros a se manifestarem contra sua vinda, ao Brasil, na proposta de parceiro comercial. Por mais uma vez, o povo brasileiro foi induzido a defender os interesses de Israel e da pequena comunidade judaica aqui presente, ignorando os benefícios que tal acordo poderia resultar ao seu próprio país.
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 Rabino Dr. Isaac Wise, em “The Israelite of America”:
“A Maçonaria é uma instituição judaica cuja história, quantia, cargos, símbolos e exposições são judaicos: do princípio ao fim”.
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Bernard Lazare em “L’Antisemitisme”:
“É certo de que havia judeus na origem da Maçonaria. Certos ritos provam que eram judeus cabalísticos”.
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“Transactions of Jewish historical society”, vol 2., pg. 156:
“As vestimentas usadas pela Grande Loja da Inglaterra são compostas inteiramente de símbolos judaicos”.
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“Freemason’s Guide”. Nova Iorque, 1901:
“Os maçons erguem um edifício, no qual o Deus de Israel viverá para sempre”.
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“An Encyclopedia of Freemasonry”. Philadelphia, 1906:
“Cada Loja é e deve continuar sendo um símbolo do templo judaico. Cada mestre, um representante do Rei judeu; cada maçom, uma personificação de um trabalhador judeu”.
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Richard Carlile em “Manual of Freemasonry”:
“A Grande Loja maçônica dos dias de hoje é completamente judaica”.
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Citação do Rev. McGowan em “The Freemason”, em 02 de Abril de 1930:
“A maçonaria está fundada na antiga Lei de Israel. Esta deu vida à beleza moral, que forma as bases da Maçonaria”.
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Carta destinada ao Presidente Luís Inácio da Silva, escrita pelo Grão-Mestre da Maçonaria de São Paulo, em repúdio à vinda do Presidente do Irã. Em contrapartida, não houve um só pronunciamento de qualquer entidade maçônica que fosse contrário à vinda do sanguinário chefe de Estado de Israel, Shimon Peres, ocorrido no mesmo semestre da chegada de Ahmadinejad.
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“Le Simbolisme”, em Julho de 1928:
“O valor mais importante do maçom é o de glorificar a raça judaica, que preservou um incomparável modelo de sapiência. Deveis confiar na raça judaica, para dissolver todas as fronteiras”.
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 “The Textbook of Freemasonry”, pg. 7:
“O início do rito do mestre se refere a um ‘humilde representante do Rei Salomão'”.
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Em “The Jewish Tribute”. Nova Iorque, 28 de Outubro de 1927. Vol. 91. Num. 18:
 “A Maçonaria está baseada no judaísmo. Se eliminarmos as semelhanças do judaísmo com os ritos maçônicos, o que nos sobrará?”
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Dr. Sanderson em “That which was lot: a treatrise on Freemasonry and the English mystery”, pg. 55:
“É muito difícil, mas bastante incorreto, criticar os fundadores por introduzir tradições judaicas. Agora, tornou-se árdua a tarefa de suprimir o Novo Testamento para motivar a harmonia entre o cristão e o judeu (…). O volume da Lei Sagrada não é a Bíblia ou qualquer livro em particular, mas o livro sagrado de qualquer uma das religiões incluídas no grêmio. Qualquer religião poderá ser satisfatória, se cumpre os requerimentos maçônicos”.
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Resolução do “World Non-Sectarian Antinazi Council to Champion Human Rights”, dirigida em Londres, sob a Presidência do judeu-americano Samuel Untermeyer, segundo o informe do “Jewish Chronicle” de 14 de Dezembro de 1934:
O boicote judaico à Alemanha deve continuar, até que o governo alemão tenha restaurado o status das Lojas maçônicas e as propriedades que lhes haviam sido tomadas“.
Acerca disso, leia:
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Disraeli, em 20 de Setembro de 1863, em Ayelesbury:
“Posso-lhes assegurar que aqueles que governam, devem contar com novos elementos. Temos que tratar não somente com empregadores e gabinetes. Devemos levar em consideração as sociedades secretas que possam confundir todas as medidas, em última instância. Elas possuem agentes em todos os lugares. Determinados homens incitam a assassinatos e são capazes de realizar um massacre a qualquer momento”.
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Rev. James Anderson em “Book of Constitutions”, de 1738:
“Um homem que tomou parte em uma sedição contra o Estado, sem ser culpado de qualquer outro crime, não tem porque ser expulso de sua Loja”.
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Em “Latonia”, periódico maçom alemão, no Vol. 12, em Julho de 1849, na pg. 237:
“Não podemos ajudar, mas nós nos congracemos com o socialismo marxista através de um excelente camarada da maçonaria, para enobrecer o gênero humano e ajudar o seu bem estar. Socialismo e Maçonaria, junto com o comunismo, provém da mesma fonte”.
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 Ward em “Freemasonry, its aims and its ideas”, pg. 93:
“A Maçonaria é uma irmandade mundialmente organizada (…). O laço misterioso e secreto do mundo exterior, que liga os verdadeiros maçons em todo o mundo”.
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Bernard Stillman, judeu, em “Hebraic Influences on Masonic Symbolism”, de 1929, citado por “The Masonic News”, de Londres:
“Creio ter provado o suficiente que a Maçonaria, no que diz respeito ao seu simbolismo, se projeta em uma formação essencialmente judaica”.
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O judeu e maçom Findel, em “Die Juden als Freimaurer”:
“Compete menos uma luta pelo interesse da humanidade, que a pelos interesses e dominação do judaísmo. E nesta luta, o judaísmo se revela a si mesmo como o poder dominante, ao qual deve a Maçonaria se render. Não há nisto nada de surpreendente, porque de uma forma cuidadosa e escondida o judaísmo é a força dominante em muitas das grandes Lojas. Para a Alemanha, não se deve esquecer que o judaísmo é já o dono de seu mercado internacional, de seus negócios; donos de sua imprensa e política maçônica, e milhões de alemães são quem os financiam”.
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Picolo Tigre, judeu, líder da “Haute Vente Romaine”, uma sociedade secreta conectada com a maçonaria, em uma carta de instruções escrita em 19 de Janeiro de 1822:
“A Haute Vente deseja que sob um ou outro pretexto, sejam introduzidos tantos príncipes e homens ricos, como ocorre nas Lojas maçônicas. Príncipes de sangue real, para adular suas ambições de popularidade; prepará-los para a Maçonaria. A Haute Vente será então capaz de fazer o que possa ser útil para a causa do progresso. Servirá como uma atração para imbecis, intrigantes, pervertidos e outros. Esses pobres príncipes servirão à nossa causa, mesmo que pensem que estão trabalhando para a sua própria (…). Isto é uma magnífica decepção e sempre têm existido estúpidos que desejam se comprometer com o serviço de uma conspiração, na qual cada príncipe pensa ser o próprio beneficiado”.
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Albert Pike, Grão-Mestre do Diretório Central de Washington e Coordenador do Conselho Supremo de Charleston, Soberano Pontífice da Maçonaria Universal. Em 19 de Janeiro de 1935, dando instruções:
 “O que devemos dizer à massa é que nós adoramos um Deus, mas ele é adorado sem superstição. A ti, soberano grande inspetor general, dizemos isto, que tu podes repetir em Brethen dos graus 32, 31 e 30.
 A religião maçônica, a todos nós iniciados de alta graduação, mantidos na pureza da doutrina luciferina. Se Lúcifer não fora Deus, que deixou provas de sua crueldade, perfídia e ódio do homem, barbarismo e repulsa pela ciência, queria Adonay e seus pastores caluniá-lo? Sim. Lúcifer é Deus e, portanto, Adonay também. Os inteligentes discípulos de Zoroastro, assim também como os agnósticos e os templários admitiram como a única concepção lógica e metafísica, o sistema dos dois princípios divinos que lutam eternamente. Não posso crer que um seja inferior ao outro. Assim, a verdadeira e pura religião filosófica é a crença em Lúcifer, assim como em Adonay”.
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Rabino Ludwig Blau, PHD, no Seminário Judeu-teológico de Budapest, Hungria, em um artigo citado em “Freemasonry”, de A.S. Léese:
“O agnosticismo é um sistema esotérico de teologia e filosofia. Agnosis não é pura filosofia nem pura religião, senão uma combinação das duas com magia, sendo o último o elemento dominante, como era no princípio de toda religião e filosofia. O agnosticismo judaico é, inquestionavelmente, anterior à cristandade, posto que a exegese bíblica havia chegado já a uma idade de 500 anos, no primeiro século da Era Cristã. É valioso o fato de que as cabeças das escolas agnósticas e os fundadores agnósticos são designados como judeus, pelos padres da Igreja. Estão, sem dúvidas, ligados à Cabala, junto com a Magia e o Misticismo”.
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“B’nai B’rith Magazine”, vol. 43, pg. 8, citando o rabino e maçom Magnim:
“A B’nai B’rtih não é senão um ponto estratégico. Em todos os lugares em que a Maçonaria pode admitir ser judaica em sua natureza, as Lojas ordinárias são suficientes para a tarefa”.
Nota: B’nai B’rith é uma Loja maçônica onde gentios não são admitidos.
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Mais uma prova de submissão: Abraham Goldstein, da Loja judaico-maçônica B’nai B’rith, ladeado pela Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crucius, e prefeito de Porto Alegre José Fogaça, na inauguração de fotos da farsa de Anne Frank.
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Doménico Margiotta, em seu livro “Adriano Lemmi”, pg. 225. O texto inteiro provém de um tratado secreto, feito em 1877, entre Albert Pike, representante do Diretório Dogmático Supremo do Rito Escocês, e Armand Levi, da B’nai B’rith da América, Alemanha e Inglaterra. Contém a seguinte informação:
“O Diretório Supremo Dogmático da Maçonaria Universal reconhece as Lojas judaicas, tal como já existem nos principais países. O segredo da existência da Confederação será rigorosamente guardado por aqueles membros de alto grau maçônico, aos que o Diretório Supremo Dogmático julga merecedores de seus conhecimentos. Os quartéis generais na B’nai B’rith estarão em Hamburgo e o corpo soberano tomará o título de Conselho Patriarcal Soberano. Nem o Conselho Soberano de Hamburgo, nem qualquer Loja sob sua obediência, figurarão nos informes anuais do Diretório Administrativo Soberano. Mas enviará diretamente ao Diretório Dogmático Soberano, uma contribuição representando 10% da subscrição pessoal dos membros das Lojas judaicas”.
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Lojas Maçônicas de São Paulo promovendo uma mesa-redonda formada essencialmente por representantes da comunidade judaica no estado, cujos assuntos discutidos eram, sem rodeios, feitos de judeus para judeus.
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Em “Jewish Encyclopedia”, de 1903, vol. 5, pg. 503:
“A linguagem técnica, simbolismo e ritos da maçonaria estão repletos de idéias e termos judaicos. O rito escocês e os dados dos documentos oficiais estão de acordo com a Era e os meses do calendário judaico, utilizando também o alfabeto hebraico”.
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Fonte: VÁRIOS AUTORES. Os judeus sobre si mesmos – A questão judaica exposta e explicada pelos próprios judeus. Ediciones Wotan. Barcelona, Espanha.
*Esta obra é resultado da Liga das Mulheres Anticomunistas de Montreal, tendo sida reeditada por Ediciones Wotan de Barcelona, Espanha, afiliada ao grupo CEDADE.
Tradução por Hermann Tholf.
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